Um pastor, de 62 anos, foi a óbito durante um culto na noite deste domingo (11) em Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano. Segundo informações , a vítima, que sofreu um mal súbito, dirigia a celebração na Igreja Evangélica Manancial de Água Viva, localizada na Rua Nilton Gonçalves, bairro Guarani, quando o fato ocorreu.
Uma ambulância do Samu chegou a ser acionada, mas o pastor, ainda sem identidade divulgada, não resistiu. Não foi informado se o idoso tinha algum problema de saúde.
Até o momento, não há informações sobre velório e sepultamento do idoso.
Os candidatos ao Governo da Bahia iniciam a semana com entrevistas e focando em gravações de programas eleitorais. Além disso, a segunda-feira (12) será de reuniões com as coordenações das campanhas. Confira a agenda:
ACM Neto (União):
11h45 – Entrevista na TV Bahia
Tarde
14h30 – Gravações de campanha
Noite
18h45 – Entrevista na TV Band
19h30 – Evento em Salvador
Jerônimo Rodrigues (PT):
Manhã
9h – Gravações para o programa eleitoral
Tarde
12h30 – Irecê | Entrevista para o Grupo J Sidney de Comunicação
16h – Salvador | Entrevista para o Bahia Notícias
Noite
18h – Santo Antônio de Jesus | Entrevista para o Blog do Valente
19h – Salvador | Encontro com movimento sindical
João Roma (PL):
Manhã
06:00 – Viagem à Brasília
A programação em Feira de Santana e Salvador foi adiada. O candidato passará o dia em Brasília
Kleber Rosa (PSOL):
Manhã
8h – Entrevista à rádio Metrópole, com Mário Kertez, ao vivo
10h – Entrevista à rádio nacional da Suíça
Tarde
Reunião com a coordenação de campanha
Noite
Reunião com a comunicação
Suzy Ruas causou neste final de semana em Florianópolis-SC. Ela participou de uma das provas mais importantes do calendário esportivo do país, XVI troféu Brasil Master de atletismo Florianópolis, que aconteceu na pista da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Entre 9 e 11 de setembro, Suzy enfrentou uma lesão no quadril e, mesmo sentindo dor, conseguiu finalizar as 6 provas que estava inscrita, trazendo 5 medalhas de ouro nas provas dos 2 mil metros com obstáculos, nos 8km Cross-country, nos 10mil metros rasos, revezamento 4×100 e 4×400, além de 1 de prata nos 5mil metros rasos.
Suzy confessou que estava muito preocupada, nervosa e ansiosa, com medo de agravar a lesão: “Eu já tinha feito 15 sessões de fisioterapia e, por isso, dessa vez optei pelas provas de fundo e me sinto muito feliz pelo resultado alcançado e por mais uma vez representar minha cidade tão bem”, disse a campeã e completou: “volto pra casa com o peito cheio de medalhas e muito grata a todos meus amigos, parceiros, apoiadores, família e fãs. Obrigada à Vitória da Conquista e à minha querida Belo Campo, meu povo, minha Bahia”!
E Suzy Ruas não para! No próximo dia 25 de setembro ela vai encarar as 10 milhas da Garoto, em Vitória, no Espírito Santo.
“O céu é o limite pra mim! Realmente eu nasci pra causar, fazer uma história linda e deixar meu legado, um exemplo a ser seguido”, disse a atleta.
Agradecimentos: Prefeitura de Vitória da Conquista, Andrade Automóveis, Força ka, Tia Sônia Alimentos, Oficina Malária, Br motos benefícios, Unip, R2 Centro de Treinamento, Inovar Estética, Viação Águia Branca.
Não importa quem vença a eleição presidencial, a regra do teto de gastos (que impede as despesas federais de crescerem além da inflação) dificilmente será a mesma a partir de 2023.
Os quatro candidatos à Presidência com melhor desempenho nas pesquisas eleitorais avaliam mudanças na estrutura que rege o gasto público. A leitura geral é que o teto, como foi criado, já não existe.
Um de seus pais, o economista Marcos Mendes, colunista do jornal Folha de S.Paulo, avalia que a norma foi eficiente para deter a pressão por gastos no curto prazo. Quando apareceu alguma demanda inusitada por recursos, foi possível justificar que ela não cabia no teto. No entanto, a regra não resistiu às mudanças nas relações de poder.
Na avaliação de Mendes, houve, nos últimos quatro anos, uma forte deterioração das condições políticas que determinam o gasto público –com o Congresso ganhando poder em detrimento do Executivo e aprovando aumentos de gastos sem estabelecer fontes de receitas, por exemplo.
Para piorar, diz ele, o presidente Jair Bolsonaro (PL) virou sócio do expansionismo fiscal, fragilizando quem quer segurar as despesas no governo. Um exemplo disso foi aprovação, a toque de caixa, da PEC (proposta de emenda à Constituição) que abriu espaço para elevar o Auxílio Brasil e conceder outros benefícios em plena campanha à reeleição.
Nesse aspecto, o teto deixou de ser um instrumento de ancoragem das expectativas de médio e longo prazo e, segundo Mendes, nenhuma outra regra de gasto sobreviverá muito tempo nesse ambiente.
“Fica muito difícil controlar gastos se não mudar isso. No regime presidencialista, quem tem poder sobre o Orçamento é o Executivo, e ponto final. Não há no mundo um Congresso que possa incluir tantas emendas e mexer com tal nível de detalhamento em um Orçamento como o nosso. Não se vê isso nem em países parlamentaristas.”
O economista Edmar Bacha, um dos pais do Plano Real, e que atua na campanha da candidata a presidente Simone Tebet (MDB), identifica outro desafio relacionado aos limites do Orçamento. Ele se declara “horrorizado” com o conteúdo do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2023.
Nas contas dele, o déficit primário deve ser de pelo menos 2% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2023, o que representa um resultado de quase R$ 200 bilhões no vermelho.
Descontado o período da pandemia, que levou o déficit primário a 10% em 2020, a última vez que se viu um déficit desse tamanho foi em 2015 e 2016, respectivamente de 2% e de 2,6%.
“Na proposta orçamentária, falam que vão manter o Auxílio Brasil em R$ 600, mas colocam na conta previsão para R$ 400. Falam que vão reajustar a tabela do Imposto de Renda, mas também não tem recurso previsto para isso. Fazem uma compressão das despesas não obrigatórias que é irrealista –simplesmente, metade do que gastaram neste ano”, diz Bacha. “Não dá para o governo funcionar com a previsão de dinheiro que está lá. Será preciso retirá-la do Congresso e refazê-la até 31 dezembro.”
O líder nas pesquisas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi o primeiro a deixar claro que vai abolir o teto de gastos, considerado muito restritivo especialmente para a política social.
“Vamos tirar o teto que está aí e construir um novo arcabouço fiscal”, diz o economista Guilherme Mello, um dos responsáveis pelo programa de governo do PT. “Apresentamos as diretrizes no programa, mas a nova regra para o fiscal terá de ser negociada porque toda mudança depende de uma PEC e de um debate maior com a sociedade e o Congresso.”
O programa de governo de Lula também trabalha com a perspectiva de revisão de limites da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal, que estabelece regras para o planejamento, o controle, a transparência do gasto público) e da chamada Regra de Ouro (que proíbe endividamento para pagar despesas correntes, como salários e aposentadorias).
Nas discussões internas há quem defenda uma meta de crescimento real para o gasto primário, deixando o resultado primário flutuar dentro de certo intervalo –em um funcionamento similar ao das metas de inflação. Já se discutiu também metas específicas para crescimento do gasto com investimento, com saúde, com educação, com folha de pagamentos, entre outros itens.
Existe também quem considere estabelecer a possibilidade de abatimento de algumas despesas da meta de resultado primário (conta de receitas menos despesas que o governo deve perseguir anualmente), como foi no período petista com os investimentos do PAC (Plano de Aceleração de Crescimento).
Existe um certo consenso de que, seja qual for a regra de curto prazo, é recomendável que ela considere cenários de longo prazo para evolução da dívida líquida e bruta.
O economista Nelson Barbosa, colunista da Folha de S.Paulo e ex-ministro da Fazenda e do Planejamento, não faz parte dos grupos que elaboram o programa, mas está entre os petistas que defendem a necessidade haver alguma regra para controle de gastos.
“Previsibilidade, transparência e eficiência recomendam metas de crescimento do gasto”, diz Barbosa. “Sinalizar a evolução do gasto, mesmo que seja para aumentá-lo, evita corrida por criação de receitas, estimula o debate sobre eficiência da alocação dos recursos públicos e evita política fiscal pró-cíclica, que acaba desestabilizando em vez de estabilizar a economia.”
Na gestão bolsonarista, não se fala em desistir do teto, mas o próprio Bolsonaro já deu entrevista dizendo que a regra pode ser alterada em um eventual segundo mandato. O ministro Paulo Guedes também já declarou que a regra atual tem imperfeições e é preciso aprimorá-la.
Um exemplo recorrente de problema citado por Guedes é o caso da cessão onerosa. A União entendeu que teria de transferir parte dos ganhos a Estados e municípios. Apesar de ser uma transferência pontual, era vetada pelo teto. Foi feita, então, a primeira alteração na regra, por meio de uma PEC.
No final de agosto, o Tesouro Nacional anunciou que já colocou em discussão um novo modelo de controle dos gastos considerado mais flexível, conforme detalhou a Folha. A despesa poderia crescer mais a depender do nível de endividamento e do PIB.
O crescimento do gasto poderia superar a inflação quando a dívida estivesse abaixo de determinado patamar desde que o percentual acima do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficasse abaixo do crescimento do PIB.
A cúpula do Ministério da Economia fala em um sistema de metas para o endividamento. Não foram apresentados números oficialmente, mas envolvidos nas discussões chegam a mencionar que o objetivo seria aproximar o endividamento brasileiro do patamar de países emergentes –em torno de 60% do PIB. Hoje, a dívida bruta representa 77,6% do PIB.
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) é outro presidenciável que fala abertamente em revogar o teto atual. Na manifestação mais recente, na sexta-feira (9), ele mencionou que a revisão da norma beneficiaria a educação.
O economista Nelson Marconi, que está na coordenação do programa de governo, diz que está em estudo uma regra de limite para o gasto associada ao PIB.
“Da forma como ele está, o teto virou uma obra de ficção”, diz Marconi. “Estamos avaliando uma regra que inclua um adicional além da inflação, atrelado ao PIB, mas com caráter contracíclico.” Ou seja, que permita elevação de gasto em momentos de retração econômica, especialmente para que o Estado possa ter uma política social eficientes em períodos mais críticos.
De certo, até agora, é que o investimento vai ficar fora dessa nova regra de controle de gastos.
“Entendemos que investimentos precisam ser excluídos do teto, porque esse gasto tem um efeito multiplicador na economia, ajuda a melhorar a produtividade e reduzir desigualdades sociais”, afirma Marconi.
As despesas correntes seriam atreladas ao PIB, com crescimento mais limitado. Já os investimentos seriam corrigidos com base na expansão real da arrecadação federal, que proporcionaria uma expansão maior, uma vez que, normalmente, a receita cresce mais do que o PIB.
A equipe econômica de Tebet também pretende fazer alterações na regra do teto, mas para resgatá-lo.
“A importância do teto no controle da despesa é inegável. A gente viu como ele foi importante para derrubar a taxa de juros de dois para um dígito e para reduzir a inflação”, diz economista Elena Landau, coordenadora do programa econômico de Tebet.
“A gente precisa deixar bem explícito que qualquer flexibilização de despesa precisa estar vinculado a ganhos com reformas, e não é aquela reforma para o cara dizer que fez porque é liberal, é fiscalista, mas aquela reforma que gera recursos para economia verde, para novas tecnologias, para a recuperação do aprendizado e valorização do professor.”
No grupo de Tebet, a discussão do teto é um pedaço de um debate maior que vai buscar a reorganização da estrutura orçamentária. Toda e qualquer economia, diz Landau, será canalizada para educação, saúde, ciência e tecnologia, consideradas as bases de um crescimento sustentável de longo prazo.
O QUE É O TETO DE GASTOS
Regra que limita as despesas do governo federal ao IPCA (índice oficial de inflação) do ano anterior. Inicialmente, aplicava-se o IPCA nos 12 meses encerrados em junho. A regra foi alterada e passou a considerar o IPCA de janeiro a dezembro. Como a proposta orçamentária é enviada antes da divulgação do IPCA oficial do ano, parte do reajuste é uma projeção do IPCA
O QUE ESTÁ SOB O TETO
Despesas obrigatórias da máquina pública (como salários) e as despesas discricionárias, que podem ser cortadas (como investimentos). Ambas fazem parte da chamada despesa primária (aquela que não considera gastos com juros)
O QUE ESTÁ FORA DO TETO
Despesas financeiras, como o pagamento de juros da dívida pública, créditos extraordinários (liberados, por exemplo, em situações de calamidade), transferências constitucionais para estados, municípios e Distrito Federal, capitalização de estatais, despesas com eleições da Justiça Eleitoral e complementação de Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica)
Em nota publicada na noite do último sábado (10), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lamentou a falha de transmissão do jogo entre ABC e Vitória, pela quarta rodada do quadrangular final da Série C. De acordo com a entidade, a produtora responsável pela geração das imagens teve uma falha em seu sistema.
“Produtora contratada para geração e transmissão das partidas da Série C, a Broadmedia informou que ocorreu uma falha no sistema de transmissão por satélite “up-link”, que impossibilitou a entrega do sinal para as empresas detentoras dos direitos de exibição da partida. A equipe técnica da Broadmedia suspeita que o problema pode ter origem em uma oscilação de frequência do seu gerador”, explicou a entidade máxima do futebol nacional.
“A CBF não medirá esforços para que episódios como esse não se repitam, compreendendo o transtorno que isso causa a todos os envolvidos”, completou.
As duas equipes empataram em 0 a 0 em um duelo que acabou não sendo transmitido pela televisão. O Leão volta a jogar pela competição nacional no próximo domingo (18), contra o Figueirense, no Barradão.
O concurso 2610 da Lotofácil de Independência teve 79 apostas vencedoras no seu sorteio realizado na noite deste sábado (10), em São Paulo. Destas, três são baianas e cada aposta vai receber um total de R$ 2.248.149,10. O valor total do concurso era de R$ 180 milhões.
Na ordem de sorteio, as dezenas premiadas foram: 24 – 22 – 05 – 07 – 09 – 17 – 08 – 20 – 11 – 16 – 15 – 01 – 10 – 12 – 03
São Paulo foi o estado com o maior número de apostas vencedoras, com 15. Em seguida vem Minas Gerais, com nove apostas que acertaram as quinze dezenas.
A Lotofácil de Independência também premiou quem fez entre 14 e 11 acertos.
14 acertos – 12.202 apostas ganhadoras, R$ 1.118,16
13 acertos – 378.406 apostas ganhadoras, R$ 25,00
12 acertos – 4.292.807 apostas ganhadoras, R$ 10,00
11 acertos – 22.099.555 apostas ganhadoras, R$ 5,00
O Ministério da Saúde ampliou o público da vacina HPV a partir deste mês de setembro. Com isso, meninos de 9 a 14 anos poderão tomar. A alteração é permanente e inclui meninos de 9 e 10 anos de idade, igualando a indicação de vacinação para meninas.
A Pasta distribuiu também aos estados a vacina meningocócica ACWY (Conjugada). A indicação é tomar uma dose ou reforço, conforme situação vacinal, para adolescentes de 11 a 14 anos. A vacina meningocócica ACWY já estava disponível para adolescentes de 11 e 12 anos e agora será ofertada temporariamente para os adolescentes não vacinados de 11 a 14 anos.
A faixa etária em maior risco de adoecimento para a doença é a de crianças menores de um ano de idade, no entanto, os adolescentes e adultos jovens são os principais responsáveis pela manutenção da circulação da doença.
Pesquisas apontam que é nos adolescentes que as vacinas meningocócicas demonstram uma resposta imune mais robusta, com persistência de anticorpos protetores por um prolongado período. Essas evidências embasaram o Programa Nacional de Imunizações (PNI) a incluir no Calendário Nacional de Imunizações a administração de doses de reforço com as vacinas meningocócicas conjugadas na adolescência.
A imunização contra o HPV em adolescentes é utilizada por mais de 100 países em seus programas nacionais de vacinação e vários deles já possuem estudos de impacto desta estratégia, com resultados positivos no que diz respeito à prevenção e redução das doenças ocasionadas pelo vírus, como câncer do colo do útero, vulva, vagina, região anal, pênis e orofaringe.
O candidato a governador Jerônimo Rodrigues (PT) segue em campanha neste domingo (11) em cidades do Oeste baiano. Depois de carreatas em Baianópolis, Cristópolis e Wanderley pela manhã, o postulante segue agenda pela tarde em Muquém do São Francisco e termina o dia com um comício em Ibotirama, já pela noite, em um percurso de 171 quilômetros pela região.
Neste domingo, Jerônimo Rodrigues declarou que sua gestão será marcada por uma forte inclusão social. Ele também destacou a importância de uma atuação conjunta entre União, Estado e município para superar males como o desemprego, a fome e a inflação, que, segundo ele, voltaram a assombrar o Brasil.
“O meu governo será marcado pela inclusão. Eu sei da situação que o Brasil está vivendo, 33 milhões de brasileiros passando fome, altas taxas de desemprego, inflação. Nosso governo será marcado pelo avanço econômico, geração de empregos aliado a justiça social, a inclusão social. A Bahia terá essa marca, o avanço econômico não exclui o avanço que faremos na área social”, afirmou Jerônimo.
O candidato criticou ainda o comportamento do presidente Jair Bolsonaro (PL). Para Jerônimo, o presidente nunca focou na área social e no cuidado dos mais necessitados. O petista lembrou ainda da questão do auxílio emergencial, que não teria sido adotado se não fosse pela pressão parlamentar. “Em quatro anos de governo, o atual presidente nunca proporcionou um salário mínimo com ganho acima da inflação. Deixou o preço de tudo subir, a gasolina subiu, o preço da comida subiu, o aluguel subiu. O atual presidente e seus aliados destruíram o Brasil. Aqui na Bahia, tem candidato que não assume o lado que está, fica dizendo que tanto faz, mas não é assim não, a população tem lado. A Bahia tem lado, o povo baiano gosta de quem gosta de cuidar de gente, de quem está do lado do presidente Lula, do lado da esperança. Ninguém acredita nessa história de tanto faz, todo mundo sabe bem o lado dele, que não é o mesmo do povo, é o de quem destruiu o Brasil”, complementou o petista.
Jerônimo destacou ainda seus planos para gerar emprego e desenvolver a economia baiana: “O primeiro pilar são as obras estaduais, nosso investimento em infraestrutura, construindo, ampliando e reformando hospitais, maternidades, policlínicas, escolas, encostas, barragens e rodovias, apenas para citar algumas ações que tomaremos. O nosso segundo pilar será nossa parceria com o presidente Lula, nós temos lado e vamos trazer investimentos para Bahia assim”, disse.
O ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou, na noite deste sábado (10), que o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o candidato a vice-presidente, general Walter Braga Neto, deixem de usar na campanha eleitoral imagens do 7 de Setembro.
A decisão, em caráter liminar, atendeu parcialmente ao pedido da coligação Brasil da Esperança – PT, PV, PCdob, PSOL, REDE, PSB, Solidariedade, Avante, Agir e Pros – que acusou o mandatário de transformar as solenidades do Dia da Independência em comício eleitoral.
“O uso de imagens da celebração oficial na propaganda eleitoral é tendente a ferir a isonomia, pois utiliza a atuação do chefe de Estado, em ocasião inacessível a qualquer dos demais competidores, para projetar a imagem do candidato e fazer crer que a presença de milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios, com a finalidade de comemorar a data cívica, seria fruto de mobilização eleitoral em apoio ao candidato à reeleição”, diz Gonçalves na decisão.
Entre as de irregularidades apontadas pela campanha também estão:
A decisão estipulou um prazo de 24 horas para que a campanha suspenda o uso das imagens na comemoração do bicentenário da independência. Caso o prazo não seja cumprido, será cobrada multa diária de R$10 mil.
A campanha do presidente Jair Bolsonaro também deverá se abster de produzir novos materiais que explorem as imagens citadas na decisão.
“Na hipótese, é indispensável a concessão de tutela inibitória que faça cessar os impactos anti-isonômicos da cobertura do Bicentenário da Independência e do aproveitamento de imagens oficiais pela campanha do primeiro e do segundo réus”, afirmou Gonçalves.
A decisão liminar, também determina que Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) edite um vídeo publicado no canal do YouTube em que as imagens do 7 de setembro são veiculadas.
O passeio na Praça Norberto Aurich, na manhã deste domingo (11), foi diferente para o estudante Heitor Viana, 10 anos, e para outras crianças e adultos que estavam no local. Isso porque a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), em parceria com o Sest/Senat, utilizou o espaço para realizar uma ação educativa sobre o trânsito, com palestras, jogos e brincadeiras.
“Foi muito bom aprender mais sobre o cidadão no trânsito, acho que posso passar as informações que aprendi aqui para outras pessoas, conversando com elas”, resumiu Heitor após percorrer o circuito com semáforo, placas de trânsito e faixas de pedestres.
Mãe de Heitor, a professora Daniela Viana também aprovou a iniciativa. “Eu acho bem interessante uma ação como essa não somente para as crianças, mas também para nós adultos, uma vez que precisamos ter mais consciência diante de um trânsito que causa tantas mortes no país”, ressaltou.
Acompanhado da mãe Daniela, Heitor ficou atento às orientações do agente de trânsito Carlos Clayton
Quem também se aproximou do circuito foi o assistente social Fernando Gomes, que estava acompanhando a filha Larissa. “O conhecimento é sempre muito importante, pois as crianças também estão no trânsito”. Para ele, a iniciativa da Prefeitura Municipal é válida e deve ser ampliada para outros espaços.
Daniela Bastos, Fernando Gomes e a filha Larissa
O agente municipal de trânsito, Carlos Clayton Alves, explicou que a atividade na Praça Norberto Aurich faz parte do trabalho desenvolvido pela gerência municipal de Educação para o Trânsito, que foi intensificado durante o mês de setembro. “Não existe nada mais maravilhoso do que trabalhar com crianças, ver o interesse delas ao fazer perguntas. E essa ação não abraça somente crianças, os pais também ouvem e participam”, completou.

A instrutora do Sest/Senat, Gleice Lacerda, lembrou que todos estão no trânsito, inclusive as crianças com suas bicicletas e também na condição de pedestres. Para ela, somente a mudança de comportamento vai criar um trânsito mais seguro para todos.
Ricardo Cerqueira e Gleice Alves do Sest/Senat
As atividades seguem durante a semana nas escolas e creches municipais. No próximo domingo (18), a ação será realizada na praça Sá Barreto.