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CORTINA E CIA COLCHÕES

Uma idosa de 74 anos foi encontrada morta dentro de casa em um condomínio de luxo, na região da Avenida Paralela, em Salvador, na tarde deste domingo (18). O suspeito do crime é o companheiro dela, um idoso de 82 anos, que é procurado pela polícia.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi identificada como Tarsila Maria Brandão Barreto. Ela foi morta em uma casa do condomínio Aphaville Itapuã, com golpes de faca. Segundo a polícia, o crime ocorreu há mais de 24 horas, mas a data precisa do crime só pode ser confirmada pela perícia.

Familiares acreditam que a morte ocorreu na sexta-feira (16). Uma equipe do Serviço de Investigação em Local de Crime (Silc), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada por moradores para fazer a remoção do corpo, que foi levado para o Instituto Médico Legal de Salvador (IML).

A motivação do crime é investigado na 1ª Delegacia de Homicídios da capital. *G1

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Considerada uma das três legislações mais avançadas do mundo, a Lei Maria da Penha Lei Maria da Penha completa 14 anos nesta sexta-feira (07). Sancionada em agosto de 2006, a Lei criou mecanismos para prevenir e coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, tendo como referência a Constituição Federal e os tratados internacionais ratificados pelo Estado Brasileiro a exemplo da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher.

A Lei define os tipos de violência contra as mulheres, determina que as ações penais possam ser fundamentadas mesmo sem a representação da vítima, as medidas protetivas de urgência e busca assegurar apoio às mulheres por meio de serviços como o CRAM (Centro de Referência no Atendimento à Mulher), a Casa Abrigo, o CREAS (Centro de Referência e Assistência Social), além dos Centros de Saúde e IML.

Nesses 14 anos, a Lei sofreu alterações visando ampliar as garantias em defesa das mulheres a exemplo da concessão da medida protetiva de urgência pela autoridade policial e não apenas pela Justiça. Outra mudança foi obrigar o agressor a ressarcir o SUS pela violência contra a mulher; o agravamento da pena se a vítima for uma pessoa com deficiência ou se a agressão causar a deficiência.

As alterações asseguram prioridade na matrícula às (aos) filhas (os) de mulheres vítimas de violência doméstica, em qualquer escola próxima de casa, e obrigam os profissionais de saúde pública/privada a notificar a polícia em até 24 horas qualquer caso suspeito ou confirmado de violência doméstica.

OUÇA:

 

Matéria: SECOM.

 

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Aconteceu no final da manhã de hoje (24), em Vitória da Conquista, a carreata #Nenhuma a Menos.

Com o objetivo de chamar a atenção das autoridades e população para o aumento da violência contra a mulher em Vitória da Conquista, principalmente nesse período de pandemia, a carreata reuniu movimentos sociais e comunidade em geral.

A concentração aconteceu em frente ao Distrito Integrado de Segurança Pública e seguiu pelas principais ruas e avenidas da Vitória da Conquista.

 

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A Procuradora do Estado de São Paulo, Margarete Gonçalves Pedroso que também é conselheira do Conselho Estadual da Condição Feminina, Coordenadora do Núcleo de Acompanhamento Legislativo da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, Membro da Comissão da Advocacia Pública da OAB/SP, membro da Rede Feminista de Juristas – DEFEMD, graduada em Direito pela Universidade Mackenzie e especialista em Direito do Estado pela Escola Superior da Procuradoria Geral do Estado apontou, em entrevista ao Redação Brasil, o grande aumento nos número de casos de violência doméstica durante o período de isolamento social decorrente da pandemia Coronavírus.

“Para vocês terem uma ideia, enquanto eu estiver falando, uma mulher estará sendo espancada. Isto porque os dados nos mostram que uma mulher é agredida a cada dois minutos no Brasil. Este número se agravou em decorrência do isolamento família por causa do coronavírus. Estes dados aumentaram em 50% nas últimas semanas. Tudo isso é perfeitamente explicável na medida que, sabemos, segundo pesquisas do Fórum Nacional de Segurança Pública que, 42% das mulheres que sofrem violência são vítimas dentro de suas próprias casas, e quase 80% dos agressores de mulheres no Brasil são pessoas conhecidas”. Informou a procuradora.

Segundo a Dr. Margarete, em sua maioria, os agressores são pessoas do convívio familiar desta mulher, por isso durante o período de convívio familiar intensificado em decorrência da atual situação que vivenciamos, as vítimas ficam ainda mais expostas aos seus agressores.

A solução, segundo ela, é o rompimento do silêncio por parte das vítimas.

“A única solução possível para este problema, para conseguirmos diminuir os números do índice de violência contra as mulheres e de violência doméstica é romper com o silencio e romper com o medo. Portanto, é muito importante que conscientizemos as mulheres, que são vítimas de violência, a denunciarem dentro das delegacias das mulheres, das casas das mulheres brasileiras, ou nos centros de referências das mulheres, ou ainda, com a possibilidade de usar o disque 180 que é o canal de denuncias muito importante e seguro”.

A conselheira ressalta que, não somente as vítimas precisam romper com o silêncio, mas toda a sociedade necessita se comprometer a romper com a cultura da omissão e ter a iniciativa de denunciar os abusos para que “se consiga diminuir a epidemia que é a violência contra a mulher”.

OUÇA A ENTREVISTA COMPLETA:

 

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A atriz Juliana Paes utilizou as redes sociais, nesta sexta-feira (10), para tecer elogios a apresentadora do “Bahia Meio Dia”, Jéssica Senra. A comandante do jornal local baiano alcançou repercussão nacional ao realizar um comentário em tom de crítica sobre a contratação do goleiro Bruno pelo Fluminense de Feira.

Na publicação da atriz, feita em seu perfil no Instagram, Paes levantou a hashtag #meuídolonãoéfeminicida e disse que foi surpreendida pela fala da jornalista. “[Jéssica] me comoveu com a sua coragem, ousadia e inteligência ao defender seu posicionamento contra um clube de futebol que desejava contratar o goleiro Bruno, condenado por um crime bárbaro de assassinato à mãe de seu filho”, disse Juliana de início.

Em seguida, na legenda que acompanha uma foto da própria Juliana em preto e branco, a atriz utilizou o seu lugar de falar para afirmar que, como mulher e defensora da causa da violência contra a mulher, ela ficou “muito orgulhosa” de Jéssica.

Por fim, Juliana convidou todos os seus seguidores, além de pessoas e marcas a verem o vídeo de Senra e assim levantarem uma campanha com a hashtag #meuídolonãoéfeminicida, para que mais pessoas pudessem ter acesso ao comentário da jornalista. Na postagem, Juliana pediu o apoio de outras artistas, entre elas, Deborah Secco, Maria Joana, Sabrina Sato, Julianne Trevisol e Agatha Moreira.

Em resposta, Jéssica Senra repercutiu a postagem de Juliana Paes e agradeceu os elogios feitos pela atriz. “Muito obrigada!! Também tenho orgulho de você e de todas as mulheres (e homens) que lutam pelo nosso respeito! Tamo juntas!”, disse a jornalista.

Blog do Rodrigo Ferraz

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Universo Diverso: Saiba sobre machismo, violência contra a mulher e Internet

No Universo Diverso desta terça-feira (21), a jornalista Luciana Nery trouxe a segunda parte da entrevista com o mestrando em Ciências da Computação pela Faculdade Fernando Pessoa, em Portugal, Carlos Nascimento. Ele foi questionado sobre a prática recorrente de mulheres exibirem-se nas redes sociais com ‘biquinhos’ e poses sensuais de biquíni e o quanto esta postura pode fortalecer o pensamento machista.

Carlos Nascimento argumentou que as mulheres detêm o direito de apresentar-se como bem entenderem nas redes sociais, inclusive com poses sensuais, mas que é preciso pensar sobre o conteúdo desta postura. A mulher precisa enxergar-se e saber como ela se projeta ao universo machista. “No mundo real ela se vê daquela forma?”, indaga o estudioso.

Na visão do mestrando, há nesta prática elementos como vaidade, ideia de autovalorização e do sentir-se desejada. “Mas quando essas pessoas se encontram com a pessoa real qual o choque da realidade para-além do mundo da self”. Indagado sobre o quanto essas imagens podem estimular o machismo, Carlso Nascimento afirmou que, de fato, há o risco de fortalecer o discurso da mulher sensual, “dada ao sexo”.

 
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