É com muito pesar que o Blog do Redação informa o falecimento de Milton Silva Dantas. Ele faleceu na madrugada desta quarta-feira (26), em Vitória da Conquista, em decorrência de complicações causadas pelo Coronavírus.
Advogado, ele era uma pessoa muito conhecida e querida, que deixa um grande legado. Milton também era cunhado do radialista Jânio Freitas. O horário do sepultamento ainda não foi divulgado; será no cemitério Parque da Cidade seguindo os protocolos por conta da Covid, portanto, será restrito para os familiares
Aos amigos e familiares os nossos sentimentos.
No plantão policial desta terça-feira (25), o repórter João Melo detalha a morte do policial civil Dorisvaldo Nascimento de 50 anos o corrido na cidade vizinha de Itapetinga.
Segundo informações, Segundo informações Dori, como era carinhosamente conhecido, se sentiu mal antes do almoço e foi levado as pressas para o Hospital e Maternidade de Itororó onde recebeu pronto atendimento. Porém, o policial necessitou de atendimento específico e foi levado para a Policlínica de Itapetinga onde acabou não resistindo.
OUÇA os detalhe deste e de outros casos com o repórter João Melo.
É com pesar que o Blog do Redação anuncia a morte do estilista Solon Diego. Ele faleceu na última terça-feira (18), em Salvador, onde morava.
Soddi, como era conhecido, chamou a atenção da mídia internacional durante a Semana de Moda de Vancouver – Canadá, onde foi convidado a desfilar. Ele também foi o criador da marca Avant Gard, idealizada no ano de 2005, quando ele concluiu seu curso de estilismo no Senac.
Vítima da Covid-19, um médico foi homenageado pelos colegas do Samu com um cortejo de ambulâncias nesta sexta-feira (14). Os veículos carregavam uma fita preta, em sinal de luto, e seguiram pelas ruas da cidade até o cemitério.
Francisco Honorato tinha 43 anos e era carinhosamente chamado de “Chicão”. Já no Samu, foi um dos primeiros médicos a chegar na tragédia da creche Gente Inocente de Janaúba (MG), que terminou com a morte de 10 crianças e três professoras.
O médico deu entrada na Santa Casa em 3 de agosto. Ele foi levado ao CTI no dia 6 e passou por entubação. Francisco tinha diabetes e faleceu nesta quinta-feira (13).
A coordenadora de enfermagem do Samu, Geane Cristie, diz que o médico “dava tudo para salvar o paciente”. Ele trabalhou no serviço por seis anos.
Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos do Norte de MG, Francisco foi o primeiro profissional da categoria a morrer por coronavírus na região.
“Era alguém que se dedicava muito, que amava a medicina e lutava pelo próximo. Estava na frente da batalha, lamentamos profundamente”, diz Carlos Eduardo Queiroz, que também foi colega de Francisco em um hospital de Montes Claros.
Antônio Cedrin também é médico e trabalhou com Chicão no Samu e na Santa Casa. Para ele, o colega e amigo será lembrado como profissional que exercia a medicina com comprometimento e muito amor.
“Acompanhar um colega, que labuta no dia-a-dia e que ombreia com você determinada missão, e o seu estado deteriorar apesar de todo esforço e de todo recurso utilizado é doloroso. Fica para a gente aquele pessoa com a cara de durão, que era grande porque tinha que caber naquele corpo enorme um coração gigante” G1.
É com pesar que o blog do Redação informa o falecimento da senhora Maria da Conceição aos 83 anos. Conhecida populamente como Nenzinha, ela fazia parte da liderança da paróquia nossa Senhora Rainha da paz e dos movimentos sociais por muitos anos.
Dona Nenzinha vinha internada em UTI do HGVC após ontrair Coronavírus na Upa, quando foi em busca de atendimento. Ela faleceu na manhã desta quarta-feira às 11h:00 e foi sepultada no início da tarde desta quarta-feira.
A senhora deixa 8 filhos, 5 netos e 2 bisnetos. Dona Nenzinha é mãe de Cida Silveira, ex militante do Partido Verde e ativa nos movimentos catolicos da igreja do bairro Santa Terezinha.
Aos amigos e familiares os nossos sentimentos.
É com pesar que o Blog do Redaçao comunica o falecimento do empresário Moisés Caitite, o ‘Moisés da Tecnoguard’. Ele faleceu neste domingo (09), em Vitória da Conquista. Moisés atuou por muitos anos no bloco Massicas e também era sócio da empresa de segurança Tecnoguard.
Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.
Aos amigos e familiares, os sinceros sentimentos do Blog do Redaçao.
Dom Pedro Casaldáliga, o bispo catalão que dedicou e arriscou a vida na defesa dos posseiros e dos indígenas da Amazônia, morreu neste sábado (8) às 9h40, em Batatais (SP), aos 92 anos.
Um dos líderes mais influentes da Igreja Católica no Brasil e na América Latina das últimas décadas, dom Pedro foi uma voz incansável contra o latifúndio e em favor da reforma agrária. De sua prelazia, participou, ao lado de outros bispos progressistas, da criação do Conselho Missionário Indigenista (Cimi) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Seu velório acontecerá em três locais. Em Batatais, neste sábado, a partir das 15h, na capela do Claretiano. Em Ribeirão Cascalheira (MT), onde o corpo será velado no Santuário dos Mártires, a partir de 10 de agosto. E em São Félix do Araguaia (MT), sua cidade adotiva, onde o velório será no Centro Comunitário Tia Irene e onde o corpo será sepultado.
A missa de exéquias será celebrada em 9 de agosto, às 15h, em Batatais, e será transmitida pela internet. Dom Pedro Casaldáliga morreu devido a uma infecção respiratória que evoluiu para embolia pulmonar. O teste para Covid-19 deu negativo. Ele estava internado há mais de uma semana e foi levado para Batatais na terça-fdeira (4).
A sua trajetória no Brasil começou em 1968, quando a busca para servir os mais pobres e injustiçados o levou a trocar a Espanha franquista por São Félix do Araguaia, então um povoado de 600 habitantes no interior de Mato Grosso.
A viagem por terra desde o interior de São Paulo durou uma semana. Logo no primeiro dia, o missionário claretiano encontrou quatro corpos de bebês mortos, acomodados em caixas de sapato diante de sua casa para que fossem enterrados.
“Ou vamos embora daqui agora mesmo ou nos suicidamos ou encontramos uma solução para tudo isto”, disse ao seu companheiro missionário Manuel Luzón, segundo a biografia autorizada “Descalço sobre a Terra Vermelha” (Unicamp), do jornalista Francesc Escribano, principal fonte de informações para este texto.
Esses primeiros anos foram de aprendizado sobre a dura realidade local. Em longas viagens de barco e por estradas precárias para chegar a comunidades isoladas, ele improvisava missas com cachaça e bolacha no lugar do vinho e da hóstia.
As condições miseráveis da população, na maioria retirantes do Nordeste, e os abusos cometidos por grandes fazendeiros respaldados pela ditadura militar causaram profunda indignação em dom Pedro. Adepto da ação e admirador do revolucionário argentino Che Guevara, incentivava ações de resistência de posseiros, como derrubadas de cerca dos grandes proprietários.
Em 1970, o padre escreveu o primeiro de vários textos-denúncia que o tornaram conhecido no Brasil e no exterior. “Escravidão e Feudalismo no norte de Mato Grosso”, que descrevia os desmandos na região, foi enviado a autoridades da Igreja e do governo e motivou as primeiras acusações de que era agente comunista.
No ano seguinte, o papa Paulo 6º o nomeou bispo da prelazia de São Félix. Na cerimônia, à beira do rio Araguaia, substituiu a mitra e o báculo por um chapéu de palha e o anel de tucum (palmeira amazônica), presente dos índios tapirapés. Logo, o anel se tornaria o símbolo da adesão à Teologia da Libertação, corrente influenciada pelo marxismo que defende uma igreja próxima dos pobres.
Nessa época, dom Pedro publicou o seu texto mais conhecido, “Uma Igreja da Amazônia em conflito com o Latifúndio e a marginalização social”, no qual fazia uma minuciosa denúncia contra grandes proprietários de terra.
“Se ‘a primeira missão do bispo é a de ser profeta’, e o profeta é a voz daqueles que não têm voz (card. Marty), eu não poderia, honestamente, ficar de boca calada ao receber a plenitude do serviço sacerdotal”, escreveu na introdução.
Dom Pedro chamou de “absurdas” as dimensões dos latifúndios da região, listando-os um a um. “A injustiça tem um nome nesta terra: latifúndio. E o único nome certo do desenvolvimento aqui é a reforma agrária.”
O episódio mais sangrento aconteceu em outubro de 1976 no povoado de Ribeirão Bonito, hoje a cidade de Ribeirão Cascalheira (MT). Dom Pedro e o padre jesuíta João Bosco Penido Burnier foram até a delegacia tentar resgatar duas mulheres que estavam sendo torturadas. Na discussão com policiais, o companheiro do bispo levou uma coronhada e morreu com um tiro à queima-roupa na nuca.
No plano nacional, a relação com a ditadura militar tampouco foi fácil. Crítico feroz do regime, só escapou de ser expulso por intervenção direta do papa Paulo 6º. Com medo de ter a entrada ao país negada, só viajou ao exterior após a redemocratização. Morreu, aliás, sem jamais ter voltado a sua Catalunha natal. Fonte: Bahia Notícias
É com pesar que o blog do Redação comunica o falecimento do pastor Otávio Correia da igreja evangélica Assembléia de Deus, em Vitória da Conquista.
Pastor Otávio iria completar 103 anos no próximo dia 20 de agosto. Não foram divulgados horário e local de sepultamento.
Aos amigos e familiares os nossos sentimentos.