GOVERNO DO ESTADO - SEMANA NACIONAL DO TRANSITO
Camara de Vereadores - Eleições
CORTINA E CIA COLCHÕES
Novo Paraiso

Corpus Christi significa Corpo de Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.

A festa de Corpus Christi acontece sempre 60 dias depois do Domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão à quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.

O Corpus Christi não é feriado nacional, tendo sido classificado pelo governo federal como ponto facultativo. Isso significa que a entidade patronal é que define se os funcionários trabalham ou não nesse dia, não sendo obrigados a dar-lhes o dia de folga.

Tradição dos tapetes

Durante esta festa são celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão onde é conduzido geralmente pelo Bispo, ou pelo pároco da Igreja, o Santíssimo Sacramento que é acompanhada por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.

A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas, é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.

Origem do Corpus Christi

A festa do Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV no dia 8 de Setembro de 1264.

A procissão de Corpus Christi lembra a caminhada do povo de Deus, peregrino, em busca da Terra Prometida. O Antigo Testamento diz que o povo peregrino foi alimentado com maná, no deserto. Com a instituição da eucaristia o povo é alimentado com o próprio corpo de Cristo.

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A Avenida Olívia Flores se tornou um espaço tradicional para a prática de atividades físicas. Em 2016, uma das pistas, na região do Shopping Boulevard, passou a ser fechada aos domingos para veículos, ampliando ainda mais o uso da via para o esporte. O fechamento ocorre no início da manhã e segue até às 13h. Entretanto, nos últimos meses essa medida vem sendo modificada, com alterações em alguns trechos, redução de horários e a possibilidade de não fechar mais a avenida. Essa situação foi tema de uma audiência pública nesta segunda-feira, 17, na Câmara de Vereadores.
Participaram da audiência representantes dos usuários da via, vereadores e outras autoridades. Apesar do convite, nenhum representante da Prefeitura Municipal compareceu.
 
A cidade pertence a todos – O vereador Professor Cori (PT), autor da proposta, afirmou que a audiência objetiva sensibilizar a gestão municipal para essa causa e frisou o convite feito às autoridades, inclusive por meio do Líder do Governo na Casa, Luis Carlos Dudé (PTB). O vereador declarou que a Câmara e seu mandato cumprem o papel de “dar voz à população de Vitória da Conquista”.
Para Cori, é necessário escuta e diálogo, sobretudo nesse tipo de situação. Ele ressaltou que a “cidade pertence a todos” e que a literatura recente aponta como positivo o fechamento, mesmo que temporário, de ruas e avenidas para que as pessoas possam fruir a cidade. O edil ainda sentenciou: “governo passa, as pessoas ficam”.
Fechamento é mais vantajoso – Representando o Movimento essa Conquista é Nossa, o esportista e radialista Júnior Patente apresentou um estudo sobre vantagens para manter o fechamento da Avenida Olívia Flores nos domingos e feriados. Ele lembrou que o primeiro fechamento da avenida para prática esportiva aconteceu em 2016: “Daí em diante só fomos perdendo espaço. Em abril de 2018 tivemos a redução de 200 metros do percurso original, em julho de 2018, com a inauguração da Avenida Perimetral, perdemos mais 850 metros”.
Patente citou diversas cidades no mundo e no Brasil que possuem a prática de fechar avenidas e ruas para que famílias e esportistas as possam utilizar como espaço de lazer. Segundo ele, o movimento fez uma pesquisa e foi detectada que apenas 0,24% de carros passam pela avenida J. Pedral nos dias em que ocorrem o fechamento. “Quem sai da Av. Gilenilda Alves para a Olivia Flores, passando pela Av. Luiz Eduardo Magalhães, percorre apenas 500 metros a mais do que quem usa a Av. J. Pedral”, contou.
Alteração é um retrocesso – Bruno Gusmão Menezes (Bike) afirmou que esse impasse é uma volta no tempo. Ele lembrou que houve muito esforço para que a Olívia fosse fechada aos domingos. Bruno frisou que é uma luta também dos ciclistas conquistenses, categoria que tem pouco espaço. Segundo Bruno, em 2016 a decisão de fechar um trecho da via foi uma vitória, que agora sofre um retrocesso. A mudança no trecho que era fechado também foi criticada. Para ele, não é adequado. Bruno pediu a manutenção do fechamento e a criação de outros espaços para a prática de esporte.
Perda de espaço dificulta uso da via – Larissa Santos, representando os patinadores, defendeu a volta do fechamento de toda a Av. Olívia Flores lembrando que o espaço destinado atualmente dificulta a prática do esporte. Ela contou um pouco sobre o trabalho dos patinadores e pediu mais apoio do poder público para segurança dos esportistas.
Olívia já se tornou referência para o esporte – Para Fábio Oliveira voltar a esse tema é triste. Ele lembrou que a prática de corrida tem se tornado frequente no município, ganhando cada vez mais adeptos. Oliveira frisou que, com a decisão de 2016, não havia necessidade de retornar a esse debate. Para ele, a modificação de agora é ruim e o espaço que sobrou é inadequado. Segundo Bruno, a Olívia já se tornou um espaço cativo para a prática de esportes, outra justificativa contra a mudança feita pela prefeitura.
Shopping defende o diálogo – O Superintendente do Shopping Boulevard, Éber Paim, explicou que não há nenhuma interferência do estabelecimento na questão da redução do espaço fechado. “O shopping deixou de ser só um centro de compras, hoje tem cultura, entretenimento, vários eventos”, contou. Éber disse ainda que a posição do shopping é de que ocorra sempre o diálogo. “Hoje, antes de vir estive com Marcelo, batemos um papo. Ligamos para Jackson [Yoshiura] (secretário de Mobilidade Urbana). Ele nos atendeu muito bem. Me falou que tem avaliado outras possibilidades” e colocou a estrutura e as vias do shopping à disposição.
 
Avenida se tornou espaço de integração – Aline Godinho, representou as famílias que frequentam a avenida aos domingos. Ela falou que são muitas e que responsáveis acompanham crianças por toda a extensão da parte fechada da avenida. Ela frisou que o espaço se tornou um importante local de integração familiar. “São famílias que estão ali”, disse.
Fechamento não atrapalha – André Nogueira, empresário na Olívia Flores, lembrou do momento em que recebeu a notícia, do então prefeito Guilherme Menezes, de que a via seria fechada nas manhãs de domingo e feriados. “Por três anos fizemos corridas, depois disso outras pessoas deram seguimento, promovendo o esporte na cidade, no início achei que aos poucos seria ampliado para toda avenida. Mas fomos surpreendidos com a diminuição”, lamentou. Ele afirmou que o esporte não atrapalha, “é apenas uma vez por semana”. E contou que, como membro do Conselho de Turismo, levará para a próxima reunião a discussão.
O momento é para retomar o diálogo – Patrícia Musse afirmou que o fechamento da Olívia tem uma aprovação expressiva. Ela afirmou que o prefeito Herzem Gusmão a procurou para conversar sobre a situação e acredita que nesse momento é preciso retomar o diálogo. Musse falou da importância do esporte para a saúde, física e emocional, e afirmou que espera que o município seja contemplado com espaços próprios para a prática de esporte. Ela ainda frisou que está disposta a apoiar causas semelhantes como a revitalização da Lagoa das Bateias. Em fala, agradeceu o apoio da Câmara, especialmente do vereador Professor Cori, que propôs a audiência.
Em Tribuna Livre, usuários defendem a manutenção do fechamento da Olívia
Lei deve garantir acesso à avenida – Flávio Farias criticou a decisão discricionária do prefeito em modificar o trecho que era fechado. Ele propôs um projeto de lei chamado “Espaço Conquista” e entregou um esboço ao vereador Cori. Para Flávio, é uma forma de garantir, por meio de lei, o direito dos cidadãos à avenida.
 
Avenida pode oferecer alternativas – Marcelo Moreira defendeu o fechamento de um outro trecho, próximo à Justiça Federal. Para ele, é uma forma de resolver o impasse, oferecendo conforto e segurança a quem usa esse trecho aos domingos.
Falta bom senso – O ex-vereador Ricardo Babão declarou que falta bom senso ao prefeito. Ele afirmou que não entende a decisão do gestor em alterar o fechamento da via. Para Babão, a saída é um aprovar uma lei que garanta o espaço conquistado.
A quem interessa o fim do fechamento da Olívia – Clóvis Piau começou seu pronunciamento questionando “a quem interessa fechar a Av. Olívia Flores? Estão tirando a Olívia da gente”. Ele falou que diversas avenidas famosas do país estão sendo fechadas para prática esportiva. Ele citou o caso do Rio de Janeiro, onde um trecho do Aterro do Flamengo até o Leblon é fechado. “Conquista não pode fechar um trecho de 3 km?”, detalhou. Para Piau, o fim do fechamento interessa aos donos de construtoras, quem vende terreno, administradores de condomínios e não as famílias, esportistas e pessoas que frequentam o local. “Quando participamos de corrida, levamos o nome da cidade”, falou e cobrou do Legislativo um posicionamento a favor da população.
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O forró já começou, e nesta semana o Centro Glauber Rocha vai se transformar em um grande salão do arrasta pé. O Arraiá da Conquista conta com atrações regionais, valorizando o autêntico forró e os artistas da cidade.

Além do forró na praça nove de novembro e no centro cultural Glauber Rocha, a Prefeitura também estará apoiando os barracões montados nos onze distritos da zona rural.

Confira as atrações do Arraiá da Conquista no centro Glauber Rocha:

21/6 (sexta): Alex Baducha, Fulor do Cangaço, Edigar Mão Branca, Rony Barbosa e Almir Amaral
22/6 (sábado): Chega Mais, Chris Pimenta, Rege de Anagé, Forró do Karoá e Erlan
23/6 (domingo): Forró Chegança, Bruno Brasil, Genival Lacerda, Vitor Mariá e Narjara
24/6 (segunda): Gaúcho Larry, Cacau com Leite, Robertinha, Xamêgo Proibido e Andrade de Sertânia

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por Caique Santos, do blog

Os estudantes da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em assembleia extraordinária realizada nesta segunda-feira (17), decidiram pela paralisação das atividades durantes os dias 18,19, 25,26,27,28,29 de junho. De acordo com um comunicado divulgado pelo Diretório Central dos Estudantes, entre os motivos que levaram a essa decisão está o fato de o calendário aprovado pela reitoria da universidade “não levar em consideração a realidade dos estudantes que moram em outras cidades e que viriam a ter que gastos exorbitantes com passagens devido à quantidade de intervalos e feriados no período de dias de aulas dos dias 17 de junho ao dia 03 de julho”.

Os estudantes disseram ainda que os ônibus contratados por prefeituras ou associações que trazem e levam estudantes que se deslocam todo dia para Vitória da Conquista, irão parar durante o recesso Junino, deixando esses sem condições de se locomoverem até a universidade. Outra questão apresentada pela plenária é a situação dos discentes que participam do Programa de Iniciação à Docência (PIBID) que seguem o calendário das escolas estaduais e não terão recesso no final do semestre de 2018.2 e começo 2019.1, sendo esse agora o único período possível para este fim.

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O resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) será divulgado hoje (18), na página do programa. Para assegurar a bolsa de estudos, os estudantes que foram selecionados devem, a partir desta terça-feira, ir às instituições de ensino e comprovar as informações fornecidas na hora da inscrição. Cabe aos estudantes verificar, nas instituições de ensino para as quais foram selecionados, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. O prazo para que isso seja feito vai até o dia 25 de junho. Aqueles que não foram selecionados têm ainda outras chances. No dia 2 de julho seja divulgada a lista dos aprovados em segunda chamada. Os candidatos podem, ainda, participar da lista de espera nos dias 15 e 16 de julho. Ao todo, serão ofertadas para o segundo semestre deste ano 169.226 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais, de 100% do valor da mensalidade e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade. As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais contemplam os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

Quem pode participar

Podem participar do ProUni candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Além disso, os estudantes precisam ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral. É preciso ter obtido ainda nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem. O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas, dividida por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação. Também podem se inscrever no programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.

Por Fábio Sena

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Ascom – UESB

Com o encerramento da greve dos docentes da Uesb, conforme deliberação adotada em assembléia da Adusb realizada em 12 de junho, a Reitoria e a Pró-Reitoria de Graduação comunicam, por meio de Circular, os procedimentos a serem adotados para retomada das atividades acadêmicas da Instituição e conclusão do período letivo 2018.2.

1. Reinício das aulas: informamos aos Departamentos, Colegiados, Centro Acadêmicos (CAs), Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs) e todos os setores da Uesb, o reinício das aulas na próxima segunda-feira, 17 de junho, em todos os campi da Uesb.

2. Término do período letivo 2018.2: considerando os dias letivos que restavam para a conclusão do semestre em curso no momento de deflagração da greve, o período letivo 2018.2 deverá ser concluído em 17 de julho de 2019 (sem contabilizar os dias de provas finais) e em 20 de julho de 2019 (contando o período de provas finais).

3. Previsão de início do período letivo 2019.1: adotando os critérios aprovados pelo Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), as aulas do primeiro período letivo de 2019 têm previsão de início em 29 de julho de 2019.

Ressaltamos que nossa Universidade realizou Vestibular em janeiro de 2019 e abriu vagas no Sistema Unificado de Seleção (Sisu), disponibilizando vagas para os dois semestres letivos de 2019. Ou seja, temos estudantes selecionados e matriculados para os períodos letivos de 2019.1 e 2019.2 que aguardam a convocação para o início das suas atividades acadêmicas.

Para viabilizar, de forma ágil, acordos que venham a ser firmados entre a categoria dos docentes e o Governo do Estado da Bahia, no tocante ao pagamento dos dias descontados dos salários dos professores em greve, algumas decisões relacionadas ao Calendário Acadêmico da Uesb poderão ser adotadas por atos ad referendum.

De toda forma, comunicamos que o Consepe será convocado para reunião antes do término previsto do semestre 2018.2, retomando sua pauta de discussão e deliberação, nela incluída o tema do Calendário Acadêmico.

Marcos Henrique Fernandes
Presidente do Consepe em exercício

Reginaldo Santos Pereira
Pró-Reitor de Graduação da Uesb

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O humorista Márcio Donato, do grupo 4 Amigos, vai apresentar seu show solo “E Olha Que Eu Tô Sóbrio”, nesta sexta-feira (14), às 20 horas, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista/BA.

Nesse espetáculo solo, o humorista relata sobre não depender mais da bebida para subir no palco e fazer comédia.

Como muitas coisas na vida, Márcio Donato dependia do efeito do álcool para conseguir desenvolver sua habilidade. A comédia foi a primeira realização pessoal e profissional que não precisou desse recurso.

Falando sobre seus problemas e medos da sociedade, o humorista consegue, com os assuntos citados, fazer o público ver o lado bom e rir do começo ao fim do show.

SERVIÇO: Partiu Stand Up 3 – Márcio Donato – “E Olha Que Eu Tô Sóbrio”

DATA: 14 de junho de 2019 (Sexta-feira)

HORÁRIO: 20 horas

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

INGRESSOS: R$60,00 (inteira) / R$30,00 (meia) / R$ 40,00 (antecipado – até 13/06, pelo Sympla)

INFORMAÇÕES E INGRESSOS: 77 9 9915-8865 ou @partiuconquista

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovou, na sessão realizada na manhã desta terça-feira (11), o projeto de lei do deputado Bobô (PCdoB) que institui uma política pública de turismo comunitário. De acordo com a proposta, que deverá agora passar pelas comissões temáticas e ser votada em plenário, o turismo comunitário poderá ser realizado nas áreas que existam povos e comunidades da cidade, do campo, das florestas e das águas; povos e comunidades tradicionais; comunidades e terras indígenas; comunidades quilombolas; comunidades de pescadores artesanais; unidades de conservação; favelas; comunidades de assentamentos rurais de reforma agrária; e povos e comunidades tradicionais de terreiros. De acordo com o PL de Bobô, o desenvolvimento da atividade econômica do turismo comunitário nessas áreas deverá ser feito, prioritariamente, na forma da economia solidária, sob colaboração de um comitê gestor composto por organizações da sociedade civil, das instituições públicas educacionais, do Governo da Bahia, e da iniciativa privada, coordenada pela autoridade do turismo estadual e com composição a ser definida em regulamento próprio.

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O planejamento, a organização e a execução de ações para a “Romaria de Bom Jesus da Lapa 2019” serão discutidos em uma reunião na próxima quarta-feira (12), às 14h, na Câmara de Vereadores da cidade. O encontro faz parte de um procedimento administrativo instaurado pelo Ministério Público estadual para avaliar as políticas públicas de segurança, meio ambiente e cidadania a serem executadas no evento religioso. No dia 29 de maio, a primeira reunião sobre o tema contou com a presença dos promotores de Justiça Clodoaldo da Anunciação e Alex Bezerra, da Promotoria Regional de Bom Jesus da Lapa, além de defensores públicos, membros da OAB/Ba, integrantes da Polícia Militar e Civil, líderes religiosos, empresários da área de hotelaria, vereadores, servidores públicos e secretários municipais. Na ocasião, o promotor Clodoaldo explicou que a Romaria acontece a mais de 300 anos no Município e que, por isso, o MP pretende contribuir para sua realização ao atuar antecipadamente na resolução de problemas que podem ocorrer na festa.
No encontro da próxima semana, as instituições e secretarias presentes deverão apresentar seus respectivos planos de trabalho para a realização da festa, especialmente a partir dos compromissos firmados na primeira reunião. Foram eles: confecção de um mapa com os locais das instituições e seus telefones úteis a ser distribuído na festa; sinalização do caminho para hospitais e UPAs; envio ao Governo estadual de um ofício sobre a implantação de Corpo de Bombeiros na cidade; aumento de fiscalização no “Morro”, impedindo a colocação de novas antenas no local; proibição de acampamento nas redondezas da Igreja e/ou do evento; uso de um cordão de isolamento na coroa; proibição de instalação de barracas nos locais de entrada e saída dos órgãos de seguranças e elaboração de cartilhas educativas destinada aos romeiros. Neste ano com o tema “Bom Jesus nos chama a viver e promover a liberdade pelo direito e a justiça”, a Romaria acontece nas primeiras semanas de agosto.

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No próximo dia 14 de junho, a partir das 20 horas, vamos ter uma noite cultural com o lançamento do livro “ANDANÇAS”, a mais nova obra do jornalista e escritor Jeremias Macário que dessa vez mistura ficção com realidade, ao contrário do “Conquista Cassada” que foi um trabalho de pesquisa sobre a ditadura civil-militar em Vitória da Conquista, na Bahia e no Brasil e vai estar lá no evento.

Na ocasião, vai ocorrer também o lançamento do nosso “CD Sarau A Estrada” com cantorias de artistas da música, causos e declamações de poemas. Para completar, a artista plástica Elizabeth David vai abrilhantar mais ainda a noite com uma exposição de seus belos quadros. Portanto, vai ser uma noitada cultural com a apresentação de várias linguagens artísticas, na Casa Regis Pacheco, na Praça Tancredo Neves.

“Andanças”

Contos, causos, histórias e versos, “Andanças” é um livro que mistura ficção com realidade, ou, como queira, um fantástico realístico, mas que também contém pesquisas em temas específicos, romanceados e curiosos sobre a ditadura civil-militar de 1964, e na viagem título “Pelas Brenhas do Mundo” de um anônimo andarilho mochileiro das décadas de 60 e 70, os anos livres e revolucionários que mudaram hábitos, costumes e conceitos ultrapassados.

Sem a preocupação com estilo ou escola literária, o livro “Andanças”, de 368 páginas, formato de 16 cm por 23,5 cm, capa em quatro cores,  ilustrações no miolo e arte final de Beto Veroneze, pode ser lido de trás pra frente, de qualquer ponto, sem sequência linear. Tem também poemas, muitos dos quais já foram musicados por artistas locais, como Walter Lajes, Papalo Monteiro e Dorinho Chaves.

A obra do autor, que já escreveu “Terra Rasgada”, “A Imprensa e o Coronelismo no Sudoeste” e “Uma Conquista Cassada – Cerco e Fuzil na Cidade do Frio”, retrata cenas do Nordeste, do homem do campo, do retirante da seca, da coivara, do jeito matuto catingueiro; e fala de amor, ódio, raiva, tempo, saudade, mulheres, erotismo, vida e morte.

Sobrou ainda espaço para a cultura da corrupção, da gatunagem e do levar vantagem em tudo. Nos versos rolam a imaginação, o fingimento, o olho visível no invisível e o foco no real e no irreal.

Trata-se de uma publicação colaborativa (muitos amigos assinaram o “Livro de Ouro”, numa espécie de pré-venda), onde o leitor vai curtir e viajar na imaginação, sem regras. A obra nasceu da veia jornalística do autor e tem o tempero realístico e sentimental. De um modo sutil, é também um autorretrato da sua vida em alguns contos e causos.

Entre outros lançamentos, trabalhos, artigos, crônicas e comentários, “Andanças” é mais uma publicação que demandou dedicação e sacrifício, mas também contou com a ajuda de muitos amigos que alavancaram o trabalho literário.

“Conquista Cassada”

Sobre “Uma Conquista Cassada”, de 460 páginas, o livro fala da ditadura civil-militar (1964-1985) em Vitória da Conquista dentro do contexto nacional do que foi o regime na Bahia e no Brasil com todas suas cenas de prisões, torturas, horrores, mortes e desaparecidos políticos, vítimas da brutalidade de uma época que não pode mais acontecer em nosso país.

O trabalho, que também estará presente no lançamento de “Andanças”, para possível aquisição do leitor, foi lançada há cinco anos pela editora da Assembleia Legislativa da Bahia, com apoio do deputado estadual Jean Fabrício. A pesquisa é de fundamental importância histórica para jovens estudantes, professores, interessados e estudiosos do assunto, para que tomem consciência dos fatos que ocorreram no período tenebroso onde a liberdade foi substituída pela repressão.

Conheça de perto como se deu a ditadura em Vitória da Conquista com relatos inéditos que nenhum outro livro já contou. Na verdade, “Uma Conquista Cassada” são seis livros em um que também faz tributo à década de 60 quando o novo tomou o lugar do velho com novas ideias que revolucionaram o mundo.

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