A política de atração de investimentos para o interior da Bahia ganhou um aliado nesta quarta-feira (15), durante reunião com representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), a Associação das Indústrias de Vitória da Conquista (AINVIC) e outros órgãos, como Coelba, Viabahia, SSP, Seinfra e Sefaz. A ideia da “força tarefa” é deixar o distrito mais atrativo, rentável e aumentar a oferta de emprego na região.
“Temos uma parceria muita boa com a Ainvic e a intenção do governo é dar celeridade à resolução das demandas das indústrias de Vitória da Conquista. Colocamos todos os órgãos à mesa e dialogamos para encontrar a melhor maneira de atender solucionar os problemas e alavancar o desenvolvimento do interior. Este é um modelo que deveremos adotar com os demais distritos industriais, em todo o estado”, afirmou Luiz Gugé, secretário em exercício e chefe de Gabinete da SDE.
A AINVIC assumiu a gestão do distrito industrial de Conquista em 2017, após assinatura de Acordo de Cooperação com a extinta Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (SUDIC), e desde então tem planejando um pacote de investimentos para alavancar a atividade industrial do local.
Fonte: ASCOM/SDE
Em janeiro/19 tivemos um encontro com o Presidente da Bahiagás em Vitória da Conquista, a sociedade ansia por essa fonte energética. Em abril a Bahiagás licitou a empresa pra fazer o estudo de viabilidade de potencialidades na Bahia.
Dia 23/05/19 11:00 da manhã na Praça Tancredo Neves (Centro de Convivência do Idoso) haverá assinatura do protocolo Prefeitura Municipal e Bahiagás. Dessa cooperação técnica poderemos ser a primeira cidade a ser contemplado com estudo. Se a classe política, autoridade, entidades de classe, imprensa e sociedade engajarem no mesmo propósito, teremos Gás Natural em nossa cidade o mais breve possível.
É mais gás no desenvolvimento
O empresário, Zé Maria Caires, participou do Redação Brasil desta quinta-feira (16) e deu essa boa notícia para Vitória da Conquista.
Confira o bate papo sobre a vinda da Bahia Gás
O jornalista Daniel Silva apresentou duas pautas em sua participação no Redação Brasil na edição desta quinta-feira (16). No primeiro momento, tratou sobre os números de abuso sexual contra crianças e adolescentes na Bahia. Segundo o Ministério Público Estadual, de janeiro a abril de 2019 foram registrados no estado 1.241 casos de estupro de vulnerável.
A segunda pauta tratou sobre as denúncias que estão sendo feitas contra o médico ginecologista de Vitória da Conquista. Um grupo de mulheres acusam o médico de assédio sexual durante consulta. O tema é polêmico e ganhou repercussão nacional.
Confira o debate do jornalista Daniel Silva com os âncoras do Redação Brasil
Materia: Zé Maria Caires – Presidente da Bahia Gás estará em Conquista
Gordo Repórter – Polícia e Cotidiano
Daniel Silva – Sudoeste Vivo
Gerson Gonzaga – Cotidiano
Igor Novaes – Esporte
Mateus Araújo – Produção audiovisual
A oftalmopediatria é uma subespecialidade médica que investiga e trata as doenças e problemas da visão em crianças e adolescentes. Para se tornar um oftalmopediatra, o médico precisa fazer a residência em Oftalmologia, que dura três anos. Depois da obtenção do título, são mais dois anos de dedicação na assistência da saúde ocular infantil para se tornar um oftalmopediatra.
O oftalmopediatra atua em todas as fases da infância. Ao nascerem, todos os bebês devem ser submetidos ao “Teste do Olhinho”, que detecta precocemente alterações visuais, como catarata e glaucoma congênitos, entre outros problemas que quando diagnosticados no nascimento podem ser tratados a tempo, permitindo que a visão se desenvolva normalmente ou muito próxima do normal.
Tablets e celulares podem prejudicar a visão das crianças. Como controlar o uso para não agravar a situação? Entrevista com a Dra. Lais Sousa Porto, Especialista em Oftalmopediatria.
O vereador Cori, membro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis em Vitória da Conquista, concedeu uma entrevista para a MEGA contando sobre os próximos passos da CPI que visa investigar o preço dos combustíveis no município.
A CPI dos Postos de Combustíveis se juntará à CPI do Gás de Cozinha, que já foi iniciada e tem como presidente o vereador Professor Cori como presidente e o vereador Sidney Oliveira (PRB) como relator. Os membros são os vereadores Cícero Custódio (PSL), Rodrigo Moreira (PP) e Hermínio Oliveira (PPS) como membros.
Cori afirmou que já foi estabelecida uma linha de trabalho para as investigações no município e considera que os atuais valores na venda da gasolina são elevados.
“O preço dos combustíveis em Vitória da Conquista é exorbitante ou por mais elevado e queremos entender isso. Então dessa forma discutir o preço praticado na refinaria e o que ocorre no transporte, na venda final que são nos postos e porque dessa diferenciação para mais quando se trata do município” disse ele.
Diversos postos da região estão sendo mapeados para que dados sejam apresentados de forma documentada. Tal ação apontará os mecanismos que definem a planilha de preço e o custo posto-funcionário para que seja identificado a causa desses valores.
Cartel em Conquista
Cori aponta que o possível cartel no município “não é algo simples de ser comprovado”. Para o vereador é necessária “uma linha de provas, muito robusta”.
Após a fiscalização, investigação e o recolhimento dos dados, a câmara diante dos resultados obtido pode enviar tais dados para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade),orgão responsável por destacar se existe ou não um cartel na cidade.
Fonte> Mega Rádio VCA
Em sintonia com um movimento nacional, diversas pessoas, representantes de sindicatos, professores, estudantes e comunidade em geral ocuparam a Praça Nove de Novembro, em Conquista, na manhã de hoje (quarta-feira).

Os manifestantes são contra o corte de 30% na educação, dentre outras medidas ocupadas pelo presidente Jair Bolsonaro.

Com cartazes, palavras de ordem e muito protesto, os manifestantes prometem realizar atividades durante todo o dia chamando a atenção da população.

Fonte: Blog do Rodrigo Ferraz
No dia nacional de protestos contra o corte de verba para a educação em todo o país, pais de alunos do Distrito de Iguá, na zona Rual de Vitória da Conquista, também fizeram uma manifestação na manhã desta quarta-feira (15) contra a decisão da Prefeitura de fechar diversas escolas e remanejar alunos para outras, mais distantes de suas casas. Os manifestantes bloquearam a única estrada que dá acesso de Conquista ao povoado com galhos de árvores e chegaram a queimar pneus.
Os pais dos alunos dizem que a Secretaria de Educação irá fechar escolas em Cachoeira dos Porcos, Campo Formoso, Furadinho, Lagoa Formosa, Lagoa Nova, Juazeiro e Rancho Alegre e transferi-los para uma escola em Iguá. “O único patrimônio que a gente tem é a escola, é o único lugar que é de direito de todas as crianças. Meu filho tem 7 anos, eu não vou mandar meu filho para o Iguá, porque além de não ter segurança, estradas ruins, como que eu vou mandar uma criança no meio de adultos de 13, 14 anos, sem um monitor, sendo que eles tem uma escola aqui? Então a gente não aceita”, diz uma mãe de aluno no vídeo que foi divulgado em redes sociais.
Nos vídeos é possível ver que a Polícia Militar foi chamada para debelar a manifestação, mas as mães dos alunos afirmavam que só iriam sair com a presença de representantes de Secretaria de Educação no local. Após o diálogo, a manifestação foi encerrada de forma pacífica e consensual.
Confira os vídeos:
Fonte: Blog do Caique SantosAinda era noite de terca-feira (14) no Brasil quando o governador Rui Costa, anunciou, através das suas redes sociais, que a empresa chinesa CGN Energy International Holdings investirá R$ 1 bilhão em energia solar e eólica na Bahia. A garantia foi dada pelo presidente da companhia, Zeng Qi Bo, durante reunião com o governador na cidade de Shenzen, já manhã de quarta-feira (15) na China. Este é o último dia da missão do Governo do Estado no país asiático.
“Uma notícia maravilhosa. Um investimento de R$ 1 bilhão em energia eólica e energia solar na Bahia, na região de Caetité, Tanque Novo, em Morrinhos e Bom Jesus da Lapa. Estamos voltando hoje para o Brasil ainda mais alegres do que saímos, com tantos investimentos que estamos levando para a Bahia”, disse o governador em vídeo publicado em suas redes sociais. No final de junho, diretores da empresa realizarão uma solenidade na Bahia para detalhar esses investimentos no estado.
O anúncio da CGN acontece após o grupo chinês negociar com a italiana Enel Green Power a compra de duas plantas de energia renovável na Bahia, o parque solar de Bom Jesus da Lapa e o parque eólico em Cristalândia.
Todos os estados e o Distrito Federal registraram, nesta quarta-feira (15), manifestações contra o bloqueio de recursos para a educaçãoanunciado pelo Ministério da Educação (MEC). Pela manhã, houve atos em ao menos 149 cidades. Universidades e escolas também fizeram paralisações após convocação de entidades ligadas a sindicatos, movimentos sociais e estudantis e partidos políticos.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que não gostaria de contingenciar verbas, mas que isso é necessário. Ele também declarou que os manifestantes são “uns idiotas úteis, uns imbecis”.
“A maioria ali é militante. É militante. Não tem nada na cabeça. Se perguntar 7 x 8 não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil”, afirmou Bolsonaro nesta quarta, durante visita ao Texas (EUA).
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Alunos e professores protestam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra os cortes na educação — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
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Protesto fecha portão da USP — Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Na capital paulista, estudantes e professores da Universidade de São Paulo (USP) — que é estadual, mas foi afetada pela suspensão de bolsas de pós-graduação — fecharam uma das entradas da instituição, na Zona Oeste da cidade.
Estudantes secundaristas também faziam manifestação, pouco depois das 7h, pelas ruas de Higienópolis, bairro nobre da região central de São Paulo.
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Protesto no Largo do Rosário, em Campinas, contra bloqueio de verbas da Educação. — Foto: Luciano Calafiori/G1
Em Santos, no litoral, petroleiros também se juntaram ao movimento, que também incluiu a defesa das refinarias e o protesto contra a privatização e a reforma da Previdência. Em Bauru, estudantes e professores protestaram em ato em frente à Câmara Municipal. Estudantes e servidores de Boituva também participaram de ação na Praça da Matriz.
Também no interior, estudantes da USP e da Unesp fizeram atos em Ribeirão Preto e em Jaboticabal, além de Presidente Prudente. Em Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano, no Alto Tietê, professores e estudantes se manifestaram pela manhã. Araraquara, Rio Claro e São Carlos também registram atos de alunos.
No Rio, universidades e escolas suspenderam as atividades para protestar. No início da manhã, não havia movimentação em escolas tradicionais como o Colégio Pedro II. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo) e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro estão entre as que confirmaram paralisação.
Na Região Serrana há manifestações em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo e algumas escolas estão sem aulas.
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Protesto reúne multidão em Salvador — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia
Manifestações também foram realizadas em Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus e Juazeiro do Norte, no interior do estado.
Estudantes, professores e servidores fazem manifestação no Centro de Fortaleza — Foto: Natinho Rodrigues/SVM
Em Fortaleza, um grupo de estudantes de instituições federais do Ceará bloqueou a Avenida da Universidade, no Bairro Benfica. O ato começou por volta das 5h. Por volta de 7h20, os estudantes desbloquearam a via e seguiram para outro protesto no Centro de Fortaleza.
Juazeiro do Norte, Tauá, Crato, Sobral Cedro, Iguatu , Canindé, Crateús, Quixadá e outras cidades do interior do Ceará também tiveram mobilização de estudantes e professores.
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Belo Horizonte (MG) tem protesto contra bloqueios na educação — Foto: Antônio Salaverry/Arquivo pessoal
Escolas municipais e estaduais, além de universidades e instituto federais das regiões da Zona da Mata e Campo das Vertentes também aderiram à paralisação.
Na região de Montes Claros servidores e estudantes aderiram ao movimento. Houve protestos em Almenara, Araçuaí, Janaúba, Porteirinha, Januária, Pirapora, Salinas e Teófilo Otoni.
Em Uberaba, alunos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) fizeram uma passeata. Em Divinópolis, servidores da rede municipal e estadual de ensino paralisaram as atividades.
No leste e no nordeste de Minas Gerais, estudantes e professores realizam um ato em Governador Valadares.
No Sul de Minas, atos ocorreram em Varginha e Poços de Caldas.
Em Aracaju, os manifestantes bloquearam um dos acessos ao campus da Universidade Federal de Sergipe. Estudantes também se concentraram na porta do Instituto Federal de Sergipe (IFS).
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Estudantes bloqueiam portão de entrada da UFT em Palmas — Foto: Yonny Furukawa/TV Anhanguera
No interior do estado, também há manifestações em Gurupi, Araguaína, Dianópolis e Araguatins.
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Protesto contra o bloqueio de verbas na educação e a reforma da Previdência em Caruaru — Foto: Anderson Melo/TV Asa Branca
Em Pernambuco, houve paralisação de professores de universidades federais. Na Zona Oeste do Recife, professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) fizeram atendimento à população gratuitamente, como formar de conscientizar sobre a importância do serviço prestado. Em Caruaru, no Agreste pernambucano, e em Serra Talhada, no Sertão, manifestantes também foram às ruas.
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Protesto contra bloqueio de verbas na Educação ocupa parte da Esplanada dos Ministérios, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução
Na Paraíba, instituições públicas de ensino básico, fundamental, médio e superior suspenderam as atividades. Além da capital, João Pessoa, cidades como Campina Grande, Sousa e Areia tiveram protestos.
No Rio Grande do Sul, escolas e universidades pararam as atividades. Em Porto Alegre, a Polícia Militar usou gás lacrimogênio e bombas de efeito moral para dispersar manifestantes na frente da UFRGS. Um grupo havia bloqueado a rua do local.
Na região de Santa Maria, ao menos 50 escolas municipais e estaduais amanheceram sem aulas. Estudantes da Universidade Federal de Santa Maria bloquearam uma via da cidade. Também há protestos e paralisações em Rio Grande, Caxias do Sul, Panambi e Cruz Alta.
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Manifestantes realizam ato contra bloqueio de verbas na educação na UFMA em São Luís — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante
Em São Luís, manifestantes bloquearam a Avenida dos Portugueses. A presidente da Associação dos Professores da Ufma, Sirliane Paiva, afirmou que o corte invibializa o progresso do ensino público.
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Concentração do protesto na Educação no Cepa, em Maceió — Foto: Michelle Farias/G1
Escolas estaduais do Rio Grande do Norte suspenderam as aulas como forma de adesão ao protesto nacional.
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Manifestação contra bloqueios na educação ocupou a Rua Areolino de Abreu, no Centro de Teresina — Foto: Murilo Lucena/ G1 PI
Em Teresina, estudantes universitários e secundaristas ocuparam a Praça Rio Branco, no Centro, e seguiram até o prédio da prefeitura.
No interior do estado foram realizados protestos em Parnaíba, Cocal e Angical do Piauí.
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Goiás tem protestos contra bloqueios na educação — Foto: Izadora Resende/TV Anhanguera
Em Goiás, escolas e universidades suspenderam as aulas por conta dos atos. Além da capital, Goiânia, cidades como Jataí e Catalão também tiveram protestos.
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Manifestação UFPR — Foto: Reprodução / RPC
Em Curitiba, manifestantes se reuniram em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na praça Santos Andrade. Também há protestos em Maringá e Ponta Grossa.
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Estudantes, professores e servidores participaram de um café da manhã no IFSC de Florianópolis — Foto: Júlio Ettore/NSC TV
Em Santa Catarina, houve manifestações de professores e estudantes em cidades como Florianópolis e Itajaí. Foram registrados atos em Florianópolis, Itajaí e Blumenau, no Vale; São Francisco do Sul e Camboriú, no Litoral Norte catarinense; Lages, na Serra; Joinville, no Norte; e Concórdia e Chapecó, no Oeste.
Em Manaus, servidores e alunos da Universidade Federal do Amazonas fizeram ato na Avenida Rodrigo Otávio, Zona Sul da cidade. Duas faixas da via foram bloqueadas pelos manifestantes.
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Estudantes e servidores da Ufac fecham universidade e protestam contra bloqueio de verbas — Foto: Luízio Oliveira/Rede Amazônica
Na capital, centrais sindicais fecharam, pela manhã, a avenida Brasil, uma das principais do município. O movimento conta com ao menos 1,2 mil pessoas, segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), organizadora do ato.
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Manifestação na UFMS, em Campo Grande — Foto: Dyego Queiroz/TV Morena
Escolas municipais e estaduais, além de instituições federais em Mato Grosso do Sul aderiram à greve de um dia contra os bloqueios na educação nas cidades de Campo Grande, Ponta Porã e Dourados. Há manifestações em câmpus de vários municípios de pelo menos duas instituições federais: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Instituto Federal de Mato Grosso do Sul.
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Ato bloqueia entrada do Campus Paricarana da UFRR, em Boa Vista — Foto: Arquivo pessoal
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Manifestantes nas ruas de Belém — Foto: Kleyton Silva/ Ascom Sindtifes
No Pará, as universidades federais paralisaram as atividades. Segundo sindicato, em Belém, mais de 10 mil trabalhadores técnicos, estudantes e professores da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e Instituto Federal do Pará (IFPA) ficaram concentrados em frente ao prédio do Instituto de Ciências das Artes (ICA). Também houve atos em cidades como Marabá e Santarém.
Instituições federais, estaduais e municipais de educação em Mato Grosso também aderiram à mobilização nacional.
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Protesto em Vitória — Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta
Estudantes e professores do Instituto Federal de Rondônia (Ifro)fizeram um manifesto no campus do Ifro de Guajará-Mirim (RO), na fronteira com a Bolívia. Os alunos e servidores se reuniram no Ifro e logo depois caminharam até a rotatória principal da cidade.
Em Porto Velho, estudantes da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) protestaram no centro da cidade.
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Estudantes, professores e servidores se reuniram na entrada da Unifap, em Macapá — Foto: Carlos Alberto Jr/G1
Estudantes, professores e servidores protestaram no campus Macapá da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Com faixas, cartazes e caixas de som, o grupo fechou a entrada da universidade, localizada na Zona Sul da capital.
Fonte: Globo.com