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A partir do mergulho no modo de viver do grupo tradicional Terno de Reis Deus e as Águas, Terra, Mar e Céu de Vitória da Conquista emergiu o projeto “Corpo Brincante: Memórias de uma construção sociofamiliar de aprendizagem” da pesquisadora Mylena Edna Oliveira.

Foram meses de pesquisa, entrevistas e vivências práticas (adotando as medidas de segurança contra a Covi-19) para a formulação de um fichário com o relato de experiência, jogos coreográficos e cantigas da tradição transcritas a partir dos registros desses encontros. O resultado está disponível gratuitamente na internet e pode ser conferido no link abaixo:
https://drive.google.com/drive/folders/1LiaCtygqqHTGffGO5h90sxsw-r08BFH_?usp=sharing
O link também está disponível pelo Linketr.ee: /mylaedna, /ternodatmc

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

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O Pré-Lançamento da Semana Nacional da Pessoa Com Deficiência Intelectual e Múltipla da APAE-VCA será em grande estilo.
O Grupo Roama está preparando uma Live Show Beneficente ,então, prepare o coração e se emocione com belas canções! Sexta-feira, 20 de agosto, é dia de música e solidariedade!

A transmissão será pelo instagram da @apaeconquista!

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Uma das atrações da edição digital do Festival Suíça Bahiana (FSB), que será transmitida nos próximos dias 28 e 29, é a banda conquistense Os Barcos. O grupo retorna aos palcos depois de quase 10 anos de pausa, ao lado do roqueiro Nasi, vocalista do grupo Ira!, convidado que deu um tom ainda mais especial nesse momento de celebração.

Composta por Marx Eduardo (Baixo e Voz), Neto Fernandes (Bateria), Fernando Bernardino (Guitarra) e Ivan da Mata (Teclado/Piano), a banda foi idealizada em 2009, quando Marx tinha apenas três músicas de apresentação e procurava por integrantes para tirar o projeto do papel. No ano seguinte, depois do encontro dos quatro músicos, a banda começou, enfim, a ganhar vida com o desenvolvimento de sua concepção estética, poética e harmônica.

A musicalidade d’Os Barcos transita entre o Rock e a MPB. As distorções da guitarra e influência dos componentes derivam do rock. Por outro lado, a estética e a poética são mais inspiradas na musicalidade brasileira.

O primeiro disco veio em 2010. Logo em seguida, viajaram pelo Nordeste do Brasil com a turnê de lançamento intitulada “Novíssimos Baianos”, acompanhados da banda soteropolitana Maglore. Um marco importante para o grupo, tanto pelo reconhecimento enquanto banda autoral, quanto para aprender mais sobre seu trabalho e a vida nos palcos.

Em 2012, a banda lançou o EP “Revolto”, que contou com a participação do músico baiano Diego Oliveira. Porém, nesse mesmo ano, para a tristeza de todos que os apreciavam, fizeram uma pausa em suas atividades, o que perdurou até agora.

A convite do FSB, Os Barcos reuniu a sua formação original. “Surgiu esse convite e prontamente nós quatro aceitamos. De alguma maneira, isso estava latente. A gente não falava disso, mas pulsava uma alegria em nos reunirmos novamente para tocar as nossas músicas. Está sendo um retorno muito alegre, muito potente e muito celebrado entre nós quatro”, comentou o vocalista Marx Eduardo.

Sobre o futuro da banda, Marx afirma: “O próprio presente que vai compor o que vai ser daqui pra frente. Estamos comprometidos e alegres com o momento atual e com o Festival Suíça Bahiana, esse é o nosso elo vital de agora. Esse encontro vai compor os próximos acordes da banda Os Barcos”, completou.

*FSB 2021*

A conexão entre o que é produzido musicalmente no interior do estado da Bahia e o que já circula nacionalmente foi destacada em todas as seis edições do FSB até então. Em 2021, com versão sem público, o evento promove encontros inéditos entre artistas nos dias 28 e 29 de agosto de 2021.

O formato híbrido permitirá que fãs de música em todo o Brasil vejam as apresentações gravadas em Vitória da Conquista (BA) através do YouTube do Coletivo Suíça Bahiana. Além do encontro entre a banda Os Barcos e Nasi, o festival ainda apresenta os shows de Luiza Audaz (BA) e Mariana Aydar (SP), Os Reis do Crime (BA) e Felipe Cordeiro (PA), Cama de Jornal (BA) e Gabriel Thomaz (RJ) e muito mais.

O Festival Suíça Bahiana 2021 tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e a Fundação Cultural do Estado da Bahia – FUNCEB (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

*SERVIÇO*
*Os Barcos e Nasi no FSB 2021 | Vitória da Conquista (BA)*
*Quando:* 28 de agosto de 2021
*Horário:* A partir das 17h
*Transmissão:* YouTube /suicabahiana
_Evento gratuito_

*Assessoria de Imprensa*
*VAGALUME PRESS*
Ana Paula Marques
(77) 98101 1254
vagalumepress@gmail.com

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Entre 22 e 30 de agosto, serão lançados e exibidos sete curtas metragens aprovados no edital Prêmio das Artes Jorge Portugal, possibilitados pelos projetos “Produção Coletiva de Curtas com o tema: Gênero, Violência e Sociedade – Olhares transversais” e “Produção Coletiva de Curtas com o tema: Cinema, Memória e Desigualdades Sociais – Entre a fantasia e a resistência”, propostos por realizadores do Sudoeste Baiano. Com as produções iniciadas no mês de janeirode 2021, o resultado dos sete meses de trabalho do grupo de profissionais será mostrado ao público.

As produções são: Bicho, de Shirley Ferreira; Entre o Ninho e as Andorinhas, de Daniel Leite Almeida; Território das Cercas, de Ricardo Fraga; Veneno, de Kauan Oliveira; Central de Memórias, de RayssaCoelho e Filipe Gama; O Ovo, de Rayane Teles; e O Sonho de Zezinho, de Edmundo Lacerda. Das produções, quatro são ficções, dois são filmes experimentais e há também um documentário, sendo que, dentre os diretores, três são estreantes.

A programação, que envolve exibição e participação dos diretores e profissionais ligados às produções, éuma parceria com o evento 1ª Semana de Projeção RecConquista, da Ato3 Produções, composto pela Mostra de curtas, acompanhada de conversas/bate-papos sobre processos de criação, coletivas de imprensa e publicação de textos críticos, todos voltados para as produções. Além de falar sobre as obras, a programação busca refletir sobre o impacto e a importância da Lei Emergencial para o Setor, o futuro do audiovisual no Sudoeste da Bahia, e traça o perfil de cada realizador. Acesse a programação em https://www.ato3producoes.com/recconquista, onde também serão publicadas críticas sobre os filmes, e assista aos curtas no canal do Youtube Ato3 Produções, e veja as entrevistas com realizadores pelo Instagram @siteavoador.

Os curtas são resultados de projetos da área Audiovisual, do Prêmio das Artes Jorge Portugal, com apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, do Governo Federal. Já a 1ª Semana de Projeção Rec Conquista tem apoio financeiro do Município de Vitória da Conquista através do Fundo Municipal de Cultura, Execução da Secretaria de Cultura Esporte e Lazer via Lei Aldir Blanc, contando com a parceria do Sistema Uesb de Rádio e Televisão Educativas e do site Avoador.

SERVIÇO:


Projetos “Produção Coletiva de Curtas com o tema: Gênero, Violência e Sociedade – Olhares transversais” e “Produção Coletiva de Curtas com o tema: Cinema, Memória e Desigualdades Sociais – Entre a fantasia e a resistência”.

Parceria com a 1ª Semana de Projeção – RecConquista.

Quando: de 22 a 30 de Agosto de 2021.

Onde: Instagram @ato3producoes e Site www.ato3producoes.com

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Vem aí, Cyberfolia, temporada online do espetáculo teatral Festa na Fé, uma realização do Olaria – Grupo de Artes Integradas Performativas e de Pesquisa – sediado em Vitória da Conquista, interior da Bahia, em ocasião dos 10 anos de trabalho continuado do Grupo.

O espetáculo traz, em seu repertório, histórias fantásticas, produzidas a partir do estudo antropofágico e brincante de elementos das matrizes sertanejas, africanas e indígenas, presentes na cultura popular brasileira e ligadas ao teatro de rua.

Livre e acessível à todas as idades, Festa na Fé, é indicado para crianças – pelas alegorias coloridas, e pela linguagem simples e popular dos atores; e para adultos e idosos – por conta dos discursos sociais, informações ecológicas e toda memória artística cultural, da região, celebrada na ludicidade do espetáculo.

O grupo se esforçou para adaptar seu trabalho aos limites de uma relação ainda recente com o audiovisual e, embora distante de uma qualidade cinematográfica, compartilha, com o público, a riqueza e a ludicidade de nossas referências ancestrais. Em cada final de semana serão compartilhadas diferentes histórias que compõe o repertório de Festa na Fé. Para assistir, basta acessar o youtube do “Olaria Grupo de Artes Integradas”. Nos dias das sessões o público poderá interagir com os artistas através do chat da página. Venha conferir.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

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Nomeado secretário de Cultura, ontem (26), pela prefeita Sheila Lemos, o cantor, ou cantador, como ele prefere, compositor e poeta Xangai assume afirmando que sua meta é harmonizar o setor, evitar a política e valorizar as manifestações culturais de Vitória da Conquista, levando-a o mais longe possível: o planeta. Eugênio Avelino Lopes Souza assume seu primeiro cargo público aos 73 anos e entra prometendo buscar recursos para estimular a produção da verdadeira cultura conquistense, ao tempo em que quer ofertar para a cidade o melhor da cultura nacional. Para isso, a prefeita Sheila Lemos lhe deu toda autonomia, diz.

 

Sobre a nomeação, Xangai diz que é uma honraria e que sua primeira missão é evitar que a política e os conflitos atrapalhem o seu trabalho. “Recebo como uma honra, uma missão, um desafio. Uma das primeiras atitudes, uma atitude que será constante, será tentar harmonizar e não deixar passar ranço de política, de politicagem”. O cantor e compositor disse que falou isso à prefeita antes de aceitar o convite para ser secretário. “Eu expus isso à prefeita que eu não sou filiado a partido político nenhum, nunca fui. Eu tenho minhas opções e quando vou votar eu voto em que eu acho que devo votar, mas tem pessoas que têm suas preferências, seus lados políticos, e eu, como sempre, na minha trajetória, transitei independentemente de que partido as pessoas sejam”.

Xangai assegura que não é de nenhum extremo, mas convive com todo mundo. “Às vezes eu estou junto de pessoas de extrema-direita, que falam o que querem, e eu, enquanto um democrata, na postura de cavalheiro que busco ser, que faço tudo para ser, eu respeito, porque essa é a postura de um democrata: respeitar a fala, a opinião, o parecer de cada um, é o meu dever. Em outras ocasiões, eu estou junto de pessoas de extrema-esquerda, consideradas assim, e que falam, também, o que quiserem e eu continuo respeitando”, explicou o cantador.

Para o novo secretário de Cultura de Vitória da Conquista, essa relação é a mesma com o público, quando ele faz sua apresentação. “Rapaz, quando eu chego para me apresentar em uma praça – ou no teatro, onde as pessoas pagam ingresso -, exercendo a minha função de cantador, de músico, uns dizem até que de poeta, ali tem gente que pensa cada um de uma forma, mas eu estou cantando para o povo, para meu povo, respeitando a todos no seu pensar”, conta.

Xangai diz que a forma dele de fazer política é a política da poesia. “Eu sou um esteta, que, como você sabe, os estetas são apreciadores do belo. Então, é por essa beleza que eu quero levar uma poesia que sirva para clarear as ideias, como eu gosto de dizer, para auxiliar a evolução do meu semelhante. Uma música boa, que seja de Dorival Caimmy ou de Gilberto Gil ou de Elomar, de Cartola, de Renato Teixeira serve para ajudar nessa evolução. E quando digo ‘auxiliar a evolução do meu semelhante’ falo também da minha própria. Tem tanta coisa bonita que, no meu caminhar, eu venho aprendendo”.

É com esse sentimento que Eugênio Avelino quer promover o que ele chama de encontro entre as classes da artes, da cultura. “E quando eu falo cultura, é tudo o que abrange a vida do ser humano, a gastronomia, por exemplo. Não é só músico, compositor, ator, escritor, é muita gente que a cultura representa. Eu quero exercer essa função com muita humildade. Espero ter sabedoria para harmonizar entre todos, quem pensa de um jeito ou de outro”, diz o artista e assegura que vai buscar recursos para que seu desejo se realize e a classe, tão prejudicada pela pandemia, tenha melhor condição de sobrevivência.

“Na medida do possível eu vou buscar algum tipo de recurso para auxiliar essa classe artística – de todo lado! Para a costureira, o cantador, a cantadeira, porque essa pandemia tolheu, impediu alguns até de terem uma sobrevivência básica. Vamos ver que recurso a gente pode alavancar para atender minimamente possível a nossa classe, o ser humano. Existe possibilidade, os dinheiros existem, é preciso que a gente abra as portas e exista uma distribuição de condições de vida e de realizações”, afirma o cantador, para quem, a esperança é a vacina. “Espero que, com a vacinação, daqui a pouco as portas da casas se abram para as pessoas trabalharem e possam exercer suas funções de músicos, de poetas, de artista, enfim, de tudo o que envolve a cultura e as nossas tradições populares”.

Xangai diz que Vitória da Conquista é um referencial na cultura baiana, brasileira e mundial e lembra que a cidade tem, “simplesmente, o cineasta mais famoso do Brasil, que é um parente meu, primo da mãe, Glauber Rocha, e Elomar, que é, simplesmente, o maior compositor deste planeta, a obra mais valiosa deste planeta quem faz é Elomar. E não são apenas Glauber e Elomar, aqui tem escritores extraordinários, atores, compositores, músicos e é preciso que haja uma união de todos”.

O secretário de Cultura diz, ainda, que Vitória Conquista tem uma pujança cultural na zona rural para ser aproveitada. “São nossas tradições populares e  isso pode ser mostrado e valorizado. Eu vou me empenhar para buscar recursos, junto com a prefeita, que me deu essa autonomia e a força que ela tem. Estou em busca de reconhecer as nossas tradições populares e fazer com que isso seja mostrado, nem só para nós, para nós e para fora, aonde for. Chegar lá e dizer: Eu sou de Conquista e vim te conquistar!”.

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“Tradição/Tradução” é o primeiro álbum da cajupitanga, previsto para ser lançado no próximo dia 22 de julho. Experimentando as paisagens eletrônicas, sem abandonar o ambiente criado pelas cordas intimistas dos últimos trabalhos, os músicos compuseram as faixas ao longo do ano de 2020, trocando as mais diversas referências do mundo artístico – rituais, festas e cantigas norteiam as traduções feitas pelo duo.

Faça o pré-save

 

O álbum marca a desconstrução da composição experimentada por eles até então, feitas não só no violão, mas em recortes e fragmentos rítmicos, sem deixar a organicidade de lado. O disco tem por norte a dialética e o movimento das culturas ao longo do tempo. O que é tradição, é traduzido, até que a renovação se consolide como uma nova cultura e seja traduzida novamente. Um ciclo farto.

“A partir desse reconhecimento, a obra constrói sua base nas nossas raízes – a América do Sul, o Brasil, o Nordeste, a Bahia. Pincelamos as formas sonoras características de nossa cultura para, sobretudo, consolidar o encontro das tradições dentro de nós”, define o duo.

O projeto é formado por Candioco e Francisco Viva, naturais de Vitória da Conquista (BA). A ideia veio com o hiato da banda Taro, grande promessa jovem da cidade que movimentou a cena independente nos últimos anos.

Determinada pelo violão de trova do interior, somado aos ritmos brasileiros e o modernismo eletrônico, a cajupitanga é calcada na produção caseira. Assegura-se na liberdade criativa e abre caminho a quem se identificar com a arte que fazem, compartilhando as próprias criações fora do ambiente musical.

Ouça cajupitanga

TRACKLIST

  1. O Homem
  2. Cocada
  3. A Todos Nosotros
  4. Samaúma I
  5. Nova
  6. Quase Santo
  7. Gota de Arara
  8. Aedo/Vaivém
  9. Samaúma II
  10.  Iracema

 

FICHA TÉCNICA

 

Composições: cajupitanga

Produção, Mixagem e Masterização: Candioco

Consultoria técnica e produção: Arthus Fochi

Diretor de Arte Visual: Bernardo Rezende

Distribuição: Ka’a Music / Cantores Del Mundo

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Na próxima quarta-feira, 14, às 19 horas, o Núcleo Territorial NEOJIBA (NTN) de Vitória da Conquista realiza um concerto didático de sopro, cordas e percussão. Essa será a segunda apresentação pública deste ano promovida pelo NTN. Assim como o Recital Luiz Gonzaga, que aconteceu em junho, o novo evento será transmitido ao vivo pela página do NEOJIBA no Facebook.

Na ocasião, irão se apresentar integrantes das turmas de instrumentos como violino, violoncelo, trompa e trompete. “O concerto didático consiste numa apresentação que conta com explicações sobre o uso desses e outros tipos de instrumentos na música”, explicou o coordenador do Núcleo, João Omar de Carvalho Mello.

Isso quer dizer que, além de tocarem, os integrantes irão compartilhar informações, dicas e curiosidades sobre o instrumento utilizado em suas performances. Esse tipo de evento ajuda a despertar o interesse de outras pessoas pela música instrumental e estimula a busca por estilos musicais não convencionais.

Mostra também como funciona uma orquestra e a maneira pela qual cada instrumento é executado, acrescentou o instrutor de metais do NTN, Joadson Araújo. “Durante esses últimos meses, nós – instrutores e alunos – nos reunimos semanalmente para prepararmos esta apresentação, desenvolver a técnica instrumental e também o fazer coletivo da música através de canções adaptadas para os instrumentos de sopro, cordas e percussão”, destacou.

No concerto, os espectadores terão a oportunidade de conferir o resultado desse trabalho, que Ledison Alejandro, instrutor de cordas agudas, disse ser fruto de uma intensa e cuidadosa preparação por parte dos integrantes e da equipe pedagógica do Núcleo. “Teremos no repertório músicas clássicas, populares e também músicas marcantes da trilha sonora de alguns filmes”, detalhou.

Sobre o NEOJIBA

 

Criado em 2007, o NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) promove o desenvolvimento e integração social prioritariamente de crianças, adolescentes e jovens em situações de vulnerabilidade, por meio do ensino e da prática musical coletivos.

 

O programa é mantido pelo Governo do Estado da Bahia, vinculado à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e gerido pelo Instituto de Desenvolvimento Social Pela Música (IDSM). Em 13 anos de atuação, o NEOJIBA beneficiou, direta e indiretamente, mais de 10 mil crianças, adolescentes e jovens entre 6 e 29 anos.

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O Distrito Federal passa a ter uma nova rota turística, a partir desta terça-feira (13), Dia Mundial do Rock, com apelo especial para quem gosta do ritmo. É a “Rota Brasília Capital do Rock”, que reúne 37 pontos que marcaram a história do gênero em Brasília.

Pela internet, ou presencialmente, é possível conhecer os lugares onde bandas como Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude, Paralamas do Sucesso e Scalene, começaram a carreira na música. A inauguração da rota é nesta terça-feira, às 10h, na Torre de TV, com um pocket show da Plebe Rude.

De decreto a rota

 

A “Rota Brasília Capital do Rock” foi criada por meio de um decreto assinado pelo governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB) em maio deste ano. Segundo o governo, “o objetivo principal é manter viva a memória do rock brasiliense e inspirar novas gerações”.

Depois, coube à Secretaria de Turismo (Setur), à Secretaria de Economia (Seec) e à faculdade União Pioneira de Integração Social (Upis) definirem os pontos do roteiro. O mapeamento tem curadoria de Philippe Seabra, vocalista da banda Plebe Rude, e da produtora cultural Tata Cavalcante.

Entre os pontos sinalizados, estão o Parque Vivencial II, na SQS 104 Sul – quadra onde moravam os integrantes da banda Os Paralamas do Sucesso. A lista também inclui o estádio Cave, no Guará, onde ocorreu o primeiro show da Legião Urbana em Brasília, e o local onde foi realizado o evento Rock na Ciclovia, organizado pela banda Plebe Rude.

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Com o objetivo de celebrar a Independência do Brasil na Bahia, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) realiza, nesta sexta-feira (2), às 18h, o II Desfile Virtual 2 de Julho: o herói é o povo. A live será transmitida pela TV Educa Bahia e, também, no . O evento desenvolvido no formato de talkshow contará com informações históricas referentes ao processo de independência da Bahia e sua importância na construção da unidade nacional.

Além do secretário estadual da Educação, Jerônimo Rodrigues, a programação contará com a participação de diversos convidados especiais. O jornalista Emiliano José fará um relato sobre o processo histórico que culminou no 2 de Julho; o ator Jackson Costa recitará a poesia de Castro Alves “Ao povo o poder”; o Coral de Ipiaú cantará a música “Raiz de todo bem”; e haverá um dueto de dança com um professor e um aluno do Complexo Integrado de Educação de Ipiaú. Também ocorrerá uma interpretação teatral com alunos e atores de Buerarema; apresentação do Grupo de Capoeira e Samba de Roda de Buerarema com música cantada pelo ator Aglei, de Ipiaú; apresentação da “Aquarela do Brasil” com a Orquestra Neojiba; depoimentos da comunidade indígena Tupinambá e de especialistas; dentre outras apresentações.

Como parte da programação alusiva à data, também será realizada uma live de apresentação da revista elaborada pelo Instituto Anísio Teixeira (IAT), em homenagem ao professor Dr. Luiz Henrique Dias Tavares, no dia 12 de julho, às 15h, no YouTube, com a participação de autores dos artigos.

Fonte: Ascom/SEC

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