Segue a nota na íntegra:
A Prefeitura de Vitória da Conquista manifesta seu mais profundo pesar pelas mortes das alunas da Rede Municipal de Ensino, Andressa Vieira Dutra, de 20 anos, e Camila Silva Dutra, de 12 anos de idade.
As jovens, que eram primas, foram encontradas sem vida em um riacho no povoado de Farinha Molhada, no início dessa tarde (9).
Neste momento de dor, a Administração Municipal se solidariza com familiares, amigos e toda comunidade escolar do Círculo Escolar Integrado (CEI) de Bate Pé.
A cantora Vanusa morreu na manhã deste domingo (8) em uma casa de repouso em Santos, no litoral de São Paulo.
Um enfermeiro do local, onde a artista morava há dois anos, percebeu que ela estava sem batimentos cardíacos, por volta das 5h30. Uma equipe da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foi acionada e constatou que a causa da morte foi uma insuficiência respiratória.
Segundo funcionários da casa de repouso, Vanusa recebeu a visita de Amanda, sua filha mais velha, neste sábado (7). Ela cantou, brincou, riu e se alimentou bem. A artista fazia fisioterapia e outros tratamentos na residência para idosos.
Em setembro e outubro, Vanusa esteve internada no Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, por causa de um quadro grave de pneumonia.
Aretha Marcos, também filha de Vanusa, publicou homenagens à mãe nas redes sociais. Em uma delas, ela relembrou que, neste domingo, seu pai, Antônio Marcos, completaria 75 anos.
“O amor é impossível. Hoje, aniversário do meu pai, Antônio Marcos ele veio buscar minha mãe para viverem juntos na eternidade. A vida é arte!”
O filho Rafael Vannucci, ator, cantor e produtor de eventos, mora em Goiânia e está viajando para São Paulo para encontrar a família.
Após a morte da cantora, Mauro Ferreira, jornalista e crítico de música, fez uma retrospectiva da carreira da cantora. Segundo ele, Vanusa teve importância especialmente na década de 70.
Ele também falou sobre a importância da cantora na cena musical brasileira e sua veia feminista. “Vanusa foi uma pioneira, ela foi empoderada. Ela sempre defendeu isso quando o mundo era mais machista, poucas mulheres tinham voz ativa na música brasileira como compositoras, sobretudo”, disse Ferreira.

Vanusa Santos Flores nasceu em 22 de setembro de 1947 na cidade de Cruzeiro (SP), mas foi criada em Uberaba (MG).
Com mais de 20 discos lançados ao longo da carreira e 3 mais de milhões de cópias vendidas, a cantora e compositora era mais identificada com a canção popular do que com a MPB, mas flutuou entre gêneros como rock, funk americano e samba.
Aos 16 anos, cantava com o grupo Golden Lions. Em 1966, fez sucesso com a canção “Pra nunca mais chorar” e passou a se apresentar na TV Excelsior.
Na mesma época, participou das últimas edições do programa da Jovem Guarda. Pouco depois, se juntou ao elenco do programa humorístico “Adoráveis trapalhões”, com Renato Aragão.
Nos anos 1970, emendou sucessos como “Manhãs de setembro”, que escreveu em parceria com seu parceiro frequente Mário Campanha, e baladas como “Sonhos de um palhaço”, de Antonio Marcos e Sérgio Sá, e “Paralelas”, de Belchior.
Em 1972, se casou com Antonio Marcos. O cantor participou diretamente da carreira de Vanusa com outras músicas, como “Coração americano”, escrita com Fagner.
A música faz parte de um dos melhores discos da cantora, “Amigos novos e antigos”, lançado em 1975. Na mesma década, ela ainda esteve no elenco de montagem do musical “Hair”.
Em 1977, lançou com o cantor Ronnie Von o LP “Cinderela 77”, trilha sonora da novela com o mesmo nome da TV Tupi.
Nas décadas seguintes, manteve a carreira ativa com o lançamento de discos e participações em diversos festivais de música no país e no exterior, como Uruguai, Coreia do Sul e Chile.
Em 2005, participou ainda de eventos e shows comemorativos dos 40 anos da Jovem Guarda.
Em 2009, Vanusa foi convidada para cantar o hino nacional em um evento na Assembleia Legislativa de São Paulo. Um vídeo que mostra a cantora trocando palavras da letra se tornou viral na internet. Na época, ela contou que remédios para labirintite a deixaram desorientada na ocasião.
Pouco tempo depois, Vanusa sofreu um acidente doméstico, segundo ela. também provocado pela labirintite. Por causa da queda, a artista precisou se submeter a três cirurgias na clavícula.
Vanusa contou sua vida na autobiografia “Ninguém é mulher impunemente” e no monólogo musical “Ninguém é loura por acaso”, que estreou no teatro em 1999 em São Paulo.
Fonte: G1
O humorista José Luiz Almeida da Silva, conhecido como Jotinha, morreu nesta quinta-feira (5) de falência de múltiplos órgãos após contrair a covid-19.
A informação foi confirmada no início da noite pelo secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas. “É com muito pesar que recebi a notícia do falecimento do nosso @jotinhadobahea de falência de múltiplos órgãos, ocorrida há pouco, em consequência da #COVID19. Meus sentimentos à família enlutada e a todos que o admiravam”, afirmou o titular da Sesab, em postagem no Twitter.
Mais cedo, o secretário havia respondido a uma postagem feita pelo humorista Everson Silva, o Tirullipa, na qual solicitava das autoridades baianas apoio para conseguir a transferência do colega, internado em estado grave em um hospital particular de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo. Jotinha era famoso por áudios de WhatsApp e nas redes sociais era amigo de muitos famosos, a exemplo do jogador Neymar.
É com imenso pesar que a Arquidiocese de Vitória da Conquista informa que faleceu, na madrugada dessa quinta-feira, 5/11, seu filho, o Diácono Permanente Raul Ângelo e Silva, aos 93 anos de idade.
O Diác. Raul foi ordenado no dia 15 de abril 2001 e exerceu o Ministério Diaconal na Paróquia Nossa Senhora das Candeias, em Vitória da Conquista, até o seu afastamento por problemas de saúde, em 2017.
Rezemos pelo descanso eterno deste servidor que retornou para a casa do Pai, rezemos também por sua família, para que a Graça do Ressuscitado os conforte neste momento de dor.
Um empresário morreu ao tentar atravessar um rio usando um carro de trilha, na manhã desta segunda-feira (2), na zona rural de Itarantim, no limite com o estado de Minas Gerais.
Segundo informações da família, Yves Muller tentava atravessar o rio, quando o veículo virou.
O empresário conseguiu salvar um menino que estava com ele no veículo, mas ele não conseguiu sair e acabou morrendo.
Não há informações sobre data e local do sepultamento.
Muito abalada com o anúncio da morte de Tom Veiga, intérprete do Louro José, ocorrida neste domingo (1º) , Ana Maria Braga publicou um texto emocionado em suas redes sociais para lamentar a perda.
“Perdi meu parceiro de todo dia, meu amigo, meu filho. O Tom era um menino de sorriso solto, sempre alegre, com um humor único e talentoso demais”, escreveu a apresentadora. “A fragilidade da vida nos pegou mais uma vez de surpresa e me deixou completamente sem chão. O momento agora é de oração”, concluiu.
Aos 47 anos, o ator Tom Veiga foi encontrado morto em sua residência, no bairro de Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, no domingo (1º). A causa da morte não foi informada.
O ator Tom Veiga, intérprete do Louro José no programa “Mais Você”, da TV Globo, morreu neste domingo (1º) no Rio. Ele foi encontrado morto em s em sua casa na Barra da Tijuca, no Rio. Não se sabe ainda a causa da morte.
* Matéria em Atualização.
O ator escocês Sean Connery, ícone do cinema e primeiro a interpretar o espião James Bond, morreu na madrugada deste sábado (31) aos 90 anos. De acordo com a família, ele morreu enquanto dormia, nas Bahamas.
À emissora britânica BBC, o filho do ator, Jason Connery, disse que o pai não estava bem “havia algum tempo”.
Com 94 papéis ao longo de mais de 50 anos de carreira, Connery atuou em sete filmes do espião 007, lançados nas décadas de 1960, 1970 e 1980. Foi apontado em inúmeras enquetes como o melhor James Bond do cinema.
Como o detetive, estrelou “O satânico Dr. No” (1962), “Moscou contra 007” (1963), “007 contra Goldfinger” (1964), “007 Contra a chantagem atômica” (1965), “Com 007 só se vive duas vezes” (1967), “007 – Os diamantes são eternos” (1971) e “007 – Nunca mais outra vez” (1983).
O sucesso como o espião lhe rendeu uma carreira bem-sucedida. Entre os trabalhos mais conhecidos, estão “Marnie, Confissões de uma Ladra” (1964), de Alfred Hitchcock, “A colina dos homens perdidos” (1965), “Assassinato no Expresso Oriente” (1974), “O homem que queria ser rei” (1975), “O Vento e o Leão” (1975), “Highlander: O guerreiro imortal” (1986) e “Caçada ao Outubro Vermelho” (1990).