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É difícil ficar indiferente ao som da banda baiana Dona Iracema. Potente, afirmativo, politizado, irreverente e, principalmente, autêntico, com uma propriedade rara, o grupo consegue mexer em assuntos espinhosos e imperativos na sociedade atual. No meio disso, um hardcore com sotaque nordestino e elementos de baião e forró, batizado por eles de “caatincore”. Conhecida por apresentações vigorosas e bem-humoradas em festivais e shows, Dona Iracema leva essa energia para “Velório”, novo trabalho que nasce primeiro em álbum, com lançamento no próximo dia 9 de julho, e se desdobra em audiovisual, num filme que será lançado na sequência, dia 13, Dia do Rock. O projeto foi um dos selecionados pelo “Prêmio das Artes Jorge Portugal 2020 - Premiação Aldir Blanc Bahia”, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e chega à todas as plataformas de streaming pelos selos Digital Ruffo e Oranjeira Music. A série de lançamentos começou no dia 3 de junho, quando a banda fez um esquente com o lançamento do single “Canto Velório”, faixa que tem as participações de Sammliz, Enzo Camurça e Rejane Ayres (vozes) e mostra um outro lado do grupo, mais sensível e delicado. Clipe da canção foi lançado dia 8 de junho: “A gente se permitiu fazer, é a música mais diferente da nossa história. É leve na melodia e forte no sentido da mensagem, um sentimento de saudade. O disco vem carregado de energia e essa música, a última do álbum, presta uma homenagem a todos. É um grito a uma memória”, adianta Balaio, nome artístico de Gabi, mulher trans, voz e uma das letristas do grupo. Além dela, o grupo formado em 2012 na cidade de Vitória da Conquista é composto Diegão Aprígio (vocal e contrabaixo), Pablo Bahia (vocal e guitarra) e Oscar Sampaio (vocal e bateria). Todos trazem no DNA essa pluralidade transgressora do rock e a naturalidade para abordar assuntos atuais e necessários. “Como nos nossos outros trabalhos, ‘Velório’ tem humor e irreverência por trás de mensagens politizadas, tão necessárias para as causas que defendemos. Dona Iracema trabalha com a sinceridade, estamos todos representados ali e queremos fazer disso nossas bandeiras. Um velório é um marco, independente da cultura, é a celebração da vida, respeito a uma memória, um local de homenagem. Da nossa maneira, esse é um trabalho que faz um ensaio sobre a morte, fala de saudade e de dor”, explica Oscar Sampaio. Com produção musical, gravação, mixagem e masterização, além de sintetizadores e piano do renomado produtor André T, o projeto também conta com produção da Mochi Film, realização da Ruffo, direção de Márcia Espindola (que também assina a direção de fotografia do audiovisual), produção executiva de Jorginho Falcão, edição e motion desing de Felipe Wrany e produção de João Paes e Fabrízio Penteado. “André T é um cara que acreditou e apostou no nosso trabalho. Além de ser um amigo, foi um paizão para nós, acompanhou todo o processo desde o início. Esse disco é dele também. Foi uma oportunidade trabalhar com um dos artistas mais incríveis que eu já conheci”, comemora Balaio. Esse elenco ainda ganha reforço nas luxuosas participações especiais dos músicos Armandinho Macêdo, na canção “Pendura pelos Ovo”, e Rodrigo Limas (Dead Fish), na faixa “Plano Funerário”, duas das dez pancadas presentes no disco. “Quase não acreditamos quando Armandinho topou participar. A música começa com um axé, mas colocamos ele para ‘fritar no hard core’ com uma guitarra baiana progressiva. Ficou incrível”, conta Sampaio. “Dead Fish sempre foi uma de nossas maiores referências e a participação de Rodrigo (Lima) é daqueles momentos que ficam marcados. Estamos muito felizes com o resultado”, emenda. Pensado para também ganhar os palcos do país assim que a pandemia deixar, as faixas seguem quase como um roteiro sincopado de um filme. “Estatística”, música de abertura, é irônica, mas bate em questões como o tratamento preconceituoso da sociedade com a comunidade LGBT+ e as questões de gênero, assim como “Qual a Graça”, que deixa de lado o humor para tratar do tema de forma direta. “Bota pra Bater” e “Bichos da Madrugada” seguem na mesma linha, com destaque contra a violência pública e velada, mas também pelo sentimento de saudade causado pela pandemia. “A Morte do Anjo” traz uma metáfora da transformação (respeite meu direito de morrer) para reforçar a identidade de quem se assume ser o que é. Já “Mão na Cabeça” reforça a temática atualíssima da opressão do estado por meio de um chiste, um policial na figura de um palhaço bufão. Da mesma forma que o incentivo à resistência e à resiliência são mostrados da maneira mais “iracemática” do disco na música “Dedo na Cara”, um deboche inteligente e certeiro. Como eles mesmo afirmam, “Velório” fala de necropolítica, solidão, luto e todos os sentimentos e reações, do riso ao choro, da raiva à saudade, da dor ao medo. Uma obra para cantar, dançar, rir e se emocionar. O FILME – O filme “Velório” nasce com estética e narrativa própria para fazer um ensaio sobre a morte e o descaso nos tempos de pandemia. A produção audiovisual mostra a banda tocando todas as canções do álbum, sendo que cada uma ganha seu próprio roteiro que ajuda a contar as histórias presentes nas letras das músicas . “O vídeo complementa o conteúdo de cada canção. Na primeira canção do disco, por exemplo, como falamos sobre necropolítica, utilizamos na edição notícias de jornais sobre assassinatos e mortes. Na canção "A morte do anjo", temos um momento onde um velório é reproduzido”, explica Gabi. Na canção “Qual a graça”, um palco de "stand up comedy" é simulado, entre outras coisas”, explica Balaio.

Depois de resgatar as memórias do início da sua carreira com o lançamento do EP de forró “Guigga e Banda Me Leva”,  Guigga prepara mais uma surpresa. O DVD “São João de Maracás gravado ao vivo na Casa da Borracha” será lançado no YouTube no próximo dia 24, às 21h, como uma homenagem aos festejos juninos e aos músicos e compositores do interior da Bahia.

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Trata-se de um álbum visual, gravado na Casa da Borracha, localizada no povoado do Peixe, em Maracás (BA). “Escolhi a Casa da Borracha porque é um lugar onde me reconecto com as minhas origens, com a minha família, com a nossa história e com o povoado do Peixe. Gravamos o show onde antes funcionava a casa de farinha dos meus avós e o valor que existe em tudo isso é muito poderoso pra mim”, conta o cantor e compositor.

No repertório, o artista escolheu apresentar músicas gravadas ao longo dos anos pela Banda Me Leva, que tem o seu pai, Sebastião, como vocalista. São canções que fazem parte do imaginário da cidade de Maracás, como explica Guigga. “A cidade tem uma relação de muito amor e orgulho pela Banda Me Leva e estamos todos muito saudosos da festa de São João, que pelo segundo ano consecutivo não acontecerá. Juntamente com Tarcísio Santos, diretor musical do projeto, convidamos músicos do Vale do Jiquiriçá para compor a nossa banda, todos eles com uma história de muito envolvimento com o São João e também com a Me Leva”. 

Entre as canções, estão “Reconquistar”, composição de Junior Meira, morador do povoado de Porto Alegre, também localizado na zona rural de Maracás, e Me Leva, canção do saudoso Moá do Fole, sanfoneiro maracaense que fez parte da Banda Me Leva por muitos anos e que compôs esta música em homenagem à banda. Outras músicas já conhecidas na voz de Guigga também estarão presentes, como “Velho Indio”, gravada no álbum “Velhas Histórias”, que reúne diversos intérpretes em torno de composições de Guilherme Menezes e regravada pelo forrozeiro Edgar Mão Branca.

O DVD também comemora os 20 anos de carreira de Guigga e marca sua nova fase. “Estou muito feliz em poder celebrar os meus 20 anos de carreira voltando às minhas origens e cantando para as pessoas que me aplaudiram pela primeira vez”, afirma.

“São João de Maracás gravado ao vivo na Casa da Borracha” é uma realização das produtoras Me Leva Produções e Casa da Borracha Produções, com apoio do Grupo Conserv.

FICHA TÉCNICA

Produção Executiva: Casa da Borracha Produções e Me Leva Produções 

Direção Musical: Tarcísio Santos

Direção Técnica: Tiago Menezes

Direção de Arte: Guigga e Filipe Bezerra

Produção Audiovisual: Lego Produções

SERVIÇO

São João de Maracás gravado ao vivo na Casa da Borracha

Quando: 24/06/2021

Horário: 21h

Onde: Canal Guigga no YouTube

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Depois do lançamento do elogiado álbum “Cisco no Olho” no mês de maio, Ana Barroso apresenta o videoclipe caseiro colaborativo da canção “Vai Rodar” como parte do projeto “Repentina”, financiado pela Lei Aldir Blanc Bahia. O produto audiovisual teve roteiro assinado pela própria artista, com edição de Nin La Croix, e estará disponível no YouTube no próximo dia 19.

Em “Vai Rodar”, Ana Barroso utiliza da estética sonora da cultura de longa tradição nordestina para discutir questões do seu tempo. A música é uma crítica ao governo Bolsonaro e retrata um duelo imaginário entre o presidente e a força da figura do boi bumbá, ressaltando a cultura popular como potência revolucionária.

Ouça “Vai Rodar”: https://open.spotify.com/track/29Env60H28t8WqU6Qm4Oll?si=93e7e7dad1464f7d

Mais do que um protesto, é um presságio de “limpeza” frente a um país em crise sanitária e política. “A verdade, ela sempre vem, ainda que seja duro pagar o preço da espera. Custa caro. A indignação também fortalece. Infelizmente, a gente só recupera o instinto da ação, o furor pela mudança, quando dói. E agora não tem quem não esteja em carne-viva”, explica. “Eu me sinto convocada a ter responsabilidade com a frente que eu assumo. Até porque viver é um ato político. Tem suas complexidades colocar o corpo a serviço do mundo, mas enquanto eu tiver saúde e disposição para isso, quero buscar ser esse instrumento”, ressalta a artista.

Na letra, Ana também faz menção a mulheres brasileiras como Marinês, Chiquinha Gonzaga, Elza e Maria Bonita, homenageando as suas referências desde quando iniciou sua trajetória na música. “Minha primeira escola foi o chorinho. Foi uma grande descoberta saber de Chiquinha Gonzaga no calor dessa idade. Ouvia muito tentando solfejar as melodias e essa referência ficou cristalizada”, relembra. “Acho que das mulheres que cito a que consumi mais tardiamente foi Elza, que é uma cantora gigante, mãe de 9 filhos e de lutas tão profundas. Marinês é a Maria Bonita cantante, rainha desbravadora do forró, do xaxado. Amo-as pelas suas revoluções e pelo lugar que ocuparam”, detalha.

O videoclipe conta ainda com a participação de amigos e artistas, agentes culturais de diversas partes da Bahia. “Quis mostrar que apesar de nossas inumeráveis indignações, somos fortes, não somos poucos e que a beleza mora na diversidade e criatividade da nossa gente. Eu não tinha dúvidas de que pessoas corajosas e criativas trariam a beleza e força que a música merece”, afirma.

“Vai Rodar” está entre as faixas do álbum “Cisco no Olho”, com produção musical, percussão e mixagem de Sebastian Notini e masterização de Claes Persson, do estúdio sueco CRP Master. Os arranjos são de Felipe Guedes, violão de Babuca Grimaldi, clarone e clarinete de Joana Queiroz e flauta de Leandro Tigrão.

O projeto “Repentina” tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Assessoria de Imprensa
VAGALUME PRESS
Ana Paula Marques

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O Rei do Baião, Luiz Gonzaga, será homenageado pelo Núcleo Territorial NEOJIBA (NTN) de Vitória da Conquista em recital que acontece nesta sexta-feira, 18, às 19 horas. O evento será transmitido ao vivo pelo Facebook do NEOJIBA e contará com apresentações de integrantes da turma de Canto Coral do NTN.

 

Esse será o primeiro recital realizado pelo Núcleo no ano de 2021, marcando, em clima de São João, o encerramento do primeiro semestre letivo de atividades. Na ocasião, grandes canções do repertório de Luiz Gonzaga, como “Asa Branca”, “Baião” e “Xote das Meninas”, serão apresentadas, individualmente e na formação de coro, por crianças e adolescentes atendidos pelo NEOJIBA.

 

“Luiz Gonzaga celebra a cultura do sertão com sua música, que é festiva, espirituosa e nos traz motivação, algo que estamos precisando nesse período de pandemia”, diz o coordenador do NTN de Vitória da Conquista, João Omar de Carvalho Mello.

 

Segundo ele, é preciso celebrar grandes nomes da nossa cultura como o de Gonzaga, pois eles expressam valores que tratam da nossa região e nos referenciam no mundo. “Faz com que a gente conserve essa tradição cultural das festas juninas não somente como uma prática social, mas também como algo que fortalece a nossa identidade”.

 

O “Recital Luiz Gonzaga” é uma realização do Instituto de Desenvolvimento Social pela Música (IDSM) e da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). No mês de julho, irão ocorrer outras duas apresentações públicas promovidas pelo NTN de Vitória da Conquista, que serão divulgadas nas redes sociais do NEOJIBA.

 

Sobre o NEOJIBA

 

Criado em 2007, o NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) promove o desenvolvimento e integração social prioritariamente de crianças, adolescentes e jovens em situações de vulnerabilidade, por meio do ensino e da prática musical coletivos.

 

O programa é mantido pelo Governo do Estado da Bahia, vinculado à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e gerido pelo Instituto de Desenvolvimento Social Pela Música (IDSM). Em 13 anos de atuação, o NEOJIBA beneficiou, direta e indiretamente, mais de 10 mil crianças, adolescentes e jovens entre 6 e 29 anos.

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Priscila Amaral, nascida e criada em Vitória da Conquista, uma das cidades mais relevantes do interior da Bahia, venceu no último domingo (13/06) o inovador reality show de atuação nacional que teve início no dia 14 de abril deste ano, o Just Act Brasil.

Finalista do time do técnico Daniel Archangelo, fundador do Rio WebFesf, São Paulo WebFesf e Rio WebMercado, Priscila era uma das fortes candidatas ao prêmio final do reality online, que incluía, além do valor em dinheiro de R$ 1.500,00, mentoria de posicionamento artístico e agenciamento por um dos maiores agentes do mercado atual.

A atriz, que já soma mais de 10 anos de carreira, falou um pouco sobre essa experiência única e desafiadora. “Mesmo já tendo apresentado para plateias cheias e participado de festivais de teatro, a experiência do reality foi completamente diferente de tudo que já vivi até então! Além de ter sido uma oportunidade maravilhosa de aprender e trocar experiências com colegas de profissão, ter o meu trabalho avaliado tecnicamente por profissionais tão conceituados foi um dos pontos altos da competição”.

Para ganhar o reality, a baiana teve que cativar o público, pois a votação dessa etapa final foi 100% popular. Consciente da importância do engajamento nas redes sociais nos dias atuais, Priscila declarou: “Conseguir o apoio popular não foi uma tarefa fácil, mas o público é essencial na configuração de um reality show, então eu sabia que era importante construir um relacionamento com a minha audiência. Eu me preparei muito pra isso e nessa reta final contei com grupos de mutirão de revezamento; o pessoal realmente comprou o meu sonho e eu sou muito grata por todo apoio que recebi! Nas duas primeiras etapas do reality, avancei por meio do engajamento, e na semifinal fui a mais votada dentre os 20 participantes, mas nem por isso me acomodei! O Reality começou com quase100 competidores e, desde o início, eu dizia que ia levar esse prêmio ao interior da Bahia. Tô muito orgulhosa da minha trajetória!”

As votações da final do Just Act Brasil foram abertas no dia 06 de junho e se encerraram no dia 09 de junho, mas o resultado foi divulgado apenas no último domingo (13/06)no canal do YouTube “Vida de Ator”. Priscila foi a grande campeã do Reality garantindo 62,1% dos votos, correspondente a mais de 80.000 votos em 3 dias.

Assessoria de Imprensa – Just Act Brasil

Instagram: @justactbrasil

Instagram de Priscila Amaral: @prit_amaral

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Depois de lançar um videoclipe para a faixa AKAI ITO, primeiro single do seu novo projeto, Marcos Marinho entrega o seu primeiro disco solo. AURA, já disponível em todas as plataformas digitais, é música popular brasileira, completamente autoral, feita por um artista e professor baiano em busca de uma arte autêntica, capaz de expressar emoções reais e estabelecer uma comunicação sincera com o público.

Ouça AURA – Marcos Marinho (2021):

https://tratore.ffm.to/aura

“Esse é um registro criado por uma pessoa simples, da classe trabalhadora e que, sem muitos recursos artísticos e financeiros, buscou valorizar a autenticidade e a originalidade na sua produção. Nele, expresso sentimentos e visões de mundo críticos e autocríticos, conscientes das minhas contradições próprias”, destaca o cantor e compositor.

Composto por 8 faixas que nasceram de reflexões feitas com o violão no colo, o álbum narra uma tentativa real de compreender a vida e seus altos e baixos emocionais, expondo – além de questões políticas e sociais, sensibilidade, memórias, angústia, verdades e amor, fluindo em um jogo dialético frente ao que em geral é classificado como cultura regional ou universal. Nessa viagem, samba, blues, trap, reggae e uma seresta anticapitalista, cantada num flow típico de rap, se misturam.

Para essa construção, Marcos Marinho se inspira na obra de grandes artistas da música brasileira, tais como Gilberto Gil, Ponto de Equilíbrio, Aldir Blanc, Cássia Éller, Milton Nascimento e tantos outros, evidenciando a natureza eclética (e sincrética) do seu trabalho. A imagem da capa foi feita pela artista visual uruguaia Inés Garaza. “Inés tirou a foto dessa estátua no Museu Del Oro de Bogotá, Colômbia. Admiro muito a sensibilidade e a beleza do olhar de Inés, capaz de revelar, através das imagens, tantas coisas surpreendentemente bonitas, reais e profundas”, explica Marcos.

“Não considero AURA um disco criado para agradar eruditos ou colecionadores de música. É um disco feito para pessoas de diferentes contextos sociais e estilos de vida, onde me expresso de forma simples, de modo semelhante ao que ocorre nas músicas comerciais que cresci ouvindo no rádio de minha mãe. Isso é algo de que me orgulho muito em minhas músicas”, detalha. Tendo isso em mente, ele nos convida para cuidarmos uns dos outros e olharmos para nós mesmos com mais carinho, indo contra tudo que nos obriga a trair quem somos, o que desejamos e o que sentimos.

“Há muitos anos, ainda na adolescência, me peguei mentindo sobre minha vida para algumas pessoas. Com o passar do tempo, percebi que isso decorria de muita insegurança frente a tantos julgamentos violentos e preconceituosos que forjam a nossa cultura racista e classista no Brasil. Mentir era um recurso inconsciente de proteção. Desde então, passei a lutar contra a influência dessas opressões, dessas formas de poder no meu comportamento, e encontrei na música um lugar de expressão radical contra a dominação a que estamos submetidos”, reflete o músico, que é também advogado e professor universitário.

“A arte, de modo geral, nos conduz à verdade. Precisamos explorar o seu valor filosófico e científico, para que essas composições deixem de ser a trilha sonora da nossa ruína e se converta numa ferramenta de conhecimento, cura, emancipação e liberdade. Julgo, também, ser fundamental que os artistas exponham as contradições que vivem para fazer arte, ao invés de participarem de modo conivente de uma dinâmica produtiva que nos faz competir e ostentar o que não temos e o que não somos em busca de uma mínima valorização do nosso trabalho. Artista não pode continuar sendo sinônimo de celebridade. Eu sou artista e professor, duas profissões desvalorizadas no Brasil. Mesmo assim, estou aqui e esse disco é um retrato da minha sobrevivência, existência e resistência”, conclui.

*FICHA TÉCNICA:*
Arte da capa do disco: Inés Garaza
Direção musical: Marcos Marinho
Mixagem e masterização: Adílson Moreira
Produção musical: Adílson Moreira, Fernando Guimarães e Gabriel Moreira (Estúdio 878)

*Assessoria de Imprensa*
*VAGALUME PRESS*
Ana Paula Marques
(77) 98101-1254
vagalumeassessoria@gmail.com

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Priscila Amaral, nascida e criada em Vitória da Conquista, uma das cidades mais relevantes do interior da Bahia, conquistou uma das 4 vagas na final do inovador reality show de atuação nacional que teve início no dia 14 de abril deste ano, o Just Act Brasil.

Destacando-se entre os atores que formavam o time do técnico Daniel Archangelo, fundador do Rio WebFesf, São Paulo WebFesf e Rio WebMercado, Priscila é vista como uma das fortes candidatas ao prêmio final do reality online, que inclui além do valor em dinheiro de R$ 1.500,00, mentoria de posicionamento artístico e agenciamento por um dos maiores agentes do mercado atual.

A atriz, que já soma mais de 10 anos de carreira, falou um pouco sobre essa experiência única e desafiadora. “Mesmo já tendo apresentado para plateias cheias e participado de festivais de teatro, a experiência do reality é completamente diferente de tudo que já vivi até então! Além de ser uma oportunidade maravilhosa de aprender e trocar experiências com colegas de profissão, ter o meu trabalho avaliado tecnicamente por profissionais tão conceituados é um dos pontos altos da competição”.

Para ganhar o reality, a baiana, que já garantiu a preferência do seu técnico, terá que cativar o público, pois a votação dessa etapa final é 100% popular. Consciente da importância do engajamento nas redes sociais nos dias atuais, Priscila declarou: “Conseguir o apoio popular não é uma tarefa fácil, mas o público é essencial na configuração de um reality show. Então, prefiro acreditar que, assim como nas duas primeiras etapas do reality, avancei por meio do engajamento, e na semifinal fui a mais votada dentre os 20 participantes, isso vai acontecer agora também! Pelo menos, vou lutar muito por isso! Começamos com quase 100 competidores e estou a um passo de ser a grande campeã! Definitivamente, não é um momento para me acomodar. Quero levar esse prêmio ao interior da Bahia, sim senhor! Então podem começar a me seguir, torcer e votar por mim!”

As votações da final do Just Act Brasil foram abertas neste domingo (06/06) através do seguinte linkhttp://etc.ch/L6AN e se encerram na quarta-feira (09/10) às 23:59.

O resultado será divulgado no dia 13 de junho (próximodomingo), no canal do YouTube “Vida de Ator”, e o processo pode ser acompanhado também no Instagram oficial do Reality.

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Ana Barroso e Tereza Raquel no Festival Avuador.

A partir deste sábado (05) a TVE vai exibir, aos sábados, shows do Festival Avuador realizado em Vitória da Conquista. A exibição com artistas baianos acontece durante todo o mês de junho, às 18h30, com horários alternativos aos domingos, às 17h. Em sua primeira edição on-line o festival homenageou o cineasta Glauber Rocha.

Após uma pausa, o festival chegou à quarta edição, através da Lei Aldir Blanc. As apresentações musicais trazem artistas baianos, em sua maioria artistas locais, que apresentam trabalhos autorais. A programação tem curadoria do produtor musical Vince de Mira, e tem início na TVE com Dona Iracema e Maviael Melo, no dia 05, seguido de Ana Barroso e Tereza Raquel (12), João Omar e Álisson Menezes (19) e Luiza Audaz e Cangaço (26).

O festival Avuador é uma realização da Catrupia Produções e já trouxe nas edições anteriores grandes referências da música nacional como Baiana System, Siba, Karina Buhr, Curumin e Eddie, que dividiram o palco com artistas locais, fortalecendo a cena da música independente na região.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo do Governo Federal.

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*SERVIÇO:*
Palco TVE – Festival Avuador
Quando: A partir de sábado (5), às 18h30, com horário alternativo aos domingo, às 17:00 horas.
Onde: TVE e www.tve.ba.gov.br/tveonline

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O Congresso Nacional derrubou, nesta terça-feira (1º), os vetos do presidente Jair Bolsonaro no Projeto de Lei que prorrogou o prazo do uso de recursos da Lei Aldir Blanc. “Por 420 votos a 12, Congresso Nacional derruba o veto do Bolsonaro genocida e libera R$ 700 milhões represados nas contas de estados e municípios da Lei Aldir Blanc”, comemorou Ursula Vidal, titular da Secretaria de Cultura do Pará e presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Cultura.

Com a derrubada dos vetos, alguns itens serão reincorporados à Lei 14.150/21: a possibilidade de usar, até 31 de dezembro de 2021, o saldo remanescente do ano passado para ações emergenciais de renda e projetos culturais; repasse aos municípios de recursos não utilizados que foram devolvidos ao fundo estadual de cultura; prorrogação do prazo para prestação de contas até 30 de junho de 2022 (recursos estaduais ou municipais) ou 31 de dezembro de 2022 (recursos federais); e aumento de carência para os tomadores de empréstimos junto a bancos federais nas condições previstas pela Lei Aldir Blanc de julho de 2021 para 1º de julho de 2022.

Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputado

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O professor, instrumentista e maestro Carlos Portolançou o álbum “Suíte Popular Conquistense” nas plataformas de áudio. Conhecido por ter sido professor de alguns dos maiores instrumentistas da Bahia, alguns deles marcam presença neste que é o seu primeiro registro fonográfico de músicas instrumentais. Ouça "Suíte Popular Conquistense" (2021)  “Suíte Popular Conquistense” é uma bela homenagem à Vitória da Conquista, cidade natal do maestro. Ele traz um conjunto de peças musicais de altíssima qualidade, resgatando uma produção composta em 1986 e que só agora será conhecida pelo grande público.  O disco tem a produção executiva de Ricardo Marques, produção musical de Luciano PP e sua gravação foi idealizada durante a realização do Festival Digital Internacional de Violão (FDIV 2021), evento viabilizado pela Lei Aldir Blanc Bahia, Unimed Sudoeste e Instituto de Música Cathalá. Confira o lançamento do álbum durante o FDIV 2021 O álbum conta com as participações do Maestro João Omar e de ex-alunos de Carlos Porto, a exemplo de Léo Brasileiro (músico da banda de Ivete Sangalo), Tarcísio Santos (um dos vencedores do Festival da Educadora FM em 2020), Zezinho Reis, Igor Barros, Paulo Francisco, Mateus Soul Áries, Filipe Moreno, Luciano PP e Emílio Bazé. Uma das grandes surpresas é a participação de Analu Sampaio (The Voice Kids 2020). A cantora mirim é uma das grandes revelações musicais do Brasil nos últimos anos. Analu participa da canção “Amor e Jasmins”, um choro com letra do compositor e médico Lonel Ribeiro. "No desenrolar das oito faixas, que transitam entre choros e valsas, Carlos Porto se apresenta como uma revelação como compositor, num universo em que o Brasil necessita tanto, que é o de novos criadores para a música instrumental brasileira", comenta Ricardo Marques. Uma delas, “Amazônia, por que choras” foi vencedora da melhor canção instrumental latino-americana no Troféu Salém, um importante festival de música realizado em Nova York, em 1999. Carlos Porto homenageia ainda o falecido instrumentista Fabiano Cardoso, seu aluno, vencedor de diversos concursos de violão e que teve papel fundamental na escolha dos nomes de várias músicas do “Suíte Popular Conquistense”. FICHA TÉCNICA   Álbum: Suíte Popular Conquistense Ano: 2021 Artista / Compositor: Carlos Porto Produção Executiva: Ricardo Marques Produção musical: Carlos Porto / Luciano PP Apoio Cultural: Unimed Sudoeste / Instituto Cathalá de Música   FAIXAS:  
  1. Bate-papo de malandro (Choro nº 1) - Léo Brasileiro
  2. Amor e Jasmins (Choro nº 2) -  Carlos Porto, Zezinho Reis e Emílio Bazé
  3. Prelúdio choro em Lá menor (Choro nº 3) -  Igor Barros, Luciano PP e Emílio Bazé
  4. Prelúdio Choro em La Maior (Choro nº 4) -  Tarcísio Santos e Emílio Bazé
  5. Faltou Cartucho (Choro nº 5) -  Zezinho Reis e Emílio Bazé
  6. Lamento (Valsa nº 1) -  João Omar de Carvalho Mello
  7. Amazônia, por que choras? (Valsa nº 2) -  Paulo Francisco, Carlos Porto e Emílio Bazé
  8. Amor e Jasmins (Choro nº 2) – Versão cantada -  Analu Sampaio, Mateus Soares, Felipe Moreno e Emílio Bazé (Letra de Leonel Ribeiro)
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