Karoline Calheiros, namorada do cantor Gabriel Diniz, que morreu após a queda do monomotor na segunda-feira (27), se emocionou no velório do artista, realizado nesta terça-feira (28) no ginásio poliesportivo Ronaldo Cunha Lima, em João Pessoa, na Paraíba.
Os familiares ainda estão em choque com a tragédia. Francisco, pai de Gabriel, revelou que sua mulher, Ana Maria, em especial, está muito abalada. “Ela não está conseguindo ficar no velório”, disse.
O acidente aconteceu enquanto Gabriel se deslocava para visitar a namorada, Karoline Calheiros, em Alagoas. Karoline é psicóloga e influenciadora digital, com aproximadamente 70 mil seguidores. Apesar de manter público o relacionamento com o cantor, era discreta e evitava postar tantos cliques ao lado dele.
CARREIRA EM ASCENSÃO
Nascido em Campo Grande, no Mato Grosso, e criado João Pessoa, na Paraíba, ficou conhecido do público com Jenifer, o single lançado no final de 2018 e que virou o hit do último verão. Gabriel sempre foi apaixonado por música e já na adolescência participava de bandas de garagem na capital paraibana. Ele chegou a cursar engenharia elétrica, abandonando a faculdade pelos palcos quando veio a proposta para assumira os vocais da Capim com Mel, banda de forró de Recife (PE). O cantor também passou pelos grupos Forró na Farra e Cavaleiros do Forró, até criar sua própria banda, a Gabriel Diniz e Forró na Farra.
Referência no forró e “forrónejo”, um mix do estilo com o sertanejo, ele lançou seis álbuns GD at the Park (Ao Vivo), GD Live (Ao Vivo), GD Verão, GD, Gabriel Diniz Na Ilha (Ao Vivo) e À Vontade, com sucesso, mas o sucesso veio mesmo com “Jenifer”. A divertida canção bateu recordes e ficou em 1° em rádios e serviços de streaming. Em entrevista ao programa The Noite, o músico cantou que o sucesso quase foi gravado por Gusttavo Lima. Na atração, ele afirmou ainda que era mais que um homem de um hit só e que o novo álbum, À Vontade, iria mostrar que tinha carreira após “Jenifer’. “Cantar está em mim. Levar alegria é minha missão de vida. Não sou um artista de uma música só”, disse ele.
A boa fase na carreira já tinha rendido parcerias com nomes como Wesley Safadão, Léo Santana, duplas Maiara e Maraísa e Luiza e Maurílio – com outra dupla, Jorge e Mateus, ele fez o hit Paraquedas.
No começo do mês passado, ele recebeu o título de Cidadão Paraibano, na Assembleia Legislativa da Paraíba. “Estou imensamente feliz com esse título. É uma honra ser nomeado cidadão paraibano. Agradeço a toda Assembleia por essa linda homenagem”, disse Gabriel na ocasião.
Karoline Calheiros, namorada de Gabriel Diniz (Foto: Felipe Souto Maior)
Fonte: Revista Quem
A Assembleia Legislativa da Bahia realizou nesta segunda-feira (28) uma sessão especial para debater os preços abusivos das passagens aéreas no Brasil – além dos outros diversos problemas vividos pelos passageiros. Os argumentos dos dirigentes de revendedores de combustível e de companhias de aviação não foram suficientes para convencer os parlamentares, muito menos os representantes de entidades de defesa do consumidor.
As empresas aéreas foram condenadas pela ganância, pois estão impondo pesados custos não só aos passageiros, mas a todo o trade turístico, que possui enorme capilaridade e emprega milhares de pessoas em segmentos como hotéis, pousadas, restaurantes, bares, empresas de turismo, de aluguel de veículos, venda de lembranças e uma infinidade de setores.
Só no aeroporto de Salvador, frisou o deputado Nelson Leal – autor da convocação da sessão especial – pode perder um milhão de passageiros frente aos oito milhões registrados no ano passado. “Fica impraticável sair de Salvador para ir para qualquer lugar. Semana passada, uma passagem para Brasília foi tirada por R$ 3,2 mil, ida e volta, mas tem trechos que só a ida ou a vinda, daqui para São Paulo e Rio de Janeiro, chega a R$ 2 mil. Em abril, a ida para Brasília, só a ida, foi R$ 1,2 mil. A ida de São Paulo para Fortaleza é a mesma de São Paulo para Buenos Aires, por exemplo. Só que o primeiro trajeto tem passagem mais de mil reais mais cara do que a segunda. Tem alguma coisa de errada”, criticou.
No Universo Diverso desta terça-feira (28), a jornalista Luciana Nery conversou com a professora Cleide Lima, coordenadora local da Associação Baiana Sobre Pesquisa e Adoção. “Adotar uma criança é uma coisa séria, pois deve ajudar a criança e não a si mesmo”, adverte a pesquisadora. Segundo ela, assim como a gestão normal, é preciso ter uma série de cuidados, “uma espécie de pré-natal”, até habilitar-se a ser adotante.
Cleide Lima informa que a pessoa interessada em adotar deve ser maior de idade e formalizar o interesse à Justiça, na Vara da Infância e Juventude. Algumas dessas varas oferecem curso preparatório. Existe todo um itinerário burocrático a ser percorrido, como demonstração de renda mínima, de residência, entre outros. Após análise, será expedido parecer técnico da área de assistência social da Vara para habilitar a pessoa a entrar no cadastro nacional de adoção.
Confira o episódio 1Entrevistas: Vereador Valdemir Dias – Audiência Pública sobre fechamento de escolas na zona rural
Gordo Repórter – Polícia e Cotidiano
Gerson Gonzaga – Cotidiano
Daniel Morais – Giro Brocado
Igor Novaes – Esporte
Daniel Silva – Sudoeste Vivo
Luciana Nery – Universo Diverso
Mateus Araújo – Produção audiovisual
O vereador Valdemir Dias, do PT, foi entrevistado pelo repórter Ricardo Gordo e reclamou do fechamento de escolas na zona rural de Vitória da Conquista pela Secretaria de Educação. Segundo o parlamentar – que preside uma audiência pública logo mais às 9hs na Câmara de Vereadores, o governo procedeu ao fechamento das unidades escolares “sem nenhum critério”.
Afirmou que “a Câmara não ficar omissa” porque a lei determina que é necessária a aquiescência da comunidade para casos como este. “A população não está aceitando e os critérios que estão sendo utilizados, especialmente a região do Iguá, que são sete povoados”, afirmou o vereador, segundo quem foram convidadas instituições como Ministério Público, Defensoria Pública e a própria Prefeitura para a audiência.
Será realizada nesta terça-feira (28), às 9h, a inauguração da nova sede da Secretaria Municipal de Trabalho, Renda e Desenvolvimento Econômico (Semtre). O espaço, moderno, acessível e planejado, conta com auditório, salas de consultoria, além de outros ambientes apropriados para atendimento e capacitações de empreendedores, trabalhadores e empresários.
Segundo o secretário municipal de Trabalho, Renda e Desenvolvimento Econômico, Cláudio Cardoso, a nova sede permitirá maior ênfase em ações e projetos estratégicos voltados para o fortalecimento das atividades empresariais, visando a geração de emprego e renda e a melhoria do ambiente de negócios no município. “É importante que os entraves burocráticos sejam superados e a cidade se torne muito mais atrativa para quem quer empreender” completou.
O Mercado Municipal do Bairro Brasil, onde a Semtre funciona atualmente, passa a sediar a Coordenação de Economia Solidária, que oferece ao público diversas atividades, entre elas cursos para artesãos e oficinas de corte e costura. O Conselho Municipal de Economia Solidária e as 14 associações que são atendidas pela Semtre também terão suas instalações físicas no local.
A nova sede da Semtre está localizada na Avenida Góes Calmon, nº 118, 2º andar, Centro Empresarial Reis & Meira, Centro.
Produtores quebrados, fazendas abandonadas e empobrecimento generalizado: este é o cenário sombrio que prevê o presidente da Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense (Coopmac), Jaimilton Gusmão, caso o café produzido no Planalto da Conquista continue sendo vendido abaixo do preço de custo. O fenômeno é derivado da política de algumas multinacionais de estocagem em grande escala do produto no mundo inteiro, por mera especulação.
“É preciso política para virar esse jogo. Criar leis para não ficar disseminando a pobreza. Vender um produto abaixo do que custou gera empobrecimento e pode deixar produtores quebrados e fazendas abandonadas”, alerta Jaimilton Gusmão, segundo quem “os preços estão aviltados, e estamos com os armazéns lotados em todas as cooperativas”, explica o presidente da Coopmac.
A safra média do Planalto da Conquista é de cerca de 800 mil sacas de café. Somente em 2018, um milhão de sacas foram colhidas. Para enfrentar o problema da superprodução, a Coopmac iniciou a construção de um novo galpão, com capacidade de armazenamento para 200 mil sacas. Isto porque a nova safra está chegando e a anterior ainda não foi totalmente escoada.
“O aumento do consumo do café do Brasil é o maior do mundo. Nosso consumo per capita ainda é muito baixo: o brasileiro consome cerca de seis quilos de café por mês, mas o potencial é chegar até 10. A cafeicultura passa por um processo de aumento de produção. A gente não consegue acompanhar o aumento do consumo, e o café hoje está sendo incentivado a ser produzido em muitos outros países. Mas o Brasil é protagonista, produz mais de um terço do café consumido no mundo e deve tornar-se o maior consumidor de café ano que vem”.
O cantor Gabriel Diniz é uma das quatro vítimas da queda do avião bimotor que caiu no início da tarde desta segunda-feira, 27, na região do Porto do Mato, Estância. Na noite do domingo, 26, ele havia feito um show em Feira de Santana na Bahia.

A informação foi confirmada pelo comandante do 6º Batalhão, tenente coronel Kleberton Pinheiro. Perto do local do acidente também foi encontrado o passaporte do artista.

A aeronave em que o cantor estava desapareceu da frequência dos rádios e o Grupamento Tático Aéreo de Sergipe foi acionado pelo Espaço Aéreo de Recife para averiguar o local.

Com informações da Mega Rádio VCA
O Redação Brasil desta segunda-feira (27) entrevistou o presidente da Cooperativa Mista Agropecuária (Coopmac), Jaimilton Gusmão, que anunciou em primeira mão aos jornalistas Deusdete Dias e Maciel Júnior e a realização, em julho, do I Coopera Sudoeste, encontro estadual de cooperativas. A data já foi confirmada, resta apenas ajustar o formato do evento, que será discutido nesta terça-feira (28) com a direção do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia – OCEB.
Segundo Jaimilton Gusmão, serão debatidos todos os segmentos de cooperativa – crédito, saúde, educação, transporte, trabalho, agropecuário – durante a atividade que será promovida pelas 40 principais cooperativas do Sudoeste da Bahia. “Serão dois dias de debate com palestrantes de alto gabarito sobre os principais problemas que nos afligem. A data já está confirmada, só falta definir o formato”, diz. A OCEB, entidade da qual Jaimilton Gusmão é membro, representa as cooperativas baianas perante o poder público e a sociedade civil.
Confira o bate-papo com Jaimiltinho Gusmão sobre semana do café e I Coopera Sudoeste
A segunda versão do decreto sobre armas de fogo editado pelo presidente Jair Bolsonaro não convenceu alguns senadores, que insistem na inconstitucionalidade da norma. Parlamentares do PT, da Rede e do Cidadania apresentaram projetos de decreto legislativo para derrubar as novas regras. Duas proposições estão na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguardam a designação de relatores.
Uma das propostas, o PDL 286/2019, é assinada pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Fabiano Contarato (Rede-ES). Eles argumentam novamente que o Estatuto do Desarmamento só pode ser alterado por meio de lei e acrescentam que as alterações feitas pelo Executivo na segunda versão da norma não repararam os vícios existentes.
“O instrumento utilizado é uma maneira rasteira de driblar o Estatuto do Desarmamento. O Congresso é o local adequado para se realizar qualquer alteração no que diz respeito ao porte e posse de armas, uma vez que está havendo criação de direitos. Tal medida burla claramente os princípios da reserva legal e da separação dos Poderes […] Não se pode deixar o Poder Executivo alterar uma política pública devidamente aprovada pelo Legislativo, instância adequada para o debate”, justificam os parlamentares no texto.
Na mesma linha, o PDL 287/2019 foi apresentado por sete senadores do PT. Segundo eles, a tentativa do presidente de minimizar impactos negativos do primeiro decreto “não afastam a responsabilidade do Legislativo em proteger suas prerrogativas e extirpar do ordenamento jurídico esta verdadeira desregulamentação do Estatuto do Desarmamento”.
Os oposicionistas também alegam que não houve qualquer estudo de impacto da medida para o sistema de saúde pública e apostam em um reflexo negativo para o setor:
“O decreto impactará no aumento da demanda para o sistema público de saúde, sobre seus setores de urgência e emergência, filas de cirurgias ortopédicas e serviços de reabilitação. O quadro se torna ainda mais grave com o congelamento de investimentos nos recursos federais. Ou seja: teremos uma combinação de aumento da demanda com restrição da oferta com evidente prejuízo para toda população”, afirmam.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) é outra que não concorda com a medida do presidente Jair Bolsonaro. Ela também apresentou um projeto — que ainda não recebeu numeração — para derrubar as novas regras. Para a representante do Maranhão, persistem os vícios materiais e formais.
“As ilegalidades permanecem, uma vez que a norma editada exorbita e colide com dispositivos já em vigor no Estatuto do Desarmamento”, alega a senadora na proposta.
Os senadores Fabiano Contarato e Randolfe Rodrigues encomendaram um estudo da Consultoria Legislativa do Senado sobre o assunto. A nota informativa, produzida com urgência pelos técnicos e entregue aos dois gabinetes, elenca artigos considerados material e formalmente inconstitucionais.
“No nosso entendimento, tanto o decreto antigo como atual, extrapolam a regulamentação do Estatuto do Desarmamento, uma vez que criam direito e obrigação não previstos no Estatuto, mesmo que seja para suprir uma lacuna na legislação”, diz a nota.
O segundo decreto sobre armas editado pela Presidência da República foi publicado no Diário Oficial da União da última quarta-feira (22). Entre as alterações em relação à primeira versão, estão a restrição à compra de fuzis e a devolução à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) da responsabilidade de definir regras para o transporte de armas em voos.
Na última reunião da Comissão de Constituição e Justiça, já havia quatro propostas para derrubar o primeiro decreto. No entanto, com a publicação da segunda norma, eles foram retirados de pauta. Na ocasião, a presidente do colegiado, senadora Simone Tebet (MDB-MS), avisou que o tema poderia voltar a ser discutido se novos projetos de decreto legislativo fosse apresentados, o que, de fato, ocorreu.
— Estamos retirando de oficio já dizendo que se forem apresentados novos PDLs, na semana que vem podemos estar não só lendo o relatório e discutindo e, se for o caso, votando os relatórios apresentados — disse Simone.
Fonte: Agência Senado