Entre as milhares de pessoas que desfilaram neste domingo (24) pelas ruas de São Paulo, muitos artistas marcaram presença no evento que celebrou 10 anos do bloco Acadêmicos da Baixa Augusta. Neste ano, com o tema “Que País é Esse?”, o bloco contou com uma participação especial: com os seios de fora, a atriz Maria Casadevall curtiu com os foliões e protestou contra o presidente Jair Bolsonaro, com a frase “Ele Não” escrita em seu corpo.
Gritos de “Ele Não” também foram entoados ao longo do circuito, puxados pelos cantores Wilson Simoninha, Maria Rita e Mariana Aydar, responsáveis por comandarem os trios. A atriz da Rede Globo foi filmada com a fantasia que se inclui em outro protesto, o “Free the Nipples” (“Liberte os mamilos”), que prega que as mulheres tenham a mesma liberdade que os homens.
No Instagram da revista Marie Claire, onde foi publicado o vídeo, outros artistas elogiaram a atitude de Maria. “Genial”, escreveu Bruno Gagliasso. A atriz Bruna Marquezine também deixou sua mensagem: “LEOA! Te amo tanto”.
Confira:
Na tarde deste sábado (23) aconteceu, pelo segundo ano consecutivo, o evento de pré-carnaval de rua com o “Bloquinho Algazarra”, realizado pela Revista Gambiarra e Coletivo Cultural X-cânia. A festa contou com o apoio da Prefeitura de Vitória da Conquista, através da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer (Secult).
O evento reuniu centenas de pessoas na Praça Guadalajara, que seguiram o cortejo puxado pela banda afro Ogun Xorokê em direção à Praça do Gil, embalados ao som de clássicos do Axé Music. Em seguida, a atração ficou por conta da discotecagem do “bailinho da X-cânia” composto por mulheres e abordando temas como diversidade e respeito.

A chuva forte que caiu um pouco antes da festa não interrompeu a animação dos foliões, que compareceram, em sua maioria, fantasiados e caracterizados. Para a organizadora do evento, Ana Paula Marques, a adesão do público superou as expectativas e veio para consolidar o evento, “a gente quer que esse movimento cresça para que, quem sabe nos próximos anos, ocorra um circuito de bloquinhos de carnaval. A chuva era prevista e veio para refrescar, pois o bloquinho é uma festa que a cidade abraçou”, afirmou Ana Paula.
A Secretária de Cultura, Cristina Rocha, ressalta a importância de incentivar festas de rua que dão à população opções de lazer de forma gratuita e segura. “A iniciativa é de um grupo de jovens que fazem um trabalho muito organizado e não há como a Prefeitura não apoiar esse tipo de ação. Foram centenas de pessoas prestigiando a festa, onde todos se comportaram de forma segura e ordeira. Um verdadeiro sucesso” reiterou a secretária.
Sucesso a primeira edição da festa Circuito do Som. Alegria, gente bonita e muito axé. O evento aconteceu no Mira Flores em Vitória da Conquista.

Atrações como Márcia Freire, Pierre Onassis, Cacau Borba e Fred Sampaio resgataram e cantaram os hinos dos carnavais. Com o tema em homenagem à Bahia, a festa também contou também com uma gastronomia diferenciada, DJ, performances, lounges e open bar (com vodka Absolut, whisky Ballantine’s, Gin Beefeater e cerveja puro malte Devassa).

Falta poucos dias para a folia começar em todo o país, e em Vitória da Conquista não é diferente. A festa começa na sexta-feira (1º de março), com a realização da Lavagem do Beco e segue até a segunda (3). Nesse ano, a organização mudou o local do evento e incluiu na programação um bloco dedicado aos pequenos foliões. Confira:
Sexta-feira (1/3)
16h – Lavagem do Beco – Concentração na Praça Tancredo Neves (Catedral)
Sábado (2/3) – Local: Estacionamento do Boulevard Shopping
14h – Banda de Marchinhas
16h – Bloco Mamãe Eu Quero
19h – Bloco: Ogun Xoroquê – Azul e banda
Domingo (3/3) – Local: Estacionamento do Boulevard Shopping
9h – CurtaKids – Bloco infantil
14h – Banda de Marchinhas
16h – Bloco Mukiranhas – Léo Lyma & banda (Part. Renê Jr.)
19h – Bloco Oz Karaz de Saia – Thiago Viola & Oz Karaz de Saia
Segunda (4/3) – Estacionamento do Boulevard shopping
14h – Banda de Marchinhas
15h – Vadinho Barreto & Brincando de Cordas
17h – Bloco Kiribambaz – Danillo Kiribamba
19h30 – Bloco Curtaki – Ramon Roman & Banda
O Carnaval Conquista Cultural é uma realização da Associação dos Blocos Carnavalescos de Vitória da Conquista (ABCVC), com apoio da Prefeitura Municipal, através dos serviços da Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer. A programação é totalmente gratuita.
Ju Moraes terá uma tarefa diferente neste Carnaval. A cantora foi anunciada como uma das apresentadoras da Band Folia ao lado da jornalista Patrícia Maldonado.
A novidade foi compartilhada pela própria baiana em suas redes sociais. Em um texto no Instagram, a ex-participante do ‘The Voice Brasil’ falou sobre sua expectativa para o desafio.
“Esse vai ser um Carnaval diferente e especial. Minha história com a festa começa como foliã, de meus pais me levarem para ver os artistas passarem, curtindo os blocos e depois sendo uma das agentes da festa, ali em cima do trio. O convite para o Band Folia não poderia vir em um momento mais mágico, eu estando no Carnaval de uma maneira nova, especial e desafiadora. Estou muito feliz. Esse Carnaval, chegou chegando!”.
A cantora ficará em um estúdio montado pela emissora em frente ao camarote Planeta Band, próximo ao final do circuito.
Diva do forró, Solange Almeida presentou os fãs ao compartilhar uma foto de biquíni, em frente ao espelho, em seu perfil no Instagram no último sábado (16). Aos 44 anos, a ex-vocalista do Aviões do Forró elegeu um modelo branco, de bolinhas pretas e de lacinho.
Com quase 60kg a menos do que pesava no início da carreira, quando cantava ao lado de Xandy, a artista recebeu uma enxurrada de elogios dos seus seguidores. Muitas mulheres escreveram que Sol é uma inspiração para elas.
“Aquela mulher que inspira vidas e que merece tudo de bom que a vida pode dá. Quanta beleza, que diva maravilhosa”, comentou uma fã.
Confira:
Diretor de primeira viagem espera que as críticas favoráveis ajudem a alavancar o lançamento do filme no país
Wagner Moura tem ouvido os maiores elogios por sua coragem, seu esforço. Um jornalista de Israel chegou a dizer que, se Marighella estivesse na competição para valer, não teria para ninguém. Urso de Ouro! Foi difícil chegar até aqui, mas o aplauso caloroso do público na sessão oficial do filme foi um reconhecimento no Festival de Berlim. Embora sem chance de ser premiado na noite deste sábado – o filme passa fora de concurso -, ele espera que as críticas favoráveis ajudem a alavancar logo o lançamento no Brasil.
Marighella ainda não tem data. As empresas Downtown e Paris Filmes – produtora e distribuidora – acham que o momento não é adequado, mas Wagner e as produtoras Bel Belinky e Andrea Barata Ribeiro, da 02 Filmes, acham que é totalmente adequado.
Ele sabe que vai tomar porrada. “Minha vida ficou complicada. Sofro todo tipo de ataque. Sei que o lançamento não vai ser fácil, vão querer jogar m…, mas é o espelho do Brasil. Não quis fazer um filme de mocinhos e bandidos, good guys vs. bads guys. Mas Marighella sempre me fascinou porque evoca um Brasil resistente, um Brasil que não se sujeita. Sempre gostei de História (a grande). Todas essas revoltas que permeiam a história do Brasil. O País fundamenta-se na desigualdade e existem todas essas histórias de combate, de resistência. No momento em que se fala que não houve ditadura no Brasil, mas um movimento, fiz o filme, conscientemente, para mostrar, sim, que 1964 instalou uma ditadura, e foi brutal.”
Bruno Gagliasso, que faz seu antagonista, o policial Lúcio, inspirado no torturador Fleury, conta de outro ângulo o que foi essa preparação. “Tenho uma filha negra, e por isso mesmo não acreditava que conseguisse fazer. Todas essas coisas horríveis, ofensivas e violentas que digo para Seu Jorge (Marighella). Mas era preciso, e eu fiz com amor. Fátima trabalhou para que a gente compensasse todo esse ódio com muito amor entre nós, da equipe. É um filme importante. Fiz pela minha filha, pelo futuro dela, que espero que seja melhor.” De tão emocionado, Gagliasso chorou na coletiva. E Wagner – “Não preciso defender Marighella porque ele fala por si no filme. Com seu carisma, sua liderança. Mas eu gosto que até o antagonista não seja estereotipado.
Lúcio não é um vendido. Acredita no que faz, e por isso coloquei um ator bonito como o Bruno para fazer o papel. Não é tanto para criar uma cumplicidade, mas para que o público perceba o viés humano.” Ele lamenta que, nessa radicalização que acredita ter tomado conta do Brasil, não encontre pessoas dispostas a conversar. “Democracia pressupõe ouvir o outro, trocar informações. O que eu vejo é muita gente obtusa.”
Sua preocupação foi a de fazer um filme que não fosse unidimensional, mas ele sabe que não adianta. Por experiências anteriores, sabe que não será poupado pela esquerda nem pela direita. “Já estão falando que fiz um Marighella negro, quando ele era mulato. Mas nessa guerra que virou o Brasil, os jovens negros das favelas são alvos preferenciais. O Estado brasileiro matou Marighella. Em face de tudo isso acho importante contar histórias de pessoas que resistem.”
Marighella é sobre o assassinato de um brasileiro que amava seu país. Anos atrás, em entrevista ao Estado, Wagner disse que interpretar Hamlet no teatro foi decisivo para ele. “Sou impregnado pelos personagens que interpreto e Hamlet aguçou a minha consciência, a forma de encarar meu ofício, a arte.” O mesmo pode-se dizer do pai que procura seu filho em A Busca, de Luciano Moura. Marighella é impregnado por aquele pai – a paternidade é decisiva, talvez seja a chave do filme. A ligação de Marighella com Carlinhos. “Não pensei especificamente nisso, mas talvez seja verdade. Inconscientemente, trouxe muita gente daquele filme para trabalhar no Marighella – o diretor de fotografia Adrian Tejido, o montador, etc.”
Segundo ele, a direita que se instalou no poder no Brasil se apropriou do Hino Nacional e fala muito em família. O comunista Marighella é um amoroso pai de família e, numa cena decisiva, todas aquelas pessoas que vão morrer cantam o hino. “Não era uma cena escrita no roteiro. Fazia parte da preparação, para unir o grupo. Quando vi aqueles atores cantando de forma tão apaixonada, pedi ao Tejido que filmasse. E resolvi usar.”
Referências
Wagner chegou a Berlim na quinta, jantou com o diretor do festival, Dieter Kosslick, e passou a sexta dando entrevistas. Neste sábado, ele já viaja porque na segunda inicia a filmagem de Os Últimos Soldados da Guerra Fria, que o francês Olivier Assayas vai adaptar do livro de Fernando Moraes. Como diretor estreante, de primeira viagem, ele nem sabe de onde tirou suas referências, mas admite que Carlos, de Assayas, definitivamente foi uma delas.
“No início, quando comprei os direitos (do livro Marighella, o Guerrilheiro Que Incendiou o Mundo, de Mário Magalhães) pensava em só produzir, mas quem poderia ser o diretor? Não sei se escolhi ou fui escolhido, mas essa história virou minha”. Na mostra, Wagner Moura segurou uma placa com o nome da vereadora Marielle Franco, morta no ano passado.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O cantor Saulo lançou hoje (15) o CD do seu mais novo DVD, “SOL LUA SOL”, gravado em São Paulo. Mesclando as faixas do terceiro álbum solo do artista, “O Azul e o Sol”, com releituras e canções inéditas, o espetáculo reúne músicas que falam do sol, da lua, do correr das horas, e tem seu foco na passagem do tempo, criando, através de uma atmosfera sonora e visual, a sensação do passar do dia.
O álbum tem 18 faixas e participações de Xanddy e Ana Gabriela. Clique aqui e ouça no Spotify.
“O cantor Xand Avião gravou no ultimo domingo (10) um novo DVD. A produção foi captada no Rio de Janeiro . O novo produto é intitulado por “Xand Avião Errejota”.
O cenário escolhido foi um espaço reservado do lado Aeroporto Santos Dumont, somente para convidados.
As imagens foram captadas durante o pôr-do-sol carioca. O repertório do comandante contará com 10 canções inéditas e cinco músicas que ele já canta durante os shows. Famosos como Fernanda Keula Renata Domnguinges. Guilherme Leicam , Thierry Figueira e Artur Aguiar que foi acompanhado de seu empresario Pedro Mota.
Maria Júlia Coutinho está prestes a entrar para a história da Globo como a primeira mulher negra a ser âncora no Jornal Nacional.
A estreia da jornalista na bancada do mais tradicional telejornal da emissora acontecerá no próximo sábado (16).
Maju, como é apelidada pelos colegas de profissão e até pelo próprio público, cobre os plantões do Jornal Hoje desde junho de 2017, e com isso acabou entrando para a escala de apresentadores que substituem William Bonner e Renata Vasconcelos no jornal noturno.
A novidade foi comemorada nas redes sociais. “Maju será a nova apresentadora do Jornal Nacional. A primeira mulher negra a assumir a bancada. Vcs sabem o quão isso é lindo e o quão representa? Orgulho”, escreveu um internauta. “Representatividade é importante sim!”, disse outro.