O presidente da Cooperativa Mista Agropecuária de Vitória da Conquista, Jaimilton Gusmão, informou com exclusividade aos repórteres Deudeste Dias e Ricardo Gordo, do Redação Brasil, que a tradicional Exposição Agropecuária de Vitória da Conquista será realizada ano que vem. Segundo ele, o evento terá o tamanho equivalente à limitações financeiras da cooperativa.
Em 2019, seria realizada a 52ª edição da exposição, que foi cancelada por falta de apoio financeiro. Era esperada uma movimentação de mais de R$ 100 milhões em negócios, com a presença de mais de 400 expositores de 12 estados do país. À época, Jaimilton reclamou da falta de parceiros importantes, como o poder público municipal e estadual.
Prestes a ser publicada, a nova licitação pública para concessão do transporte público de nossa cidade merece ser criativa e inovadora, existe espaço para nos tornar a cidade pioneira em priorizar mais sustentabilidade no consumo do combustível para os ônibus do transporte coletivo de Vitória da Conquista.
Em normas gerais as leis de licitação vem beneficiando a promoção da sustentabilidade, inclusive modificando o artigo 3º. da lei 8.666/93, criando inclusive mecanismo que priorize as empresas que utilize produtos provenientes de reciclagem, é notório que todas esferas governamentais tem buscado economizar energia elétrica, trocando por energias limpas, sendo energia solar a que mais cresce no nordeste.
Desde 2010, já existe lei que aplica um percentual de produtos e serviços que atendam às exigências de sustentabilidade e que não seja poluente, desde que atenda as normas técnicas.
No mundo inteiro tem reduzido os veículos movidos a combustão do DIESEL e a substituição gradativa para elétricos. Recentemente a SCANIA fechou contrato com BOGOTÁ para substituir 40% da frota da empresa TRANSMILÊNIO para GAS NATURAL VEICULAR.
Queria aproveitar para sugerir nossa administração que avalie a possibilidade de incluir como requisito de pontuação na qualificação técnica do Edital de licitação do transporte urbano um percentual de ônibus movidos a GAS NATURAL, pois outro modal como VLT além de custoso a implantação dos trilhos, têm outras adequações estruturais.
Portanto seríamos ao primeiro Município Brasileiro com essa inovação: menos poluição, menos ruídos, menos custos, passagens mais baratas e mais preocupação com o meio ambiente.
Consumindo Gás Natural, estaríamos construindo e criando o mercado de consumo do GNV, forçando inclusive a modificação do traçado do GASODUTO de Maracás para Vitória da Conquista.
*Zé Maria Caires: Empresário, Empreendedor,ex-prefeito de Dom Basílio e fundador do movimento “Conquista pode voar mais alto”
Na próxima terça-feira (28), às 14h, a Câmara de Vereadores promove uma audiência pública sobre a campanha “Maio Amarelo”. O intuito é chamar a atenção da população conquistense para os altos índices de mortes e feridos em todo o mundo.
No evento serão discutidas ações por parte do poder público e da sociedade civil para evitar acidentes de trânsito e manter a segurança de motoristas e pedestres no trânsito de Conquista.
A audiência pública é uma iniciativa do mandato do vereador Fernando Jacaré (PT). A Casa do Povo estará aberta para que autoridades, especialistas e toda a comunidade esteja discutindo o tema.

Na noite desta quinta-feira, 16, o Memorial Câmara recebeu a Orquestra Conquista Sinfônica que apresentou, sob a regência do maestro João Omar, o Concerto Sinfonia Popular – Repertório Estilo Barroco.

Na oportunidade foram entregues Moções de Aplauso à Orquestra, ao Maestro João Omar de Carvalho Mello, e ao Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, na pessoa do seu coordenador Elton Becker, pela edição do Concerto Sinfonia Popular – Repertório Estilo Barroco. As homenagens são fruto da iniciativa do mandato do vereador Fernando Jacaré (PT). Ele falou da importância da orquestra e dos motivos que o levaram a prestar a homenagem. “É um trabalho maravilhoso, cultura conquistense de qualidade, digna de todas as formas de homenagens”, afirmou.
Gerenciada e representada pela Associação das Culturas Orquestrais e Sinfônicas (Arcos), a Orquestra Conquista Sinfônica foi criada há cinco anos. É composta por músicos voluntários e desenvolve atividades de ensino para crianças ligadas à Rede de Atenção, no município.

O presidente da Câmara, Luciano Gomes (PR), disse que esse é um momento ímpar, pois o Memorial além de estar recebendo a Orquestra, também oferece a exposição “Personalidades Conquistenses”. “Vamos continuar dando ênfase à cultura conquistense, como a Exposição em homenagem ao poeta e jornalista Maneca Grosso, dentre muitos outros eventos previstos”, adiantou.
O vereador Danillo Kiribamba falou do valor cultural da orquestra e da sua satisfação em poder participar desse importante evento na Câmara.

O maestro João Omar destacou que a apresentação foi um recorte do trabalho da orquestra, a qual se sente honrada com a homenagem. “As pessoas têm que aprender a ouvir, ouvir música, histórias, enfim, parar para uma audição, pois a música sensibiliza, e a orquestra é algo que exige muito esforço dos músicos, os quais executam, com paixão, partituras originais”, afirmou, acrescentando que “essa é uma homenagem histórica, um momento especial”.

O coordenador do Centro de Cultura, Elton Becker ressaltou que foi estudante de escola pública e da universidade pública, onde aprendeu a importância de ser um defensor da educação pública e da cultura. Disse que João Omar dirige os músicos por meio dos gestos, retirando dos instrumentos, música de qualidade. “Vejo aqui a Câmara valorizando a arte, algo fundamental neste momento crítico, porque a arte é uma forma de sensibilizar as pessoas. Os dados apontam que 90% da população brasileira nunca assistiram a um concerto como este, e nós precisamos mudar isso. Ano passado nós colocamos 40 mil pessoas no Centro de Cultura em mais de 700 eventos, a única sala cênica da cidade, daí a importância desse reconhecimento do vereador Fernando Jacaré e da Câmara Municipal”, disse Becker.
A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista está prestes a resolver o problema do transporte público no que se refere ao emergencial, que vem sendo feito atualmente pela Viação Cidade Verde.
A empresa no dia 13 de abril desse ano retirou seus carros das linhas R-17, Lagoa das Flores x Centro; R-03, Pradoso x Centro; D-42 Lagoa das Flores x Uesb; R-06 e Senhorinha Cairo x Centro, e informou ainda que no dia 31 de maio abandonaria definitivamente o emergencial.
Para não deixar a população desses bairros sem o transporte, a prefeitura assinou um contrato de emergência com a Viação Novo Horizonte, e entrou com Ação Tutelar Cautelar, determinando a Viação Cidade Verde a continuar atuando na cidade.
Com a medida, autorizada pela Juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública de Vitória da Conquista, Dr.ª Simone Chagas, a empresa deve permanecer operando o Lote 1, que pertencia a Viação Vitória.
O documento oficial proíbe a Viação Cidade Verde deixar de operar total ou parcialmente nos próximos 60 dias, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 2 mil, por cada veículo tirados de circulação.
Mais não é só isso, o Blog do Nildo Freitas tomou conhecimento também através de uma fonte segura, que uma empresa do interior de São Paulo, a “Viação Rosa” chegou a Vitória da Conquista para operar no emergencial.
Alguns carros dessa empresa começaram a chegar na cidade e estão estacionados no pátio de um posto de combustíveis, localizado na Avenida Integração.
A nossa reportagem tomou conhecimento ainda que uma das exigências do prefeito Herzem Gusmão (MDB), para a Viação Rosa opere no município, é que ela contrate os ex-funcionários da Viação Vitória que se encontram até o momento desempregados. A empresa teria sinalizado de forma positiva para que isso aconteça, até porque ela vai precisar de mão de obra qualificada e que já conhece o sistema.
A política de atração de investimentos para o interior da Bahia ganhou um aliado nesta quarta-feira (15), durante reunião com representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), a Associação das Indústrias de Vitória da Conquista (AINVIC) e outros órgãos, como Coelba, Viabahia, SSP, Seinfra e Sefaz. A ideia da “força tarefa” é deixar o distrito mais atrativo, rentável e aumentar a oferta de emprego na região.
“Temos uma parceria muita boa com a Ainvic e a intenção do governo é dar celeridade à resolução das demandas das indústrias de Vitória da Conquista. Colocamos todos os órgãos à mesa e dialogamos para encontrar a melhor maneira de atender solucionar os problemas e alavancar o desenvolvimento do interior. Este é um modelo que deveremos adotar com os demais distritos industriais, em todo o estado”, afirmou Luiz Gugé, secretário em exercício e chefe de Gabinete da SDE.
A AINVIC assumiu a gestão do distrito industrial de Conquista em 2017, após assinatura de Acordo de Cooperação com a extinta Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (SUDIC), e desde então tem planejando um pacote de investimentos para alavancar a atividade industrial do local.
Fonte: ASCOM/SDE
Em sintonia com um movimento nacional, diversas pessoas, representantes de sindicatos, professores, estudantes e comunidade em geral ocuparam a Praça Nove de Novembro, em Conquista, na manhã de hoje (quarta-feira).

Os manifestantes são contra o corte de 30% na educação, dentre outras medidas ocupadas pelo presidente Jair Bolsonaro.

Com cartazes, palavras de ordem e muito protesto, os manifestantes prometem realizar atividades durante todo o dia chamando a atenção da população.

Fonte: Blog do Rodrigo Ferraz
Todos os estados e o Distrito Federal registraram, nesta quarta-feira (15), manifestações contra o bloqueio de recursos para a educaçãoanunciado pelo Ministério da Educação (MEC). Pela manhã, houve atos em ao menos 149 cidades. Universidades e escolas também fizeram paralisações após convocação de entidades ligadas a sindicatos, movimentos sociais e estudantis e partidos políticos.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que não gostaria de contingenciar verbas, mas que isso é necessário. Ele também declarou que os manifestantes são “uns idiotas úteis, uns imbecis”.
“A maioria ali é militante. É militante. Não tem nada na cabeça. Se perguntar 7 x 8 não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil”, afirmou Bolsonaro nesta quarta, durante visita ao Texas (EUA).
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/P/8/HH70hJQLqvnmQjBCgeQg/protesto-estudantes-brasilia.jpg)
Alunos e professores protestam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra os cortes na educação — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/E/y/fj5d0qQCmJRMedco21fQ/usp1.jpg)
Protesto fecha portão da USP — Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Na capital paulista, estudantes e professores da Universidade de São Paulo (USP) — que é estadual, mas foi afetada pela suspensão de bolsas de pós-graduação — fecharam uma das entradas da instituição, na Zona Oeste da cidade.
Estudantes secundaristas também faziam manifestação, pouco depois das 7h, pelas ruas de Higienópolis, bairro nobre da região central de São Paulo.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/e/G/JOHZ9JTzaTPxWWfEdnog/luciano-protesto.jpg)
Protesto no Largo do Rosário, em Campinas, contra bloqueio de verbas da Educação. — Foto: Luciano Calafiori/G1
Em Santos, no litoral, petroleiros também se juntaram ao movimento, que também incluiu a defesa das refinarias e o protesto contra a privatização e a reforma da Previdência. Em Bauru, estudantes e professores protestaram em ato em frente à Câmara Municipal. Estudantes e servidores de Boituva também participaram de ação na Praça da Matriz.
Também no interior, estudantes da USP e da Unesp fizeram atos em Ribeirão Preto e em Jaboticabal, além de Presidente Prudente. Em Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano, no Alto Tietê, professores e estudantes se manifestaram pela manhã. Araraquara, Rio Claro e São Carlos também registram atos de alunos.
No Rio, universidades e escolas suspenderam as atividades para protestar. No início da manhã, não havia movimentação em escolas tradicionais como o Colégio Pedro II. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo) e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro estão entre as que confirmaram paralisação.
Na Região Serrana há manifestações em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo e algumas escolas estão sem aulas.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/u/e/txHXyaTXOgw1vMyfXOYQ/whatsapp-image-2019-05-15-at-10.03.03.jpeg)
Protesto reúne multidão em Salvador — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia
Manifestações também foram realizadas em Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus e Juazeiro do Norte, no interior do estado.
Estudantes, professores e servidores fazem manifestação no Centro de Fortaleza — Foto: Natinho Rodrigues/SVM
Em Fortaleza, um grupo de estudantes de instituições federais do Ceará bloqueou a Avenida da Universidade, no Bairro Benfica. O ato começou por volta das 5h. Por volta de 7h20, os estudantes desbloquearam a via e seguiram para outro protesto no Centro de Fortaleza.
Juazeiro do Norte, Tauá, Crato, Sobral Cedro, Iguatu , Canindé, Crateús, Quixadá e outras cidades do interior do Ceará também tiveram mobilização de estudantes e professores.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/0/s/E0A07VRmOOq7FnvNBLYw/whatsapp-image-2019-05-15-at-11.08.32.jpeg)
Belo Horizonte (MG) tem protesto contra bloqueios na educação — Foto: Antônio Salaverry/Arquivo pessoal
Escolas municipais e estaduais, além de universidades e instituto federais das regiões da Zona da Mata e Campo das Vertentes também aderiram à paralisação.
Na região de Montes Claros servidores e estudantes aderiram ao movimento. Houve protestos em Almenara, Araçuaí, Janaúba, Porteirinha, Januária, Pirapora, Salinas e Teófilo Otoni.
Em Uberaba, alunos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) fizeram uma passeata. Em Divinópolis, servidores da rede municipal e estadual de ensino paralisaram as atividades.
No leste e no nordeste de Minas Gerais, estudantes e professores realizam um ato em Governador Valadares.
No Sul de Minas, atos ocorreram em Varginha e Poços de Caldas.
Em Aracaju, os manifestantes bloquearam um dos acessos ao campus da Universidade Federal de Sergipe. Estudantes também se concentraram na porta do Instituto Federal de Sergipe (IFS).
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/X/5/NtkLGGSCSX9slWd9Sj1g/whatsapp-image-2019-05-15-at-07.18.49.jpeg)
Estudantes bloqueiam portão de entrada da UFT em Palmas — Foto: Yonny Furukawa/TV Anhanguera
No interior do estado, também há manifestações em Gurupi, Araguaína, Dianópolis e Araguatins.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/4/s/LXcPoeSCmBFZACm2B9ug/protesto-educacao-caruaru-1.jpeg)
Protesto contra o bloqueio de verbas na educação e a reforma da Previdência em Caruaru — Foto: Anderson Melo/TV Asa Branca
Em Pernambuco, houve paralisação de professores de universidades federais. Na Zona Oeste do Recife, professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) fizeram atendimento à população gratuitamente, como formar de conscientizar sobre a importância do serviço prestado. Em Caruaru, no Agreste pernambucano, e em Serra Talhada, no Sertão, manifestantes também foram às ruas.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/Q/E/CXTSHdRf6AGo44HOA70w/d02-g-manifestacao-educacao-15052019-frame-104588.jpg)
Protesto contra bloqueio de verbas na Educação ocupa parte da Esplanada dos Ministérios, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução
Na Paraíba, instituições públicas de ensino básico, fundamental, médio e superior suspenderam as atividades. Além da capital, João Pessoa, cidades como Campina Grande, Sousa e Areia tiveram protestos.
No Rio Grande do Sul, escolas e universidades pararam as atividades. Em Porto Alegre, a Polícia Militar usou gás lacrimogênio e bombas de efeito moral para dispersar manifestantes na frente da UFRGS. Um grupo havia bloqueado a rua do local.
Na região de Santa Maria, ao menos 50 escolas municipais e estaduais amanheceram sem aulas. Estudantes da Universidade Federal de Santa Maria bloquearam uma via da cidade. Também há protestos e paralisações em Rio Grande, Caxias do Sul, Panambi e Cruz Alta.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/4/v/O0hpXaTzWkyk8BDXANCA/manifestantes.jpg)
Manifestantes realizam ato contra bloqueio de verbas na educação na UFMA em São Luís — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante
Em São Luís, manifestantes bloquearam a Avenida dos Portugueses. A presidente da Associação dos Professores da Ufma, Sirliane Paiva, afirmou que o corte invibializa o progresso do ensino público.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/O/D/acuANcSDSxplvO12kivA/whatsapp-image-2019-05-15-at-09.34.48.jpeg)
Concentração do protesto na Educação no Cepa, em Maceió — Foto: Michelle Farias/G1
Escolas estaduais do Rio Grande do Norte suspenderam as aulas como forma de adesão ao protesto nacional.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/J/y/DfYHTeSQAJuWSZT5ITmw/whatsapp-image-2019-05-15-at-09.11.15.jpeg)
Manifestação contra bloqueios na educação ocupou a Rua Areolino de Abreu, no Centro de Teresina — Foto: Murilo Lucena/ G1 PI
Em Teresina, estudantes universitários e secundaristas ocuparam a Praça Rio Branco, no Centro, e seguiram até o prédio da prefeitura.
No interior do estado foram realizados protestos em Parnaíba, Cocal e Angical do Piauí.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/E/4/B2fJeJT2ShVU28zbJrQA/atos.jpg)
Goiás tem protestos contra bloqueios na educação — Foto: Izadora Resende/TV Anhanguera
Em Goiás, escolas e universidades suspenderam as aulas por conta dos atos. Além da capital, Goiânia, cidades como Jataí e Catalão também tiveram protestos.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/4/z/GcpZdfSlSq65e8yEHJCw/manifestacao-ufpr.jpg)
Manifestação UFPR — Foto: Reprodução / RPC
Em Curitiba, manifestantes se reuniram em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na praça Santos Andrade. Também há protestos em Maringá e Ponta Grossa.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/F/9/8wwvxaR6qlmX29J5vqzQ/whatsapp-image-2019-05-15-at-08.22.18.jpeg)
Estudantes, professores e servidores participaram de um café da manhã no IFSC de Florianópolis — Foto: Júlio Ettore/NSC TV
Em Santa Catarina, houve manifestações de professores e estudantes em cidades como Florianópolis e Itajaí. Foram registrados atos em Florianópolis, Itajaí e Blumenau, no Vale; São Francisco do Sul e Camboriú, no Litoral Norte catarinense; Lages, na Serra; Joinville, no Norte; e Concórdia e Chapecó, no Oeste.
Em Manaus, servidores e alunos da Universidade Federal do Amazonas fizeram ato na Avenida Rodrigo Otávio, Zona Sul da cidade. Duas faixas da via foram bloqueadas pelos manifestantes.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/E/n/8rX645QlOPfoyomBN6oA/whatsapp-image-2019-05-15-at-08.53.08.jpeg)
Estudantes e servidores da Ufac fecham universidade e protestam contra bloqueio de verbas — Foto: Luízio Oliveira/Rede Amazônica
Na capital, centrais sindicais fecharam, pela manhã, a avenida Brasil, uma das principais do município. O movimento conta com ao menos 1,2 mil pessoas, segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), organizadora do ato.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/q/I/Y0MFcKTpugjTgb2nscyA/whatsapp-image-2019-05-15-at-08.37.53.jpeg)
Manifestação na UFMS, em Campo Grande — Foto: Dyego Queiroz/TV Morena
Escolas municipais e estaduais, além de instituições federais em Mato Grosso do Sul aderiram à greve de um dia contra os bloqueios na educação nas cidades de Campo Grande, Ponta Porã e Dourados. Há manifestações em câmpus de vários municípios de pelo menos duas instituições federais: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Instituto Federal de Mato Grosso do Sul.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/G/L/uPhnYFRTO0sm17CmysFw/fecham-entrada.jpg)
Ato bloqueia entrada do Campus Paricarana da UFRR, em Boa Vista — Foto: Arquivo pessoal
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/S/8/q12fApSgSNbDGvw9vpXQ/protesto.jpeg)
Manifestantes nas ruas de Belém — Foto: Kleyton Silva/ Ascom Sindtifes
No Pará, as universidades federais paralisaram as atividades. Segundo sindicato, em Belém, mais de 10 mil trabalhadores técnicos, estudantes e professores da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e Instituto Federal do Pará (IFPA) ficaram concentrados em frente ao prédio do Instituto de Ciências das Artes (ICA). Também houve atos em cidades como Marabá e Santarém.
Instituições federais, estaduais e municipais de educação em Mato Grosso também aderiram à mobilização nacional.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/e/d/oZGUHnTcibLiIIXKB6nA/protesto-educacao-15-05-19-3.mov-snapshot-00.08-2019.05.15-10.55.47-.jpg)
Protesto em Vitória — Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta
Estudantes e professores do Instituto Federal de Rondônia (Ifro)fizeram um manifesto no campus do Ifro de Guajará-Mirim (RO), na fronteira com a Bolívia. Os alunos e servidores se reuniram no Ifro e logo depois caminharam até a rotatória principal da cidade.
Em Porto Velho, estudantes da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) protestaram no centro da cidade.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/h/0/BlXhJ1S4A8ER0zGlh0rA/whatsapp-image-2019-05-15-at-10.32.26.jpeg)
Estudantes, professores e servidores se reuniram na entrada da Unifap, em Macapá — Foto: Carlos Alberto Jr/G1
Estudantes, professores e servidores protestaram no campus Macapá da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Com faixas, cartazes e caixas de som, o grupo fechou a entrada da universidade, localizada na Zona Sul da capital.
Fonte: Globo.com
Estudantes, professores e servidores de diversas instituições de ensino em Vitoria da Conquista protestam na manhã desta quarta-feira (15) contra o bloqueio no repasse de verbas para educação anunciado pelo Ministério da Educação (MEC)

A manifestação ocorre desde as 8h. Um grupo se concentrou na Praça 9 de Novembro no Centro de Vitoria da Conquista.

Entidades ligadas a movimentos estudantis, sociais e a partidos políticos e sindicatos convocaram a população para uma greve de um dia contra as medidas na educação anunciadas pelo governo
O número de manifestantes nos protestos ainda não foi informado pelos organizadores.
Fonte: Blog do Sena
A partir desta quarta-feira(15), cerca de 7 povoados do distrito de Iguá, zona rural de Vitória da Conquista, ficarão sem escolas. A ação da prefeitura visa redimensionar o ensino municipal e os alunos serão transferido para a escola central do distrito. A comunidade não aceitou a medida e realizou protestos.
Entre as escolas fechadas estão Escola Otaviano Salgado (Campo formoso), Escola José de Alencar (Furadinho), Escola São Vicente de Paulo (Lagoa Formosa), Escola Assentamento Lagoa Nova, Escola Casimiro de Abreu (Juazeiro) e Escola Municipal Rancho Alegre (Rancho Alegre).
A população deste povoados citados se reuniram para realizar uma manifestação, na manhã de hoje, contra a medida do governo municipal.
A prefeitura ainda não se pronunciou oficialmente sobre estes fechamentos, mas em entrevista a veículos de comunicação o Secretário de Educação, Coronel Esmeraldino, já vinha defendendo o redimensionamento da rede municipal. Por contenção de gastos, escolas menores são fechadas e os alunos concentrados em apenas uma unidade.
E o transporte escolar? – Retirando as escolas da comunidade, a prefeitura terá como obrigação oferecer transporte escolar para descolocamento destes alunos até a escola na sede do distrito de Iguá. No entanto, desde o começo do ano há várias denúncias, por toda a zona rural, sobre a ineficiência do transporte municipal escolar, contendo relatos de escolas que estão com calendário comprometido por falta de transporte.
Fonte: Blog do Sena