O Festival de Inverno Bahia (FIB) teve início na noite da última sexta-feira (27), na cidade de Vitória da Conquista, e já teve Dilsinho, Ivete Sangalo e Vitor Fernandes no palco do evento. A festa, que é marcada pela diversidade de gêneros musicais, seguirá até o próximo domingo (28).
No primeiro dia do evento, além dos artistas já citados, o forró de Elba Ramalho e Fagner também roubou a cena. Eles foram os primeiros a subirem no palco e fizeram uma homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga. BNews
A segunda atração da noite foi Dilsinho, que subiu ao palco já na madrugada para esquentar o coração dos fãs. O repertório do pagodeiro foi repleto de sucessos, como “Péssimo Negócio”, “Refém” e “Baby me atende”.
A terceira atração foi a rainha da Bahia, Ivete Sangalo. Com sua já famosa interação com a plateia, Ivete abriu o show com a música “Tá Solteira, Mas Não Tá Sozinha”. Sempre irreverente, a cantora chegou a paralisar seu show em certo momento ao ver uma fã passando mal.
“Eu não vou canta no show até que chegue alguém [para socorrer]. Não aguentou…quando me viu, disse ‘que mulher linda’”, brincou a cantora. A fã acabou socorrida por policiais militares.
Para finalizar a noite, Vitor Fernandes, o Rei do Piseiro, encerrou a primeira noite da edição de 2022 do FIB com um repertório variado entre sofrência, música eletrônica e funk.
No próximo dia 01 de setembro haverá a cerimônia de abertura do ‘Curta 5’, Festival Estudantil de Curtas que é realizado pelo IFBA campus de Vitória da Conquista. O lançamento será no Centro de Cultura, às 19 horas.
A equipe da Rádio UP e Mega Rádio realizaram durante toda a manhã deste sábado (20) o Pit Stop do Festival de Inverno Bahia na praça do Gil. Durante o evento a equipe adesivou os veículos que passavam no local, além de sorteios de brindes e ingressos para o FIB.

Essa é mais uma ação do Festival de Inverno Bahia que acontece entre os dias 26, 27 e 28 deste mês no Parque Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista.
Atrações do Palco Principal: Ivete Sangalo, Dilsinho, o feat. Elba Ramalho e Fagner, Vitor Fernandes, Os Paralamas do Sucesso, Maria Bethânia, Harmonia do Samba, Alok, João Gomes, Zé Neto & Cristiano, Iza e Trio da Huanna.
Fotos: Revista Conquista TOP
A prefeita Sheila Lemos participou do lançamento do livro “Dom Geraldo, presente de Deus”, realizado na noite deste sábado (13), na Catedral Nossa Senhora das Vitórias. A obra comemora os 80 anos de Dom Geraldo e apresenta 80 depoimentos, além de fotografias que relatam o seu ministério pastoral em Colatina (ES), Vitória da Conquista (BA) e Mariana (MG) e também na presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e atuação do Conselho Episcopal Latinoamericano (Celam).

A prefeita agradeceu a Dom Geraldo, que entre os anos de 2002 e 2007 foi o primeiro arcebispo metropolitano de Vitória da Conquista. Sheila, que já começou a ler o livro, ressaltou as qualidades da obra, afirmando que “ela conta uma história emocionante e os que tiveram o prazer de conviver com Dom Geraldo em Vitória da Conquista sabem dessa linda história, pois realmente Dom Geraldo é um presente de Deus para a comunidade de Vitória da Conquista e de todo o Brasil”.

O arcebispo metropolitano de Vitória da Conquista, Dom Josafá Menezes da Silva, disse que a riqueza da vida do ministério de Dom Geraldo não cabe nas 400 páginas do livro, e destacou “que essas páginas materializam o ministério que ele exerceu em nossa cidade”.

Dom Geraldo, que atualmente é arcebispo emérito de Mariana, agradeceu a Prefeitura Municipal pelo apoio na impressão do livro e a Arquidiocese de Vitória da Conquista pela promoção e lançamento da obra que é organizada por sua irmã Rosa Maria Lyrio Rocha e pelo professor e historiador Walace Bonicenha. Dom Geraldo reconheceu que ele é apenas um instrumento nas mãos de Deus, e que Deus é quem deve receber toda a honra e glória.
O livro pode ser adquirido na Cúria Metropolitana e todo valor arrecadado com a venda será destinado à Casa do Amor. A instituição, que atende pacientes em tratamento contra o câncer, contou com total suporte de Dom Geraldo desde a sua criação ao garantir espaço para o início das atividades e trabalhou para aquisição do terreno e construção da atual sede que atende diariamente cerca de 100 pessoas.
Fotos: Vinicius Brito
“Os povos indígenas fazem um esforço enorme para entender o Brasil, mas o Brasil faz esforço muito pequeno para entender os povos indígenas”, lamentou o escritor e professor paraense, Daniel Munduruku, na abertura da 5ª edição da Fligê-Feira Literária de Mucugê, na noite de quinta-feira,11. A numerosa plateia que lotou o Centro Cultural, maior espaço fechado da feira, ficou de pé para aplaudir o ativista das causas indígenas, conferencista da feira que falou sobre o tema “Literatura e Ancestralidade-o solo originário do gesto”.
“Foi uma fala de um humanista, antes de tudo. Excelente!”, comentou o deputado Zé Raimundo, que integrou a numerosa plateia. Também junto ao público, o deputado federal Waldenor Pereira, acompanhou atento o conferencista indígena, o qual teve a oportunidade de conhecê-lo de outras oportunidades . Waldenor foi presidente da Comissão de Legislação Participativa (CLP) até o início desse ano, e realizou várias audiências públicas sobre questões indígenas, inclusive com a participação de Daniel Munduruku. Além disso, a atuação do deputado tem dedicado atenção especial às causas indígenas, posicionando-se firmemente contra o Marco Temporal, sobre demarcações das terras indígenas no país,contra a exploração ilegal de minérios e madeira e em favor de programas de apoio às mulheres indígenas .

ABERTURA
Antes da conferência, a 5ª edição da Fligê foi declarada oficialmente aberta pela curadora do evento, Ester Figueiredo. Após a fala de Daniel Munduruku, o público se dirigiu à Praça dos Garimpeiros para assistir ao show de Mateus Aleluia. A programação, que reúne mesas de debate sobre literatura, lançamentos de livros, conversas autorais e apresentações de música, literatura, dança, teatro, exposições artísticas e as diversas manifestações culturais, vai até o domingo, dia 14.
Desde a sua primeira edição a Fligê é financiada integralmente com recursos de emendas parlamentares do deputado federal Waldenor Pereira e do deputado estadual Zé Raimundo, viabilizada institucionalmente via secretarias estaduais de Cultura (Secult) e da Educação (SEC), Bahiatursa e Prefeitura Municipal de Mucugê, e realizada pelo Instituto Incluso.

MAIS EVENTOS COM O INDIGENISTA
Daniel Munduruku também participará da mesa: “Ancestralidades, literatura e meio ambiente no enquadre originário dos gestos de salvar a vida” e da sessão de autógrafos no estande da Feira. Vencedor de dois prêmios Jabuti e escolhido pela Unesco para receber menção honrosa no Prêmio Literatura para crianças e jovens na questão da tolerância, Munduruku é aclamado na literatura infanto-juvenil. Defensor do papel da cultura indígena na formação da sociedade brasileira, o escritor acredita que a saída para a crise civilizatória atual virá com o resgate dos valores dos povos originários.
Ele já publicou 57 livros no Brasil e exterior, entre eles as obras “O banquete dos deuses: conversa sobre a origem e a cultura brasileira”, “Histórias de índio”, “As serpentes que roubaram a noite”, “Contos indígenas brasileiros”, “Coisas de índio” e “Meu avô Apolinário: um mergulho no rio da (minha) memória”. Convidado para a conferência de abertura da Fligê, “Literatura e Ancestralidades: o solo originário do gesto”, o autor busca dar pluralidade a toda à diversidade dos povos indígenas, evidenciando vivências e memórias ancestrais.
Itambé está em festa celebrando 95 anos de Emancipação Política. Para comemorar o momento junto com a população, a Prefeitura preparou uma ampla programação envolvendo entrega de obras; ações cívica, cultural, esportiva e religiosa; além de shows com renomados artistas na Praça San Filli, novo local do evento.
Com o tema “Itambé 95 anos: História de lutas, presente de trabalho e compromisso com o povo”, o Aniversário da Cidade terá como objetivo valorizar as tradições locais e promover a alegria dos moradores, após dois anos com o evento suspenso em virtude da pandemia.
E para celebrar a data, na última quinta-feira (11), um dos principais nomes da música, o cantor Zé Vaqueiro, se apresentou em praça pública. Uma multidão compareceu na festa organizada pela Prefeitura Municipal.
Hoje (13) é a vez da Banda Lordão e do Forrozeiro Edgar Mão Branca.

O prefeito Candinho e toda a equipe recepcionaram autoridades, turistas e, claro, a população de Itambé que aprovou a festa.


O cantor baiano Zelito Miranda morreu na madrugada desta sexta-feira (12), em Salvador. A informação foi confirmada pela família do artista, que tinha 66 anos. Segundo o comunicado, a morte foi provocada por problemas no pulmão. No entanto, a doença não foi detalhada.
Ainda de acordo com a família do cantor, o corpo de Zelito será sepultamento na tarde desta sexta-feira, no cemitério Bosque da Paz, no bairro de Nova Brasília. A cerimônia está marcada para acontecer às 16h30.Zelito faleceu com 40 anos de carreira e mais de 200 músicas no currículo. Ao longo da vida, ele defendeu a cultura e a tradição do forró. O artista deixa a esposa Telma, e as filhas Clarice, que espera a sua primeira neta, e Luiza.
Nascido no município de Serrinha, a 175km de Salvador, Cabeludo, como era conhecido e gostava de ser chamado pelos amigos, foi um artista multifacetado.
Embora sua intimidade com o triângulo tenha começado ainda na infância, aos 8 anos de idade, Zelito trilhou por vários caminhos, das artes plásticas, ao teatro, ao cinema até chegar a música e ao forró.
Começou na música aos 27 anos. Antes disso, ele fez parte da cultura alternativa da cidade natal, foi ator por 10 anos, era escritor e chegou a tocar MPB e rock.
Na década de 80, fez parte do grupo Novos Bárbaros, que fez sucesso nos trios elétricos em Salvador. Ao todo, foram um DVD e 12 Cd’s gravados.
O primeiro disco veio com um repertório daquilo que ele chamava de MPN (Música Popular Nordestina) mas os pedidos de shows e gravações em forró foram, aos poucos, fazendo com que o artista assumisse a herança de Gonzagão como sua carreira.
Dessa influência do rock, da MPB e da experiência em trio elétrico, ficou conhecido como o “Rei do Forró Temperado”, um som que preserva a sonoridade do gênero, mas se permite a novos instrumentos, arranjos e melodias.
Pioneiro nos ensaios do gênero nordestino nas casas noturnas da capital baiana, Zelito se dedicou a arte de misturar elementos do mais autentico forró pé-de-serra a o que há de mais moderno e cosmopolita.
Literatura, ancestralidade e expressões artísticas prometem marcar a 5ª edição da Feira Literária de Mucugê – Fligê. O evento literário acontece entre os dias 10 e 14 de agosto, na cidade de Mucugê, região da Chapada Diamantina. Este ano, a feira traz como tema Literatura e Ancestralidades.
De acordo com a curadora do evento, Ester Souza, a temática contempla as matrizes ancestrais que foram esquecidas na história e na literatura brasileira. “O tema desta edição recompõe o fluxo de produção e de conhecimento literário que não aconteceu devido à pandemia. Ele ressalta que a ancestralidade é um encontro intergeracional, dos ancestrais que não vingaram ou tiveram suas histórias apagadas, bem como daqueles que se perpetuam nas transmissões orais e visuais”, informa Souza.
De acordo com a curadora, as mesas literárias foram baseadas nas raízes ancestrais presentes nas obras e nos temas de cada convidado. Há rodas de conversa que discutem também acerca do ofício da escrita dos autores participantes.
“As mesas da programação principal se orientam pela presença da ancestralidade em relação à obra literária de cada convidado. A mesa 1, por exemplo, tem como personagem o rio Paraguaçu, leito literário de mais de oito feiras. Vai abordar suas águas ancestrais e narrativas literárias em diferentes épocas e autorias. Outras mesas recuperam o específico da escrita do convidado para enquadrar as dimensões de gênero e espiritualidade, buscando recepção do público para essa reverberação cultural”, explica Ester.
A programação aborda ainda histórias e narrativas dos povos originários. “Eles estão em autorias tupinambás, payayá, fulkaxó e pankararu, nas mesas e expografias Manto Tupinambá, E(m)Trancados Sonhos, e em sessão de cantigas e histórias para crianças. Estão também na relação da literatura com o meio ambiente e com o planeta em suas dimensões de cuidado da terra indígena” ressalta a porta-voz.
Além de reverenciar as raízes e origens ancestrais, a Fligê representa uma grande importância para a cultura, literatura, educação e economia da cidade de Mucugê, de acordo com Ester.
“Um evento literário como esse, que já está na sua quinta edição, além de impactar na economia local, forma públicos leitores, tanto da infância como de outros grupos. A maior relevância é constatar que coletivos culturais e educacionais da cidade abraçam a feira como um espaço de formação literária e humana”, aponta a organizadora.
Povos originários
Reverberando as matrizes indígenas e africanas, o evento tem, nesta atual edição, o objetivo de compartilhar os saberes, as culturas e os estudos literários acerca das ancestralidades. Além disso, as expressões culturais da região da Chapada também serão discutidas no evento.
“As matrizes são a presença indígena e africana. A pesquisa literária narra essas culturas, como, por exemplo, o livro Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior, que foi lançado na Fligê de 2019 e inclui o jarê como uma das manifestações dos encantados. O jarê é uma espiritualidade específica da Chapada Diamantina, bem como os cantos dos anciãos. A presença da matriz africana se relaciona em manifestações de dança, música e culinária”, observa Ester Souza.
Quem também estará participando do evento é a escritora carioca Eliana Alves Cruz. A autora chega para discutir a respeito da importância da escrita ancestral na literatura e na memória do país.
“A gente vai abordar a forma como a memória é colocada e exercitada na nossa literatura. Vamos falar desse passado e principalmente do presente. Nós, autores, somos testemunhas do nosso tempo, temos uma responsabilidade com a memória do futuro. A memória é algo muito importante e crucial para se discutir. É a partir disso que vamos pensar. O Brasil não possui uma identidade somente, mas várias”, exclama a escritora.
A importância da matriz africana dentro da literatura e cultura brasileira é outro ponto que será reverberado pela autora.
“Esse tema é muito importante para mim. Tudo que escrevo é para questionar o apagamento negro do Brasil. Temos uma herança vinda de povos africanos que a gente precisa resgatar na nossa escrita e literatura. O continente africano está em nós. Desde as palavras do nosso vocabulário, até os hábitos e a culinária. Isso tudo está entranhado na essência do Brasil, faz parte de todos, brancos, negros, indígenas. O que tento fazer é só evidenciar e trazer isso à tona”, revela a carioca.
Segundo o escritor Ednaldo Muniz, a feira exaltará também os anciãos e servirá de referência para o aprendizado dos mais novos. “Este evento será por nós e pelos nossos mais velhos, griôs e anciãos. Mostrará para os nossos jovens negros que podemos ser artista, escritor, médico e doutor. Esse é o significado de estar participando da Fligê. Fortalece o movimento, tira do esquecimento e imortaliza nossos mais velhos, mostrando aos mais novos que eles também podem ser príncipes ou princesas”, informa Muniz.
Já a ancestralidade indígena será tema da Mesa 3 com a escritora Denizia Kawany, que promete apresentar seus saberes e suas histórias de maneira bastante explicativa.
“Tenho três narrativas que marcam muito a história do meu povo e da literatura indígena como forma de luta e resistência. Tem narrativas também que contam como a gente se prevenir das doenças. Trago histórias sobre o marco temporal. Serão quatro narrativas que vou levar para a feira de uma forma mais política, didática e dinâmica”, comenta Kawany.
Vasta programação
Além das mesas literárias da programação principal, a Fligê terá também outras expressões culturais. Serão atividades dedicadas a todos os públicos. Para as crianças, a Fligêzinha terá uma programação especial que aproxima os pequenos da literatura, além de apresentações de histórias, cantigas e de curtas-metragens.
O Festival de Inverno Bahia (FIB) deste ano já vai entrando pra história como uma das melhores edições já realizadas. A festa acontece nos dias 26, 27 e 28 de agosto, no Parque Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista e os ingressos de camarote para a segunda noite do Festival estão esgotados.
A equipe do programa Redação Brasil conversou Gabriela Gaspari, gerente da Bahia Eventos, empresa de entretenimento da Rede Bahia, que promove o FIB em parceria com a TV Sudoeste e fala mais sobre as novidades e expectativas para o Festival.
Ouça a entrevista na íntegra:
Música e poesia estão na pauta de mais uma edição Circuito Bahiagás de Música, neste sábado, 06. O projeto apoia casas de cultura, bares e restaurantes e músicos de Vitória da Conquista e da região Sudoeste. O sábado contará com duas programações: no Canto do Sabiá, das 14h às 23h, o 11º Multiverso Sarau vai homenagear o professor Tadeu Botelho, o Bar Paraki e Miguel Cortes; Gil Moreno, Dirá Viana e Boca Dial garantem a animação em show na 3ª quadra poliesportiva do Condomínio Lagoa Azul, no bairro Campinhos, às 14h. A entrada em ambos é gratuita, mas sujeita à lotação de cada espaço.
O Circuito Bahiagás de Música tem execução do Instituto Casa da Cidadania, patrocínio da Bahiagás e do Estado da Bahia e apoio da TV UESB.
Cultura alternativa – Vai ter muito rock, tropicália, manguebeat e outras brasilidades para homenagear Tadeu Botelho. Professor aposentado do curso de História da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e de cursinhos pré-vestibulares, Tadeu é uma referência nacional em estudos sobre o Cangaço. Ele também é reconhecido como roqueiro querido na cena alternativa conquistense. O professor musical é presença garantida no sarau que o homenageará. Outro tributo será ao Paraki Bar, lugar de encontro da cultura alternativa da cidade por 10 anos. Evandro, o proprietário, é presença garantida no evento.
A última homenagem é a Miguel Cortes, incentivador e mobilizador emblemático da cultura de Conquista. No rádio, comandava o programa O Som da Tribo, abrindo espaço para diversos nomes. Além disso, mobilizava a cena do Rock, produzindo vários eventos culturais. Miguel faleceu aos 45 anos de idade. Seu legado para a cena musical jamais foi esquecido.
Pra dançar agarradinho – Em outra região do município, a pegada será na base do arrocha, romantismo e sofrência. A 3ª quadra poliesportiva do Condomínio Lagoa Azul, nos Campinhos, vai receber Gil Moreno, Dirá Viana e Boca Dial. O presidente do Instituto Casa da Cidadania, Waldir Soares, destaca a diversidade de estilos abraçada pelo circuito. “A gente só tem a agradecer à Bahiagás pelo patrocínio que permite apoiar tantos artistas, de diversos estilos, e levar programação cultural para locais diferentes de Conquista”, afirma Soares.
SERVIÇO
Circuito Bahiagás de Música
11º Multiverso Sarau
Data: 06 de agosto (sábado)
Local: Canto do Sabiá (Av. Presidente Vargas, 239, bairro Flamengo)
Horário: 14h às 23h
Gil Moreno , Dirá Viana e Boca Dial
Data: 06 de agosto (sábado)
Local: Condomínio Lagoa Azul – 3ª quadra poliesportiva – bairro Campinhos)
Horário: 14h