Marcos Andrade Construtora
VickPark 1
CORTINA E CIA COLCHÕES

O cantor baiano Zelito Miranda morreu na madrugada desta sexta-feira (12), em Salvador. A informação foi confirmada pela família do artista, que tinha 66 anos. Segundo o comunicado, a morte foi provocada por problemas no pulmão. No entanto, a doença não foi detalhada.

Ainda de acordo com a família do cantor, o corpo de Zelito será sepultamento na tarde desta sexta-feira, no cemitério Bosque da Paz, no bairro de Nova Brasília. A cerimônia está marcada para acontecer às 16h30.Zelito faleceu com 40 anos de carreira e mais de 200 músicas no currículo. Ao longo da vida, ele defendeu a cultura e a tradição do forró. O artista deixa a esposa Telma, e as filhas Clarice, que espera a sua primeira neta, e Luiza.

Nascido no município de Serrinha, a 175km de Salvador, Cabeludo, como era conhecido e gostava de ser chamado pelos amigos, foi um artista multifacetado.

Embora sua intimidade com o triângulo tenha começado ainda na infância, aos 8 anos de idade, Zelito trilhou por vários caminhos, das artes plásticas, ao teatro, ao cinema até chegar a música e ao forró.

Começou na música aos 27 anos. Antes disso, ele fez parte da cultura alternativa da cidade natal, foi ator por 10 anos, era escritor e chegou a tocar MPB e rock.

Na década de 80, fez parte do grupo Novos Bárbaros, que fez sucesso nos trios elétricos em Salvador. Ao todo, foram um DVD e 12 Cd’s gravados.

O primeiro disco veio com um repertório daquilo que ele chamava de MPN (Música Popular Nordestina) mas os pedidos de shows e gravações em forró foram, aos poucos, fazendo com que o artista assumisse a herança de Gonzagão como sua carreira.

Dessa influência do rock, da MPB e da experiência em trio elétrico, ficou conhecido como o “Rei do Forró Temperado”, um som que preserva a sonoridade do gênero, mas se permite a novos instrumentos, arranjos e melodias.

Pioneiro nos ensaios do gênero nordestino nas casas noturnas da capital baiana, Zelito se dedicou a arte de misturar elementos do mais autentico forró pé-de-serra a o que há de mais moderno e cosmopolita.

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Literatura, ancestralidade e expressões artísticas prometem marcar a 5ª edição da Feira Literária de Mucugê – Fligê. O evento literário acontece entre os dias 10 e 14 de agosto, na cidade de Mucugê, região da Chapada Diamantina. Este ano, a feira traz como tema Literatura e Ancestralidades.

De acordo com a curadora do evento, Ester Souza, a temática contempla as matrizes ancestrais que foram esquecidas na história e na literatura brasileira. “O tema desta edição recompõe o fluxo de produção e de conhecimento literário que não aconteceu devido à pandemia. Ele ressalta que a ancestralidade é um encontro intergeracional, dos ancestrais que não vingaram ou tiveram suas histórias apagadas, bem como daqueles que se perpetuam nas transmissões orais e visuais”, informa Souza.

De acordo com a curadora, as mesas literárias foram baseadas nas raízes ancestrais presentes nas obras e nos temas de cada convidado. Há rodas de conversa que discutem também acerca do ofício da escrita dos autores participantes.

“As mesas da programação principal se orientam pela presença da ancestralidade em relação à obra literária de cada convidado. A mesa 1, por exemplo, tem como personagem o rio Paraguaçu, leito literário de mais de oito feiras. Vai abordar suas águas ancestrais e narrativas literárias em diferentes épocas e autorias. Outras mesas recuperam o específico da escrita do convidado para enquadrar as dimensões de gênero e espiritualidade, buscando recepção do público para essa reverberação cultural”, explica Ester.

A programação aborda ainda histórias e narrativas dos povos originários. “Eles estão em autorias tupinambás, payayá, fulkaxó e pankararu, nas mesas e expografias Manto Tupinambá, E(m)Trancados Sonhos, e em sessão de cantigas e histórias para crianças. Estão também na relação da literatura com o meio ambiente e com o planeta em suas dimensões de cuidado da terra indígena” ressalta a porta-voz.

Além de reverenciar as raízes e origens ancestrais, a Fligê representa uma grande importância para a cultura, literatura, educação e economia da cidade de Mucugê, de acordo com Ester.

“Um evento literário como esse, que já está na sua quinta edição, além de impactar na economia local, forma públicos leitores, tanto da infância como de outros grupos. A maior relevância é constatar que coletivos culturais e educacionais da cidade abraçam a feira como um espaço de formação literária e humana”, aponta a organizadora.

Povos originários

Reverberando as matrizes indígenas e africanas, o evento tem, nesta atual edição, o objetivo de compartilhar os saberes, as culturas e os estudos literários acerca das ancestralidades. Além disso, as expressões culturais da região da Chapada também serão discutidas no evento.

“As matrizes são a presença indígena e africana. A pesquisa literária narra essas culturas, como, por exemplo, o livro Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior, que foi lançado na Fligê de 2019 e inclui o jarê como uma das manifestações dos encantados. O jarê é uma espiritualidade específica da Chapada Diamantina, bem como os cantos dos anciãos. A presença da matriz africana se relaciona em manifestações de dança, música e culinária”, observa Ester Souza.

Quem também estará participando do evento é a escritora carioca Eliana Alves Cruz. A autora chega para discutir a respeito da importância da escrita ancestral na literatura e na memória do país.

“A gente vai abordar a forma como a memória é colocada e exercitada na nossa literatura. Vamos falar desse passado e principalmente do presente. Nós, autores, somos testemunhas do nosso tempo, temos uma responsabilidade com a memória do futuro. A memória é algo muito importante e crucial para se discutir. É a partir disso que vamos pensar. O Brasil não possui uma identidade somente, mas várias”, exclama a escritora.

A importância da matriz africana dentro da literatura e cultura brasileira é outro ponto que será reverberado pela autora.

“Esse tema é muito importante para mim. Tudo que escrevo é para questionar o apagamento negro do Brasil. Temos uma herança vinda de povos africanos que a gente precisa resgatar na nossa escrita e literatura. O continente africano está em nós. Desde as palavras do nosso vocabulário, até os hábitos e a culinária. Isso tudo está entranhado na essência do Brasil, faz parte de todos, brancos, negros, indígenas. O que tento fazer é só evidenciar e trazer isso à tona”, revela a carioca.

Segundo o escritor Ednaldo Muniz, a feira exaltará também os anciãos e servirá de referência para o aprendizado dos mais novos. “Este evento será por nós e pelos nossos mais velhos, griôs e anciãos. Mostrará para os nossos jovens negros que podemos ser artista, escritor, médico e doutor. Esse é o significado de estar participando da Fligê. Fortalece o movimento, tira do esquecimento e imortaliza nossos mais velhos, mostrando aos mais novos que eles também podem ser príncipes ou princesas”, informa Muniz.

Já a ancestralidade indígena será tema da Mesa 3 com a escritora Denizia Kawany, que promete apresentar seus saberes e suas histórias de maneira bastante explicativa.

“Tenho três narrativas que marcam muito a história do meu povo e da literatura indígena como forma de luta e resistência. Tem narrativas também que contam como a gente se prevenir das doenças. Trago histórias sobre o marco temporal. Serão quatro narrativas que vou levar para a feira de uma forma mais política, didática e dinâmica”, comenta Kawany.

Vasta programação

Além das mesas literárias da programação principal, a Fligê terá também outras expressões culturais. Serão atividades dedicadas a todos os públicos. Para as crianças, a Fligêzinha terá uma programação especial que aproxima os pequenos da literatura, além de apresentações de histórias, cantigas e de curtas-metragens.

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O Festival de Inverno Bahia (FIB) deste ano já vai entrando pra história como uma das melhores edições já realizadas. A festa acontece nos dias 26, 27 e 28 de agosto, no Parque Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista e os ingressos de camarote para a segunda noite do Festival estão esgotados.

A equipe do programa Redação Brasil conversou Gabriela Gaspari, gerente da Bahia Eventos, empresa de entretenimento da Rede Bahia, que promove o FIB em parceria com a TV Sudoeste e fala mais sobre as novidades e expectativas para o Festival.

Ouça a entrevista na íntegra:

 

 

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Música e poesia estão na pauta de mais uma edição Circuito Bahiagás de Música, neste sábado, 06. O projeto apoia casas de cultura, bares e restaurantes e músicos de Vitória da Conquista e da região Sudoeste. O sábado contará com duas programações: no Canto do Sabiá, das 14h às 23h, o 11º Multiverso Sarau vai homenagear o professor Tadeu Botelho, o Bar Paraki e Miguel Cortes; Gil Moreno, Dirá Viana e Boca Dial garantem a animação em show na 3ª quadra poliesportiva do Condomínio Lagoa Azul, no bairro Campinhos, às 14h. A entrada em ambos é gratuita, mas sujeita à lotação de cada espaço.

O Circuito Bahiagás de Música tem execução do Instituto Casa da Cidadania, patrocínio da Bahiagás e do Estado da Bahia e apoio da TV UESB.

Cultura alternativa – Vai ter muito rock, tropicália, manguebeat e outras brasilidades para homenagear Tadeu Botelho. Professor aposentado do curso de História da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e de cursinhos pré-vestibulares, Tadeu é uma referência nacional em estudos sobre o Cangaço. Ele também é reconhecido como roqueiro querido na cena alternativa conquistense. O professor musical é presença garantida no sarau que o homenageará. Outro tributo será ao Paraki Bar, lugar de encontro da cultura alternativa da cidade por 10 anos. Evandro, o proprietário, é presença garantida no evento.

A última homenagem é a Miguel Cortes, incentivador e mobilizador emblemático da cultura de Conquista. No rádio, comandava o programa O Som da Tribo, abrindo espaço para diversos nomes. Além disso, mobilizava a cena do Rock, produzindo vários eventos culturais. Miguel faleceu aos 45 anos de idade. Seu legado para a cena musical jamais foi esquecido.

Pra dançar agarradinho – Em outra região do município, a pegada será na base do arrocha, romantismo e sofrência. A 3ª quadra poliesportiva do Condomínio Lagoa Azul, nos Campinhos, vai receber Gil Moreno, Dirá Viana e Boca Dial. O presidente do Instituto Casa da Cidadania, Waldir Soares, destaca a diversidade de estilos abraçada pelo circuito. “A gente só tem a agradecer à Bahiagás pelo patrocínio que permite apoiar tantos artistas, de diversos estilos, e levar programação cultural para locais diferentes de Conquista”, afirma Soares.

SERVIÇO
Circuito Bahiagás de Música
11º Multiverso Sarau
Data: 06 de agosto (sábado)
Local: Canto do Sabiá (Av. Presidente Vargas, 239, bairro Flamengo)
Horário: 14h às 23h

Gil Moreno , Dirá Viana e Boca Dial
Data: 06 de agosto (sábado)
Local: Condomínio Lagoa Azul – 3ª quadra poliesportiva – bairro Campinhos)
Horário: 14h

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O apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, onde deu entrada para tratar de uma pneumonia.

A causa da morte não foi divulgada. O enterro e velório serão reservados à família e amigos, em data e local ainda não informados.

O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês.

“Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu Flávia em uma rede social.

 

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Entre os dias 20 a 22 de agosto, Vitória  da Conquista recebe Eliseu de Lima, diretor do documentário  “Do Caos à Esperança”. O documentário, que tem 16 minutos de histórias, depoimentos, emoção, risos, poesias do poeta Mario Quintana e citações bíblicas foi filmado e apresentando na segunda semana de julho de 2022, no Bairro Mario Quintana, ele é resultado de uma das ações da MOBI Brasil (www.mobi.org.br), movimento de jovens da Convenção das Igrejas Batistas Independentes – CIBI. Para Eliseu de Lima, além de assumir importância antropológica e relevância em dimensão social e cultural, pela exposição e representação de realidades distintas e pela reflexão sobre a construção de identidades sobre lugares e seus moradores, “Do Caos à Esperança” reforça a ideia de que fé e cinema é uma mistura que dá certo. Este é apenas o primeiro de muitos, afirma o diretor que também é pastor com foco em cultura, arte e juventude. [caption id="attachment_71954" align="alignnone" width="300"] O documentário “Do Caos à Esperança” gravado no bairro Mario Quintana em Porto Alegre - RS, é o primeiro de muitos, afirma diretor Eliseu de Lima.[/caption]   Conheça a história : Para muitos, Mario Quintana é conhecido como “o poeta das coisas simples”, no entanto, para Dona Anita, Bianca, Seu Joanim, Byl e outras 60 mil pessoas, é o lugar onde eles moram. Ao ouvir falar sobre esse lugar, o mobilizador de juventude, escritor e mestrando em comunicação, Eliseu de Lima, instigou um grupo de jovens voluntários de diferentes cidades do Brasil para passar uma semana nesta comunidade, Mario Quintana em Porto Alegre - RS.

O projeto foi alimentado pelo desejo de conhecer mais sobre as pessoas que vivem as notícias que apenas escutamos, saber como elas lidam com os desafios, para onde esperam que as suas vidas caminhem e dar voz para que eles mesmos pudessem compartilhar suas histórias, lutas e esperanças. Embora a cobertura da mídia se concentre nos problemas das pessoas, muitas vezes se esquecem de escutá-las. O resultado foi incrível!

Os jovens se encontram em Porto Alegre numa segunda-feira (11/7). Na sexta-feira seguinte (15/7) –quinto e último dia de caminhadas, encontros, bate-papos na comunidade, gravações e montagem –moradores do Mário Quintana se reuniram e juntos assistir, em um telão, o emocionante documentário com as histórias que eles mesmos contaram sobre si e sobre o lugar onde moram: Do Caos à Esperança!

SEXTA-FEIRA (5/7) NO CANAL DO YOUTUBE DA MOBI PRA TODO MUNDO ASSISTIR: MobiBrasilCIBI

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O Festival de Inverno Bahia (FIB) deste ano já vai entrando pra história como uma das melhores edições já realizadas. A festa acontece nos dias 26, 27 e 28 de agosto, no Parque Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista e os ingressos de camarote para a segunda noite do Festival estão esgotados.

“Confirmamos que não temos mais ingressos para o camarote de sábado e a expectativa é que outras áreas também esgotem a qualquer momento. Sempre estivemos confiantes de que o line-up proposto para esse ano, com um Festival totalmente repaginado, traria uma venda de ingressos histórica. Se apressem para não ficarem de fora”, afirma a gerente da Bahia Eventos, Gabriela Gaspari.

Quem não se organizou para o Camarote, mas quer curtir a diva Maria Bethânia, os Paralamas do Sucesso, o fenômeno da pisadinha João Gomes e Harmonia do Samba, atrações do sábado, pode ainda adquirir ingressos de pista. Além deles, sobem ao Palco Principal na sexta-feira Elba Ramalho & Fagner, Dilsinho, Ivete e Vitor Fernandes. Já no domingo, será a vez de Iza, Alok, Zé Neto & Cristiano e Trio da Huanna.

Se o Palco Principal promete e já caiu no gosto do público, o FIB ainda oferece um caldeirão musical com nomes regionais e locais em mais três espaços – Vila da Música Coca-Cola, Arena Eletro-Rock TNT e Palco Camarote Vip.

“A partir de agora, com os ingressos do Camarote de sábado esgotados, interrompemos a venda de passaporte. O Camarote para sexta e domingo serão vendidos individualmente”, conclui Gabriela.

A produção do Festival de Inverno Bahia é assinada pela Bahia Eventos (antiga iContent), empresa de entretenimento da Rede Bahia, em parceria com a TV Sudoeste. O palco da Vila da Música tem a assinatura da Coca-Cola; o camarote é assinado pela Itaipava Puro Malte e a Arena Eletro-Rock pela TNT. O Festival conta com o patrocínio da VCA Construtora, He-net, Uninassau e Unimed.

*SERVIÇO*
Festival de Inverno Bahia 2022
Data: 26, 27 e 28 de agosto
Local: Parque Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista

Atrações do Palco Principal: Ivete, Dilsinho, o feat. Elba Ramalho e Fagner, Vitor Fernandes, Os Paralamas do Sucesso, Maria Bethânia, Harmonia do Samba, Alok, João Gomes, Zé Neto & Cristiano, Iza e Trio da Huanna.

Atrações da Vila da Música Coca-Cola: Djuamba, Circuito do Som, Péricles e Leonardo, Jô Almeida, Trio Forró Mais Eu, Dielle Anjos, Estakazero, Rony Barbosa, Bethânia Guimarães, Chega Mais, Lincoln e Tributo a Marília Mendonça.

Atrações da Arena Eletro-Rock TNT: Banda Roama, Essencial Hit, DJ Heric Damascena, DJ Peixoto, Flash 80, Eulá, DJ Ravelly, duo de DJs Victor Patez e Matheus Trindade, Tombstone, Lucas Gerbasi, DJ David e DJ Falektor.

Palco Camarote Vip: DJ Claudinho, Péricles & Leonardo, Estakazero e Jô Almeida.

Vendas on-line: www.sympla.com.br

Vendas em Vitória da Conquista: Loja oficial no Boulevard Shopping, andar térreo, de segunda a sábado, das 10 às 22h, e aos domingos e feriados, entre 14h e 20h; Loja Taco, Av. Olívia Flores, 686, Loja 1; Central de Ingressos Shopping Conquista Sul, Av. Juracy Magalhães, 3340; Central de Ingressos Galeria Panvicon, Av. Lauro de Freitas, 142, Centro; Banca Central, Praça Barão Rio Branco, s/n, Centro.

Vendas em Salvador: Lojas South, nos shoppings da Bahia, Salvador e Paralela.

Agência parceira: Maxtour Viagens e Turismo

Meia-entrada: além de estudantes, outros segmentos têm direito à meia-entrada, segundo a Lei Nº 12.933/2013. Em ambos os casos, é obrigatória a apresentação de documentos comprobatórios.

Mais informações, acesse: https://bileto.sympla.com.br/meia-entrada/bahia.html

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Na próxima sexta-feira (05), será realizado no salão Dom Climerio, ao lado da Catedral de Vitória da Conquista uma coletiva de imprensa com o Arcebispo Metropolitano dom Josafá de Vitória da Conquista, Dom Josafá Menezes e o pároco da Paróquia Catedral, Pé Ariosvaldo Aragão, entre os principais assuntos estão a festa da Padroeira e os 64 anos de Criação da Diocese de Vitória da Conquista.
Confira:

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Espaço dedicado ao rock’n’roll e à música eletrônica vem com estrutura repaginada e programação diversificada

Se a temperatura em Vitória da Conquista está deixando muita gente embaixo das cobertas, o line-up de um dos maiores festivais do Nordeste promete atrair e aquecer o público e não deixar ninguém parado. Depois de divulgar a grade do Palco Principal e da Vila da Música Coca-Cola, agora é a vez da Arena Eletro-Rock. Além de uma programação variada, o espaço vem com sua estrutura repaginada. O público vai conferir tudo nos dias 26, 27 e 28 de agosto, no Parque Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista.

No primeiro dia, 26, apresentam-se na Arena Eletro-Rock Banda Roama, Essencial Hit, DJ Heric Damacena e DJ Peixoto. Essencial Hit é uma velha conhecida dos conquistenses. A banda tem DNA eclético e empolga o público com hits que vão de Lady Gaga à icônica banda inglesa Queen. No sábado, 27, é a vez de Flash 80, Eulá, DJ Ravelly e o duo de DJs Victor Patez e Matheus Trindade. A conquistense Eulá encantou a todos com sua participação no reality show musical The Voice. A moça tem voz e performance marcantes, que prometem seduzir a plateia da Arena. Na última noite do FIB, 28, a programação do espaço terá Tombstone, Lucas Gerbazi, DJ David e DJ Falektor.

*Um novo camarote*

Além de um line-up imbatível, a organização do FIB focou na revitalização de espaços, como, por exemplo, um camarote maior, com mais bares e novos cenários. O espaço vai contar ainda com o Palco Camarote Vip. No primeiro dia, entre um show e outro do Palco Principal, DJ Claudinho e Péricles & Leonardo vão garantir a diversão. Já no sábado, DJ Claudinho e Estakazero comandam a festa no Camarote. No domingo, a ferveção ficará por conta da conquistense Jô Almeida. As novidades até agora anunciadas estão agradando ao público e o reflexo é a venda de ingressos, que segue em ritmo acelerado.

A produção do Festival de Inverno Bahia é assinada pela Bahia Eventos (antiga iContent), empresa de entretenimento da Rede Bahia, em parceria com a TV Sudoeste. O palco da Vila da Música tem a assinatura da Coca-Cola; o camarote é assinado pela Itaipava Puro Malte e a Arena Eletro-Rock pela TNT. O Festival conta com o patrocínio da VCA Construtora, He-net, Uninassau e Unimed.

*SERVIÇO*
Festival de Inverno Bahia 2022
Data: 26, 27 e 28 de agosto
Local: Parque Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista
Atrações do Palco Principal: Ivete, Dilsinho, o feat. Elba Ramalho e Fagner, Vitor Fernandes, Os Paralamas do Sucesso, Maria Bethânia, Harmonia do Samba, Alok, João Gomes, Zé Neto & Cristiano, Iza e Trio da Huanna.

Atrações da Vila da Música Coca-Cola: Djuamba, Circuito do Som, Péricles e Leonardo, Jô Almeida, Trio Forró Mais Eu, Dielle Anjos, Estakazero, Rony Barbosa, Bethânia Guimarães, Chega Mais, Lincoln e Tributo a Marília Mendonça.

Atrações da Arena Eletro-Rock: Banda Roama, Essencial Hit, DJ Heric Damacena, DJ Peixoto, Flash 80, Eulá, DJ Ravelly, duo de DJs Victor Patez e Matheus Trindade, Tombstone, Lucas Gerbasi, DJ David e DJ Falektor.

Vendas on-line: www.sympla.com.br

Vendas em Vitória da Conquista: Loja oficial no Boulevard Shopping, andar térreo, de segunda a sábado, das 10 às 22h, e aos domingos e feriados, entre 14h e 20h; Loja Taco, Av. Olívia Flores, 686, Loja 1; Central de Ingressos Shopping Conquista Sul, Av. Juracy Magalhães, 3340; Central de Ingressos Galeria Panvicon, Av. Lauro de Freitas, 142, Centro; Banca Central, Praça Barão Rio Branco, s/n, Centro.

Vendas em Salvador: Lojas South, nos shoppings da Bahia, Salvador e Paralela.

Agência parceira: Maxtour Viagens e Turismo

Meia-entrada: além de estudantes, outros segmentos têm direito à meia-entrada, segundo a Lei Nº 12.933/2013. Em ambos os casos, é obrigatória a apresentação de documentos comprobatórios.

Mais informações, acesse https://bileto.sympla.com.br/meia-entrada/bahia.html

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Claudia Leitte, de 42 anos, está determinada a levar a experiência dos blocos de trio elétrico para os Estados Unidos e o resto do mundo. A cantora já custeou a ida de um caminhão totalmente adaptado para shows para a Flórida e espera completar o processo de legalização do automóvel ainda não existente no país.

“Era o meu grande sonho e o trio já está lá. É muito louco, porque foi no meio da pandemia que tudo aconteceu, tivemos que fazer o deslocamento. Tudo é muito novo para eles, mas estava estudando há bastante tempo uma maneira de levar a minha fonte de energia que é o trio elétrico e fazer esse formato de show que não tem lá nos Estados Unidos. Essa vibe nossa aqui é muito rica. É tão especial, que eu acho que o mundo todo merece conhecer. Levei de navio e chegou em janeiro deste ano. Estou muito ansiosa com essa novidade”, declara.

A intenção da artista é levar a estrutura para outros países também. “Eu construí o primeiro, mas depois pretendo multiplicar para o mundo todo. Ninguém sabe fazer Carnaval como a gente faz. A gente não sabe quem é que está ali, quanto tem no bolso, de onde veio, mas se diverte junto, sente essa alegria. Por isso, insisto tanto no trio, porque as pessoas merecem ser contagiadas com essa energia surreal”, acredita.

O equipamento ainda está sendo avaliado pelos órgãos responsáveis americanos. “O trio-elétrico está atendendo as medidas que são pedidas para qualquer produto de entretenimento nos Estados Unidos. Não é uma logística fácil, porque o americano precisa entender como funciona toda aquela engenhoca. Levei ele pronto. Os meus técnicos que trabalham na parte de som sabem que é uma estrutura muito complicada. Não é um caminhão com som apenas, como eles achavam”, justifica.

Claudinha diz o que ela atribui ao sucesso dos seus 20 anos de carreira. “Um discografia incrível. O principal para mim é a música sempre. Por isso, que a gente faz tantas horas de trio-elétrico e Prainha da Claudinha. Música é um grande acerto da minha carreira. Também soube me cercar de uma equipe e uma banda, que me ama e acredita no projeto. Ninguém está ali para tirar meu coro e receber um cachê. Nos encontramos para sermos felizes juntos. E o bem mais precioso que tenho na minha carreira: meus fãs”, conclui.

Fonte: Revista Quem / G1
(Imagem: Reprodução / Instagram)

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