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A situação do Transporte coletivo de Vitória da Conquista, não está nada boa. Fato é que o momento é critico, isso é verdade e somente a administração municipal pode resolver esse caos que está se instalado no transporte coletivo de Vitória da Conquista. Por mais que o prefeito diz: que está tudo bem, mas não está.

Essa redução da clientela resulta na baixa da receita e consequentemente surge a dificuldade de arcar com os seus compromissos.

A empresa diz que tem mais de 450 vans que ainda não foi regulamentada pela prefeitura municipal de Vitória da Conquista.

Se realmente a Cidade Verde sair de Vitória da Conquista o que a prefeitura vai fazer? Qual o plano B? Qual empresa vai querer entrar na cidade? Já que o transporte clandestino tomou da conta da cidade de Vitória da Conquista.

A viação Cidade Verde disse que fará de tudo para continuar na cidade. Mas não está fácil.

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Por volta das 20h25 de hoje (sábado), após informação da 78ª Companhia Independente de Polícia, sobre um tiroteio no Caminho 11, URBIS V, e de um baleado no local, a guarnição se fez presente no local, constatando o fato. O SAMU encontrava-se sem ambulância disponível, sendo o socorro prestado pela família com escolta policial até o hospital de base onde foi constatado o óbito. Segundo informações o autor encontrava-se de bicicleta

*VÍTIMA*:

Jeferson Miranda Santos, 21 anos.

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Vitória da Conquista registra mais um homicídio, desta vez o fato ocorreu  por volta das 20:30 hrs da noite deste sábado dia 16 de Fevereiro.

As informações obtidas pela nossa equipe de reportagem,é que populares se assustaram com vários disparo de arma de fogo, no caminho 11 no bairro Urbis 5. Um rapaz foi baleado e segundo informações chegou à ser levado para o hospital,mas não resistiu. Com informações do Blog do Léo Santos

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Diretor de primeira viagem espera que as críticas favoráveis ajudem a alavancar o lançamento do filme no país

Wagner Moura tem ouvido os maiores elogios por sua coragem, seu esforço. Um jornalista de Israel chegou a dizer que, se Marighella estivesse na competição para valer, não teria para ninguém. Urso de Ouro! Foi difícil chegar até aqui, mas o aplauso caloroso do público na sessão oficial do filme foi um reconhecimento no Festival de Berlim. Embora sem chance de ser premiado na noite deste sábado – o filme passa fora de concurso -, ele espera que as críticas favoráveis ajudem a alavancar logo o lançamento no Brasil.

Marighella ainda não tem data. As empresas Downtown e Paris Filmes – produtora e distribuidora – acham que o momento não é adequado, mas Wagner e as produtoras Bel Belinky e Andrea Barata Ribeiro, da 02 Filmes, acham que é totalmente adequado.

Ele sabe que vai tomar porrada. “Minha vida ficou complicada. Sofro todo tipo de ataque. Sei que o lançamento não vai ser fácil, vão querer jogar m…, mas é o espelho do Brasil. Não quis fazer um filme de mocinhos e bandidos, good guys vs. bads guys. Mas Marighella sempre me fascinou porque evoca um Brasil resistente, um Brasil que não se sujeita. Sempre gostei de História (a grande). Todas essas revoltas que permeiam a história do Brasil. O País fundamenta-se na desigualdade e existem todas essas histórias de combate, de resistência. No momento em que se fala que não houve ditadura no Brasil, mas um movimento, fiz o filme, conscientemente, para mostrar, sim, que 1964 instalou uma ditadura, e foi brutal.”

Ele sabe que terá muita gente contra, mas espera ter também a favor. Mesmo de uma perspectiva de esquerda, tomando partido, sabe que não fez um filme hagiográfico. Não era a intenção. “Marighella faz coisas que podem ser contestadas, mas me fascinou essa possibilidade de humanizar um personagem que ainda é pouco conhecido dos brasileiros.” Revolucionário, amante, pai – Marighella tem muitas caras no filme de Wagner Moura. É multidimensional. Seu Jorge, que faz o papel, nutriu-se de suas experiências na quebrada de Belfort Roxo, onde se criou, no Rio. Ele não era a primeira opção de Wagner, e assumiu em cima da hora. Teve pouco tempo de preparação – um mês. Ainda bem que conhecia a preparadora de elenco Fátima Toledo, que o submeteu a um duro processo.

Bruno Gagliasso, que faz seu antagonista, o policial Lúcio, inspirado no torturador Fleury, conta de outro ângulo o que foi essa preparação. “Tenho uma filha negra, e por isso mesmo não acreditava que conseguisse fazer. Todas essas coisas horríveis, ofensivas e violentas que digo para Seu Jorge (Marighella). Mas era preciso, e eu fiz com amor. Fátima trabalhou para que a gente compensasse todo esse ódio com muito amor entre nós, da equipe. É um filme importante. Fiz pela minha filha, pelo futuro dela, que espero que seja melhor.” De tão emocionado, Gagliasso chorou na coletiva. E Wagner – “Não preciso defender Marighella porque ele fala por si no filme. Com seu carisma, sua liderança. Mas eu gosto que até o antagonista não seja estereotipado.

Lúcio não é um vendido. Acredita no que faz, e por isso coloquei um ator bonito como o Bruno para fazer o papel. Não é tanto para criar uma cumplicidade, mas para que o público perceba o viés humano.” Ele lamenta que, nessa radicalização que acredita ter tomado conta do Brasil, não encontre pessoas dispostas a conversar. “Democracia pressupõe ouvir o outro, trocar informações. O que eu vejo é muita gente obtusa.”

Sua preocupação foi a de fazer um filme que não fosse unidimensional, mas ele sabe que não adianta. Por experiências anteriores, sabe que não será poupado pela esquerda nem pela direita. “Já estão falando que fiz um Marighella negro, quando ele era mulato. Mas nessa guerra que virou o Brasil, os jovens negros das favelas são alvos preferenciais. O Estado brasileiro matou Marighella. Em face de tudo isso acho importante contar histórias de pessoas que resistem.”

Marighella é sobre o assassinato de um brasileiro que amava seu país. Anos atrás, em entrevista ao Estado, Wagner disse que interpretar Hamlet no teatro foi decisivo para ele. “Sou impregnado pelos personagens que interpreto e Hamlet aguçou a minha consciência, a forma de encarar meu ofício, a arte.” O mesmo pode-se dizer do pai que procura seu filho em A Busca, de Luciano Moura. Marighella é impregnado por aquele pai – a paternidade é decisiva, talvez seja a chave do filme. A ligação de Marighella com Carlinhos. “Não pensei especificamente nisso, mas talvez seja verdade. Inconscientemente, trouxe muita gente daquele filme para trabalhar no Marighella – o diretor de fotografia Adrian Tejido, o montador, etc.”

Segundo ele, a direita que se instalou no poder no Brasil se apropriou do Hino Nacional e fala muito em família. O comunista Marighella é um amoroso pai de família e, numa cena decisiva, todas aquelas pessoas que vão morrer cantam o hino. “Não era uma cena escrita no roteiro. Fazia parte da preparação, para unir o grupo. Quando vi aqueles atores cantando de forma tão apaixonada, pedi ao Tejido que filmasse. E resolvi usar.”

Referências
Wagner chegou a Berlim na quinta, jantou com o diretor do festival, Dieter Kosslick, e passou a sexta dando entrevistas. Neste sábado, ele já viaja porque na segunda inicia a filmagem de Os Últimos Soldados da Guerra Fria, que o francês Olivier Assayas vai adaptar do livro de Fernando Moraes. Como diretor estreante, de primeira viagem, ele nem sabe de onde tirou suas referências, mas admite que Carlos, de Assayas, definitivamente foi uma delas.

“No início, quando comprei os direitos (do livro Marighella, o Guerrilheiro Que Incendiou o Mundo, de Mário Magalhães) pensava em só produzir, mas quem poderia ser o diretor? Não sei se escolhi ou fui escolhido, mas essa história virou minha”. Na mostra, Wagner Moura segurou uma placa com o nome da vereadora Marielle Franco, morta no ano passado.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Dados divulgados nesta sexta-feira, 15, pelo Instituto Médico Legal (IML) mostram a causa da morte do jornalista Ricardo Boechat, que era um dos ocupantes do helicóptero que caiu em São Paulo na segunda-feira. De acordo com o laudo, o jornalista faleceu em decorrência de um politraumatismo causado pela queda do helicóptero e sua respectiva batida com um caminhão.

Os exames realizados pelo IML não identificaram nenhum sinal de fuligem na traqueia ou nos pulmões do jornalista. A dosagem de monóxido de carbono foi encontrada em uma concentração abaixo de 10% de carboxihemoglobina no sangue, indicando que Boechat já havia morrido antes de ser exposto ao gás.

O acidente

A queda ocorreu no quilômetro 7, sentido Castelo Branco, perto do acesso à Rodovia Anhanguera. O chamado de socorro foi registrado às 12h14 e os agentes conseguiram extinguir o fogo. A CCR Rodoanel Oeste, concessionária responsável pela administração da via, resgatou uma terceira vítima com ferimentos leves; tratava-se do motorista do caminhão.

Boechat voltava de uma palestra em Campinas, no interior do estado, no momento da queda. A informação da morte foi reproduzida pelo jornalista José Luiz Datena. A aeronave tinha por destino heliponto da Band, no Morumbi, zona sul da capital paulista.

Segundo relatos de testemunhas, o helicóptero tentava fazer um pouso no acesso de quem sai do Rodoanel para a rodovia Anhanguera e acabou se chocando com um caminhão — o veículo vinha da saída de um pedágio e não conseguiu parar a tempo. O incêndio que atingiu a aeronave foi decorrente da batida.

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A nossa jornalista que faz o quadro “Universo Diverso” no Redação Brasil, Luciana Nery,  entrevistou o cantor e compositor Jau. No bate papo ele fala do início da carreira, do Olodum, das viagens internacionais e das parcerias com grandes artistas brasileiros.

Ouça a Entrevista:

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Dois ‘gatunos’ estão usando uma nova modalidade para aterrorizar vítimas em Vitória da Conquista. Com pedaço de pau, bandidos cometem assaltos em bairros da capital do Sudoeste baiano.

Quem conta os detalhes é o repórter Ricardo Gordo.

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O álbum tem 18 faixas e participações de Xanddy e Ana Gabriela

O cantor Saulo lançou hoje (15) o CD do seu mais novo DVD, “SOL LUA SOL”, gravado em São Paulo. Mesclando as faixas do terceiro álbum solo do artista, “O Azul e o Sol”, com releituras e canções inéditas, o espetáculo reúne músicas que falam do sol, da lua, do correr das horas, e tem seu foco na passagem do tempo, criando, através de uma atmosfera sonora e visual, a sensação do passar do dia.

O álbum tem 18 faixas e participações de Xanddy e Ana Gabriela. Clique aqui e ouça no Spotify.

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As primeiras informações são de que 12 mandados de busca e apreensão e oito de prisão estão sendo cumpridos

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) faz operação, na manhã de hoje (15), em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

As primeiras informações são de que 12 mandados de busca e apreensão e oito de prisão estão sendo cumpridos.

Os mandados seriam para oito funcionários da Vale. Um deles, Alexandre de Paula Campanha, foi preso em casa na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

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Programa Redação Brasil
Apresentação – Maciel Jr e Raquel Valadares

Daniel Morais – Destaques do Blog do Redação

Gordo Repórter – Polícia e Cotidiano

Igor Novaes – Esporte

Raquel Valadares – Tempo e temperatura e a noticia de quem faz a noticia

Gerson Gonzaga – Cotidiano

Mateus Araújo – Produção audiovisual

Programa Redação Brasil vai ao ar pela Brasil FM 107,7 das 7:00 às 8:00 da manhã e em horário alternativo na Mega Rádio VCA das 11:00 às 12:00.

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