Duas mulheres suspeitas de tráfico de drogas foram presas após uma cadela farejadora da Polícia Militar encontrar 23 kg de maconha em operações diferentes na cidade de Itabuna.
A informação foi divulgada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA).
A apreensão aconteceu na tarde de sábado (11). No primeiro caso, por volta de 13h, os policiais receberam uma denúncia anônima sobre o transporte de drogas na BR-101. Após varreduras na rodovia, um veículo dirigido por uma mulher foi parado.
Durante abordagem, a cadela apontou para possíveis entorpecentes dentro de duas bagagens. Os agentes abriram as malas e encontraram 18 kg de maconha prensada, afirmou a SSP.
Pouco tempo depois, as guarnições seguiram para o bairro Santo Antônio para checar uma nova denúncia de outra mulher envolvida com tráfico de drogas. Com autorização da suspeita, a cadela iniciou as buscas na área externa da casa. Ao chegar no quintal, ela começou a cavar e sentou.
Segundo a SSP, os militares encontraram cerca de 5 kg de maconha enterrados, divididos em tabletes. No local, ainda foram apreendidos nove pés de maconha e uma balança. As duas suspeitas foram apresentadas na Delegacia Territorial (DT) de Itabuna.
O Brasil registrou, neste sábado (11), 39.023 casos confirmados e 1.071 mortes, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Com os números do boletim mais recente, divulgado no início desta noite, o país totaliza 71.469 óbitos e 1.839.850 de pessoas infectadas pela Covid-19.
A região Nordeste acumula 622.082 casos e 23.033 mortes pela Covid-19. A Bahia, por sua vez, teve 3.002 novas contaminações e 53 vítimas fatais, somando um total de 2.436 óbitos e 104.188 casos confirmados
Foi registrado na manhã deste sábado(11), um acidente com o ciclista Roque Hine, conhecido como Roquinho, diretor da Associação Itambé Bike Club (IBC). Roque estava pedalando, quando foi surpreendido por um Motociclista que acabou colidindo com o ciclista.
Segundo informações, nesse domingo (12), Roque está passando por uma tomografia, sua esposa avisa que as notícias são as melhores possíveis, e que ele já saiu do quadro de morte cerebral.
A Secretaria Municipal de Saúde informa que o sistema federal e-Sus Notifica ficou indisponível na tarde deste sábado (11), o que impossibilitou a exportação dos dados da Covid-19 contabilizados no município dentro das últimas 24 horas. Por esse motivo, não foi possível extrair as informações completas para serem divulgadas no Boletim epidemiológico de hoje.

Neste sábado (11), foram confirmados 50 novos casos de Covid-19 em Conquista, totalizando 1.151 pessoas diagnosticadas até o momento. Destas, 902 estão recuperadas, 227 seguem em recuperação (21 internados e 206 em tratamento domiciliar) e 22 foram a óbito.
Desde o dia 27 de fevereiro, início das notificações no município, foram notificados 11.424 casos suspeitos, sendo que 5.470 já foram descartados, 1.634 deles por exame laboratorial RT-PCR e 3.836 por Teste Rápido. Outros 4.803 casos aguardam classificação final no e-Sus Notifica – 4.265 casos possuem critérios de coleta para exame laboratorial ou Teste Rápido* e 538 aguardam resultado laboratorial de exame RT-PCR.
Ocupação dos leitos – 86 leitos estão disponíveis na rede SUS apenas para tratamento da Covid-19, sendo 46 leitos clínicos e 40 leitos de UTI. Neste momento, estão internados 60 pacientes residentes de Vitória da Conquista e também de outros 20 municípios da macrorregião: Jaguaquara, Jânio Quadros, Iguaí, Malhada de Pedras, Belo Campo, Eunápolis, Itapebí, Valença, Jequié, Planalto, Livramento de Nossa Senhora, Ibicuí, Anagé, Itapetinga, Barra do Choça, Poções, Piripá, Cocos, Itabela e Itajuípe.
Tão logo o sistema volte a funcionar normalmente, os dados serão atualizados e divulgados no próximo Boletim epidemiológico.
Matéria: site PMVC.
Nesta semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou sobre os riscos de tratamentos para o novo coronavírus (SARS-CoV-2) que utilizam Ivermectina — remédio normalmente indicado para o combate de vermes e parasitas. De acordo com o órgão, não há comprovação científica de que a ivermectina seja efetiva no tratamento da COVID-19.
Se por um lado não há comprovações da eficácia do anti-parasitário, por outro lado está documentando os efeitos colaterais e os riscos do uso do medicamento sem prescrição médica. “No caso da Ivermectina, os principais problemas (eventos adversos) são: diarreia e náusea, astenia [perda da força física], dor abdominal, anorexia, constipação e vômitos; em relação ao sistema nervoso central, podem ocorrer tontura, sonolência, vertigem e tremor.
As reações epidérmicas incluem prurido, erupções e urticária”, afirma a nota da Anvisa.
A questão principal é que ainda não existem estudos conclusivos que apontam para o uso seguro desse medicamento no tratamento da COVID-19. “Assim, não há recomendação, no momento, para a sua utilização em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus”, pontua a Anvisa.
“Ressaltamos que a automedicação pode representar um grave risco à sua saúde. O uso de medicamentos sem orientação médica e sem provas de que realmente estão indicados para determinada doença traz uma série de riscos à saúde”, alerta o órgão de vigilância sanitária.
No cenário de tratamentos para a COVID-19, o Brasil não tem um medicamento específico para esse fim, somente para os sintomas de pacientes com o novo coronavírus. “Os medicamentos atualmente aprovados são utilizados para tratamento dos principais sintomas da doença, como antitérmicos e analgésicos. Para casos em que há infecções associadas, recomenda-se usar agentes antimicrobianos (antibióticos)”, esclarece a Anvisa. O que acontece é que determinados medicamentos podem ser usados em situações especiais, como pesquisas científicas.
A ivermectina é um medicamento aprovado para uso desde 1999 e, nos últimos anos, demonstrou ter atividade antiviral in vitro – apenas dentro do laboratório, em experimentos controlados – contra alguns tipos de vírus. Até o momento, existem mais de 25 estudos clínicos no mundo propostos para avaliar a eficácia da ivermectina para o tratamento do novo coronavírus.
No entanto, segundo a Anvisa, “não existem, ainda, resultados conclusivos sobre a eficácia da ivermectina no combate à COVID-19. Também não existem dados que indiquem qual seria a dose, posologia ou duração de uso adequada para impedir a contaminação ou reduzir a chance de gravidade da doença”. Isso porque os resultados encontrados in vitro podem ser muito diferentes dos encontrados in vivo, ou seja, quando testada em pacientes humanos.
Pela falta de estudos conclusivos, o medicamento não pode ser considerado como eficaz para o tratamento da COVID-19. Por exemplo, para a aprovação de novas indicações terapêuticas para um medicamento é necessário a demonstração de segurança e eficácia em um número representativo de participantes, o que ainda não ocorreu. “No caso da Ivermectina, contudo, os estudos disponíveis acerca da sua eficácia no tratamento da COVID-19 ainda não são conclusivos”, completa.
Matéria: CanalTech
Moradores da Rua Tupinambás no bairro Patagônia procuraram a nossa equipe de reportagem na tarde deste sábado (11), para denunciar a situação de transtornos no local: Além da falta de asfalto na rua, pessoas mal-intencionadas estão ateando fogo na localidade.
Os moradores do bairro também reclamam do lixo e do mato que são jogados na rua e que prejudicam o bem-estar da população que mora em torno da localidade.
VEJA:
VOCÊ REPÓRTER: Mande notícias para o nosso blog; envie um WhastApp 77-98847-7337
Em pouco mais de três meses após o primeiro caso confirmado, em 31 de março, foram registradas 1.101 pessoas infectadas pela Covid-19 em Vitória da Conquista.
O perfil deste sábado (11), traz informações mais detalhadas sobre o perfil dos pacientes contaminados, incluindo os 217 novos casos confirmados ao longo dessa semana, além do perfil dos pacientes residentes do município que vieram a óbito por Covid-19.
Do total de pacientes infectados, 618 são do sexo feminino e 483 do sexo masculino. Sendo que 218 casos são de trabalhadores da saúde que se infectaram com a doença.
A maior parte desses pacientes possuem entre 20 e 39 anos, com 469 casos confirmados, seguindo de outros 387 pacientes na faixa etária dos 40 a 59 anos. Além disso, 140 pacientes possuem mais de 60 anos, 65 possuem idade entre 6 e 19 anos e 40 casos são de crianças entre 0 e 5 anos.
Foram relatadas comorbidades e fatores de risco por 360 pacientes, como Hipertensão (167), Diabetes e Hipertensão (25), Diabetes (60), Obesidade (59), Doença Hepática (7), Doença Pulmonar (40), Doença Neurológica (5), Neoplasia (9), Doença Reumática (6) e Doença Renal (7). Outros 741 negaram ter alguma comorbidade.
Quanto à manifestação dos sintomas, 1.015 apresentaram sintomas leves de Síndrome Gripal e 86 tiveram Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e precisaram ser internados para realizar tratamento. Destes, 902 já se recuperaram da infecção, 177 ainda apresentam sintomas e seguem em tratamento (17 internados e 160 em tratamento domiciliar).
22 pessoas, moradores do município, faleceram por agravamento dos sintomas, sendo 15 do sexo masculino e sete do sexo feminino. 21 pacientes evoluíram para óbito em unidade hospitalar e um em domicílio. 17 deles possuíam mais de 60 anos, três tinham entre 40 a 49 anos, um entre 20 a 39 e mais um entre 0 e 5 anos.
Desses pacientes, 18 possuíam alguma doença preexistente e fatores de risco como Doença cardíaca/Hipertensão (11), Diabetes (11), Obesidade (3), Doença Hepática (1), Doença Pulmonar (1), Doença Neurológica (1), Doença Renal (1), Gestação de alto risco (1), Prematuridade extrema (1) e Tabagismo (1). Outros quatro pacientes que foram a óbito não possuíam doenças preexistentes.

Entre os 1.101 pacientes que testaram positivo pra Covid-19, 11 deles residem na zona rural no município: Capinal (2), Iguá (2), São João da Vitória (1), Periperi (1), Povoado da Estiva (1), Povoado Olho d’Água dos Monteiros (1), Vereda Grande (2), Santa Marta (1) e Assentamento Casulo (1).
FONTE: Site oficial PMVC.
Foi registrado na manhã deste sábado um acidente na Serra do Marçal em Vitória da Conquista. Uma moto teria colidido com um ciclista identificado como Roque Hine, conhecido como Roquinho, diretor da Associação Itambé Bike Club (IBC). Segundo as informações, Roque estava pedalando, quando foi surpreendido por um Motociclista que acabou colidindo com o ciclista.
A equipe do SAMU foi acionada, onde prestou os primeiros socorros e encaminhou a vítima até o Hospital Geral de Vitória da Conquista.