O estelionatário que teria se apresentado com o documento falso de nome Eliseu, foi desmascarado no momento que tentava sacar uma certa quantia do PIS, na Caixa Econômica da Praça Barão do Rio Branco, a guarnição da 77 chegou no local onde se depararam com o elemento que se identificou com o nome falso, após uma busca pessoal dentro do tênis os policiais encontraram a verdadeira identidade do elemento de nome Caique.
Ainda no banco os militares deram voz de prisão ao indivíduo, e com a chegada da Polícia Federal o mesmo foi conduzido à Delegacia. Com informações do Blog do Léo Santos
Um dia depois de a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, assassinados em 14 de março, no Rio, completar 150 dias sem solução, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungman, disse, neste domingo (12), que a Polícia Federal (PF) está preparada para assumir as investigações do caso. De acordo com o titular da pasta, que elogiou o trabalho da Polícia Civil, até então, o que falta para ficar à frente dos trabalhos é um pedido, além dos ministérios públicos do Rio e Federal, da Secretaria de Segurança estadual.
Questionado pelo jornal O Globo, Jungmann antecipou que é necessária uma solicitação dos órgãos competentes para a PF apropriar-se do caso. “Se o Ministério Público do Estado do Rio, o Ministério Público Federal ou a Segurança do Rio requererem, a PF está pronta para assumir as investigações, como uma das melhores polícias investigativas do mundo. Com todos seus recursos humanos e tecnológicos”, disse, acrescentando que o presidente do Brasil, Michel Temer, já autorizou a possibilidade.
Jungman não quis adiantar como seria a investigação realizada pela PF. “Não cabe especular algo não solicitado. Apenas reafirmar nossa total disposição e capacidade em ajudar ou assumir, caso necessário, as investigações”, esclareceu. Ele ainda deixou claro que o envolvimento de agentes públicos no crime pode ser um entrave para que as investigações avancem. “Se você tem vários envolvidos, agentes públicos e políticos, formando uma rede com poder em vários níveis, mais executores profissionais terceirizados, sim, sem dúvida”, afirmou à reportagem o ministro.
A Polícia Federal de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, em conjunto com a Controladoria Geral da União, deflagrou, nesta terça-feira (24), a Operação Ciranda de Pedra, em oito cidades da Bahia. A ação tem como objetivo combater crimes de desvio de recursos públicos destinados a área da infraestrutura na cidade de Maiquinique, também no sudoeste do estado, nos anos de 2012 a 2017.
Vinte mandados de busca e apreensão e 14 mandados de intimação são cumpridos nos municípios de Maiquinique, Macarani, Itapetinga, Itamaraju, Teixeira de Freitas, Jequié, Mirante e Vitória da Conquista.
A organização criminosa obteve contratos da ordem de R$ 3.428.183,03, dos quais R$ 1.587.619,76 está estimado como o valor do desvio com ordem de bloqueio judicial.
A operação é resultado de uma investigação iniciada em 2017, sobre obras inacabadas na pavimentação em Maiquinique, que deveriam ter sido executadas nas ruas do município. Para realização das obras, foram feitos seis procedimentos licitatórios no quadriênio 2013-2016, em convênio com o Ministério das Cidades.
Além dos serviços não executados ou parcialmente executados, a investigação aponta que um grupo de quatro empresas fazia revezamento nas licitações e parte dos recursos era destinada a pagamentos de parentes e pessoas ligadas à administração municipal.
Ainda conforme as investigações, algumas dessas empresas, vencedoras de licitações recorrentes, serviam apenas de “fachada” e eram compostas por sócios “laranjas”.
Os envolvidos responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos e fraude à licitação.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (17), operação contra roubos de carga na Bahia e mais cinco estados. Os agentes da PF cumpre 173 mandados judiciais expedidos pela 17ª Vara Criminal de Maceió.
Segundo o G1, além da Bahia, a ação acontece em Alagoas, Maceió, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Pernambuco.
A operação denominada Transbordo visa desarticular uma organização criminosa envolvida em crimes de furto e receptação de cargas e caminhões. De acordo com os investigadores, o grupo se vale de falsas comunicações de crimes de roubo, além de adulteração de veículos, golpes em seguradoras e outros delitos.
O cartório do 1º Ofício de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, foi reaberto na quarta-feira (11). O serviço passou a funcionar em uma nova sede, três meses após o local onde funcionava antes ser alvo de operação da Polícia Federal que prendeu o chefe da repartição e apreendeu R$ 460 mil na casa dele.
A nova sede fica na Rua Lions Clube, centro da cidade. Desde abril, quando o Cartório do 1º Ofício ficou na responsabilidade judicial do Cartório do 2º Ofício, os atrasos no atendimento eram constantes e as reclamações também.
O cartório do 2º Ofício assumiu os trabalhos depois da prisão do chefe do cartório alvo da ação da PF, Antônio Carlos Bramont, que se mantém em prisão domiciliar.
O cartório de 1º Ofício realiza, por dia, em média, 300 atendimentos. Com o fechamento durante os três meses, o serviço ficou comprometido. Com a nova estrutura, a expectativa é normalizar os atendimentos.
A operação Factum, da Polícia Federal (PF), foi realizada no dia 3 de abril. Durante a ação, um “cartório paralelo” foi localizado pelos policiais na casa de Antônio Carlos de Jesus Bramont, chefe da repartição.
Foram encontrados na casa R$ 71.780 em espécie, R$ 390 mil em cheques (datados de 2015), U$ 2.707 e 10 francos suíços. Antônio Carlos foi preso na casa dele, em Vitória da Conquista, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva depois de aparecer em um vídeo, divulgado pela PF, recebendo uma “taxa de agilização” para realização de serviços de possíveis despachantes e de corretores de imóveis.
Uma das filhas de Antônio Carlos, Amanda Bezerra Bramont, que é considerada pela polícia um “braço direito” do pai no esquema, também foi detida. Também foram presas Anna Caroline Bezerra de Castro e a despachante Maria Aparecida de Souza Pereira. Elas foram presas em cumprimento a mandados de prisão temporária. As três foram liberadas poucos dias após a prisão.
De acordo com a Polícia Federal, o cartório deixava de responder notificações judiciais e era desorganizado propositalmente, para dificultar o andamento de serviços e assim agilizar os processos para quem pagasse a taxa.
Segundo a PF, dentro do cartório, Bramont ainda mantinha uma sala com uma película escura na janela, a fim de ocultar a prática de corrupção no local.
Todos os presos estão impedidos de exercer função pública. A polícia ainda investiga o envolvimento no esquema de construtoras que atuam na região, que não tiveram nomes divulgados.
No total, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em escritórios e residências, além de medidas cautelares diversas em Vitória da Conquista e também em Salvador.
As investigações tiveram origem em 2016, quando houve o descumprimento, por parte do titular do cartório, de decisões oriundas da Justiça Federal e da Justiça do Trabalho. Após prejuízo à União, em face desses descumprimentos, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) fixou a competência da Justiça Federal para o processamento do inquérito policial e das medidas cautelares correlatas.
Diante das provas colhidas pela PF, estima-se que a prática ocorria há mais de quinze anos. O titular do cartório mantinha trabalhando no cartório as suas filhas e ainda outras pessoas de sua confiança, sem qualquer vínculo formal com o Tribunal de Justiça da Bahia.
Ele tinha o objetivo de controlar o funcionamento do cartório conforme interesses próprios, e também não aceitava a presença de outros servidores da Justiça que ali foram lotados.
No decorrer das investigações, foi constatada ainda a prática de outros crimes não relacionados diretamente com o cartório, como falsidade ideológica, uso de documento falso para a promoção e aumento salarial no cargo de professor da rede estadual, tráfico de influência para retirada de multas de trânsito e concessão de licença-prêmio, entre outros.
O nome da operação é referência a um dos significados da expressão “Factum”, que, em latim, pode ser “escritura”, já que os crimes de corrupção investigados eram praticados sobretudo para agilizar o registro de escrituras.
O chefe de cartório foi indiciado pela prática dos crimes de corrupção passiva, associação criminosa, tráfico de influência, falsidade ideológica e uso de documento falso.
As demais envolvidas são investigados pela prática dos crimes de corrupção passiva, associação criminosa e corrupção ativa. Com informações do G1
A Polícia Federal realizou na manhã de hoje, 29/06/2018, a Operação VENDA FURADA que visou à repressão do delito de peculato, consubstanciado na apropriação ilegal de notebooks por parte de um técnico de informática do TRE – Tribunal Regional Eleitoral, que trabalhou na desmobilização do posto de atendimento do TRE no Centro Cultural Gláuber Rocha, nesta cidade de Vitória da Conquista.
Após a desmobilização do referido posto de atendimento do TRE, foi detectado o desaparecimento de pelo menos 05 (cinco) notebooks e de um equipamento denominado “Print Server”.
Na ação de hoje, a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pelo Juiz da 2ª Vara Federal da Subseção Judiciaria de Vitória da Conquista, na residência do técnico de informática, tendo ali sido localizados e apreendidos 02 (dois) dos notebooks até então desaparecidos.
Consoante apurado pela Polícia Federal, o investigado já estava anunciando pelo menos um dos computadores à venda pela internet, em uma página de uma rede social.
O nome da Operação remete à venda de um bem que não poderia ser comercializado, pois pertence ao patrimônio do Tribunal Regional Eleitoral.
Tendo em vista que o indivíduo investigado estava expondo à venda um dos notebooks subtraídos e considerando que os bens desapareceram desde o mês de maio de 2018, a Polícia Federal faz um apelo à população conquistense, para que, caso alguém tenha adquirido algum notebook com a etiqueta de tombo “TRE” ou com o adesivo “CBTEC”, que o entregue na Polícia Federal, pois a devolução espontânea do bem afasta a responsabilização pelo crime de receptação qualificada.
O investigado foi indiciado pela prática dos crimes de peculato (art. 312 do CP) e receptação qualificada (arts. 180, § § 1º e 2º do CP).
Fonte: Polícia Federal
A Justiça concedeu habeas corpus a Antônio Carlos Bramont, preso há três meses na Operação Factum, pela Polícia Federal, sob acusação de cobrar taxa de agilização no Cartório do 1º Ofício de Registro de Imóveis e Hipotecas da Comarca de Vitória da Conquista. os advogados de Bramont haviam tentado sua liberdade por duas vezes, sem sucesso, mas recorreram e o pleito foi deferido nesta quinta-feira (28).
Ele foi indiciado pelos crimes de corrupção passiva, associação criminosa, tráfico de influência e falsidade ideológica. A filha dele, Amanda Bezerra Bramont; uma sobrinha, Anna Caroline Bezerra de Castro, além de uma despachante, Maria Aparecida de Souza Pereira, também presas na mesma operação, entraram com recursos e foram soltas dias depois. Com informações do TV Sudoeste Digital
A Polícia Federal deflagra na manhã desta quarta-feira (30/05) operação visando desarticular e investigar organização criminosa suspeita de desviar mais de R$ 3,2 milhões em verbas do SUS e do FUNDEB repassadas ao município de Itapebi, região sul da Bahia.
Conforme apurado durante as investigações, o esquema criminoso funcionava através da constituição de empresas fictícias, que eram utilizadas pelos envolvidos para fraudar as licitações realizadas pela Prefeitura, dentre as quais para a aquisição de medicamentos e insumos hospitalares, merenda escolar e livros didáticos. Além de Itapebi, há suspeita de fraudes semelhantes em outros municípios baianos, cujo valor total dos contratos gira em torno dos R$ 14 milhões.
Cerca de 60 policiais federais cumprem 21 (vinte e um) mandados de busca expedidos pela Justiça Federal de Eunápolis. A ação ocorre nas cidades baianas de Floresta Azul, Itabuna, Ilhéus, Itapebi, Itororó, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas, Uruçuca e Vitória da Conquista.
São investigados políticos, empresários e advogados. Eles responderão pelos crimes de fraude à licitação (art. 90, Lei 8.666/93) e organização criminosa (art. 2º, Lei 12.850/13).
A operação foi batizada Juramento de Hipócrates em razão de um dos líderes do esquema criminoso ser médico e, não obstante, ter quebrado o juramento solene de exercer a medicina com honra e para o bem da humanidade.
Salvador/BA – Na manhã desta quinta-feira (15/05), a Polícia Federal cumpre cinco mandados de busca e apreensão, visando combater os crimes de pornografia infantil na internet. São quatro mandados em Salvador e um em Alagoinhas.
Cerca de 25 policiais federais participam da operação, cujo objetivo é a localização e apreensão de dispositivos informativos com suspeita de terem sido utilizados para compartilhamento de conteúdo de pornografia infanto-juvenil através da internet.
A ação da Polícia Federal foi realizada nesta data em razão da deflagração, também hoje, da Operação Luz da Infância 2, coordenada pelo Ministério Extraordinário da Segurança Pública.
Até o momento três pessoas foram presas em flagrante.
Os envolvidos devem responder pelo crime do artigo 241-A da Lei 8069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), que prevê penas de 3 a 6 anos de reclusão e multa.
Serviço de Comunicação Social Polícia Federal – Bahia
A prefeitura de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, recebeu nesta quarta-feira (16) uma e-mail da Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná com ofício solicitando documentos e perícia em diversas obras realizadas na cidade com contratos firmados em 2007.
No e-mail, o perito João José Valim, do setor técnico científico, afirma que há uma “investigação policial em aberto” e que foi solicitado à PF “exame pericial nas obras da 1ª etapa, 2ª etapa e ciclovia da Avenida Juracy Magalhães”.
A PF afirma que está em posse de parte da documentação necessária “encaminhada à AGU”, porém salienta que “não foram localizadas algumas informações relevantes”, e por isso solicitou planilhas e outros documentos referentes à 1ª etapa da duplicação da Avenida Juracy Magalhães (convênio 174846-73); 2ª etapa da duplicação da Avenida Juracy Magalhães (convênio 193819-42); e ciclovia da Avenida Juracy Magalhães (convênio 194354-58).
A equipe da Polícia Federal vai a Conquista no dia 23 de maio, quando fará levantamento da documentação na prefeitura. Nos dias 24 e 25 serão realizados os exames de campo. Os agentes da PF deverão ser acompanhados por um técnico da prefeitura e um agente de trânsito.
O advogado da prefeitura de Vitória da Conquista, Ademir Ismerim confirmou ao Bocão News que o oficio foi recebido hoje e que eles vão fazer o levantamento dos convênios das obras que estão indicando: “vamos providenciar e localizar os convênios para deixar à disposição, além de todas as informações”.