Ao longo dos anos o números de acidentes nas rodovias federais do estado da Bahia, tem diminuído. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou em 2018, 454 óbitos no local do sinistro, este número é o mais baixo dos últimos 24 anos.
De acordo com as informações, o ano menos violento desde que se iniciou a compilação dos dados foi 1992, com o registro de 288 mortes, já em 2012 foi contabilizado o maior número de vítimas fatais (850). O levantamento anual começou em 1990 e registrou o menor índice em 1992, com 288 mortes. Já 2012 obteve o maior número vítimas, com 850 mortes.
Segundo o balanço da PRF, 2019 dá sequência à queda de mortos nestes primeiros meses, com uma redução de 36%, entre 1º de janeiro e 12 de março. Ao todo, foram 63 óbitos, contra 99 no mesmo período de 2018.
A redução esta associada como aponta a PRF, ao fortalecimento das ações de fiscalização, como o combate ao excesso de velocidade e à embriaguez, além da vistoria das condições de segurança e conservação do veículo.
Por volta das 19:h, desta quinta-feira (04) o Blog do Redação recebeu a informação de que um jovem teria sido baleado. Identificado horas depois, tratava-se do ativista Ricardo Alves de Oliveira de 33 anos. Que foi vitima de uma tentativa de homicídio em sua própria casa no Jardim Valéria. Com trés tiros e dois atingiu o seu rosto, ele passa bem e vai passar por cirurgia. A vitima não sabe o motivo do crime.
Ricardo Alves de Oliveira de 33 anos. Ele é muito conhecido na cidade de Vitória da Conquista, por ser um jovem militante do partido dos trabalhadores,o PT. O estado de saúde da vítima é considerado grave. Ainda não se sabe a motivação do crime. Ele sofreu uma tentativa de homicídio no bairro Jardim Valéria
Uma guarnição da Polícia Militar se deslocou, até Rua 3 próximo a quadra no bairro Jardim Valéria, onde a denúncia dava conta que um jovem teria sido baleado em via pública, no local confirmado a veracidade. Neste exato momento a polícia militar Aguarda a chegada do SAMU 192. Com informações do Blog do Léo Santos
Um homem foi preso em Vitória da Conquista suspeito de abusar sexualmente e estuprar a sobrinha de 14 anos, que também é filha adotiva. Conforme o G1, o suspeito teve o mandado de prisão preventiva cumprido na quarta-feira (4) pela Polícia Civil. Conforme a investigação, a vítima, que morava com o suspeito, era estuprada desde os seis anos de idade. De acordo com a Polícia, o pai da menina foi assassinado quando ela nasceu e a mãe a abandonou depois do crime e ela não foi localizada pela polícia.
Por conta disso, a jovem era criada pelo tio paterno. “Ela se refere a ele como pai. Quando ela tinha seis anos, ele começou a fazer as primeiras carícias nela. Com nove anos, ela teve a prima relação sexual com ele. O depoimento dela é muito chocante”, disse a delegada Rosilene Correia, que investiga o caso. Ainda segundo a polícia, quando a vítima completou 12 anos de idade, o tio passou a tratar a jovem como mulher.
A vítima, segundo a investigação, era estuprada quando se negava a ter relação sexual com o suspeito. “Ele convivia com ela, dormiam juntos na mesma cama.
E ele passou a tratá-la como mulher quando a menina começou a criar corpo. Quando ela se negava a ter relações, ele a ameaçava e a estuprava. Um exame comprovou que ela não é mais virgem. A gente só não sabe quando ela perdeu a virgindade”, disse a delegada. O último estupro, segundo a polícia, ocorreu no dia 28 de fevereiro. “Ele entrou no quarto, ela estava dormindo, e ele a estuprou. Ela, então, mandou uma mensagem de WhatsApp para a tia relatando o que tinha acontecido e a tia, irmã dele, denunciou à polícia”, afirmou. O suspeito foi localizado na quarta-feira (3), na Zona Rural, para onde fugiu após saber que a denúncia tinha sido feita à polícia. Ele foi encaminhado para o Conjunto Penal de Vitória da Conquista.
No editorial de hoje (04), o radialista Deusdete Dias, falou da obra da Praça Vitor Brito de Vitória da Conquista. E disse que Vitória da Conquista precisa ir mais longe.
Sandra Annenberg não aparecerá mais à frente do “Jornal Nacional”, da Globo. A informação partiu da própria emissora, em comunicado oficial emitido nesta quarta (3). De acordo com a nota, a própria jornalista pediu para ser afastada da escala do programa.
Ela comanda diariamente o “Jornal Hoje”, na parte da tarde, e também o “Como Será?”. Por causa disso, preferiu deixar o principal noticiário do canal. Apesar da saída de Sandra, outros nomes femininos continuarão na escala do telejornal. Dentre eles, Monalisa Perrone, Maju Coutinho, Ana Luiza Guimarães, Ana Paula Araújo e Giuliana Morrone.
Deusdete Dias – Editorial – Pça. Vitor Brito
Entrevistas com Jeremias Macário (Sarau) e Zé Maria Caires (Vôos para Conquista)
Daniel Morais – Destaques do Blog do Redação
Gordo Repórter – Polícia e Cotidiano
Luciana Nery – Universo Diverso
Igor Novaes – Esporte
Gerson Gonzaga – Cotidiano
Mateus Araújo – Produção audiovisual
Um homem que foi baleado no Bairro Urbis 6, em Vitória da Conquista, não resistiu e veio a óbito ontem (quarta-feira) no Hospital Geral da capital do Sudoeste baiano. Segundo o Blog do Rodrigo Ferraz, uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) esteve no local e encaminhou o corpo para o Complexo Policial. O nome da vítima não foi divulgado, nem a data de quando foi registrada a ocorrência.
A audiência com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na Câmara, terminou em confusão, pouca defesa da reforma da Previdência por parte dos deputados e reclamação de líderes do centrão.
Com a base desarticulada, Guedes enfrentou nesta quarta-feira (3) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) a tropa de choque da oposição.
O estopim do tumulto, com empurra-empurra entre parlamentares do PT e PSL, foi uma provocação do deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR). Ele é filho do ex-ministro José Dirceu.
Às 20h23, ao questionar o ministro sobre a proposta de reforma, Zeca afirmou que o ministro é tigrão com uns e tchutchuca com outros, sugerindo que Guedes privilegia banqueiros e rentistas.
Ele queria estudos da equipe econômica para que o governo decidisse priorizar o endurecimento das regras de aposentadoria, em vez de propor mudanças no sistema bancário.
“Eu estou vendo que o senhor é tigrão quando é com os aposentados, com os idosos, com os portadores de necessidade. É tigrão quando é com agricultores, com professores. Mas é tchutchuca quando mexe com a turma mais privilegiada do nosso país. O cargo público que você ocupa exige uma outra postura”, afirmou Dirceu.
O deputado foi logo interrompido por aliados do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
Guedes também reagiu. O ministro se ofendeu e revidou: “Tchutchuca é a mãe, tchutchuca é a avó!”. Depois, pediu respeito: “Eu te respeito. Você me respeita!”. Tchutuca e tigrão são referências a um funk dos anos 2000, da banda Bonde do Tigrão.
Irritado, o ministro pegou o celular e já ameaçava ir embora. Ao lado dele estava o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. Marinho cochichou no ouvido com o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR).
Instaurou-se um caos generalizado no plenário da comissão e, após seis horas e meia de audiência, a sessão foi encerrada antes mesmo que metade dos deputados inscritos conseguissem falar.
O bate boca continuou. O deputado Éder Mauro (PSD-PA) disparava para Zeca Dirceu: “Vai falar assim na sua casa”. Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido na Casa, disse que iria embora. “Não vou ficar com bandido aqui”, disse.
Em meio aos empurrões, o ministro saiu escoltado por parlamentares aliados e foi embora por uma escada lateral do anexo 2 da Câmara.
Segundo o deputado petista, a confusão foi uma estratégia do ministro para deixar a audiência. “Ele queria encerrar há tempos, usou isso como desculpa para fugir do debate”, disse.
A confusão continuou entre deputados e assessores. A deputada Maria do Rosário (PT-RS) acusou a assessora especial do ministro, Daniella Marques, de agressão.
Marques foi levada ao departamento de polícia da Câmara. “Aqui é o local de trabalho dos parlamentares, não vou permitir que seja agredida aqui”, disse a deputada.
Segundo ela, deputadas da oposição se aproximaram da mesa depois do fim da sessão para tentar retomar a audiência, mas foram empurradas pela assessora.
Ao longo da audiência, a temperatura foi subindo, e o ministro recebeu críticas ao deixar de responder questões técnicas dos deputados.
O ministro tem assumido o papel de articulador político da reforma, mas o esperado era que respondesse a dúvidas sobre o texto em si.
O governo, porém, quer deixar o debate do mérito da proposta apenas para a comissão especial. Por isso, uma corrente defendia que Guedes nem sequer fosse à CCJ.
Guedes, no entanto, fez uma defesa política da reforma, e deu respostas evasivas sobre questões econômicas. A posição desagradou membros da CCJ, mesmo entre aqueles que não fazem parte da oposição.
A deputada Clarissa Garotinho (PROS-RJ), por exemplo, cobrou que o ministro respondesse sobre os efeitos, em 12 anos, do gatilho previsto para aumentar automaticamente a idade mínima para aposentadoria a cada quatro anos.
De acordo com a proposta, a idade mínima subirá proporcionalmente ao aumento do tempo de sobrevida -quantos anos uma pessoa de 65 anos vive a mais.
“Espero que o ministro tenha boa memória, porque fiz várias perguntas e não vi nenhuma anotação”, afirmou ela. Horas depois, porém, o ministro desceu da mesa para entregar respostas escritas à deputada em gesto de conciliação.
Na frente de Guedes, deputados favoráveis à PEC cobraram respostas sobre o impacto de cada medida prevista na reforma da Previdência. A equipe econômica decidiu revelar esses números apenas futuramente.
Fora do plenário da comissão a estratégia do ministro também desagradou.
“Talvez seja preciso que Paulo Guedes volte à CCJ da Câmara. Há dúvidas sobre a nova Previdência e os impactos das novas regras. O governo precisa intensificar o convencimento dos parlamentares e da população de que a reforma precisa cortar privilégios”, disse nas redes sociais o líder do DEM, Elmar Nascimento (BA).
Guedes se envolveu em embates em diversos momentos. Com menos de 30 minutos de reunião, o ministro respondeu a deputados que gritavam que o Brasil se tornaria o Chile caso a reforma fosse aprovada.
“O Chile tem US$ 26 mil dólares de renda per capita, o dobro do Brasil. A Venezuela deve estar melhor, né?”, afirmou, gerando caos no colegiado.
Deputados do PSOL levantaram cartazes, gritos tomaram o plenário e o presidente da comissão, Felipe Francischini (PSL-PR), tentava acalmar os ânimos: “Isso aqui não é briga de rua”.
O clima voltou a esquentar quando Guedes atacou deputados de esquerda após ser interrompido por Ivan Valente (PSOL-SP), que fez pergunta sobre eventual retirada de direitos de domésticas.
“Vocês estão há quatro mandatos no poder. Por que não votaram imposto sobre dividendos? Por que deram benefícios para bilionários? Por que deram dinheiro para a JBS? Por que deram dinheiro para o BNDES?”, disse.
O ponto de maior tensão aconteceu quando o ministro afirmou que quem acha que não é preciso fazer uma reforma da Previdência precisa de internação psiquiátrica.
“Quem acha que [a reforma da Previdência] não é necessária é um problema sério. É caso de internamento”, afirmou.
O ministro pareceu perplexo com a reação de deputados, que se ofenderam com o comentário. Houve gritaria, e Francischini ameaçou encerrar a sessão.
Entre os membros do centrão que estão na comissão, o jeito “pavio curto” do ministro incomodou. Além disso, a ausência de líderes partidários chamou a atenção de deputados.
Guedes chegou à comissão escoltado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e líderes ligados ao parlamentar, como Baleia Rossi (MDB-SP) e Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).
Maia permaneceu à mesa durante a maior parte da reunião, em atitude que não é praxe do presidente da Câmara.