Após 10 anos envolvido no ministério de louvor, Cleber Munhoz, aos 28 anos de idade, lança o seu primeiro single autoral “Me Leva”, em todas as plataformas digitais com direito ao um videoclipe no Youtube.
Desde seus dezessete anos, Cleber sempre cantou nas igrejas e ano de 2013, enquanto estava com seus dois amigos, decidiram compor uma música, o mais incrível de tudo isso, foi que a música literalmente fluiu nos lábios de Cleber, desde a estrofe até o refrão. Só que quando eles perceberam, não tinham nem gravado ou anotado nenhuma parte da composição, foi aí que desespero tomou conta deles, pois achavam que infelizmente não conseguiriam lembrar aquela letra que nasceu instantaneamente.
Mesmo assim, decidiram tentar novamente, e a surpresa deles, foi que a música fluiu exatamente como a primeira vez tocada, nesse momento Cleber pegou seu caderno, anotou tudo e sentiu no seu coração que Deus estava dando de presente aquela canção. “Foi algo incrível, pois estávamos em um momento de comunhão e decidimos louvar ao Senhor e simplesmente a canção nasceu e não conseguíamos mais parar de cantar”, Cleber conta.
Diante dessa experiência com Deus nasce a canção “Me Leva”. Cleber comenta que se trata de uma música que expressa o altar de Deus, um lugar de encontro, transformação, renúncia, consolo e graça. Que todos possam entender que realmente precisamos estar ligados em Deus e nos lançar nos braços do Pai, pois enquanto estamos firmados Nele, conseguimos enfrentar as diversidades dessa vida, mesmo sabendo que teremos aflições, mas o Senhor nos garantiu que estaria conosco nessa caminhada e Ele já venceu esse mundo. (João 16:33). O altar de Deus é um lugar de intimidade com o Pai.
O produtor musical Bruno Zanardi realizou o brilhante trabalho de mix e master em “Me Leva” e Gabriel Brito e UP Música, além do suporte em todo o processo, são responsáveis pela distribuição da música. E um trabalho incrível na produção do videoclipe feito por Mariana Spada e todo o designda capa e peças de comunicação por Fábio Papaleo.“Desejo que o Senhor te toque poderosamente enquanto você ouve e assiste “Me Leva”. Esse louvor fala sobre o altar de Deus, um lugar de sacríficos, encontros, respostas e consolo do Pai. Quando somos levados ao altar, somos completamente transformados. Por isso, te convido a declarar de todo seu coração hoje: “Pai, me leva ao teu altar!” Deus abençoe.” (Cleber Munhoz)
Cleber Munhoz, perfil
Cleber Vinicius Gomes Munhoz tem 28 anos, nasceu em São Paulo, Capital em 03 de agosto de 1992. Aos quinze anos de idade teve uma experiência com Deus através de um louvor que mudou completamente sua vida. Por volta dos dezessete anos, começou a cantar na igreja e percebeu que era ali que Deus queria usar sua vida, após Deus terrevelado poderosamente através de um pastor que seu chamado era o louvor.
Durante esse tempo, Cleber sempre se dedicou nos ministérios da sua igreja local, desde o ministério infantil até a criação de um, com o propósito de proclamar o amor de Cristo em hospitais, asilos e orfanatos, nomeado como Lugar de Encontro.
E no ano passado, diante do cenário do agravamento da pandemia em todo o país, Cleber decidiu levar a palavra de Deus através das suas redes sociais e, para sua surpresa, os números só foram aumentando, principalmente no seu Tiktok, hoje com mais de 130 mil seguidores. Diante disso, percebeu o quanto era necessário estar ali compartilhando o que Deus tinhafeito e que está fazendo em sua vida, além de trazer palavras de esperança diante da situação atual em que nosso país enfrenta por conta do Covid-19.
Mas em outubro de 2020 foi o momento em queinicia um novo tempo em sua vida, uma promessa que Deus tinha feito em seu coração há exatos 7 anos, a gravação de suas composições no estúdio. Eisso nos faz lembrar o quanto Deus é tremendo e continua rigorosamente no controle de tudo e cumpre no momento perfeito suas promessas em nossas vidas.
E hoje Cleber Munhoz inicia seu ministério de louvor com o propósito de falar do amor de Deusatravés de suas canções e alcançar, mudar e transformar vidas para um encontro e uma experiência profunda com o Deus.
Assim como eu fui tocado e transformado através de um louvor, acredito que muitas vidas podem conhecer a Cristo, serem renovadas e transformadas ao ouvir um louvor a Deus, afinal, Ele habita nos louvores do teu povo. (Salmos 22:3) E meu desejo é ser esse instrumento e atrair vidas para mais perto do Pai. (Cleber Munhoz)
Confira o videoclipe “Me Leva”:
https://youtu.be/ujiLWN8bHt8Ouça a canção “Me Leva” nas plataformas digitais: https://ps.onerpm.com/1469131678
Acompanhe Cleber Munhoz nas Redes Sociais: Facebook: https://www.facebook.com/clemunhoz Instagram: https://www.instagram.com/clemunhoz/ Tiktok: https://www.tiktok.com/@clebermunhoz
YouTube:
Em 20 anos de carreira e com apenas 30 anos, Guigga já transitou em grandes palcos do interior do Brasil à frente da banda Me Leva, circulou em casas de show e teatros com o duo CAIM e ganhou prêmios e festivais como Achiles. Para comemorar, o artista abre os baús guardados em sua cidade natal, Maracás (BA), e apresenta as gravações de sua infância no EP “Guigga e Banda Me Leva”.
Ouça Guigga e Banda Me Leva (2021):
Guigga começou a cantar profissionalmente aos 10 anos de idade, quando compartilhava os vocais da banda Me Leva com o seu pai Sebastião, o que rendeu dezenas de gravações, distribuídas em alguns discos da banda. “Como essas gravações acompanharam as mudanças físicas de minha voz, para esta primeira coletânea, optei por escolher as primeiras, que são do período em que minha voz ainda era infantil. Daí convidei Tiago Menezes, produtor musical, meu amigo e parceiro de composição, para remasterizá-las”, explica.
A ideia surgiu durante a pandemia, quando Guigga voltou a conviver intensamente com os pais após se entender como um homem gay adulto. “Tirei da gaveta as fitas VHS, álbuns de fotografias da família e arquivos de vídeo e áudio de quando eu era criança. Foi quando me dei conta de que a minha relação com a música é inerente à minha existência”, conta.
Após duas décadas de estrada, o EP ajuda o artista a apresentar ao seu público tudo o que compõe a sua identidade até então, abrindo sua intimidade de criança preta, gay e artista do interior da Bahia. “Comecei a cantar em carnaval e festas juninas porque sou filho de um cantor popular e alcancei um sucesso regional ao lado dele, no início de minha adolescência. A homofobia acabou me afastando desses espaços e procurei abrigo na cena ‘intelectual cult’”, lembra.
Neste momento, Guigga conquistou prêmios e reconhecimento regional, mas também conta que aprendeu a se envergonhar de suas raízes na cultura de massas. “Agora, me empoderei dos incômodos que causei, ora por ser uma bicha preta, ora por ser uma bicha cantora de música pop da Bahia, e não estou mais preocupado com o que vão pensar sobre a pessoa e o artista que eu sou. Estou indo ao encontro de quem deseja me ouvir e de quem respeita aquilo que minha história representa”, afirma.
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Está repercutindo por toda cidade, principalmente entre a classe artística de Vitória da Conquista, a fala ‘pitoresca’ do secretario de Cultura Adriano Gama; ele sugeriu que os artistas conquistenses fossem para feira ‘passar o chapéu’, como forma de arrecadar renda durante a pandemia da Covid-19.
Na tarde da última terça-feira (12), alguns músicos de Vitória da Conquista estiveram na praça 9 de Novembro e fizeram uma manifestação de repúdio pelos comentários do secretário. O repórter João Melo esteve no local e traz os detalhes:
Ouça a reportagem:
Latino-americana, brasileira, baiana, nascida em Vitória da Conquista e renascida em Jequié, Ana Barroso lança sua arte ao mundo. Amparado pela música brasileira com um elo entre o original e a tradição, o seu álbum autoral “Cisco no Olho” já está em todas as plataformas digitais. Em suas referências, Ana passeia desde as cantoras do rádio até o cancioneiro popular de sua região.
Ouça:https://tratore.ffm.to/cisconoolho
“Cisco no Olho” às vezes revela uma desculpa para disfarçar um choro, uma emoção, um arrebatamento. Ana parte desse esconderijo para, com sua música, sugerir uma busca pela liberdade. “Quero dizer pra gente tirar o cisco e chorar. O choro alivia, reorganiza. É preciso ganhar algum tipo de impulso para recomeçar todos os dias”, explica.
O impulso que a artista sugere aparece no disco em forma de canções que tanto falam de amor, quanto de política, e apresentam uma sonoridade diversa, melancólica e dançante, regional e universal. “Todas as canções do disco, mesmo as mais divertidas, tratam sobre algum tipo de cisco. Aquele incômodo insistente, como são os desamores ou esse desgoverno…”, pontua.
Para contar essa história, Ana teve a ajuda do produtor musical Sebastian Notini (Seba), que já a acompanhava em apresentações. “Ele já tocava comigo as músicas mais rítmicas, que acessam a cultura de longa tradição nordestina, mas quando ouviu ‘Gotejo’ e ‘Inclusive eu’ (presentes no álbum) abriu um novo olhar. No final decidimos por aquelas que me apresentam de maneira mais abrangente, sem receio de ter que unificar um estilo. Também existiu uma atenção específica às letras das músicas, à dramaturgia do disco”, conta.
Quem assume os arranjos do disco é Felipe Guedes, que segundo a cantora e compositora, foi o responsável por decifrar o formato sonoro do trabalho, que ainda conta com o violão de Babuca, a flauta de Leandro Tigrão, e o clarone e clarinete de Joana Queiroz. “É um disco que me aproxima de quem ouve e tem a beleza de músicos incríveis tocando. Poderia ter sido gravado em qualquer época porque só utiliza recursos acústicos”, completa.
“Cisco no Olho” integra o projeto “Repentina” e conta com nove canções autorais, são elas: Nowhere Woman, Cisco no Olho, Gotejo, Serenata para meu passarim, Inclusive Eu, Cacto, Vai rodar, Capitá e Cuidar do Olhar.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.
*Ficha Técnica*
Produção Musical: Sebastian Notini
Direção Artística: Ana Barroso
Gravação: Sebastian Notini
Mixagem: Sebastian Notini
Masterização: Claes Persson (CRP Master. Estocolmo – Suécia)
Design de Conteúdo: Natália Arjones
Imagens: Taylla de Paula
Maquiagem: Nayara Homem
Figurino: Yambo, Saint Barth e Poppy Bazaar
Produção Executiva: André Oliveira
Realização: Ninho Cultura e Afeto
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A cantora baiana Ivete Sangalo vai realizar uma live show neste domingo (9), em homenagem ao Dia das Mães. A transmissão acontece a partir das 18h, no canal do YouTube da cantora.
A ambientação será feita em um dia completo, com três momentos que representarão manhã, tarde e noite, através da cenografia e das luzes que mudarão em cada um dos atos. No repertório montado especialmente para a ocasião, estarão sucessos da própria carreira e de outros artistas.
Em vídeos divulgados nas redes sociais no sábado (8), ela revelou a participação especial do ator e cantor baiano Daniel Boaventura. Em outro perfil ela escreveu: ‘Esse dia quero brindar a alegria de amar tanto e de ter a oportunidade de caminhar junto com nossos presentes: os filhos!’.
Natural de Juazeiro, no norte do estado, Ivete é mãe de Marcelo, de 11 anos, e das gêmeas Marina e Helena, de 3, frutos do casamento com Daniel Cady.
Esta será a quinta live de Ivete Sangalo durante o isolamento imposto pela pandemia do coronavírus. A cantora já presenteou seu público com os shows virtuais Ivete em Casa, a Live Leve, o Arraiá da Veveta no São João de 2020 e o Trio com Claudia Leitte, durante o carnaval deste ano.
Um cisco nos olhos nossos, de retinas já tão fatigadas, e um colírio pros ouvidos, se me permitem o comentário sinestésico. Permitam. Não há como sair com os sentidos no mesmo lugar após ouvir do início ao fim o primeiro disco de Ana Barroso, essa artista que há muito já mostrou a que veio, mas que agora vem num álbum completo.
O nome do álbum traz incômodos e marcas da existência. Um cisco arranhando os olhos, um gotejo esvaindo as forças, um cacto que é espinho mas que é também potência de flor.
A capa do álbum traz rasuras e marcas do tempo — do tempo de antes e do tempo que virá. Do nosso tempo, que é agora. É hora das calçolas, das marinêz, das chiquinhas gonzagas, das elzas e maria-bonitas. É hora das mulé, embonitando o mundaré!
As faixas do álbum trazem poesia e sonoro encantamento. “Canto para abrir gaiolas do meu ser; só sei cantar se for pra voar”. Ana Barroso voa alto, e a gente, escutando, vai junto.
Como em todo grande evento (que este lançamento com certeza é), há as ausências sentidas. Sem dúvida, Serana é a maior dessas ausências, música que não entrou nem como bônus track.
Se lá (em Serana), a artista tinha nome, nacionalidade e endereço (Ana, latino-americana, brasileira, ainda baiana, nascida em Conquista e renascida em Jequié), aqui, em Cisco no Olho, ela preferiu se apresentar como a Nowhere Woman, mulher de lugar nenhum, por isso mesmo de todo lugar. E quem contestará as escolhas artísticas e a vontade irredutível dessa cantora-mãe-amiga-compositora-luz-mulher? Se é justamente aí que se encontra sua força, sua personalidade, seu encantamento e emoção?
Uma volta completa, uma audição atenta, para se concluir que a nowhere woman é também a “now-here-woman”, a mulher do aqui-agora, se me permitem — novamente — a pirueta idiomática. Permitam. São “querenças de encantar”, que o álbum impregnou em mim.
Ouçam Cisco no Olho. Mas ouçam muito. Ouçam até não poder mais. Ouçam enquanto houver cisco incomodando nosso olhar, enquanto houver espinho impedindo nosso pleno amor. E ouçam quando essa dor passar (“bote coragem no peito pra mudar”), e ainda depois: ouçam enquanto a terra (ainda bem, redonda) rodar, rodar, rodar…
Hendye Gracielle
O secretário municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (Sectel), Adriano Gama, esteve reunido com membros do Conselho Municipal de Cultura, com a participação dos vereadores Alexandre Xandó (PT) e Orlando Filho (PRTB), para discutir a viabilização de uma forma de apoiar financeiramente os artistas que estão enfrentando dificuldades financeiras em função da pandemia. A proposta visa a pagar o auxílio com recursos do Fundo Municipal de Cultura.
Na reunião, ocorrida ontem (26), foi apresentado aos presentes o saldo do Fundo Municipal de Cultura e uma proposta para criação de um edital para contemplar os artistas, considerando que já tem mais de quatro meses que eles receberam a renda emergencial para trabalhadores da cultura, por meio da Lei Aldir Blanc. A proposta será votada em reunião do Conselho Municipal de Cultura e sendo aprovada, haverá o processo de seleção dos profissionais.
O secretário ressaltou que a Sectel está trabalhando novas formas de captar mais recursos para o Fundo, considerando que a Lei permite também o apoio financeiro de mantenedores. “Como continuamos em um momento de pandemia e dificuldades, precisamos ainda estar socorrendo e atendendo as necessidades dessa classe tão importante para nossa cidade”, destacou Adriano Gama.
Abordar temas que recebem pouco espaço na mídia tradicional e promover debates e análises em profundidade. Esse é o objetivo do Acontece Conquista, programa de rádio que estreia nesta terça-feira (13), às 13 horas, na Uesb FM. O projeto é um dos programas educativos selecionados por edital que entraram na grade da emissora. A realização é do IDAC (Instituto de Desenvolvimento Humano e Ação Comunitária) e a apresentação ficou com as jornalistas Luciana Oliveira e Thaís Pimenta. O programa ainda conta com uma equipe diversa de profissionais em sua produção, montagem e divulgação. “Nós estamos muito agradecidos à Uesb pela oportunidade do programa. É uma forma de trazer pluralidade ao debate social, à comunicação regional”, afirma Alexandre Botelho, presidente do IDAC.
A primeira edição debateu saúde mental no contexto da pandemia. De acordo com Luciana Oliveira, a intenção era falar de algum aspecto da crise sanitária. “De cara, a gente sabia que teria que falar de Covid-19. Mas, não queríamos ficar apenas nos números, que são terríveis. Estamos há mais de um ano mergulhados numa pandemia. Mesmo que de formas diferentes, todos nós sofremos os impactos dessa crise. Aí a gente se pergunta: como segurar as pontas em meio a tanta notícia ruim? Foi pensando numa resposta que escolhemos o tema do primeiro Acontece Conquista”, explica Luciana. A entrevista dessa edição foi Daniele Vilas Bôas, psicóloga há 17 anos.
Para Thaís Pimenta a escolha temática segue à risca a proposta do projeto: “Saúde mental vem sendo, cada vez mais, um tema comum, especialmente com a pandemia. Mas a gente tem que entender que a discussão não é sobre a saúde emocional individual. E foi sobre isso que conversamos com a Daniele. O combate à pandemia, os cuidados para manter algum equilíbrio, fazem parte de uma perceptiva coletiva. Por isso, a gente também falou sobre políticas públicas para essa área. Vale muito a pena ouvir nossa primeira edição”.
Você confere o Acontece Conquista nesta terça, às 13 horas, na Uesb FM 97.5 ou pelo site http://www2.uesb.br/radio/
Serviço
Programa Acontece Conquista
Onde: Uesb FM 97.5 / http://www2.uesb.br/radio/
Data: 13 de abril (terça-feira)
Horário: 13 horas
Durante a Sessão Ordinária desta quarta-feira, 07, realizada pelo Sistema de Deliberação Remota (SDR), o presidente da União dos Músicos de Vitória da Conquista (UNIMUS), Carlos Moreno, usou a tribuna livre para relatar as dificuldades da classe de músicos e artistas em tempos de pandemia. “Fomos os primeiros a ter as nossas atividades suspensas e certamente seremos os últimos a voltar”, disse.
Ele explicou que a categoria foi bastante afetada com a suspensão dos trabalhos, e daí surgiu a ideia de criação da UNIMUS. “Sofremos muito no início da pandemia com a interrupção do nosso trabalho, inclusive com a realização de lives, e até o momento ainda não temos previsão de retorno das atividades”, disse, relatando ainda a reunião da UNIMUS com o comandante da Polícia Militar, Coronel Ivanildo, propondo parcerias: “Conversamos com o alto comando da polícia, pois naquele momento não existia decreto, eram apenas ações paliativas, formamos parcerias com a PM, com entidades representativas e saímos felizes da reunião, mas continuamos buscando outras alternativas”.
Segundo Moreno, a classe também se reuniu com a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer em busca de solução para a categoria. “Colocamos a nossa parceria para atuarmos em conjunto. Ficou acertado que a secretaria marcaria uma reunião com a prefeita Sheila Lemos, porém até o momento não tivemos retorno”.
O presidente da UNIMUS aproveitou para pedir explicações sobre a aplicação da Lei Aldir Blanc no município e clamou por ajuda com medidas de sobrevivência diária. Ele lembrou dos recursos que eram investidos nos músicos durante o São João e o Natal da cidade, e pediu que esses valores sejam utilizados em prol da classe artística. “Já pedimos uma audiência com a prefeita e contamos com o apoio dos vereadores para que isso aconteça, pois acreditamos que juntos podemos buscar melhorias e solução para a nossa categoria”, concluiu.
Nesta quarta-feira, 07 de abril, às 20h00, o professor, contador e músico Paulo Pires encerra a série especial de entrevistas do projeto Samba da Bahia Pra Toda Bahia. A entrevista vai ao ar pelo Instagram (@joaoluiz.ba).
Paulo Pires é professor adjunto da UESB e também se destaca como poeta, cantor e músico com vocação bossa-novista.
Além disto, Paulo Pires mantém com regularidade a coluna “Academia do Papo”, publicada em vários blogues, e também é colunista frequente de emissoras de rádio, a exemplo do programa Conquista de Todos, da rádio Brasil FM.
O projeto, como um todo, faz homenagem à geração de sambistas baianos que surgiu nas décadas de 1960 e 1970, dentre os quais destacam-se os nomes de Riachão, Gordurinha, Batatinha, Tião Motorista, Walmir Lima, Panela, Nelson Rufino, Edil Pacheco, Roque Ferreira e Ederaldo Gentil, entre outros compositores baianos.
Espetáculo. Para João Luiz, a celebração maior do projeto Samba da Bahia Pra Toda Bahia acontece no espetáculo que será disponibilizado no dia 09 de abril, às 20h00. E todas as ações do projeto Samba da Bahia Pra Toda Bahia têm o apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-BA) e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), graças à iniciativa do Programa Aldir Blanc Bahia, via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, do Governo Federal.