A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista (PMVC), por meio do Decreto nº 19.562, de 10 de junho de 2019, comunica que ficam estabelecidos como pontos facultativos os dias 20 e 21 de junho de 2019, referente às comemorações do Dia de Corpus Christi, para os servidores da Administração Pública Municipal direta e indireta do Poder Executivo.
O Decreto acrescenta que caberá aos dirigentes dos órgãos e entidades a preservação e o funcionamento dos serviços essenciais afetos às respectivas áreas de competência.
Funcionários de Supermercados de Vitória da Conquista terão descanso no Feriado de São João. O Sindicato não autorizou a abertura destes estabelecimentos na cidade no dia 24 de junho de 2019.
O Supermercado que descumprir será multado com valores entre 5 e 30 mil reais, conforme o Parágrafo 3° do Termo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho, assinada pelo Sindicato dos Comerciários e Sindicato dos Supermercados e Atacados de Auto Serviço do Estado da Bahia – Sindsuper.
O Sindicato dos Comerciários estará fiscalizando neste dia todos os estabelecimentos que estiverem em descumprimento da Convenção Coletiva 2019/Aditivo.
Nesta quinta-feira, 13, às 19:00, a Câmara de Vereadores promove audiência pública onde serão discutidas a criação de novas varas para o poder judiciário no município de Vitória da Conquista. O evento é de iniciativa do vereador Edivaldo Ferreira Júnior (MDB).
Em várias oportunidades, o parlamentar tem falado sobre a necessidade da instalação de novas varas em Vitória da Conquista, já que na cidade, o número atual ainda está abaixo do previsto pela Lei de Organização Judiciária, vigente desde 2007 no estado da Bahia.
O evento está aberto a toda a população conquistense e figuras do direito local estarão discutindo as implicações do cumprimento das metas dessa lei no município. A Câmara de Vereadores está localizada na Rua Coronel Gugé, 150, Centro.

O deputado Júnior Muniz (PP) apresentou à Secretaria Geral da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) o Projeto de Lei (PL) número 23.339/2019 que propõe novos procedimentos e requisitos para emissão de carteira de identidade, documento conhecido como RG. Pela proposta, o Instituto de Identificação Pedro Mello, responsável pela confecção do documento, deverá fazer constar no RG os seguintes dados: certidão de nascimento; certidão de casamento; e ato de naturalização publicado no Diário Oficial da União, quando for o caso. Se solicitado pelo cidadão, o instituto também deverá acrescentar informações como: número do PIS/PASEP, Cadastro de Pessoa Física (CPF), Carteira de Trabalho e Previdência Social, título de eleitor, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), certificado militar, tipo sanguíneo e o fator RH, além do nome social.
Se o projeto for aprovado, o Instituto Pedro Mello será obrigado a adotar os padrões previstos na matéria a partir de março de 2020. Ainda na hipótese de a matéria se tornar lei, o Poder Executivo deverá regulamentar a medida no prazo de 180 dias, contados da data de sua publicação. “As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias do orçamento vigente, as quais poderão ser suplementadas, se necessário”, aponta um trecho do projeto de Júnior Muniz.
No Universo Diverso desta terça-feira (11), a jornalista Luciana Nery inicia a celebração do Dia dos Namorados pautando a questão dos relacionamentos amorosos. Ela conversou sobre o assunto com a psicóloga Marcela Aguiar, que é terapeuta familiar e de casal com formação em abordagem sistêmica.
Sobre a fugacidade das relações amorosas contemporâneas, Marcela Aguiar respondeu se valendo do conceito de hipermodernidade, caro ao filósofo francês Gilles Lipovetsky. Segundo ela, na atualidade, há uma busca desenfreada pela felicidade extrema. “Tudo é muito, tudo é demais”, afirma, acrescentando que falta paciência aos casais para “viver aos poucos” o relacionamento.
“Relacionar implica em construir algo a dois”, ensina a psicóloga, lembrando que “quando se cai numa relação nova é preciso realinhar o olhar, para construir junto”. Ainda segundo ela, com o advento das redes sociais, ampliou-se o olhar sobre uma expectativa de valorização do que há de melhor nas pessoas, mas que é preciso exercitar a tolerância e fugir à ideia da busca de alguém perfeito”.
No próximo dia 14 de junho, a partir das 20 horas, vamos ter uma noite cultural com o lançamento do livro “ANDANÇAS”, a mais nova obra do jornalista e escritor Jeremias Macário que dessa vez mistura ficção com realidade, ao contrário do “Conquista Cassada” que foi um trabalho de pesquisa sobre a ditadura civil-militar em Vitória da Conquista, na Bahia e no Brasil e vai estar lá no evento.
Na ocasião, vai ocorrer também o lançamento do nosso “CD Sarau A Estrada” com cantorias de artistas da música, causos e declamações de poemas. Para completar, a artista plástica Elizabeth David vai abrilhantar mais ainda a noite com uma exposição de seus belos quadros. Portanto, vai ser uma noitada cultural com a apresentação de várias linguagens artísticas, na Casa Regis Pacheco, na Praça Tancredo Neves.
“Andanças”
Contos, causos, histórias e versos, “Andanças” é um livro que mistura ficção com realidade, ou, como queira, um fantástico realístico, mas que também contém pesquisas em temas específicos, romanceados e curiosos sobre a ditadura civil-militar de 1964, e na viagem título “Pelas Brenhas do Mundo” de um anônimo andarilho mochileiro das décadas de 60 e 70, os anos livres e revolucionários que mudaram hábitos, costumes e conceitos ultrapassados.
Sem a preocupação com estilo ou escola literária, o livro “Andanças”, de 368 páginas, formato de 16 cm por 23,5 cm, capa em quatro cores, ilustrações no miolo e arte final de Beto Veroneze, pode ser lido de trás pra frente, de qualquer ponto, sem sequência linear. Tem também poemas, muitos dos quais já foram musicados por artistas locais, como Walter Lajes, Papalo Monteiro e Dorinho Chaves.
A obra do autor, que já escreveu “Terra Rasgada”, “A Imprensa e o Coronelismo no Sudoeste” e “Uma Conquista Cassada – Cerco e Fuzil na Cidade do Frio”, retrata cenas do Nordeste, do homem do campo, do retirante da seca, da coivara, do jeito matuto catingueiro; e fala de amor, ódio, raiva, tempo, saudade, mulheres, erotismo, vida e morte.
Sobrou ainda espaço para a cultura da corrupção, da gatunagem e do levar vantagem em tudo. Nos versos rolam a imaginação, o fingimento, o olho visível no invisível e o foco no real e no irreal.
Trata-se de uma publicação colaborativa (muitos amigos assinaram o “Livro de Ouro”, numa espécie de pré-venda), onde o leitor vai curtir e viajar na imaginação, sem regras. A obra nasceu da veia jornalística do autor e tem o tempero realístico e sentimental. De um modo sutil, é também um autorretrato da sua vida em alguns contos e causos.
Entre outros lançamentos, trabalhos, artigos, crônicas e comentários, “Andanças” é mais uma publicação que demandou dedicação e sacrifício, mas também contou com a ajuda de muitos amigos que alavancaram o trabalho literário.
“Conquista Cassada”
Sobre “Uma Conquista Cassada”, de 460 páginas, o livro fala da ditadura civil-militar (1964-1985) em Vitória da Conquista dentro do contexto nacional do que foi o regime na Bahia e no Brasil com todas suas cenas de prisões, torturas, horrores, mortes e desaparecidos políticos, vítimas da brutalidade de uma época que não pode mais acontecer em nosso país.
O trabalho, que também estará presente no lançamento de “Andanças”, para possível aquisição do leitor, foi lançada há cinco anos pela editora da Assembleia Legislativa da Bahia, com apoio do deputado estadual Jean Fabrício. A pesquisa é de fundamental importância histórica para jovens estudantes, professores, interessados e estudiosos do assunto, para que tomem consciência dos fatos que ocorreram no período tenebroso onde a liberdade foi substituída pela repressão.
Conheça de perto como se deu a ditadura em Vitória da Conquista com relatos inéditos que nenhum outro livro já contou. Na verdade, “Uma Conquista Cassada” são seis livros em um que também faz tributo à década de 60 quando o novo tomou o lugar do velho com novas ideias que revolucionaram o mundo.
O deputado federal Waldenor Pereira conversou com a reportagem do Redação Brasil pouco antes de embarcar para Brasília e falou sobre os escândalos envolvendo o ministro da Justiça Sérgio Moro e o procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol. Ambos tiveram diálogos mantidos no aplicativo Telegram revelados pelo site Intercept Brasil. As mensagens revelam que houve uma articulação entre as duas instituições para condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Confirmou-se que Lula foi vítima de uma perseguição implacável. A vida dele foi devassada em cinco anos de Operação Lava Jato. Mais de dois mil processos instalados, mais de 500 buscas e apreensões e mais de 350 delações premiadas e não conseguiram constituir nenhuma prova contra Lula. O site mostra a formação de um conluio para impedir que Lula se candidatasse a presidente da República. É isso que revelam os diálogos entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol: o mais grave ataque à democracia brasileira. As provas são incontestáveis”, afirma Waldenor Pereira.
Confira a entrevista ao Redação Brasil
Em reunião em Salvador, o Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Relações Institucionais e da Secretaria da Educação do Estado, assinou com representantes da ALBA e do Fórum das Associação dos Docentes das Universidades Estaduais (Fórum das AD’s – UNEB, UEFS e UESB), termo de compromisso objetivando o fim da greve nas universidades estaduais. O encontro ocorreu ontem.
Sem aumento salarial
No pacto firmado no acordo não se falou em aumento salarial em sintonia com declarações do secretário da Fazenda, Manoel Vitória e do governador Rui Costa (PT), que atestaram que o Governo não tem como aumentar salários dos servidores.
Ficou acordado que o Governo do Estado da Bahia, após o fim da greve, enviará Projeto de Lei para a ALBA com proposta de reestruturação do quadro de vagas da carreira de professor, permitindo até 900 promoções. Também serão garantidos recursos da ordem de R$ 36 milhões para que as quatro universidades apliquem em Investimentos.
Salários
O pagamento dos salários serão efetivados mediante reposição das aulas, devendo o plano de reposição ser submetido a Reitoria da Instituição de Ensino e à Secretaria da Administração do Estado (SAEB). Na proposta se a greve acabar até dia 14 de junho, o Estado garantirá o pagamento integral do salário do mês de junho/2019 e mediante execução do plano de reposição das aulas, será pago o mês de maio junto com o mês de julho, e, em sequência, os dias de greve do mês de abril serão pagos no mês de agosto mediante execução do plano de reposição de aulas.
Foto: Divulgação/Secom/Gov
Entrevista com Dep. Waldenor Pereira
Entrevista com Jeremias Macário – Lançamento livro Andanças
Gordo Repórter – Polícia e Cotidiano
Igor Novaes – Esporte
Luciana Nery – Universo Diverso
Mateus Araújo – Produção audiovisual