Após a realização de Diálogos Setoriais sobre a Lei de Emergência Cultural nº 14.017 – a Lei Aldir Blanc -, ouvindo contribuições de artistas e profissionais da Cultura para sua aplicação na Bahia,a Fundação Cultural do Estado (Funceb) lança o Prêmio das Artes Jorge Portugal para a aplicação da Lei no estado.
Serão recursos oriundos da Lei Aldir Blanc direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, da ordem de R$ 24 milhões e inscrições serão gratuitas e online, no período de 30 de setembro a 19 de outubro de 2020, no site da Secretaria de Cultura do Estado (www.cultura.ba.gov.br).
O Prêmio das Artes Jorge Portugal homenageia o educador, compositor, comunicador, poeta e ex-secretário de Cultura do Estado, Jorge Portugal, falecido em agosto deste ano.
Um reconhecimento de seu enorme legado enquanto artista e gestor da Cultura na Bahia, com o intuito de reverenciar a memória da sua marcante expressão em nosso cenário cultural. Vai premiar 380 propostas que estimulem a criação, formação, produção, difusão, memória e pesquisa das Artes no estado da Bahia e que sejam difundidas através de plataformas virtuais. Poderão concorrer propostas inéditas das linguagens artísticas que possam ser apresentadas virtualmente, nas sete linguagens artísticas geridas pela Funceb (Literatura, Música, Teatro, Audiovisual, Artes Visuais, Dança e Circo).
A chamada contemplará propostas apresentadas por artistas, criadores, produtores e grupos artísticos exclusivamente do Estado da Bahia.
Serão 20 dias de inscrição, podendo se inscrever 46 propostas de Artes Visuais, 48 de Audiovisual, 44 de Circo, 43 propostas de Dança, 46 de Literatura, 97 de Música e 56 propostas de Teatro, totalizando recursos no valor de R$24 milhões aplicados neste Prêmio.
Seguindo a recente recomendação do Ministério Público Estadual, a Funceb também garantirá uma cota de 50% sobre o valor total dos prêmios para proponentes auto declarados negros. Para além da aplicação da cota racial regulamentada, haverá pontuação adicional para o proponente que se auto declarar mulher ou residir no interior do estado. Trata-se de uma ação afirmativa que tem como objetivo valorizar a participação destes atores sociais na direção ou produção executiva dos projetos, assim como a presença de empresas produtoras do interior do estado.
OUÇA:
Programa Aldir Blanc Bahia – Criado para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, o Programa Aldir Blanc Bahia (PABB) visa cumprir os incisos I e III da Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017, de 29 de junho de 2020) e suas regulamentações federal e estadual. As ações são a transferência da renda emergencial para os trabalhadores e trabalhadoras da cultura, e a realização de chamadas públicas e concessão de prêmios. O PABB tem execução pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, geridas por meio da Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias; e as suas unidades vinculadas: Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural.
SERVIÇO
O que: Prêmio das Artes Jorge Portugal
Inscrições: 30 de setembro a 19 de outubro de 2020
Inscrições gratuitas e online no site da SecultBA (www.cultura.ba.gov.br)
A Secretaria de Cultura da Bahia (Secult-BA) anunciou o investimento de mais de R$ 50,7 milhões para a reativação do setor cultural do estado, por meio do Programa Aldir Blanc Bahia. A iniciativa conta com recursos do Governo Federal, através da Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo, em cumprimento à Lei Federal Nº 14.017, de 29 de junho de 2020.
Neste propósito, a pasta lança, nesta quarta-feira (30), o Prêmio das Artes Jorge Portugal, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), que é um dos oito editais previstos. O prêmio, que recebe o nome do educador, compositor, comunicador, poeta e ex-secretário de cultura Bahia, será dividido em sete categorias voltadas para as linguagens trabalhadas pela Funceb: Artes Visuais, Circo, Dança, Audiovisual, Literatura, Música e Teatro.
Está previsto ainda o lançamento dos editais Prêmio de Exibição Audiovisual, Salvaguarda Patrimônio Imaterial, Edital Prêmio Fundação Pedro Calmon, Prêmio Cultura Viva Bahia 2020, além de chamadas públicas e prêmios do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI).
Os valores das chamadas públicas correspondem a R$ 25 milhões para os editais das linguagens artísticas; R$ 10.261.683,10 nas áreas de Livro e Leitura, Bibliotecas, Arquivos e Memória; R$ 6,5 milhões para as culturas populares e identitárias; R$ 6 milhões na salvaguarda para Patrimônio Imaterial, e R$ 3 milhões nos Pontos de Cultura, totalizando investimento de R$ 50.761.683,10.
“Tem sido meses de muito trabalho e de inúmeros diálogos para que enfim, pudéssemos chegar a este momento tão aguardado pela comunidade cultural baiana. Tudo isso é fruto da mobilização da classe cultural de todo o país, que foi fundamental e diretamente responsável pela concretização da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc. As chamadas públicas lançadas por meio do Programa Aldir Blanc Bahia têm por objetivo serem simplificadas e abrangentes, visando uma rápida execução para cumprirmos os prazos da regulamentação federal, e contemplar ações e propostas que vão movimentar a cultura de todos os territórios de identidade do estado, premiar projetos e artistas, coletivos, mestres, griôs, que impactam as suas comunidades e os públicos com os quais lida”, explica a secretária estadual de cultura, Arany Santana.
Foram anunciados, nesta terça feira (29/09), os nomes que concorrem ao Grammy Latino 2020 e o duo Anavitória figura, mais uma vez, na lista de indicados.
As amigas, que totalizam três álbuns lançados e os três já nomeados na premiação, concorrem dessa vez com o projeto “N” na categoria “Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa.”
Nesse terceiro álbum da carreira da dupla, Ana e Vitória cantam releituras de sucessos do cantor Nando Reis. Esse trabalho é também o primeiro em que Ana Caetano assina a produção, ao lado músico Tó Brandileone.
“Escolhemos fazer o “N” numa ânsia de nos redescobrir dentro do estúdio. Nos levamos pouco a sério no processo todo e foi tão mais divertido e libertador! A nossa melhor experiência de criação até aquele momento. A primeira vez que assino uma produção! Nos apropriamos muito de quem somos depois desse disco. Que f* receber essa indicação sabendo e sentindo tudo isso!” – conta Ana.
Anavitória possui um histórico grandioso no Grammy Latino. Foi no ano de 2017 que a dupla conquistou seu primeiro troféu na categoria de “Melhor composição em língua portuguesa” com o hit “Trevo”, além de serem indicadas na categoria “Melhor álbum pop em língua portuguesa” com o álbum “Anavitória”. Mas foi em 2018 que levaram o prêmio nessa mesma categoria com o segundo álbum da carreira “O Tempo é Agora”.
Dez canções e nove artistas em torno de um ritmo historicamente associado ao protesto social. É nesse clima de produção coletiva que Luiz Caldas lança o álbum de reggae Pó de Estrelas, o 104º do seu projeto de lançamentos mensais, nesta quinta-feira (1º), nas plataformas digitais e em seu site www.luizcaldas.com.br. As letras abordam a desigualdade social e o desrespeito ao próximo que nasce da intolerância diante das diferenças. ” As pessoas deveriam sacar que o que torna tudo bonito é exatamente o fato de nada nem ninguém ser igual um ao outro, a diversidade é o grande barato”, comenta Luiz.
Para cantar esse gênero musical que incita a mobilização em torno de justiça social, Luiz Caldas decidiu reunir diferentes vozes e talentos, num total de sete músicos, todos da cidade baiana de Vitória da Conquista, onde iniciou sua carreira. “É um disco em que retorno para onde comecei minha história com a música, revisitando músicos de lá, alguns parceiros antigos, como Nagib, outros mais novos e que tocam pra caramba”. São eles Daniel Novaes, Luciano PP, Arthur Fabiano, Koalla Ball, Cláudia Rizzo, Jorginho Nascimento. A faixa Vem do Tambor ainda traz a participação de Emissário Raell.
“Os arranjos foram assinados coletivamente, e um total de três estúdios foram envolvidos na gravação, o maior número desde que iniciei esse projeto. O resultado ficou muito legal e bem no clima de coletividade, que eu queria muito pra esse álbum de reggae”, comemora Luiz.
A capa do disco traz arte assinada por Bianca Lopes, que é resultado da colagem de pequenos recortes de fotos do artista. A montagem foi fotografada por Roberto Faria.
Ficha Técnica
Direção, Produção, Guitarras, Teclados e Voz- Luiz Caldas
Produção Executiva – Alan Barboza e Nagib
Arregimentação – Nagib
Mixagem e Masterização – Marcelo Machado
Trompete, Sax Tenor e Trombone – Daniel Novaes
Baixo – Luciano PP
Bateria – Arthur Fabiano
Percussão – Koalla Balla
Vocal – Cláudia Rizzo e Jorginho Nascimento
Foto – Roberto Faria
Arte da Capa – Bianca Lopes
Arranjos – Coletivo
*Part. Esp. Na música – Vem do Tambor –
Emissário Raell
Disco gravado nos estúdios M. A. Artes, LuArt Studio e DN Studio para o Projeto de discos mensais do mês de outubro de 2020
A cantora Vanusa, que completou de 73 anos nesta terça-feira (22), teve uma piora no estado de saúde. Ela precisou ser intubada e levada para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). A artista está internanda com pneumonia no Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, no Litoral de São Paulo, desde o início do mês.
De acordo com a assessoria da artista, “Vanusa encontra-se internada na UTI e apresentou piora do quadro respiratório, encontrando-se intubada em ventilação mecânica”.
Após a piora no estado de saúde da mãe, Aretha Marcos publicou um vídeo nas redes sociais refletindo sobre dor, a vida e a morte.
“Eu sou uma grande fã da dor. Eu tenho profundo respeito pela dor e uma intimidade com a dor, de forma que eu nunca rejeito. Eu costumo convidar a dor pra um café, um bolo, e desmembrar, destrinchar a dor até que ela não doa mais. E que ela me ensine a ser sempre humilde e resiliente e grata pela grandeza da experiência que é estar vivo”, começou Aretha, fruto do relacionamento da cantora com o cantor Antônio Marcos. “A morte e a vida estão intrisecamente ligadas de forma que morremos e nascemos o tempo inteiro e vamos nos transformando até que em algum momento a carne também se transforma e a gente volta ao absoluto e se liberta de tudo aquilo que nos limita”, continuou. “O que eu quero dizer é como é extraordinária a passagem de cada pessoa sobre a Terra e como é maravilhoso termos a grandeza de amar as pessoas na sombra, na luz, no bem, no mal. E que bom que existe a morte pra nos ensinar a viver a vida”, refletiu.
VEJA:
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O Cadastro Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Cultura, que foi lançado em 14 de julho, permanece aberto até o dia 06 de outubro. O prazo está estabelecido conforme regulamentação estadual sobre a aplicação da Lei Aldir Blanc, publicada nesta terça-feira (22), no Diário Oficial da Bahia. A portaria dispõe sobre a renda emergencial, recursos revertidos, subsídios, chamadas públicas, cria o Comitê Gestor e o Programa Aldir Blanc Bahia, dentre outras disposições gerais. Ainda conforme regulamentação estadual, a SecultBA poderá abrir novo prazo para inscrições em caso de disponibilidade de recursos e de prazo para execução orçamentária. Confira AQUI a publicação.
Cadastro – O Cadastro Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Cultura servirá de base para o acesso à renda emergencial da Lei Aldir Blanc. A plataforma está disponível no site da Secretaria de Cultura da Bahia. Participe AQUI.
O valor da renda emergencial é de R$ 600 e o pagamento é retroativo ao mês de junho. O benefício é destinado a artistas, produtores, técnicos, baianas de acarajé, contadores de histórias, oficineiros, professores de escolas de arte e capoeira, mestres da cultura popular, e todos os demais profissionais envolvidos nas diversas áreas do fazer cultural, que atendam aos critérios estabelecidos na regulamentação federal.
O cadastro será considerado homologado quando verificados o domicílio e a residência no estado da Bahia; a validade, a legibilidade e a coerência dos dados informados no documento de identificação; e a comprovação de atuação nas áreas artística e cultural, através de autodeclaração, conforme Anexo II do Decreto Federal nº 10.464, de 17 de agosto de 2020 . As verificações de elegibilidade são realizadas via cruzamento com os bancos de dados locais e federais. O cadastro será considerado não homologado quando não for possível verificar um ou mais itens obrigatórios.
Após homologação do cadastro, o solicitante será notificado no e-mail informado no cadastro, para a apresentação da documentação em conformidade com a regulamentação federal, de 17 de agosto de 2020 (Decreto 10.464).
O solicitante será considerado apto quando verificado os itens de elegibilidade para concessão da renda emergencial previstos no art. 6º da Lei Federal 14.017, de 29 de junho de 2020, e apresentação de documentação elencada no Anexo II do Decreto Federal nº 10.464, de 17 de agosto de 2020, e dados bancários.
Critérios e limitações – Para acesso à renda emergencial da Lei Aldir Blanc, os beneficiários não devem ter emprego formal ativo; devem ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo ou total de até 03 salários mínimos (o que for maior). No ano de 2018, não deve ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70. A renda emergencial estará limitada a dois membros da mesma família. Quando se tratar de mulher provedora de família monoparental, poderá ter acesso a duas cotas. O trabalhador também não está apto se já for beneficiado pelo auxílio emergencial da Caixa Federal, ou ser titular de benefício da Previdência Social (INSS), do seguro-desemprego, ou de programa de transferência de renda do governo federal (exceto bolsa família), conforme Artigo 6º da Lei 14.017 de 29 de junho de 2020 e o Capítulo II da regulamentação, publicada em 17 de agosto de 2020 (Decreto 10.464).
Dúvidas sobre o cadastro podem ser encaminhadas ao e-mail cadastrotrabalhador@cultura.
Inspirado pela poesia e composições de Elomar, o cantor, compositor e violeiro baiano Xangai lançou no ano de 1986 o LP ‘Xangai canta Cantigas, Incelenças, Puluxias e Tiranas de Elomar. O disco, lançado pela Kuarup, não apenas traz composições como também conta com a participação de Elomar, que além de tocar violão em todas as faixas, dá voz a algumas.
“Eu conheço Elomar desde meus dez anos”, conta Xangai, relembrando o jeito recluso do amigo, que reencontrou no Rio de Janeiro, no final dos anos 70.
“Eu disse, ‘Elomar, você é um gigante e não quer mostrar sua obra’? ”.
A ideia do CD surgiu do próprio Xangai, que assina os arranjos ao lado de Elomar. Além dos dois músicos, o álbum também conta com a presença de Jacques Morelenbaum (cello), Eduardo Morelenbaum (clarineta), Eduardo Pereira (viola de arco), Marcelo Bernardes (flauta) e João Omar (violão), filho de Elomar.
Nesta interpretação de uma das faixas do disco, chamada “Na estrada das areias de ouro”, Xangai recita a poesia cantada com a participação de Elomar, João Liberato e Ricardo Vieira.
A apresentação aconteceu no teatro Atheneu, Aracaju, em 8 de dezembro de 2014.
ASSISTA:
https://www.facebook.com/sonia.leite.37/posts/2955598481212043
Em entrevista concedida ao programa Redação Brasil na manhã desta terça-feira (22), a cantora conquistense Analú Sampaio falou sobre sua participação no programa ‘The Voice Kids’ da rede Globo de Televisão. No último domingo (20), Analú venceu mais uma etapa do programa, sendo salva pela votação do público com sua interpretação da música “Upa Neguinho”.
A cantora mirin começou sua carreira com apenas 5 anos de idade no programa do Raul Gil. Hoje, ela faz parte do time da Cláudia Leite e do Mumuzinho no ‘The Voice Kids’.
“Desde pequena eu sempre amei a música popular Brasileira e realmente é o tipo de música que eu gosto”. Afirma Analú.
OUÇA a entrevista completa:
A conquistense Analú Sampaio (12) venceu mais uma etapa do programa The Voice Kids da rede Globo, exibido neste domingo (20).
A cantora mirim foi salva pela votação do público e deixou os técnicos e o público emocionados com sua interpretação da música “Upa Neguinho”.
ASSISTA: