O vereador Chico Estrella (PTC) iniciou o pronunciamento na Sessão Ordinária desta quarta-feira, 05, pelo Sistema de Deliberação Remota (SDR), cobrando o retorno das sessões presenciais da Casa, conforme indicação de sua autoria aprovada pela maioria dos vereadores.
Outro assunto tratado pelo parlamentar foi a iluminação do campo de José Gonçalves. Ele relatou que a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista fez um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), com o empresário de uma fábrica de doces (quebra-queixo), que ficou de doar os postes para o campo. “Tomamos conhecimento de que esse material estava em uma casa há quase um ano”, contou, dizendo que convocou uma equipe de seu mandato e “fomos ao local, realizamos a instalação de todo o equipamento e um ano depois, descobrimos que o secretário Murilo Mármore não tem intenção de executar a obra, talvez por ter perdido a eleição lá”.
Chico Estrella disse ainda que foram realizadas ligações de energia em Lagoa de Maria Clemência e no Batuque, e “a gente fica triste porque não tem boa vontade de colocar a iluminação no campo”. Ressaltou ainda que a prefeitura não gastou nada e até agora não tomou providências para resolver o problema. “Não podemos permitir que esse secretário inoperante continue na pasta, pedimos a prefeita Sheila Lemos que leve a assessoria dela para ficar lá no gabinete sem fazer nada. Vamos cobrar para que a iluminação seja ligada o quanto antes”, finalizou.
A Comissão de Obras e Serviços Públicos, composta pelos vereadores Edjaime Rosa – Bibia (MDB), Fernando Jacaré (PT) e Nildo Freitas (PSC), visitou o bairro Vila América nesta terça-feira (4). A Comissão foi acionada por lideranças do bairro para acompanhar os transtornos causados pela falta de conclusão das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).
O canteiro central, adjacente à Rua Manoel Beckman, foi uma das principais reclamações. Os moradores cobram a conclusão dessa obra e afirmam que vários acidentes estão sendo registrados nessa via. “Nós estamos como comissão de obras aqui no bairro Vila América, fazendo essa visita, e o que percebemos é que são demandas simples para resolver. Estaremos enviando relatório à prefeitura para que providências sejam tomadas”, afirmou o vereador Nildo Freitas.
Fernando Jacaré destacou também outras demandas da comunidade, como o início das obras da feira livre do bairro. Ele informou que a obra tem investimento de R$ 700 mil e está parada. “Até os tapumes que cercavam o local da obra foram retirados daqui. A gente precisa garantir o cumprimento da realização dessas obras”, afirmou o vereador.
O presidente da Comissão de Obras e Serviços Públicos, o vereador Edjaime Rosa – Bibia (MDB), registrou as solicitações da comunidade, prometendo dialogar com o Governo Municipal. “Eu tenho certeza que a prefeita vai dar continuidade às promessas do prefeito Herzem Gusmão. O governo tem feito vários investimentos no Vila América e isso é fundamental para o desenvolvimento do bairro”, declarou o vereador.
O ex-vereador e liderança comunitária do Vila América, Dida Santos, agradeceu a presença dos vereadores e reforçou a necessidade de conclusão das obras do PAC II. “Tem muitas demandas para serem finalizadas e acredito que a Câmara Municipal vai nos ajudar a dar mais celeridade a essas obras”, declarou.
O ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos-BA), em entrevista ao BNews, disse achar “muito improvável” que o presidente Jair Bolsonaro não consiga construir um palanque na Bahia para as eleições de 2022. Segundo Roma, a ideia é “juntar as forças que seguirão esse caminho”. “Eu estarei nesse caminho. Como se dará essas articulações? Isso é para 2022”, projetou. Roma também confirmou a intervenção do ex-prefeito ACM Neto nas exonerações de Luiz Galvão (que era responsável pelas prefeituras-bairro da caputal baiana) e de Tércio Brandão, seu assessor. “É natural a ligação dele [Bruno Reis] com ACM Neto, que precisou tomar algumas atitudes em relação do posicionamento de ACM Neto em face a minha ida ao Ministério”, disse. No entanto, o deputado federal licenciado disse que relação com o prefeito de Salvador é cordial no ambito administrativo, mas que não conversa com o ex-padrinho político desde 12 de feveiro, quando romperam ligações.
Confira a entrevista completa com o ministro da Cidadania, João Roma:
Como está sendo para você, de fevereiro para cá, esse desafio de assumir esse ministério, com orçamento de R$ 146 bilhões, que cuida de importantes projetos sociais no Brasil?
João Roma: Certamente é a maior e mais desafiadora missão na minha vida pública até hoje. O Ministério tem enorme atribuições, enorme estrutura, mas maior ainda é sua responsabilidade. Momento é tão decisivo. É o momento que se grava as dificuldades sociais do nosso país. Tudo isso passa pelo Ministério da cidadia, na minha chegada precisei tratar do auxilio emergencial. Então é um desafio realmente muito grande. Todas as nuances da burocracia de um ministério tão amplo. De fato, estou dedicando todas as minhas energias nessa missão atual. Entendo a responsabilidade que isso significa, dando o máximo nessa missão.
Conversei com secretario-executivo do Ministério da Cidadania, Luiz Galvão, ele me falou que haverá uma reforma para o Bolsa Familia. Deve ter a reformulação do programa?
João: Realmente. Esse assunto fez parte sim da pauta. Tratei com Jair Bolsonaro. Buscamos dar uma estruturada para ampliar programas sociais para que tenha significado para essa população. Que sirva não só como teia de proteção, como também consiga através da ampliação e fortalecimento do programa social, buscar a emacipação do cidadão. Buscar que o cidadão tenha possibilidade de encontrar êxito sua trajetória. Um suporte para que supere desafios. Estamos sim fazendo essa reformulação dos programas sociais, que inclui Bolsa família. Logo após a última parcela de auxílio, que deverá ser junho desse ano, os beneficiários já possam encontrar outro amparato de programa social, que possa estar mais junto dessa população.
Como está a atuação do Ministério da Cidadania a frente da pandemia do coronavírus?
João: Muita coisa passa pelo Ministério, são só bolsa familia, auxilio emergencial, mas toda a área de assistência social tem importância significativa, através de toda rede de SUAS. Além de recursos de auxilio para que o cidadão faça frente a esse período de dificuldade. Então são mutias decisões importantes. Após o advento do auxílio emergencial, muitas das informações estão mais claras para o Brasil.
Com sua experiência como deputado federal, acha que a CPI da Covid-19 no Senado Federal pode jogar um foguete em possível impeachment de Bolsonaro?
João: Acho muito improvável chegar a esse ponto. Até porque Bolsonaro tem suas opiniões, mas tem sido o presidente que tem desmonstrado a preocupação com o dia-a-dia dos brasileiros, com subsistência dos brasileiros. O presidente que mantém contato direto com a população. No final de semana vai a bairros populosos de Brasília. Visita as pessoas, vai olhar o que tem na geladera do povo. É uma preocupação muito legitima. Não acredito que chegue a esse ponto. Sempre delicado viver no momento como esse só falando em relação ao governo federal. Ouvi de um deputado uma expressão: ‘é como instalar um tribunal durante o período de guerra’. Isso pode desistimular muitas ações de gestores públicos em todo o País. Claro que sempre buscar a legalidade. Não vivemos um momento de exceção, mas é um período excepcional. E o excepcional não pode ser tratado da mesma maneira. Não existe protocolos tão bem definidos. A própria OMS, quantas vezes já vimos mudar de opinião em vários quesitos. Não vejo pertinência na CPI nesse momento. O momento é de buscar cooperação para que consiga dar o máximo de si.
Acha que o presidente Jair Bolsonaro mudou a visão e posicionamento frente à pandemia?
João: Eu acho que o presidente Bolsonaro naturalmente tem avançado no quesito administrativo. Chegou com gênesis, que siginficava ruptura, funcionamento da engrenagem do governo federal é complexo. Há sempre muitas nuances desse desdobrar da administração. O próprio ministro Paulo Guedes admitiu isso durante essa semana porque fazer as coisas acontecerem no Estado, não é matéria tão simples. Requer também aprimoramento, aprendizavem durante toda essa trajetória.
O senhor já teve contato com o governador Rui Costa desde que assumiu a pasta?
João: Não, o governador nunca me procurou. Estou à disposição da Bahia. Tenho trabalhado bastante aqui para solucionar os problemas, em especial, aos municípios que muitas vezes ficam desguarnecidos. Tenho dado atenção especial no que diz respeito à Bahia, mas ainda não fui procurado. A agenda está disponível, indenpendete de posições partidárias. Participei de reuniões na governadoria, com General Ramos, outra visita com Arthur Lira para a Bahia. As pessoas têm muita clareza da minha posição. Não tenho o menor constragimento. Já estive com os governadores de Pernambuco, Rio de Janeiro, Alagoas, Goiás. Vários governadores, mas nada do governador da Bahia. Me coloco à disposição.
O senhor se considera o porta-voz do governo federal na Bahia?
João: Não sei a palavra é porta-voz, mas naturalmente pela posição de minsitro da Bahia, no Governo Bolsonaro, isso traz responsabilidade de não só assessorar o presidente, mas de defender o seu legado na Bahia. Presidente tem pautas importantes, tem feito muito. Como naturalmente tenho o maior convívio com estado da Bahia, trato várias matérias junto ao governo federal. Amanhã [hoje] mesmo tem uma reunião de ministros com o presidente. Quando passa algum tema sobre a Bahia, eu estou atualizado. Busco sempre colaborar, lutar para que a gente consiga ter mais investimentos.
Por assessorar o presidente, o senhor pode ser o titular do palanque de Bolsonaro aqui na Bahia? Está no seus planos ser candidato a governador em 2022?
João: Eu nunca tratei desse tema com o presidente da República. Naturalmente o processo eleitoral exige definição de palanques. Acho muito improvável que o presidente Jair Bolsonaro não consiga construir um palanque na Bahia. Então teremos que agir buscando os assuntos que são de importância para a Bahia. Juntar as forças que seguirão esse caminho. Eu estarei nesse caminho. Como se dará essas articulações? Isso é para 2022. Tenho me dedicado a missão no Ministério da Cidadania. Essa missão tem consumido muito da minha energia. Pretendo deixar as definições para 2022. Naturalmente que quando você faz evento, que prefeitos mantêm contato, isso gera comentários na Bahia, as movimentações que sinalizam um aquecimento para 2022. Mas tenho me posiconado no quesito administrativo, de forma a dedicar toda energia. Naturalmente vou continuar na Bahia intensificando a agenda administrativa e fortalecendo o legado de Bolsonaro.
E ACM Neto, o senhor pode fazer alguma ponte com ex-prefeito? Como está essa relação com ele depois de 12 de fevereiro?
João: Não mantive mais contato com ACM Neto. Da minha boca, ninguém viu uma agressão ao prefeito, nem sequer me manifestei sobre rompimento. Estou muito consciente da responsabilidade que chegou para mim. Não tenho direito de decepcionar milhões de brasileiros. Tenho seguido esse caminho. Na política os cenários compõem de acordo com a circustância. Vamos aguardar para 2022.
E Bruno Reis, como está a relação? Já teve diálogo após as exonerações de Luiz Galvão e Tércio Brandão?
João: Mantenho com Bruno. Estive na sua caminhada, contribui para sua eleição. Tenho tratado como sempre, em defender os interesses de Salvador. Atento às questões adminstrativas, trazendo mais investimentos. Tenho mantido o convívio social. Trato administrativo adequado, como sempre fui atento as coisas de relavância. Tenho evitado buscar a partidarização, ou a seguir nuances outras. É natural a ligação dele com ACM Neto, que precisou tomar algumas atitudes em relação do posicionamento de ACM Neto em face a minha ida ao Ministério, mas por um lado nós seguimos avançando, trabalhando para buscar atender a população. Informações do Bocão News
Na tarde desta terça-feira (4), a prefeita Sheila Lemos se reuniu com representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Profissional (Senac) para discutir parceria com o intuito de ofertar aos servidores e munícipes cursos voltados à educação profissional .
Durante o encontro, a gerente de Educação Profissional do Senac, Gygyane Ferraz, apresentou as diversas opções em educação profissional que o Senac já oferece, desde os cursos curtos de capacitação até especializações e formações completas em ensino técnico.
“Estamos aqui para apresentar o trabalho que a gente vem desenvolvendo nos municípios. Temos projetos de educação profissional que contemplam não só os servidores públicos municipais, mas também toda a comunidade conquistense. Estamos abertos e dispostos a atender prontamente às necessidades de Vitória da Conquista”, explanou Gygyane.
A prefeita Sheila Lemos falou da importância da iniciativa e demonstrou interesse em firmar parcerias com a instituição. “Promover cursos voltados para a educação profissional é de extrema importância, sobretudo em tempos de pandemia. Com certeza, vamos ser grandes parceiros do Senac”, destacou.
Também participaram do encontro a analista de Relacionamento do SENAC, Juara Lacerda; o chefe de Gabinete Civil, Lucas Dias, e o secretário de Trabalho, Renda e Desenvolvimento Econômico, Marcos Ferreira.
O governador da Bahia, Rui Costa (PT), autorizou, apenas para Salvador, a venda de bebidas alcoólicas aos fins de semana e a mudança no horário do toque de recolher, que passa a ser das 22h às 5h. Além dessas medidas, a gestão estadual permitiu o retorno das aulas semipresenciais na capital baiana, que já tinham sido retomadas por decreto municipal na segunda-feira (3). As regras passam a valer já a partir desta quarta-feira (5).
As mudanças nas medidas restritivas foram possíveis por causa de uma manobra feita pelo governo estadual nas normas para avanço das fases da retomada econômica na capital baiana.
Um decreto estadual publicado no domingo (2) autorizava a ampliação do toque de recolher e a permissão de venda de bebidas aos fins de semana apenas para os municípios que atingissem 75% de ocupação de leitos de UTI adulto exclusivos para Covid-19 por cinco dias consecutivos. Salvador teve quatro dias seguidos com taxa igual ou menor que esta, mas, na segunda (3) e na terça (4), o percentual voltou a ficar acima dos 75%, o que não permitiria a volta.
No entanto, o governo baiano alterou o decreto nesta quarta, dando um “empurrãozinho” para a capital baiana. Permitiu uma oscilação de até 5% na ocupação de UTIs, para além dos 75% já fixados. Assim, se a taxa chegasse a 80%, as mudanças estariam autorizadas, o que ocorreu. Para o resto da Bahia, não há colher de chá: a norma dos 75% permanece a mesma, sem a “tolerância” dos 5%.
O repórter João Melo ouviu moradores do bairro Morada dos Pássaros que reclamam da falta de iluminação pública no local.
OUÇA a reportagem na íntegra:
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gordo Repórter – Cotidiano da cidade
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Marcus Vinicius (Boca) e Josué Marinho – Produção audiovisual