Será inaugurada na próxima quinta-feira (1), a tão aguardada Policlínica Regional de Saúde da Região de Vitória da Conquista e Itapetinga. O equipamento conta com quase trinta especialidades e vai atender pacientes de 28 municípios que compõe o Consórcio Público Interfederativo de Saúde da Região de Vitória da Conquista e Itapetinga.
A Policlínica Regional de Saúde é uma Unidade Especializada de Apoio Diagnóstico, com serviços de consultas clínicas com médicos de especialidades diferentes (definidas com base no perfil epidemiológico da população da região), realização de exames gráficos e de imagem com fins diagnósticos e oferta de pequenos procedimentos, como vasectomia.
Oferecem um maior bem-estar aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde), que não precisam mais se deslocar longas distâncias ou aguardar muito tempo para atendimento, por meio de uma equipe multiprofissional qualificada e preparada para atender as demandas da região. As Policlínicas possuem 2.848,32m² de área construída com 12 consultórios e são equipadas com estrutura de ponta.
Confira a participação de Quinho no Redação Brasil
Entrevista com Quinho Tigre – Inauguração Policlínica
Entrevista com Dep. Zé Raimundo – Aeroporto Glauber Rocha
Gordo Repórter – Policia e Cotidiano
Raquel Valadares – Tempo e Temperatura / Noticia de quem faz a noticia
Daniel Moraes – Giro Brocado
Luciana Nery – Universo Diverso
Mateus Araújo – Produção audiovisual
O mais tradicional palco do esporte conquistense, ao contrário do que muito se imagina, é o Estádio Edvaldo Flores. Localizado no Alto Maron, o local ainda respira o futebol dos anos 50, época de ouro dos clubes amadores da cidade, mesmo após sua última reforma entre os anos de 2013 e 2015.
O Edvaldo foi fundado em 1956, de lá para cá, o acanhado estádio, de capacidade para 1.200 espectadores (sentados) viu vários jogadores passarem por lá, mas ainda não viu uma reforma que o revitalizasse como merece.
Em 2015, na sua reinauguração, o gramado sintético encheu os olhos dos desportistas por causa da novidade, mas não os abriu para as melhorias que faltavam e ainda faltam.
Os vestiários necessitam de atenção, ficaram parados no tempo. Os postes de iluminação, que hoje não iluminam absolutamente nada, se tornaram a principal queixa dos desportistas já que o equipamento não cumpre muito bem a sua função em jogos noturnos, mas ainda não há nada que me chateie mais do que o total e completo esquecimento com os profissionais de imprensa.
Todos sabemos que os clubes profissionais do interior não têm um calendário tão grande e vasto como os gigantes das capitais. Em abril, após o Baianão, o torcedor conquistense mais raiz, passa a acompanhar mesmo é o Campeonato Municipal e da mesma forma, a imprensa esportiva local. Mas como uma emissora de rádio poderia transmitir os jogos sem ter cabine e pior ainda, sem eletricidade disponível naquelas tomadas próximas a lateral do campo? Algo que não foi pensado.
E temos muitas coisas ainda a se observar: gramado já prejudicado pela quantidade absurda de jogos e treinos todos os dias (e o dia todo), a falta de cobertura para a arquibancada – já que temos alguns jogos às 11 do domingo e ficar no sol nesse horário é de lascar – enfim, o resumo da ópera: gastaram 2 milhões de reais em um estádio que ainda necessita de investimentos e ninguém move uma palha. A pergunta que fica: Oh, e agora quem poderá nos defender?
DOIS PONTOS:
PONTO 1:
A semana da Libertadores tinha tudo pra ser boa para os brasileiros. Empates fora de casa de Cruzeiro e Palmeiras, vitória do Inter, mas os rubro-negros (cariocas e paranaenses) estarão de cabeça inchada até os jogos de volta. Tomara que o Grêmio consiga um bom resultado na noite desta quinta.
PONTO 2:
Começaram os Jogos Pan-americanos de Lima. Alguém sabia disso? 9 em cada 10 brasileiros provavelmente não, porque ninguém da emissora maior deu o devido destaque…
Esta coluna volta antes que o Edvaldo se torne uma arena multiuso no Alto Maron.
*Igor Novaes é jornalista, colunista de esportes do Redação Brasil, narrador e apresentador.
No Redação Brasil desta quinta-feira (25), Aurélia Oliveira, uma das organizadoras do encontro falou sobre a expectativa para realização deste grande evento para a região.
2° Torneio de pesca esportiva e a segunda etapa do circuito baiano, realizada pela Associação de Pescadores Esportivos de Brumado e Microrregião.
Dia 27 de Julho, na barragem do Rio Gavião, Anagé.
Modalidades barco e caiaque.
O objetivo é conscientizar a preservação dos nossos rios e lagos e da espécies que neles habitam.
Grande confraternização com participação de pescadores de vários Estados.
Premiação:
Sorteios de barco, caiaque, viagem para pescaria no lago do peixe, Tocantins.

Confira a participação de Aurélia Oliveira no Redação Brasil:
Em seu editorial desta quinta-feira (25), o jornalista Deusdete Dias comentou sobre o livro “Não precisamos de Estados”, escrito pelo ex-prefeito e ex-deputado federal Raul Ferraz e que foi entregue ao presidente da República, Jair Bolsonaro, pelo prefeito Herzem Gusmão durante a solenidade de inauguração do Aeroporto Glauber Rocha.
Deusdete Dias esclareceu o que motivou Raul Ferraz a escrever a obra, segundo ele redigida por Norberto Aurich, e defendeu a tese de que, verdadeiramente, há um alto investimento de recursos públicos para manter megas estruturas. Segundo ele, o Pacto Federativo precisa mesmo ser revisto. “É uma estrutura extraordinária. E Raul Ferraz dizia que o Estado é um mero atravessador”.
Confira o editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias
Na manhã de hoje (quinta-feira) o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender uma ocorrência no Bairro Alto Maron, em Vitória da Conquista.
Segundo informações de testemunhas, um princípio de incêndio em uma pizzaria assustou moradores da localidade.
A equipe da guarnição conseguiu conter a situação.
Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
O repórter Paulo Martins da Band FM, participou do Redação Brasil dando as primeiras informações sobre o acontecido
Com informações do Blog do Rodrigo Ferraz
Deusdete Dias – Editorial – Livro de Raul Ferraz
O Brasil não precisa de Estados
Gordo Repórter – Policia e Cotidiano
Gerson Gonzaga – Cotidiano
Daniel Moraes – Giro Brocado
Luciana Nery – Universo Diverso
Mateus Araújo – Produção audiovisual
O corpo do jornalista esportivo Juarez Soares, que morreu na última terça-feira (23), começou a ser velado às 9h desta quarta (24) no Cemitério da Consolação, no Centro de São Paulo. O “China”, como era conhecido, faleceu aos 78 anos devido a um câncer de bexiga e intestino.
A Santa Casa de São Paulo informou que Juarez Soares deu entrada no pronto-socorro em parada cardiorrespiratória, e que foram realizadas manobras de reanimação, sem sucesso.

Quem foi Juarez Soares
Juarez Soares começou a trabalhar como jornalista em 1958, aos 17 anos, na Rádio Cultura de Lorena, interior de São Paulo, transmitindo os jogos do campeonato da Segunda Divisão.
Em 1961, transferiu-se para a capital e trabalhou nas rádios Tupi e Gazeta, até chegar a Rádio Globo, em 1969, onde transmitiu a Copa do Mundo da Alemanha, em 1974. Naquele ano iniciou os trabalhos na TV Globo.
Como repórter e comentarista esportivo na emissora cobriu a Olimpíada de Montreal, no Canadá, em 1976, a Copa do Mundo de 1978, na Argentina, e a Copa do Mundo da Espanha, em 1982. Ele também participou da estreia do telejornal Bom Dia São Paulo, em 1977, onde permaneceu por quase três anos como comentarista esportivo.
Em 1982 deixou a Globo e passou pela Rádio Record, até chegar a TV Bandeirantes, onde trabalhou por 11 anos ao lado de Luciano do Valle. Na emissora, Juarez foi diretor de Esportes, participando ainda da cobertura de outras três Copas do Mundo – 1986, no México, 1990, na Itália, e 1994, nos Estados Unidos, quando deixou a Band.
“China” migrou para o SBT, onde ficou até o ano 2000, depois seguiu para a TV Record e para a TV Cultura. Em 2001, foi convidado por Milton Neves para participar do programa Debate Bola da TV Record, virou comentarista e também chefe de equipe da Rádio Record, ocupando as duas funções até 2011.
Durante sua trajetória profissional também atuou como jornalista em veículos impressos, como nos jornais Folha da Manhã e Mundo Esportivo, e no portal Terra.
Juarez Soares também teve participação política como secretário de Esportes do município de São Paulo durante a gestão da prefeita Luiza Erundina e foi vereador na capital. Em 2004, chegou a ser candidato a vice-prefeito de São Paulo na chapa de Paulo Pereira da Silva.
Fonte: G1
Uma árvore caiu sobre um caminhão agora a pouco na Avenida São Geraldo, na rotatória próxima ao Mercado Glória.
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As noites da Feira Literária de Mucugê sempre terminam animadas por música e poesia na Praça dos Garimpeiros. Na edição de 2019, a Fligê leva para a Chapada Diamantina as cantoras Ana Cañas e Larissa Luz e o cantor Renato Braz, acompanhado por Mário Gil.
A cantora paulista trará para o palco da feira literária sua voz militante, como quem abre o peito para dizer o que parecia engasgado. A voz engajada de Ana Cañas defende sobretudo a liberdade sexual feminina e o direito das mulheres, temáticas do seu mais recente trabalho, o disco Todxs.
Dirigido pela própria Ana Cañas, o espetáculo tem forte cunho político – especialmente no que diz respeito às pautas feministas, e é considerado pela crítica o seu show mais inovador. O repertório inclui hits da carreira da artista, como “Respeita”, “Pra você guardei o amor” e “Urubu Rei”. A cantora também recita poemas entre uma canção e outra.
Representante da música negra contemporânea da Bahia, Larissa Luz é dona de uma personalidade forte e uma performance marcante nos palcos. No show Trovão, a soteropolitana apresenta em Mucugê um ritual baile que propõe conexão do sublime com o terreno, atualizando mitos yorubás e conduzindo um encontro entre som e movimento na pista. “Trovão é força, é raio de luz, é Xangô, justiceiro… ecoa, anuncia, é energia… é Iansã, sou eu!” , diz Larissa.
Já o cantor e compositor Renato Braz, reconhecido internacionalmente, apresenta um repertório que passeia por sua trajetória musical, incluindo canções do disco lançado em 2018, “Canto Guerreiro, Levantados do Chão”. O paulistano coleciona prêmios desde a sua estreia, em 1996, como o 5º Prêmio Visa de MPB (2002) e o Prêmio Rival Petrobras na categoria Cantor Popular (2006).
Com simplicidade majestosa, o show tem um repertório em que prevalecem os seus sonhos. O músico é daqueles que equilibram a lágrima na voz e, de forma comovente, mostra porque é considerado o dono de uma das mais belas vozes da MPB. “Cálice”, “Sonho impossível” e “Ne Me Quitte Pas” integram o setlist. Pura poesia!
Como já faz parte da tradição, no fim da tarde do domingo (18), a música instrumental que será a trilha sonora do encerramento, com um concerto regido pelo maestro João Omar de Carvalho Mello.
SERVIÇO
Shows – Fligê 2019
16/08 (sex), 21h: Renato Braz
16/08 (sex), 22h: Ana Cañas
17/08 (sáb), 21h: Larissa Luz
Local: Mucugê, Chapada Diamantina (BA)
Entrada gratuita
Mais informações sobre a Fligê estão disponíveis no site oficial: http://flige.com.br/2019