CMVC - Junho
AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0626 | DIGIT
Novo Paraiso
VickPark 1

No Universo Diverso desta semana a jornalista Luciana Nery traz um tema palpitante: o ódio que muitas pessoas têm manifestado à política partidária no Brasil. Para tratar do tema, ela convidou o advogado e ex-presidente da Câmara de Vereadores, Alexandre Pereira, para quem a negação da política é a negação a um direito fundamental de organização para melhorar a vida em comunidade. Segundo o advogado, é preciso mudar essa orientação negativa sobre política e fortalecer a participação cada vez maior de pessoas, pois somente por meio da participação coletiva a vida em sociedade pode ser transformada.

 
CORTINA E CIA COLCHÕES

No Universo Diverso desta semana, a jornalista Luciana Nery elegeu como tema a musicoterapia, tratamento feito por profissional habilitado por meio da música. Luciana conversou com a musicoterapeuta Lorena Cathalá, Graduada em Música e Pós-Graduada em Musicoterapia pelo Conservatório de Música do Rio de Janeiro.

Lorena explicou que a musicoterapia é uma profissão da área da Saúde que se utiliza elementos da música – ritmo, melodia, harmonia – para desenvolver potenciais ou restabelecer funções, melhorando a qualidade de vida e permitindo uma melhor integração interpessoal.

Segundo Lorena, a musicoterapia abrange várias áreas, como deficiência mental, física, psiquiatria, psicologia. “Na musicoterapia, o paciente se envolve com o terapeuta, fazendo música junto, podendo se expressar”, esclarece, acrescentando que é possível atuar tanto na reabilitação quanto na prevenção de doenças.

 
*O que é Musicoterapia? Os elementos utilizados e os resultados. Entrevista com Lorena Cathalá - Professora licenciada em Música e pós graduada em Musicoterapia.
CORTINA E CIA COLCHÕES

No Universo Diverso desta terça-feira (11), a jornalista Luciana Nery inicia a celebração do Dia dos Namorados pautando a questão dos relacionamentos amorosos. Ela conversou sobre o assunto com a psicóloga Marcela Aguiar, que é terapeuta familiar e de casal com formação em abordagem sistêmica.

Sobre a fugacidade das relações amorosas contemporâneas, Marcela Aguiar respondeu se valendo do conceito de hipermodernidade, caro ao filósofo francês Gilles Lipovetsky. Segundo ela, na atualidade, há uma busca desenfreada pela felicidade extrema. “Tudo é muito, tudo é demais”, afirma, acrescentando que falta paciência aos casais para “viver aos poucos” o relacionamento.

“Relacionar implica em construir algo a dois”, ensina a psicóloga, lembrando que “quando se cai numa relação nova é preciso realinhar o olhar, para construir junto”. Ainda segundo ela, com o advento das redes sociais, ampliou-se o olhar sobre uma expectativa de valorização do que há de melhor nas pessoas, mas que é preciso exercitar a tolerância e fugir à ideia da busca de alguém perfeito”.

CORTINA E CIA COLCHÕES
No quarto episódio da série sobre os efeitos nocivos do alcoolismo, a jornalista Luciana Nery conversou com a psicologia e psicoterapeuta Ana Mara Dutra sobre as formas de tratamento da doença. A especialista em dependência química esclareceu que é imprescindível uma abordagem integral, que leve em conta aspectos biológicos, psicológicos e sociais. Disse que há casos que dependem de internação, algumas de período mais curto, outras mais longas, em alguma comunidade terapêutica. Mesmo nos casos de internação curta, o tratamento é de longa duração, podendo durar anos. A psicóloga ressaltou o papel da família que, mesmo sofrida e machucada pela convivência, deve prestar solidariedade a quem padece desta enfermidade.
 
CORTINA E CIA COLCHÕES

No terceiro episódio do Universo Diverso sobre o alcoolismo, a jornalista Luciana Nery conversou com a psicóloga Ana Mara Dutra sobre a importância dos familiares para superação do problema. A pesquisadora esclareceu que os parentes devem ter o cuidado de evitar “conversas julgadoras”, assim a pessoa não entra no “modo defesa” e fique reativa. A conversa nunca deve ser com a pessoa alcoolizada. O ideal é aguardar o momento mais sereno para demonstra os prejuízos decorrentes da ingestão de álcool. A psicóloga também desmistifica a tese de que a dependência ao álcool seria uma porta para o consumo de outras drogas.

UNIVERSO DIVERSO - Episódio 02
 
UNIVERSO DIVERSO - Episódio 03
CORTINA E CIA COLCHÕES

No Universo Diverso desta segunda-feira (3), a jornalista Luciana Nery conversou com a Psicóloga, especialista em dependência química e professora da UESB, Ana Mara Dutra sobre alcoolismo. A pesquisadora explicou a dependência alcoólica pode ser definida a partir de alguns critérios, um dos quais o encurtamento do repertório social, ou seja, o afastamento das atividades sociais mais comuns e a dedicação de maior parte do tempo à bebida.

Segundo Ana Mara, o alcoolismo causa graves prejuízos ao dependente, seja nas relações familiares, íntimas e sociais. Explicou também que existe a síndrome de abstinência, que ocorre quando a pessoa tenta parar de beber mas se vê acometida de tremores e, em alguns casos, a depender da gravidade, até de convulsões e complicações orgânicas mais sérias, que podem levar à morte.

 
CORTINA E CIA COLCHÕES

No Universo Diverso desta quarta-feira (29), a jornalista Luciana Nery apresentou a segunda parte da entrevista com a professora Cleide Lima Chaves sobre adoção de crianças. Cleide é coordenadora local da Associação Baiana de Pesquisa e Adoção de Crianças e esclareceu sobre um dos mitos relacionados a crianças adotivas: a de que estes seriam mais propensos a apresentar problemas aos pais.

Segundo Cleide Lima, já há pesquisas demonstrando que este mito não tem nenhuma relação com a realidade. Ela argumentou que filhos, de modo geral, são trabalhosos aos pais e o que vai determinar a conduta dos filhos, adotivos ou biológicos, é o tipo de convivência em família. A professora Cleide ainda chamou atenção para a responsabilidade que é adotar, especialmente porque cuidar de crianças, em qualquer circunstância, exige muita dedicação e altera muito a rotina de vida das pessoas.

CORTINA E CIA COLCHÕES

No Universo Diverso desta terça-feira (28), a jornalista Luciana Nery conversou com a professora Cleide Lima, coordenadora local da Associação Baiana Sobre Pesquisa e Adoção. “Adotar uma criança é uma coisa séria, pois deve ajudar a criança e não a si mesmo”, adverte a pesquisadora. Segundo ela, assim como a gestão normal, é preciso ter uma série de cuidados, “uma espécie de pré-natal”, até habilitar-se a ser adotante.

Cleide Lima informa que a pessoa interessada em adotar deve ser maior de idade e formalizar o interesse à Justiça, na Vara da Infância e Juventude. Algumas dessas varas oferecem curso preparatório. Existe todo um itinerário burocrático a ser percorrido, como demonstração de renda mínima, de residência, entre outros. Após análise, será expedido parecer técnico da área de assistência social da Vara para habilitar a pessoa a entrar no cadastro nacional de adoção.

Confira o episódio 1
Confira o episódio 2
 
CORTINA E CIA COLCHÕES

No Universo Diverso desta quinta-feira (23), a jornalista Luciana Nery trouxe a quarta parte da entrevista com o estudioso Carlos Nascimento, mestrando em Ciências da Computação pela Faculdade Fernando Pessoa, em Portugal. Neste episódio, ele abordou a questão dos polêmicos nudes, motivo de dor de cabeça para muitas mulheres, muitas das quais vítimas do que se convencionou a chamar de pornografia de vingança.

Carlos Nascimento fez questão de demonstrar que não há, de sua parte, uma abordagem moral sobre o tema, mas que é preciso discutir aspectos desta prática cujas consequências são muitos sérias, especialmente para as mulheres. “Não estamos aqui para condenar nenhuma atitude pessoal. Tudo é permitido. Os nudes são processo natural da conquista, picardia da adolescência. As provocações que os namorados se fazem em torno do sexo”, argumenta.

No entanto, adverte o pesquisador, é preciso que a mulher tenha consciência se o nude que ela oferta ao namorado traduz uma forma de provocação ao sexo, uma brincadeira saudável ou como prova de amor, de submissão “Este é o risco. Porque seria a projeção, no ciberespaço, de uma atitude machista, de prova de submissão da mulher ao sexo do homem”. E pior: “Uma vez publicado, não tem volta”.

Ainda segundo Carlos Nascimento, o nude, feito para ficar entre o casal, pode ser replicado, inclusive por ação de hackers. “Neste ponto, a sociedade é cruel. O julgamento na Internet é definitivo. No caso de uma sociedade machista isso é irreversível para a mulher, e os efeitos e as consequências para a vida dela equivalem a um estupro, porque ela se expôs a uma violência múltipla, ainda que não seja carnal”.

 
CORTINA E CIA COLCHÕES

Universo Diverso: Saiba sobre machismo, violência contra a mulher e Internet

No Universo Diverso desta terça-feira (21), a jornalista Luciana Nery trouxe a segunda parte da entrevista com o mestrando em Ciências da Computação pela Faculdade Fernando Pessoa, em Portugal, Carlos Nascimento. Ele foi questionado sobre a prática recorrente de mulheres exibirem-se nas redes sociais com ‘biquinhos’ e poses sensuais de biquíni e o quanto esta postura pode fortalecer o pensamento machista.

Carlos Nascimento argumentou que as mulheres detêm o direito de apresentar-se como bem entenderem nas redes sociais, inclusive com poses sensuais, mas que é preciso pensar sobre o conteúdo desta postura. A mulher precisa enxergar-se e saber como ela se projeta ao universo machista. “No mundo real ela se vê daquela forma?”, indaga o estudioso.

Na visão do mestrando, há nesta prática elementos como vaidade, ideia de autovalorização e do sentir-se desejada. “Mas quando essas pessoas se encontram com a pessoa real qual o choque da realidade para-além do mundo da self”. Indagado sobre o quanto essas imagens podem estimular o machismo, Carlso Nascimento afirmou que, de fato, há o risco de fortalecer o discurso da mulher sensual, “dada ao sexo”.

 
CORTINA E CIA COLCHÕES