O Conselho Municipal do Carnaval (Comcar) realizou, na tarde desta quinta-feira (11), uma assembleia extraordinária para decidir sobre a realização da festa em 2022. A data, no entanto, não foi detalhada.
Com maioria dos votos a favor, o Comcar deliberou a realização do Carnaval 2022. Ao todo, 20 pessoas compareceram; 19 votaram a favor e uma se absteve.
Entre os 32 conselheiros da associação estão entidades de blocos, associação de camarotes, sindicatos de ambulantes, cordeiros, taxistas, estado e município, Empresa Salvador Turismo (Saltur), Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado da Bahia (Bahiatursa), Polícia Civil, Policia Militar, Corpo de Bombeiros, entre outros.
Conforme lei orgânica do estado, o Comcar é um órgão colegiado do qual fazem parte entidades representativas carnavalescas e órgãos públicos representativos na sociedade, tendo como finalidade deliberar e fiscalizar todas as ações concernentes à estruturação e realização do carnaval de Salvador.
O que dizem a prefeitura e o governo estadual
Apesar do anúncio feito pelo Comcar, a prefeitura de Salvador e o governo da Bahia ainda não confirmaram a realização do evento. Segundo o prefeito Bruno Reis, é preciso analisar os números de vacinação, casos ativos, fato RT e quantidade de óbitos.
A secretária estadual da Saúde em exercício, Tereza Paim, também destacou a importância do avanço da vacinação no estado e da redução do número de casos ativos.
“O ideal é que estivéssemos abaixo de 1,5 mil casos ativos, ou seja, ter uma curva decrescente. Quanto menos pessoas adoecidas, a gente sabe que tem menos espalhamento do vírus”, pontuou.
“O que a gente quer ofertar é a possibilidade de uma segurança maior. A vacina está disponível e a população precisa se engajar nesse movimento. Vamos fazer um movimento pró-vacina”, complementou.
Na quarta-feira (10), o governador do estado, Rui Costa, disse que não aceita “ultimato de ninguém”, para tomar a decisão sobre a realização de carnaval da Bahia. O posicionamento do governador ocorreu após a Comissão da Câmara de Vereadores de Salvador aprovar um relatório com onze recomendações para que a festa aconteça na capital baiana.
Rui ainda disse que o carnaval na Bahia poderá ser realizado em 2022, mas que não vai antecipar decisão sobre o assunto. Ele prefere aguardar o comportamento dos casos de Covid-19 no estado até dezembro deste ano.
“Tivemos carreatas, buzinaços, protestos e ultrapassamos isso tudo. Por isso, estamos com a segunda menor taxa de mortalidade do Brasil. Não é agora que vou mudar a minha postura e meu comportamento”, reforçou.
A inflação continua em alta no país com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pesquisado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fechando o mês de outubro na casa de 1,25%, maior do que o mês anterior (1,16%). Com esse resultado, O IPCA teve o maior aumento dos últimos 19 anos , quando ficou em 1,31%.
No ano, de janeiro a outubro, o IPCA, que mede a inflação para famílias de 01 (R$ 1.100) até 40 salários mínimos (44.000,00), acumula alta de 8,24% e, nos últimos 12 meses, de 10,67%, acima dos 10,25% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2020, a variação mensal foi de 0,86%.
Embora todos os grupos pesquisados tenham tido alta em outubro, o maior peso no IPCA foi o grupo Transporte ( 2,62%), por causa dos aumentos dos preços dos combustíveis.
A gasolina com 3,10% de aumento, pela sexta vez consecutiva, teve o maior impacto sobre o IPCA do mês. O produto acumula altas de 38,29% no ano e de 42,72%, nos últimos 12 meses. Além disso, os preços do óleo diesel (5,77%), do etanol (3,54%) e do gás veicular (0,84%) também subiram. Ainda nos Transportes, os preços das passagens aéreas subiram 33,86% em outubro, frente a setembro.
Em seguida, os itens que mais subiram foram: Vestuário (1,80%); Artigos de residência (1,27%) Alimentação e bebidas (1,17%), e Habitação (1,04%). Os demais grupos ficaram entre o 0,06% de Educação e o 0,75% de Despesas Pessoais.
No grupo Alimentação e bebidas, a alta foi puxada pelo tomate (26,01%) e à batata-inglesa (16,01%), A alimentação fora do domicílio passou de 0,59% em setembro para 0,78% em outubro.
Em Vestuário houve altas em todos os itens pesquisados, com destaque para as roupas femininas (2,26%) e roupas infantis (2,01%).
A alta do grupo Habitação foi influenciada mais uma vez pela energia elétrica (1,16%), gás de botijão (3,67%), em sua 17ª alta consecutiva, acumulando elevação de 44,77% desde junho de 2020.
Metodologia da pesquisa
Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados entre 29 de setembro e 28 de outubro de 2021 (referência) com os preços vigentes entre 28 de agosto e 28 de setembro de 2021 (base). O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.
INPC sobe 1,16% em outubro
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias de 01 a cinco salários mínimos (R$ 5.500), de outubro, subiu 1,16%, 0,04 p.p. abaixo do resultado de setembro (1,20%). Esse é o maior resultado para um mês de outubro desde 2002, quando o índice foi de 1,57%.
No ano, o INPC acumula alta de 8,45% e, em 12 meses, de 11,08%, acima dos 10,78% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2020, a taxa foi de 0,89%.
Os produtos alimentícios subiram 1,10% em outubro, ficando acima da variação observada em setembro (0,94%). Já os não alimentícios tiveram alta de 1,18%, enquanto, em setembro, haviam registrado 1,28%.
Todas as áreas registraram variação positiva em outubro. O menor índice foi o da região metropolitana de Belém (0,51%), onde pesaram as quedas nos preços do açaí (-8,77%) e da energia elétrica (-1,22%). Já a maior variação foi a da região metropolitana de Vitória (1,64%), cujo resultado foi impactado, principalmente, pela taxa de água e esgoto (13,68%).
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mantém a vacinação com 2ª e 3ª doses nesta sexta-feira (11) apenas nas unidades de saúde da sede do município, de 8h às 12h e de 14h às 16h, que estão divididas por fabricantes de cada vacina para evitar erros de imunização.
A 3ª dose será apenas para os idosos de 60 anos ou mais que tenham tomado a 2ª dose até o dia 12 de maio e as pessoas com imunossupressão grave, maiores de 18 anos, que tenham tomado a 2ª dose até o dia 14 de outubro. Amanhã (12), a 3ª dose para os trabalhadores da saúde será apenas dentro das unidades hospitalares, com ações já definidas com as diretorias das instituições.
Veja quais unidades estarão aplicando a dose de reforço:
Já a vacinação com as 2ª doses da Pfizer e Coronavac/Butantan será para as pessoas com data de retorno agendada até o dia 13 de novembro. A aplicação ocorrerá em 14 unidades de saúde até o fim do estoque.
Confira atentamente as unidades com a 2ª dose:
Para as pessoas que estão em atraso com a 2ª dose da Astrazeneca/Fiocruz/Oxford, a SMS esclarece que ainda não recebeu reposição dessa vacina e ainda aguarda uma posição da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) se ainda haverá recebimento desse imunizante ou se será adotada a intercambialidade de vacina, aplicando a 2ª dose com a Pfizer. Até lá, essas pessoas devem aguardar novas informações que serão divulgadas antecipadamente nos canais oficiais da Prefeitura.
Deflagrada na manhã desta sexta-feira (12) a “Operação Impressão Digital”. Ela investiga um grupo empresarial do setor de materiais e equipamentos de impressão, envelopamento e comunicação visual, que teria sonegado mais de R$ 15 milhões em impostos.
Equipes da Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), através da Coordenação Especializada de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Ceccor/LD), do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), cumprem mandados de busca e apreensão em endereços de Salvador e de Lauro de Freitas.
As investigações identificaram fraudes no quadro societário das diversas empresas do grupo, criadas em nome de “laranjas”. Essas empresas eram posteriormente abandonadas e imediatamente sucedidas por outras, no mesmo segmento de mercado, deixando valores expressivos de débitos tributários e promovendo a blindagem patrimonial dos verdadeiros gestores do grupo.
Segundo a força-tarefa, as atividades do grupo se estendem por vários estados da Federação e as manobras fraudulentas, adotadas para embaraçar a fiscalização e sonegar mais tributos, foram interrompidas pela deflagração da Operação.
O Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) vem a público comunicar o falecimento de nossa companheira EDNA NOLASCO, diretora da Regional Sudoeste da entidade. Ela foi mais uma vítima da Covid-19, doença contra a qual lutava desde final de outubro.
Insubstituível companheira de lutas, EDNA sempre mostrou espírito combativo, solidariedade e dedicação ao bem estar dos demais. Agora, em 2021, foi ela a responsável pela luta em Vitória da Conquista e região, para que todos os jornalistas se vacinassem contra a Covid-19. Mesmo já estando vacinada, não descansou um único dia até que as prefeituras fizessem a imunização de todos aqueles que tinham direito.
Profissional exemplar e competente, deixa um legado de bons serviços prestados ao longo de décadas como repórter fotográfica, caminho que trilhou vencendo as barreiras de ser mulher e exercer a profissão em um ambiente de predomínio masculino, mais ainda no tempo em que iniciou no fotojornalismo. Amiga, afável, meiga, com seu jeito único cativava a todos.
Unimo-nos aos familiares e todos os amigos neste momento de dor e consternação, emanando todas as preces e boas energias para que sua passagem ao novo plano seja de luz e esperanças. À família, nosso abraço e sinceros votos de paz e força para enfrentar essa triste perda.
Ao tempo em que comunicamos essa triste notícia, pedimos a todos os colegas que continuem atentos, não se abstenham dos protocolos sanitários e mantenham os cuidados necessários. Conquistamos a vacina. Mas não vencemos a doença.
Moacy Neves – Presidente do Sinjorba
A fotógrafa e jornalista Edna Nolasco faleceu na tarde desta quinta-feira (11) vítima da Covid-19. Ela tinha 63 anos e estava internada no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC) desde o dia 26 de outubro.
Referência na profissão, exímia fotógrafa, artista sensível e pessoa solidária e querida, Edna foi uma das vozes mais atuantes em defesa da vacina. Na condição de delegada do Sindicato dos Jornalistas da Bahia, liderou o movimento pela imunização dos colegas de profissão e atuou na conscientização sobre a importância da vacina.
Ela conseguiu ser vacinada com as duas doses, mas acabou contraindo a doença e deixa família, amigos, colegas e uma imensidão de admiradores de luto.
Edna nasceu em Miguel Calmon, no Piemonte da Chapada, em 7 de janeiro de 1958. Passou a viver em Vitória da Conquista no ano de 1965, com sete anos de idade. Aqui, estudou, trabalhou e constituiu família, casando-se com Marisvaldo, com quem teve seis filhos, Keyla, Cristiane, George, Carollini, Joelton e Joelson. Ela também deixa quatro netos: João, Maria, Arthur e Laura.
Edna Nolasco era irmã do servidor municipal Emanuel Moraes.
A prefeita Sheila Lemos manifesta seu pesar e externam suas condolências à família de Edna pela perda insubstituível. A Secretaria Municipal de Comunicação está de luto.
Na manhã desta quinta-feira, 11, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) realizou uma audiência pública para debater os impactos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Nº 32/2020, que altera regras sobre servidores públicos e modifica a organização da Administração Pública direta e indireta de qualquer um dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A proposta altera 27 dispositivos da Constituição e introduz 87 novos, sendo quatro artigos inteiros. As principais medidas tratam de contratação, remuneração e desligamento de servidores públicos. A discussão foi proposta pelos vereadores Valdemir Dias (PT), Alexandre Xandó (PT) e Viviane Sampaio (PT).
O vereador Valdemir Dias (PT) destacou os pontos da PEC 32 que causam sérios prejuízos ao serviço público. Ele ressaltou ainda a importância de a Câmara Municipal discutir a questão, mesmo se tratando de uma matéria que está em tramitação no Congresso Nacional, para promover a conscientização das pessoas a fim de que possam pressionar senadores e deputados federais a realizarem emendas no texto da proposta, evitando que os brasileiros sejam seriamente prejudicados pela redução da qualidade dos serviços ofertados pelas três esferas governamentais. “É importante essa discussão. Toda a força tem que sair dos municípios para fazer pressão nos deputados, nos senadores, para que eles possam modificar essa PEC”, disse Dias.
O vereador Alexandre Xandó (PT) parabenizou e reconheceu a importância do movimento sindical pela luta por proteção e melhorias trabalhistas, mesmo diante dos ataques dos últimos governos federais aos trabalhadores. Xandó afirmou que o Governo Bolsonaro vê no funcionalismo público “um mal a ser extirpado”.
Ele pontuou que estender, como propõe a PEC 32/2020, o prazo de contratação para 10 anos significará, na prática, acabar com o concurso público. Outro ponto da proposta criticado pelo vereador são os impedimentos para as licenças de aperfeiçoamento. Ele afirmou que os servidores já têm muita dificuldade para conseguir essas licenças. Para Xandó, criar mais empecilhos para a qualificação é uma forma de precarizar o serviço público. O vereador declarou que “estamos firmes contra a PEC 32” e que a bancada do PT apoiará as ações de mobilização contra o projeto.
A vereadora Viviane Sampaio (PT) afirmou que as alterações propostas pela PEC 32 não visam beneficiar os trabalhadores. Ela pontuou que o distanciamento do debate que ocorre na Câmara Federal facilita que temas importantes como a PEC passem desapercebidos. Ela frisou que é preciso ampliar os espaços de debate junto à população.
Também parabenizou o Sindprev pela mobilização e por expor os deputados favoráveis à PEC. Ela ressaltou que é preciso cobrar dos demais deputados responsabilidade e questionar o apoio deles à PEC. Ela frisou que, se aprovada, a PEC vai impactar de forma negativa o serviço público em todos os níveis. “Isso é um risco para toda a população”, disse. Viviane lembrou que no auge da pandemia foi um servidor de carreira do Ministério da Saúde que denunciou irregularidades na compra de vacinas contra a Covid-19. Ela destacou que a estabilidade é que permitiu a denúncia.
Ione Souza, do Sindprev, afirmou que o desmonte proposto pela PEC vai impactar negativimente na qualidade do serviço público, atingindo diretamente a população. Ela frisou que têm sido feitas mobilizações em diversos pontos do país.
A representante do SindPrev, Antonieta Resende, destacou que as mobilizações contrárias à PEC 32 têm como preocupação principal a qualidade do serviço público. “O empenho do nosso sindicato não é só em questão dos nossos salários, mas o sindicato vem atuando de forma a contemplar a população. Essa proposta é um prejuízo. Se não barrarmos hoje essa situação, não sabemos o que acontecerá com a nossa população no futuro”, explicou Antonieta.
Greice Reis, representante do Simmp, agradeceu aos vereadores Viviane e Valdemir pelo debate. Ela avalia a PEC 32 como um projeto nefasto, que visa acabar com o serviço público. “É o maior retrocesso pós-Constituição de 1988”, afirmou. A sindicalista apontou diversos problemas na PEC, entre eles flexibilização para terceirização e contratações temporárias, facilitação para demissões de servidores, critérios de avaliação nebulosos o que favorece o desligamento, criação e extinção de cargos não mais por lei, mas pela vontade discricionária do presidente. Ela avalia que, na prática, significará o fim do concurso público. De acordo com Greice, essas alterações, se aprovadas, vão transformar o funcionalismo público num “cabide de empregos”, facilitando o apadrinhamento político e a corrupção.
Ainda segundo Greice, o quadro de funcionários públicos não está inchado. Ela trouxe dados do IPEA apontando que, em média, o salário do servidor público gira entre dois e seis mil reais. Para Greice, o que pesa na conta são os salários e privilégios de cargos do alto escalão e de segmentos que estão fora da PEC, como militares, juízes, desembargadores.
A representante do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e de Controle de Endemias, Rita Suzana, explicou que a PEC prejudica a qualificação dos servidores que atendem diretamente à população. “Esses profissionais trabalham lá na ponta com prevenção e saúde. Sem concurso vira cabide de emprego. É o empobrecimento da prestação de serviço. O que será do nosso país?”, questionou ela, e completou: “A nossa luta não é só por nossos direitos, mas sim por um serviço público de qualidade, por uma mão de obra qualificada”.
Edson Conceição, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS), afirmou que nunca viu algo como a PEC 32, tendo mais de 40 anos de serviço público. Para ele, quem mais vai sofrer se a PEC for aprovada será a população que necessita dos serviços.
O representante do SindPrev, Cut e MPSS, Edivaldo Santa Rita, destacou a importância de as Câmaras Municipais realizarem discussões a respeito da PEC 32. “Debate fundamental para a população em geral. Essa alteração não vem ferir só servidores públicos, vem tirar direitos dos cidadãos do Brasil”, destacou ele, ressaltando que a PEC demonstra o objetivo do Governo Bolsonaro de precarizar o serviço público em todo o país.
Roberval de Jesus lamentou a ausência dos trabalhadores da discussão. Ele reforçou a tese de que a situação extrapola os interesses dos servidores públicos. “Não é só o meu interesse enquanto servidor. É a nossa formação continuada, é o serviço prestado à população”, avaliou. Ele defendeu ainda que os sindicatos façam ações de conscientização da população que, em sua maioria, ainda não entendeu os prejuízos que a proposta provocará, caso seja aprovada. “A gente tem que maturar o que é a PEC 32 e explicar para a população”, defendeu.
Membro do SindPrev, Maria da Conceição Nunes falou da necessidade de os aposentados também se envolverem na mobilização. “Nossos aposentados se esquecem que têm que continuar lutando porque a luta também é nossa”, disse ela. “Não é só o serviço público que está ameaçado, mas o povo brasileiro”, completou.
O deputado estadual João Isidório (Avante) filho do deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante), se afogou na tarde desta quinta-feira (11) em uma praia na cidade de Madre de Deus, Região Metropolitana de Salvador.
Informações iniciais dão que o parlamentar foi socorrido, mas ainda existe detalhes sobre o acidente. A assessoria de João Isidório confirmou o afogamento.
É com profundo pesar que noticiamos o falecimento da querida amiga Edna Nolasco, uma das jornalistas mais atuantes em Vitória da Conquista, sendo, atualmente, delegada do sindicato dos jornalistas na região.
Edna teve sua carreira destacada por meio dos belíssimos registros que fazia com sua máquina fotográfica, com seu olhar diferenciado e sensibilidade.
O último trabalho de Edna foi no Festival de Música da Unimed Sudoeste, que ocorreu no último mês. Edna lutava contra a covid-19 e estava internada no Hospital de Base.
Lá, pudemos conversar bastante, atualizar os papos, enfim, sempre com sua doçura.
Nossos sinceros sentimentos.
A secretári de Saúde da Bahia (Sesab), Tereza Paim, foi cautelosa ao falar sobre a possibilidade da realização do carnaval em 2022 em meio à pandemia da covid-19. Em entrevista ao Balanço Geral da RecordTV Itapoan, ela afirmou que a saúde deve ser prioridade e que os atuais números da pandemia no estado – casos ativos e vacinados- ainda não permitem a realização da festa.
“Quando a gente fala de pandemia é porque o planeta inteiro está afetado, então não são as pessoas econômicas que estão se impondo, mas a ciência que está impondo. Baseado em técnica e evidência, a gente sabe que é importante manter o uso da máscara e que a gente precisa alcançar a taxa de vacinação”, afirmou.
De acordo com a secretária, a Bahia precisa alcançar a marca de 80% da população completamente imunizada, ou seja com as duas doses da vacina, para pensar na possibilidade da realização da folia. “Estamos em um patamar com 50% das pessoas completamente imunizadas e precisamos de um alcance de pelo menos 80%. Será que a gente consegue isso até o final de novembro?”, questionou.