A Polícia Federal cumpriu, nesta sexta-feira (7/8), mandados de busca e apreensão na cidade de Guanambi/BA, no âmbito da Operação Rastreio.
A investigação teve início em outubro de 2025, após a retenção, pelos Correios, de encomendas postais destinadas a Guanambi/BA. No interior dos objetos foram encontradas, ao todo, 110 cédulas de R$ 100, totalizando R$ 11 mil em notas falsas.
As buscas desta data foram realizadas com o objetivo de reunir novos elementos de prova, de identificar possíveis envolvidos no envio, no recebimento ou na circulação do dinheiro falso e de verificar eventual conexão com outras remessas semelhantes.
Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
Foto Ilustrativa
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
A Polícia Federal (PF) intimou nesta terça-feira (21) o senador Jaques Wagner (PT-BA) a prestar depoimento no dia 7 de agosto sobre as investigações envolvendo o Banco Master. O depoimento vai acontecer em Brasília e a PF está investigando se o senador recebeu algum tipo de benefício em troca de apoio no Congresso sobre projetos de interesse do banco.
O senador negou ter cometido qualquer tipo de irregularidade, afirmou que está tranquilo e disse que vai provar a sua inocência. Jaques Wagner foi um dos alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que alegou que ele supostamente tinha relações com o banqueiro e ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima.
O parlamentar disse que não tem nenhum vínculo com Daniel Vorcaro, mas admitiu que conhece o ex-sócio do Banco Master.
O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado Federal, está entre os alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (18).
A PF aponta que Jaques Wagner atuou em defesa de interesses do Banco Master no Congresso e, em troca, recebeu vantagens indevidas — como um apartamento de luxo em Salvador, avaliado em R$ 2,5 milhões, e repasses a empresas ligadas a familiares do parlamentar.
A Operação Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master, de Daniel Vorcaro.
Além de Jaques Wagner, a PF também mira nesta fase da operação o banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Vorcaro e dono do Banco Pleno — liquidado pelo Banco Central em fevereiro.
A defesa de Augusto Lima afirma que ele “sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública”.
Jaques teria recebido ‘vantagens indevidas’ – A operação tem como foco principal a relação entre o senador e o banqueiro Augusto Lima, apontado como aliado de Daniel Vorcaro.
A PF apura se o parlamentar teria atuado em favor de projetos de interesse do Master no Congresso, entre eles a chamada “Emenda Master” e uma proposta que ampliava o limite do crédito consignado.
A Emenda nº 11 à PEC 65/2023, conhecida como Emenda Master, apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) e sob investigação da Polícia Federal, propunha mudanças no funcionamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mecanismo que protege correntistas e investidores em caso de quebra de instituições financeiras.
Na prática, ela ampliaria o modelo de negócios fraudulento do Master, a partir da ampliação da cobertura do FGC.
Segundo a decisão, a Polícia Federal identificou que “o texto da emenda foi elaborado pela assessoria do Banco Master” e depois entregue “em envelope endereçado a ‘Ciro'” na residência do senador. Segundo os investigadores, Jaques Wagner teria atuado pela aprovação da proposta no Congresso.
Em contrapartida, os investigadores apontam que Jaques Wagner recebeu “vantagens indevidas”, como um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões em Salvador, além de repasses que somariam R$ 3,5 milhões por meio de uma empresa ligada a familiares, bem como o uso de aeronaves e ingressos para shows.
A apuração teve início após a análise de mensagens encontradas no celular de Augusto Lima.
Jaques Wagner, que já foi governador da Bahia por dois mandatos e ocupou diversos ministérios, já havia sido citado anteriormente por intermediar contatos entre o grupo financeiro e altas autoridades.
Operação da PF – Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), em endereços ligados aos alvos no Distrito Federal, em São Paulo e na Bahia.
Além disso, agentes federais cumprem medidas cautelares, como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaportes. Inicialmente, a PF falou em monitoramento eletrônico, mas depois corrigiu a informação.
Os fatos investigados podem caracterizar os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
Veja quem são os alvos desta quinta:
Fonte: G1
Foto: Carlos Moura/Agência Senado
A Receita Federal realizou nesta quinta-feira (28) uma operação de repressão ao contrabando, descaminho e contrafação no comércio de Vitória da Conquista. A ação teve como alvo quatro estabelecimentos comerciais suspeitos de vender produtos de origem estrangeira com indícios de irregularidade fiscal e falsificação de marcas legalmente registradas.
De acordo com a Receita Federal, a operação contou com a participação de 17 servidores e integra um conjunto de ações coordenadas pela Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da 5ª Região Fiscal, que atua nos estados da Bahia e Sergipe.
Os produtos apreendidos durante a fiscalização serão encaminhados para procedimento de perdimento, conforme determina a legislação aduaneira brasileira. Ainda segundo o órgão, os responsáveis pela posse, guarda ou comercialização das mercadorias poderão responder pelos crimes de contrabando, descaminho e contrafação, dependendo da situação identificada em cada caso.
A Receita Federal destacou que a operação busca proteger a economia formal, combater a concorrência desleal, preservar os direitos dos consumidores e impedir a circulação de produtos falsificados ou introduzidos irregularmente no país.
Entre os crimes investigados está o contrabando, caracterizado pela importação ou exportação clandestina de mercadorias proibidas no território nacional. Já o descaminho ocorre quando mercadorias permitidas entram ou saem do país sem o pagamento dos tributos obrigatórios. A operação também combate a contrafação, prática conhecida popularmente como pirataria, envolvendo falsificação ou reprodução ilegal de marcas e produtos protegidos por direitos autorais e propriedade industrial.
Estão sendo cumpridos 14 mandados de busca, nas cidades baianas de Ilhéus, Itagimirim, Camaçari e Lauro de Freitas.
A Polícia Federal, com apoio da Controladoria Geral da União – CGU, deflagrou nesta quinta-feira (21/5), a Operação Merenda Digna, que investiga possíveis irregularidades no uso de recursos destinados à alimentação de estudantes nas escolas públicas de Ilhéus/BA.
Estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em órgãos públicos, endereços de servidores públicos e empresários, bem como nas sedes das empresas investigadas, nas cidades baianas de Ilhéus, Itagimirim, Camaçari e Lauro de Freitas
A operação decorre de investigações iniciadas em 2025, para apurar supostas irregularidades na contratação emergencial de fornecimento de gêneros alimentícios destinados à merenda escolar, no montante aproximado de R$ 15,5 milhões.
As apurações apontam suspeitas de direcionamento da contratação, conluio entre as empresas participantes, além de relevante sobrepreço na contratação, estimado em mais de R$ 1,7 milhão.
Diversos itens da merenda escolar foram contratados pelo município por valores muito superiores aos praticados no varejo, embora, em razão da aquisição em grande escala, os preços contratados deveriam ser inferiores aos usualmente comercializados.
A decisão que autorizou o cumprimento dos mandados de busca foi deferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Ilhéus/BA, após representação da Polícia Federal e parecer favorável do Ministério Público Estadual.
As investigações prosseguem com a análise do material apreendido. Os investigados poderão responder pelos crimes de contratação direta ilegal, frustração do caráter competitivo do processo licitatório, associação criminosa, corrupção passiva e ativa.
Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
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O filme entre fevereiro e maio de 2025. Um dos documentos citados aponta transferência de US$ 2 milhões para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas e ligado a um advogado de Eduardo Bolsonaro. (Globo)
Em entrevista à GloboNews, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou ter usado o dinheiro que pediu a Vorcaro para bancar as despesas pessoais do irmão, mas admitiu ter mentido ao negar relações com o ex-dono do Master, alegando que estava vinculado a uma cláusula de confidencialidade relacionada ao financiamento de Dark Horse. “Eu menti. Eu podia descumprir uma cláusula contratual?”, declarou o senador, ao ser questionado sobre entrevistas anteriores nas quais dizia não ter contato com Vorcaro nem haver ligação da família Bolsonaro com o banqueiro. Flávio insistiu, porém, que sua relação com Vorcaro era “exclusivamente” ligada ao financiamento do filme. (g1)
Apesar de afirmar que sua relação com Daniel Vorcaro se resumia a financiar Dark Horse, Flávio Bolsonaro tentou organizar um encontro entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e o banqueiro do Master para a exibição de um documentário em Brasília. Flávio e o deputado Mario Frias (PL-SP) queriam levar Jair Bolsonaro à casa do banqueiro para assistir ao documentário A Colisão dos Destinos. O encontro acabou não
acontecendo. (Intercept Brasil)
Já a Go Up, produtora de Dark Horse negou ter recebido recursos de Vorcaro para financiar Dark Horse. Karina Ferreira da Gama, sócia-executiva da empresa, afirmou que a produção conta apenas com investimentos estrangeiros e que não há qualquer vínculo financeiro com Vorcaro ou empresas ligadas ao banqueiro. Segundo ela, Flávio pode ter buscado apoio privado por iniciativa própria, mas isso não teria resultado em contratos, transferências ou negociações formais. Karina também controla organizações culturais beneficiadas por emendas parlamentares de deputados do PL, entre eles, Mario Frias. Ele é produtor-executivo do longa e também negou que tenha havido repasses financeiros do banqueiro para a produção. (Folha)
A ligação entre Frias e Karina Ferreira anda na mira do STF. O tribunal tenta há mais de um mês intimar o deputado para que ele preste esclarecimentos sobre possíveis irregularidades no uso de emendas parlamentares destinadas ao Instituto Conhecer Brasil, presidido por ela. A investigação foi aberta após representação da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), que pediu apuração sobre repasses de recursos públicos ao que classificou como um “ecossistema” de empresas e organizações ligadas à produção do filme Dark Horse. (g1)
Além disso, a empresa Entre Investimentos e Participações, apontada como intermediadora de pagamentos do Banco Master para o filme, movimentou ao menos R$ 139 milhões para empresas investigadas pela Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro e ligação com esquemas criminosos ligados ao PCC e à máfia italiana. (Globo)
E o diretor americano Oliver Stone negou que seu documentário Lula tenha recebido qualquer recurso de Daniel Vorcaro, em resposta a movimentações de aliados bolsonaristas que tentavam associar o ex-banqueiro também a produções ligadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. (Folha)
Uma curiosidade. O valor que teria sido solicitado por Flávio Bolsonaro a Vorcaro para financiar Dark Horse coloca a produção entre os projetos cinematográficos mais caros já associados ao mercado brasileiro. É muito até para padrões internacionais. Com US$ 24 milhões, seria possível financiar diversos vencedores recentes do Oscar de melhor filme, incluindo produções independentes como Parasita, Moonlight e Anora. (InfoMoney)
Fora do circuito policial-financeiro cinematográfico, o pedido de Flávio a Vorcaro segue movimentando o meio político. Nesta quinta-feira, o presidente Lula se manifestou pela primeira vez sobre o caso. “Eu não vou comentar. É um caso de polícia, não é meu. Eu não sou policial, eu não sou procuradorgeral. O meu caso é tratar do povo brasileiro, tratar da Petrobras e tratar do emprego”, disse Lula. (g1)
Embora o comando de campanha de Flávio Bolsonaro procure passar a ideia de normalidade, Guilherme Amado conta que parte do Centrão considera a candidatura do senador enterrada e já trabalha com a hipótese de lançar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) à Presidência, tendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como vice. (Amado Mundo)
Outro grupo irritado com o áudio de Flávio e Vorcaro é formado por pastores de grande atuação política. Em grupos de WhatsApp, o clima é de revolta, e já se fala em migrar o apoio para Ronaldo Caiado (PSD) ou Romeu Zema (Novo), embora este desperte menos entusiasmo. (Folha)
Para completar, a Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, em mais uma fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes e esquemas de proteção ligados ao Banco Master. A prisão foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo a investigação, Henrique era apontado como um dos beneficiários de recursos movimentados pelo filho, que teria realizado depósitos diretamente em suas contas bancárias. Além de Henrique Vorcaro, um agente da Polícia Federal também foi preso. Entre os alvos das buscas estão ainda um delegado e um agente aposentado da corporação. (CNN Brasil)
INTERNACIONAL
Donald Trump encerrou nesta madrugada sua visita-relâmpago à China sem levar na bagagem qualquer acordo sobre os temaschaves, como a situação de Taiwan e a guerra no Irã. O presidente dos Estados Unidos afirmou que “muitos problemas” foram resolvidos e que diversos acordos comerciais foram fechados, mas os números mostram que, com a China mais autossuficiente, o volume de negócios foi bem menor que na
visita anterior, em 2017. (CNN)
O governo federal lança nesta terça-feira (12) o programa Brasil Contra o Crime Organizado, com previsão de investimento de R$ 11 bilhões em ações de segurança pública. Do total, R$ 1 bilhão será do Orçamento da União e R$ 10 bilhões serão disponibilizados aos estados por meio de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo comunicado da Presidência, “O Brasil contra o Crime Organizado foi construído em diálogo com os estados, especialistas e forças de segurança pública e tem por objetivo desarticular as bases econômicas, operacionais e sociais das organizações criminosas em todo o território nacional”, diz comunicado da Presidência.
De acordo com a Presidência, o programa será estruturado em quatro eixos estratégicos: asfixia financeira das organizações criminosas; fortalecimento da segurança no sistema prisional; qualificação da investigação e do esclarecimento de homicídios; e combate ao tráfico de armas.
Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em coletiva de imprensa na semana passada, é preciso “destruir o potencial financeiro do crime organizado e das facções”. Após reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no último dia 7, Lula afirmou que o Brasil está disposto a colaborar com outros países nessa área.
Ilhéus/BA. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Ilhéus – FICCO/Ilhéus, composta pela Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal, deflagrou, nesta quarta-feira (29/04/2026), a Operação Salitre, com o objetivo de desarticular organização criminosa voltada à prática dos crimes de tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro, com atuação predominante no sul da Bahia.
A investigação, conduzida de forma integrada pelos órgãos de segurança pública, identificou a existência de uma estrutura criminosa organizada, com divisão de tarefas e atuação coordenada, responsável pela distribuição de entorpecentes e armamentos, bem como pela movimentação de recursos ilícitos oriundos dessas atividades.
As apurações indicam que o grupo criminoso utilizava o município de Canavieiras/BA como base logística para armazenamento e distribuição de drogas, além de ponto estratégico para articulação de suas atividades ilícitas, mantendo conexões com outras cidades da região e ramificações em diferentes estados da federação.
Ao todo, estão sendo cumpridos 47 mandados judiciais, sendo 27 mandados de busca e apreensão e 20 mandados de prisão temporária, expedidos pela Justiça Estadual da Comarca de Canavieiras/BA. As medidas estão sendo executadas nos municípios de Canavieiras, Una, Uruçuca, Itabuna e Eunápolis, além de uma ação no município de Ubatuba/SP, evidenciando o caráter interestadual da organização investigada.
No âmbito das medidas assecuratórias, foi determinado o bloqueio judicial de R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais), valor vinculado à movimentação financeira suspeita da organização criminosa, com o objetivo de descapitalizar o grupo e inviabilizar a continuidade de suas atividades ilícitas.
A operação mobiliza cerca de 160 agentes das forças de segurança pública (Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal), que atuam de forma simultânea e coordenada no cumprimento das ordens judiciais, estratégia fundamental para evitar a fuga de investigados, a destruição de provas e a continuidade das práticas criminosas.

Também participaram da deflagração da operação as seguintes unidades especializadas da Polícia Militar da Bahia (PM/BA): CPRS, 71ª CIPM/CANAVIEIRAS, TOR, CIPE CACAUEIRA, 15⁰ BPM/ITABUNA, 28⁰ BPM/EUNÁPOLIS, CIPT SUL, 72ª CIPM/ITACARÉ , CIA DE GUARDAS/ITABUNA.
Pela Polícia Civil da Bahia, participaram da operação as seguintes unidades: DIRPIN SUL através do planejamento envolvendo a 5ª COORPIN VALENÇA, 6ª COORPIN ITABUNA, 7ª COORPIN ILHÉUS, 8ª COORPIN TEIXEIRA DE FREITAS, 23ª COORPIN EUNÁPOLIS e 21ª COORPIN ITAPETINGA.
A deflagração da Operação Salitre representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado ao crime organizado na região, com foco não apenas na responsabilização penal dos envolvidos, mas também na desarticulação completa da estrutura logística, operacional e financeira da organização criminosa.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos, aprofundar a análise do fluxo financeiro ilícito e ampliar a responsabilização dos integrantes do grupo criminoso.
Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1°), a Operação Nostromo, que cumpre três mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhais e Colombo, no estado do Paraná. As investigações tiveram início após a prisão em flagrante de um homem, em outubro de 2025, flagrado pela PRF transportando quase três toneladas de maconha na BR-116, nas proximidades de Vitória da Conquista, ocultadas em meio a um carregamento de máquinas industriais.
A análise dos elementos de prova apreendidos com o suspeito permitiu identificar o envolvimento de outras pessoas na remessa da droga, que teria como destino o estado do Ceará, incluindo o proprietário do caminhão utilizado no transporte e o indivíduo apontado como dono dos entorpecentes e responsável pela contratação do frete. Também foi cumprido um mandado de busca em um galpão onde teria ocorrido o carregamento do material ilícito.
Os investigados responderão pelos crimes de tráfico de drogas, associação criminosa e financiamento ou custeio do tráfico de drogas, cujas penas, somadas, podem chegar a 30 anos de prisão.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA) deflagrou, nesta quarta-feira, 18 de março, a Operação Epílogo para combater o crime organizado, com cumprimento de 15 mandados judiciais na Bahia. A ação integra a Operação Força Integrada, iniciativa nacional realizada simultaneamente em 15 estados.
Durante as diligências, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão nas cidades de Feira de Santana/BA e de São Paulo/SP. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Feira de Santana/BA.
Segundo a Polícia Federal, as investigações e as ações ostensivas têm como foco a desarticulação de um subgrupo criminoso vinculado à facção criminosa de atuação violenta. O grupo é apontado como responsável por crimes como tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo.
As apurações também indicam envolvimento em cobrança violenta de dívidas, homicídios, lesões corporais e ameaças sistemáticas à população. As condutas criminosas ocorriam, principalmente, no município de Feira de Santana e em cidades da região, conforme informado pelas autoridades.