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Steve Bannon, ex-estrategista-chefe da Casa Branca da gestão de Donald Trump, foi indiciado e preso nesta quinta-feira (20) sob a acusação de desviar dinheiro de uma campanha de apoio à construção de um muro entre os Estados Unidos e o México — uma das promessas da campanha de Trump em 2016.

Três supostos cúmplices também foram presos. Eles teriam usado fundos de campanha de forma inconsistente com aquela que havia sido propagandeado. A campanha “We Built That Wall” (nós construímos o muro, em tradução literal) arrecadou US$ 25 milhões (cerca de R$ 142 milhões) que foram doados por centenas de milhares de pessoas.

Segundo o Departamento de Justiça, ao menos US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,64 milhões) teria ido para o próprio Bannon, que usou o dinheiro em outras de suas organizações ou para ele mesmo.Ao menos uma parte desse montante “foi usado por Bannon para cobrir centenas de milhares de dólares em despesas pessoais”, disseram os  promotores.

Além dessa fraude, Bannon também foi indiciado por conspiração para lavagem de dinheiro. Cada um dos crimes pode levar à pena máxima de 20 anos de prisão.

Promotores federais em Nova York anunciaram que, além de Bannon, foram acusados Brian Kolfage, Andrew Badolato e Timothy Shea.

Transferências para esconder a origem do dinheiro

Para esconder o fluxo ilícito de dinheiro, os quatro faziam repasses do montante arrecadado com a campanha por uma organização sem fins lucrativos de Bannon, e por uma empresa de fachada controlada por um dos outros acusados, segundo a acusação.

Kolfage, que foi descrito como o rosto público e fundador da campanha, recebeu milhares de dólares que usou para ele mesmo, segundo a acusação. A rede MSNBC ouviu pessoas ligadas a Bannon que afirmaram que ele não deverá se declarar culpado. Ele deve ser ouvido em uma corte ainda na tarde desta quinta-feira. G1

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A Petrobras informou nesta quinta-feira (20) que vai aumentar os preços médios do diesel em 5% e os da gasolina em 6% em suas refinarias, a partir de sexta-feira (21).

Na semana passada, a estatal havia elevado os preços do diesel em 2% e os da gasolina em 4%, com o consumo de combustíveis mostrando retomada.

A elevação do diesel, combustível mais consumido do Brasil, é a sétima seguida. Já a gasolina terá o segundo aumento consecutivo, após uma redução no final de julho que foi antecedida por nove altas, conforme acompanhamento da Reuters com base em anúncios da Petrobras.

Preços nos postos

Na semana passada, os preços combustíveis seguiram em alta nos postos, segundo balanço da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o levantamento semanal da ANP, o valor médio do litro da gasolina ao consumidor subiu 0,4%, a R$ 4,234. O preço do litro do diesel avançou 0,7%, para R$ 3,364.

O litro do etanol avançou 0,4%, a R$ 2,769. G1

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A diretoria do Vitória da Conquista anunciou nas redes sociais do clube, a renovação de mais dois ateltas para a sequência da temporada quando a equipe vai disputar o Campeonato Brasileiro da Série D.

O zagueiro Breno, de 20 anos, e o atacante Léo, de 24, permanecem no elenco. Os dois foram formados nas categorias de base do Vitória da Conquista, mas o atacante esteve emprestado à base do Internacional, e também passou por Sergipe e Cajazeiras.

O clube também anunciou da permanência de André Borges, filho do ex-técnico do time Elias Borges, como preparador físico do time. Os três estiveram no ECPP durante o Campeonato Baiano deste ano.

Igor Novaes- Diário Esportivo.

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Por conta da pandemia da Covid-19 e das medidas de segurança e distanciamento social, o aniversário de seu Fernando Grisi  foi comemorado de uma maneira diferente: Os filhos e amigos se reuniram em frente ao apartamento do senhor com  balões, cartazes e um carro de som para homenagear seu Fernando que completa 75 anos. A surpresa foi preparada pelos filhos e trouxe muita alegria e emoção para os presentes e também para quem passou pela avenida Olívia Flores em Vitória da Conquista: VEJA: [gallery size="large" ids="36219,36222,36223,36220,36221,36224"] ASSISTA:   
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O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, lei que estabelece normas educacionais excepcionais a serem adotadas em 2020. A norma dispensa escolas e universidades do cumprimento do mínimo de 200 dias letivos anuais previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação do Brasil neste ano por causa da pandemia do novo coronavírus. A nova lei está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 19.

Ao todo, seis dispositivos foram vetados. Dentre eles, os trechos que obrigavam a União a dar assistência técnica e financeira aos Estados e municípios para garantir o acesso dos profissionais da educação e dos alunos da educação básica pública às atividades pedagógicas não presenciais e o retorno às atividades escolares regulares, utilizando recursos previstos na Emenda Constitucional 106/2020, que criou o chamado “Orçamento de Guerra”.

O governo alegou que a medida viola regras constitucionais, pois as despesas excedem os créditos orçamentários ou adicionais, e afirmou que o Orçamento de Guerra não estabeleceu dotação orçamentária específica para o combate à covid-19.

Bolsonaro também barrou a determinação imposta ao Ministério da Educação sobre as datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O dispositivo vetado estabelece que o MEC ouvirá os sistemas estaduais de ensino para definir o calendário da prova, e que as seleções para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (Prouni) sejam compatibilizadas com a nova data do exame.

“A propositura viola o pacto federativo, uma vez que é prerrogativa do governo federal tal definição, no entanto, essa prerrogativa não afasta a manutenção de diálogo entre os entes federados”, disse o governo na justificativa do veto, acrescentando que atrelar o Sisu ao Enem “poderá prejudicar os alunos que não o fizeram e muitos que não o farão em função da pandemia, bem como poderá inviabilizar que outros tantos alunos de baixa renda possam ingressar no Prouni”.

Também não entraram na lei os trechos que tratam da distribuição imediata de alimentos aos pais ou responsáveis dos estudantes de escolas públicas por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) durante a pandemia.

Pelo artigo, os recursos para a compra dos alimentos devem ser repassados pela União aos Estados e municípios para esta finalidade. O governo alegou que o assunto já é regulamentado por outra lei. Além disso, completou, a operacionalização dos recursos repassados é complexa, “não se podendo assegurar que estes serão aplicados de fato na compra dos alimentos necessários aos estudantes, o que não favorece, ainda, a aquisição de gêneros da agricultura familiar”.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência destacou que vetos presidenciais não representam ato de confronto do Poder Executivo ao Poder Legislativo. “Caso o presidente da República considere um projeto, no todo ou em parte, inconstitucional, deverá aplicar o veto jurídico para evitar uma possível acusação de crime de responsabilidade”, afirmou. “Por outro lado, caso o presidente da República considere a proposta, ou parte dela, contrária ao interesse público, poderá aplicar o veto político. Entretanto, a decisão final sobre esses vetos cabe ao Parlamento”.

Educação básica deverá cumprir carga horária anual

De acordo com a lei sancionada, as escolas de ensino fundamental e médio podem descumprir os 200 dias letivos, desde que cumpram a carga horária mínima anual exigida na lei, que são 800 horas de aula por ano.

No caso das universidades, na hipótese de adotarem uma quantidade menor do que a integralização da carga horária mínima do ano letivo de 2020 seja feita no ano subsequente, inclusive por meio da junção de duas séries ou anos escolares.

O texto também libera os sistemas de ensino a antecipar, em caráter excepcional, a conclusão dos cursos de educação profissional técnica de nível médio, “desde que diretamente relacionados ao combate à pandemia da covid-19, observadas as normas a serem editadas pelo respectivo sistema de ensino, caso o aluno cumpra, no mínimo, 75% da carga horária dos estágios curriculares obrigatórios”.

A lei ainda estabelece que “o retorno às atividades escolares regulares observará as diretrizes das autoridades sanitárias e as regras estabelecidas pelo respectivo sistema de ensino”.

 

 

Luci Ribeiro – Estadão
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Programa Redação Brasil
Apresentação Deusdete Dias e Maciel Jr

Entrevista com pré-candidato a prefeitura – Ferdinand Martins

João Melo – O povo de Conquista pode falar

Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista

Luciana Nery – Universo Diverso

Daniel Morais – Giro Brocado

Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação

Igor Novaes – Esporte

Mateus Araújo – Produção audiovisual

Programa Redação Brasil vai ao ar pela Brasil FM 107,7 das 7:00 às 8:00 da manhã e em horário alternativo na Mega Rádio VCA das 11:00 às 12:00.

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O governador Rui Costa voltou a falar sobre o processo eleitoral durante o período atípico em decorrência do Coronavírus. Segundo o governador, a pandemia da Covid-19  “Comprometerá muito a forma de participação popular na eleição”.

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Uma dos setores mais afetados pela pandemia da COVID-19 foi a categoria dos motoristas de táxis. O repórter João Melo conversou com o taxista Didi que trabalha no ponto 001, que ficava da antiga Praça do Barão do Rio Branco e que atualmente está na avenida Maximiliano Fernandes. Ele fala sobre a situação dos taxistas em Vitória da Conquista:

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O repórter João Melo conversou com o Lucas que afirma que, devido as constantes chuvas na região, as estradas que ligam a fazenda Santa Marta estão intransitáveis, segundo ele até mesmo de bicicleta é complicado passar pelo local

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Eliana Sousa Neves foi assaltada por um homem armado enquanto estava a caminho de um supermercado na avenida Recife, bairro Bateias em Vitória da Conquista. Segundo a vítima, o ladrão roubou seu celular, documentos pessoais e a quantia de R$180,00 reais.

OUÇA  os detalhes deste e de outros casos policiais com o repórter João Melo.

 

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