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O transporte coletivo de Vitória da Conquista não vive uma fase muito boa. E agora os taxitas da cidade querem fazer o transporte de passageiros como os ônibus, parando nos pontos e fazendo lotação.

Sobre esse assunto o repórter Ricardo Gordo do programa Redação Brasil bateu um papo com Valtinha, que fala da situação difícil dos táxis.

Ouça a entrevista:

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Os protestos são direcionados a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista. Os ‘vanzeiros’ são contra o edital de licitação para regulamentação do transporte de vans proposto pela prefeitura.

Agradecemos a participação do ouvinte Geovan que filmou e encaminhou ao Blog do Redação e Redação Brasil

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O presidente da Atravic, João Paulo, fala da paralisação direto da BR-116. Os Vanzeiros, bloquearam a BR-116, queimando pneus em trechos como o da Lagoa das Flores e do Atacadão.

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Como já haviam anunciado, ‘vanzeiros’ que fazem o transporte urbano nas ruas de Vitória da Conquista deram início a um protesto na madrugada desta sexta-feira (27).

Os profissionais do volante bloquearam a BR-116, queimando pneus em trechos como o da Lagoa das Flores e do Atacadão.

Os protestos são direcionados a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista. Os ‘vanzeiros’ são contra o edital de licitação para regulamentação do transporte de vans proposto pela prefeitura.

associação alega que o edital vai ‘quebrar’ a categoria.

Já o prefeito de Conquista, Herzem Gusmão, revelou que o poder público ‘não vai voltar atrás’ e que o edital será mantido, com data prevista para o dia 02 de maio. Ainda de acordo com o blog do Rodrigo Ferraz. Os protestos prometem acontecer durante todo o dia.

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Editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias

O editorial do Redação Brasil desta quinta (26), voltou a falar de transporte público. No editorial de hoje o radialista Deusdete Dias destacou a entrevista feita pelo o repórter Ricardo Gordo com Alcides Meira vice-presidente da Associação do Transporte Alternativo da cidade (ATRAVIC).

Segundo o dirigente, a licitação visa ‘quebrar’ o transporte alternativo da capital do Sudoeste baiano e não escondeu a sua ‘frustração’ com os rumos que estão sendo tomados pelo poder público municipal.

Ouça o Editorial:

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A cidade de Vitória da Conquista vai amanhecer sem vans nesta quinta-feira (26). A paralisação vai até ao meio-dia. Segundo o repórter Ricardo Gordo, o motivo da paralisação é em protesto contra a Prefeitura.

Associação do Transporte Alternativo da cidade (ATRAVIC) disse que o edital de licitação proposto pela prefeitura “não contempla a classe e ‘destrói’ com os profissionais do volante”.

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No próximo 2 de maio, a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista inicia o processo de seleção para os interessados em operar o transporte de passageiros seletivo no município. A introdução do transporte seletivo em Conquista é uma das estratégias da Prefeitura para facilitar a locomoção e dar mais conforto a todos os conquistenses que fazem uso diário do transporte público. Veja aqui perguntas frequentes sobre a regularização e tire suas principais dúvidas. Se quiser, você também pode consultar o edital e suas alterações.

A regularização do transporte seletivo é legal?

Sim. A lei 968, promulgada pela Câmara Municipal de Vitória da Conquista em 1999, prevê em seu art. 12 a classificação do serviço de transporte municipal em coletivo, seletivo, especial e individual. O transporte seletivo abrange, entre outras modalidades de transporte, as vans. Assim, a Prefeitura está regulamentando uma lei promulgada há 19 anos, com o objetivo de respeitar a vontade soberana da Câmara Municipal e de ampliar o acesso ao transporte de passageiros municipal.

Por que regulamentar o transporte seletivo?

As vans já são uma realidade na cidade. Regulamentá-las permite que elas obedeçam a padrões técnicos mínimos para circular, o que oferece mais segurança às centenas de passageiros que são diariamente transportados por esse serviço. Além disso, gera emprego formal para seus motoristas e cobradores. No fim, toda a sociedade sai ganhando.

As empresas de ônibus não serão prejudicadas pela regularização?   

Não. Estudos comprovam que o transporte seletivo funciona de forma complementar ao transporte coletivo. Ambos conseguem coexistir pacificamente, sem prejuízos a um ou outro.

A regulamentação do transporte seletivo abrange o mototáxi?

Não. A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista não tem nenhum interesse em regularizar o mototáxi na cidade. Inúmeras pesquisas demonstram que cidades que regularizaram o mototáxi tiveram como consequência direta o aumento da incidência de acidentes de trânsito. Assim, o transporte seletivo se limita à regularização das vans.

Qualquer veículo de transporte seletivo poderá circular pela cidade?

Não. O edital de seleção do transporte seletivo prevê a seleção de 80 pessoas para operar o transporte seletivo conquistense (item 2.2). Outros 80 ficarão em cadastro de reserva. Todos serão escolhidos de acordo com critérios técnicos rígidos. Motoristas com mais tempo de habilitação e veículos com adaptações para o transporte de deficientes físicos, por exemplo, ganham mais pontos na seleção. Todos os outros veículos que não forem aprovados neste cadastro não poderão fazer transporte de passageiros na cidade, e serão punidos de acordo com a legislação vigente caso o façam.

A regularização do transporte seletivo trará benefícios aos passageiros?

Sim. As regras de gratuidade para estudantes e idosos começam a valer também para as vans. Além disso, como os veículos passam por avaliação técnica para que sejam autorizados a circular, o passageiro ganha em conforto, segurança e qualidade do serviço.

Fonte: Site da PMVC

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Licitação está marcada para o dia 2 de maio e definirá contrato de 160 vans, sendo 80 no cadastro reserva

Está marcada para o dia 2 de maio, a licitação que definirá a permissão para que 160 vans possam circular de maneira oficial na cidade de Vitória da Conquista. 80 serão da cota do cadastro reserva. Se necessário a Prefeitura contratará as 160 vans.

As pesquisas mostram que a cidade de Vitória da Conquista não apresenta o transporte coletivo como o problema que mais afeta a vida do conquistense. Enquanto Saúde lidera com mais de 40% e Violência em 2º lugar com 30% -, somente 3% na média respondem que o transporte e problema.

Campanha

O transporte feito por veículos do tipo Van tem colaborado de maneira decisiva no transporte coletivo na cidade. A campanha feita com a tentativa de ‘satanizar’ os vanzeiros tem sido em vão. A imprensa patrocinada por interessados, e até políticos com mandato, se colocam como lobistas. Ao contrário a administração municipal vem agindo para resolver o problema e oficializar o transporte alternativo.

Defesa

Quando o prefeito Herzem Gusmão (MDB), exerceu o mandato de deputado estadual – foi uma voz decisiva em defesa do transporte alternativo intermunicipal feito por vans. Tentou aprovar um PL – Projeto de Lei, mas encontrou barreira da bancada de situação do mandato do governador Rui Costa (PT). Mesmo assim a articulação e os discursos do então deputado Herzem Gusmão foram necessários para que o Governo da Bahia permitisse a regulamentação do transporte de vans. Era grande a resistência de empresas de ônibus do transporte convencional de passageiros.

Herança

O Governo do PT, em 20 anos, quebrou 5 empresas de ônibus em Vitória da Conquista e na relação estão a  VCL, VDC, Serrana, Passaredo e Viação Vitória.

A Viação Vitória responde a um processo na Prefeitura (Caducidade) que poderá determinar que o contrato seja anulado. Outro problema está por conta da Viação Cidade Verde, que o MP – Ministério Público pede que o contrato seja anulado.

Ministério Público:  Quer a Lei a lisura do certame

(…) O que vemos no presente processo foi a ocorrência de atos administrativos que macularam a lisura da concorrência pública e desrespeitaram o princípio da legalidade, da moralidade, impessoalidade, isonomia, probidade administrativa, vinculação ao instrumento convocatório e julgamento objetivo, vez que a administração agiu de forma contrária à legislação atinente à matéria e com desvio de finalidade, como ficou acima demonstrado.

Contrato

O Ministério Público entendeu que que a presente Ação Pública deve ser julgada procedente,para anular o contrato de concessão que foi assinado com a Ré Cidade Verde.

Concluiu o Ministério Público: (…) Como precaução e para respeitar o princípio da descontinuidade dos serviços públicos, entende, ainda o MPE que V.Exa. deve determinar que o Município providencie a realização e conclusão de Licitação Pública, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias a contar do trânsito em julgado da sentença, para as linhas integrantes do Lote 02.

Fonte: Blog da Resenha Geral

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Na tarde desta terça-feira, 27, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) realizou uma audiência pública para discutir sobre a atual situação do transporte escolar municipal. Segundo denúncias, as comunidades de Lagoa Formosa, Iguá, Furadinho, Campo Formoso, Lagoa Nova, Lagoa da Flores, Matinha, Sossego, José Gonçalves e Corredor do Rio Pardo ainda não iniciaram o ano letivo por falta de transporte para o deslocamento de alunos e professores. Um dos prováveis motivos seria o não pagamento das horas extras aos motoristas responsáveis por esta função.

A audiência, solicitada pela bancada de oposição, contou com a participação de representantes dos pais de alunos e dos motoristas, Sindicato do Magistério Municipal Público – SIMMP e Sindicato dos Servidores Municipais – Sinserv. O prefeito Herzem Gusmão e Secretaria de Educação foram convidados para prestar esclarecimento. No entanto, não compareceram e, até o dado momento, não enviaram justificativa de ausência.

 

TRANSPORTE ESCOLAR É UM DIREITO – O vereador e líder da oposição, Valdemir Dias (PT) iniciou a audiência evocando a Constituição Federal que assegura ao aluno da escola pública o direito ao transporte escolar, como forma de facilitar seu acesso à educação. “A lei nº 9.394/96, mais conhecida como LDB, também prevê o direito do aluno no uso do transporte escolar, mediante a obrigação de estados e municípios”, citou.

Para Valdemir, a ausência do poder executivo na audiência demonstra a falta de proposta para solucionar o problema do transporte escolar. “Isso é um a falta de respeito com a população e com a Câmara”, disse. Ele crítica também a intenção da prefeitura de terceirizar este serviço. “A máxima desse governo não é o trabalhador. A máxima é a desvalorização do servidor”, afirmou.

PERGUNTA PARA O PREFEITO: “E ESSE ANO DE 2018? QUAL VAI SER A RESPOSTA?” – A representante dos pais de alunos que estão sem transporte escolar, Thaíse Guimarães, criticou a ausência de representantes da Prefeitura Municipal na audiência. Ela espera que o prefeito veja o vídeo e as fotos apresentados sobre a situação e atenda os apelos dos alunos e seus familiares. Guimarães afirmou que o gestor, em 2017, atribuiu os problemas enfrentados pela prefeitura à gestão passada. “E esse ano de 2018? Qual vai ser a resposta?”, disse.

Ela explicou que a escola José Gomes Novais, em Lagoa das Flores, está sem transporte escolar desde o primeiro dia de aula. Segundo Thaíse, o perfil dos alunos é de crianças na faixa dos quatro anos de idade – muitas nem compareceram ainda à escola e outras estão indo a pé, andando quilômetros. “Eu não tô podendo trabalhar”, explicando que têm se dedicado exclusivamente a conduzir as filhas à escola. Thaíse também ressaltou que as estradas estão em situação muito ruim. A representante exigiu um posicionamento da Prefeitura Municipal e ressaltou que o transporte escolar é um direito da população.

“PREFEITO RADIALISTA, PAGUE OS MOTORISTAS” – Segundo   José Marcos Amaral, presidente do SINSERV, estas foram as palavras de ordem usadas por cerca de 30 motoristas do transporte escolar municipal ao reivindicar o pagamento das horas extras trabalhadas. “Temos aqui motoristas capacitados, e essa administração além de cortar as horas extras que fazem parte das horas trabalhadas, reteve o salário deles”, contou. Ainda segundo o sindicalista, o SINSERV entrou com uma Ação de Cobrança no Ministério Público. “Estamos com uma Ação de Cobrança e Sequestro de Verbas porque reter salário dos funcionários é improbabilidade administrativa”, afirmou.

Ele questiona também a decisão do prefeito em terceirizar o transporte escolar. “Ele quer contratar empresa particular para carregar os alunos, sendo que tem uma frota de ônibus, sendo que tem o profissional capacitado para fazer isso. Será que vai ficar mais barato do que pagar horas extras ou será que vai onerar cofres da prefeitura?”, indagou.  “É um desgoverno que está destruindo Conquista, que pensa só nele, não tem humildade nem para conversar. Não respeita a educação, os alunos e os funcionários públicos”, completou.

SINDICATO CRITICA AUSÊNCIA DE REPRESENTANTES DA PREFEITURA – A presidente do SIMMP, Ana Cristina Silva Novais, afirmou que o transporte escolar é fundamental para a educação. Ela também criticou a ausência dos vereadores da Bancada de Situação e de representantes da Prefeitura Municipal. A sindicalista afirmou que, até o dia 20, alunos de comunidades como Iguá, Lagoa Formosa, Furadinho, Lagoa de Juazeiro, Lagoa Nova e Rancho Alegre, estavam sem aula. “Já tem um mês de funcionamento do calendário letivo e eles não tiveram dias de aula. Isso é lamentável”, frisou. Novais ressaltou que o sindicato vem cobrando um posicionamento da prefeitura. Ela afirmou estar estarrecida com a ausência dos representantes municipais na audiência.

HÁ MAIS DE 30 DIAS SEM TRANSPORTE ESCOLAR – Antônio Rodrigues, morador de Campo Formoso, conta que há semanas a comunidade está reivindicando o transporte escolar e já procuram a Secretária de Educação e o Ministério Público. “Esse é um grande descaso do prefeito com a educação. As comunidades estão há 30 dias sem ônibus para levar as crianças para a escola de Iguá”, disse. “Como pode um prefeito, que antes, viveu 20 anos falando mal dos outros governos, fazer isso agora?”, questionou.

A moradora do assentamento Lagoa Nova, Nilzanir Bispo Mendes, lamentou que os alunos de sua comunidade estão há quase 30 dias sem aula. “Este prefeito que tanto se falava, mas que pouco tem feito. Tantas promessas e que não tem feito bem mesmo o básico que é a educação, que é um direito constitucional”, avaliou emendou. “Se o carro oficial que o transporta ficasse quebrado por apenas um dia com certeza ele locaria algum carro, ele daria providências para ele se deslocar. E por que com as nossas crianças não é a mesma coisa? Por que o descaso com a zona rural? Nós somos gente, nós votamos, nós pagamos impostos”.

O morador do Assentamento Lagoa Nova, Nilton Ferreira Lima, criticou a ausência dos vereadores da bancada de situação e do prefeito Herzem Gusmão. “Trouxemos mais de 20 pessoas para eles escutar as novas demandas. Será que eles acham que temos cara de palhaço, sair daqui sem resposta do prefeito?”, questionou. “Além de estar mais de 30 dias sem transporte pros alunos, as estradas estão horríveis”, completou.

A moradora de Furadinho, Celiane Moraes Souza, disse que está indignada com a situação. “Eles falam pra gente que vai resolver o problema do ônibus, que já resolveu o problema do transporte, que amanhã passa. Aí as crianças levantam cedo, se preparam, põem a mochila e ficam lá. Quando dá no horário, mais uma vez elas se esmorecem, entristecem e voltam pra casa”, lamentou. Para ela, é uma situação inaceitável. “A gente não sabe nem o que fazer”, disse. Segundo ela, a audiência foi um último recurso na busca por uma solução definitiva. “A gente foi entristecendo à medida em que eles [Prefeitura Municipal] não chegaram aqui nem para ouvir os nossos desabafos”, lamentou.

Carlos Amaral, da fazenda Santa Marta, clamou pelo bem-estar dos alunos. “As crianças estão enfrentando o sol quente, chuva ou frio para ir para a escola”, disse. Ele pede que a prefeitura solucione a questão do transporte escolar nas regiões do Santa Marta e Goiabeira.

O pai de alunos do Colégio José Gomes Novais Paixão, Manoel Gomes, parabenizou o trabalho da direção da escola por ter iniciado o ano letivo “com a cara e coragem”. Para ele, a falta de transporte escolar é um descaso. “Ontem eu fui buscar os meus filhos ali na escola e fiquei indignado. Eu fiquei 10 minutos para atravessar a BR 116, chovendo. Isso é um descaso para nós”, falou. Manoel afirmou que a comunidade está reivindicando direitos. “Que é o transporte escolar para os nossos filhos. Aqui tá todo mundo indignado com esse governo porque realmente estamos sofrendo”, frisou. Ele afirmou que a cobrança continuará até a comunidade ser atendida.

Já a aluna do Colégio Erasthósthenes Menezes, no Iguá, Samara Santana Amaral, questionou: “Como querem acabar com a corrupção no Brasil, sendo que nem direito a transporte escolar nós temos?”. “Sem educação não temos formação”, completou.

VEREADORES COBRAM SOLUÇÕES – O vereador Cícero Custódio (PSL) informou que além do problema com transporte escolar, as regiões de Oiteiro, Lagoa de Maria Clemência, Riacho do Teófilo e Pradoso estão sem merenda escolar e funcionários para serviços básicos. As escolas estão sem merenda, sem estrutura, as crianças estão fazendo mutirão para limpar a escola no fim de semana, os professores que estão fazendo as merendas”, contou. O parlamentar conta também que solicitou uma reunião com a secretária de educação e esta informou que está com a agenda cheia. “Mesmo assim eu estarei amanhã na frente da Secretaria com cerca de 30 pessoas, representantes dessas comunidades. A educação não pode parar. Não podemos ficar nessa situação”, afirmou.

A vereadora Viviane Sampaio (PT) afirmou que a audiência é importante porque reúne as demandas que vinham chegando aos vereadores. Para ela, era importante para os moradores e parlamentares conversarem com os representantes da gestão municipal e ouvirem propostas. “Nós precisávamos, aqui nessa tarde, tivéssemos o respeito do poder público em comparecer a essa audiência”, criticou. A vereadora ainda emendou: “Mas, o que podemos esperar de um prefeito que diz que onde tem sindicato forte a educação é fraca. O que podemos esperar de um prefeito que desvaloriza o servidor público, prefere substituir mão-de-obra efetiva, mão de obra de motorista, ou professor, ou qualquer que prestou concurso público e tem capacitação por mão-de-obra terceirizada?”.

Viviane afirmou que se esperava que a atuação da gestão mantivesse conquistas da gestão passada como a universalização do transporte escolar. Segundo ela, é lamentável que a luta não seja por “coisas novas” e sim contra o retrocesso que o município estaria enfrentando. “Aquilo que já era garantido como merenda escolar de qualidade ao direito de frequentar a escola, isso não é mais visto no nosso município”, detalhou. Para ela, a atual gestão é um “desgoverno”. Para Viviane, falta à gestão competência administrativa. “Porque é muito fácil administrar Vitória da Conquista atrás do rádio, atrás do microfone”, criticou. Ela questionou: “E hoje que ele está ocupando o posto de prefeito municipal, por que ele não consegue fazer nada para Vitória da Conquista”, disse. Viviane avaliou que falta competência para manter o básico. “A classe trabalhadora, a classe vulnerável está sendo esquecida por esse governo”, falou. A parlamentar afirmou que a cobrança por resposta aos problemas apresentados vai continuar.

O vereador Coriolano Moraes (PT) reforçou que o transporte escolar é um dos pilares essenciais para garantia do acesso e a permanência dos alunos nas escolas. Para o parlamentar, é inadmissível que o professor tenha que tirar do seu salário para pagar transporte. “E esse acesso à escola tem de ser dado aos professores das escolas nucleadas e círculos escolares. Eles trabalham para ajudar a futura geração assumir a sociedade preparados”, afirmou.

Cori acredita que para uma educação de qualidade é preciso começar pela “ponta”, valorizando o professor, a merendeira, o pessoal da administração da escola. “O governo tem que centrar sua política para garantir o melhor para os profissionais”, disse.  “Se está faltando alunos para professores em algumas localidades, a prefeitura precisa resolver isso. O que não pode acontecer é ter aluno e faltar professor”, afirmou. “E não podemos aceitar que os professores paguem do seu bolso o dinheiro para ir trabalhar ou tenham que dormir a semana toda na zona rural para dar aula. Não podemos aceitar esse retrocesso”, completou.

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Em um certo momento a reunião foi suspensa devido ao apagão

A reunião do conselho municipal de transportes, em Vitória da Conquista, realizada na tarde de quarta-feira (21), foi ‘quente’.

Diversos membros do grupo, dentre eles o vereador Coriolano Moraes (PT), líder estudantil e representantes do sindicato dos rodoviários, foram para cima contra a proposta, principalmente, do número de vans que o poder público municipal promete instalar, através de licitação, na capital do Sudoeste baiano.

A grande repercussão que o assunto tomou nos últimos dias, através de diversas matérias em blogs e a entrevista exclusiva feita pelo BRF com o prefeito Herzem Gumsão deram o tom da reunião.

Ainda de acordo com o Blog do Rodrigo Ferraz, Membros do conselho exigiram um projeto de viabilidade econômica das vans, como custo, receita por km e a tarifa desse tipo de transporte.

Em um certo momento a reunião foi suspensa devido ao apagão que atingiu a cidade. Os próximos capítulos prometem ser ‘quentes’.

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