A agência das Nações Unidas para refugiados palestinos disse para a AP nesta quarta-feira (11) que nove de seus funcionários foram mortos em ataques aéreos desde o início dos bombardeios israelenses em Gaza no sábado.
“A proteção dos civis é fundamental, inclusive em tempos de conflito”, disse Juliette Touma, diretora de comunicações da agência, conhecida como UNRWA.
“Eles deveriam ser protegidos de acordo com as leis da guerra.”
Touma disse que os ataques mataram funcionários da ONU dentro de suas casas.
Ela também informou que 18 escolas da UNRWA transformadas em abrigos foram danificadas no bombardeio e que a sede na cidade de Gaza também foi danificada, sem causar vítimas.
O avião da Força Aérea Brasileira (FAB), que resgatou o primeiro grupo de brasileiros que estava em Israel, pousou em Brasília durante a madrugada desta quarta-feira (11). O voo, que partiu de Tel Aviv na terça-feira (10), durou cerca de 14 horas.
A aeronave KC-30 deixou Israel com 211 passageiros. Até domingo (15), outros cinco voos devem sair do país para o resgate de brasileiros que estão na região, segundo o Itamaraty.
A GloboNews apurou que o governo deu prioridade a famílias com crianças, idosos, pessoas com deficiência ou enfermos.
Os brasileiros que desejam deixar Israel precisam preencher um formulário de inscrição disponibilizado pela Embaixada do Brasil em Tel Aviv.
O Ministério da Defesa de Israel afirmou que o país lançou um ataque de larga escala contra múltiplos alvos ligados ao Hamas, na Faixa de Gaza. A informação foi divulgada nesta terça-feira (10), que é o quarto dia do conflito no Oriente Médio.
Segundo os militares, mais de 200 locais ligados ao grupo terrorista foram bombardeados. Entre os alvos estão infraestruturas usadas pelo grupo para funções operacionais e armazenamento de armas.
Além disso, os militares israelenses informaram que bombardearam dois túneis usados pelo Hamas para entrar em Israel.
As forças armadas de Israel não informaram onde os túneis foram localizados. Os bombardeios aconteceram um dia depois de 70 militantes conseguirem se infiltrar em uma região agrícola ao sul do país, na segunda-feira (8).
Túneis já foram usados pelo Hamas no passado para o contrabando de armas entre o Egito e a Faixa de Gaza. Em 2006, Israel também descobriu passagens subterrâneas que poderiam dar acesso ao país feitas por outro grupo, o Hezbollah.
As forças militares disseram ainda que conseguiram reestabelecer o controle na fronteira com a Faixa de Gaza, sem novas infiltrações na segunda-feira (9).
Desde que o conflito começou, no sábado (7), mais de 1.500 pessoas morreram e milhares ficaram feridas, tanto em Israel quanto na Faixa de Gaza.
Ao menos 260 corpos foram encontrados após Hamas atacar uma rave em Israel, informou neste domingo (8) o jornal “The Times of Israel”.
Neste sábado (7), o DJ Juarez Petrillo, pai dos DJs Alok e Bhaskar, filmou o momento em que o festival Universo Paralello foi interrompido após a chegada de homens do grupo extremista armado.
O vídeo mostrou fumaça no céu e pessoas se movimentando no evento de música eletrônica. “Estou em choque até agora! E as bombas não param de explodir…”, escreveu Juarez em uma rede social.
Neste domingo, Alok fez um post no Instagram no qual afirmou: “O meu pai foi contratado a se apresentar em um evento que licenciou os direitos de uso do nome do festival, como já aconteceu em diversos outros países. […] ele está seguro em um bunker aguardando direcionamento para retornar ao Brasil”.
A BBC informou que a rave ocorreu no deserto de Negev, no sul de Israel, perto da Faixa de Gaza. A reportagem relatou que os participantes viveram momentos de terror após a chegada de integrantes do Hamas, um grupo extremista armado que é uma das maiores organizações islâmicas nos territórios palestinos.
O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, declarou guerra após o Hamas lançar um ataque surpresa e de grande escala neste sábado (7), em ação que já é considerada uma das maiores ofensivas contra o país nos últimos anos. Ao menos 295 pessoas morreram, e autoridades dizem que o número de vítimas pode aumentar.
Em mensagem de vídeo, Netanyahu disse que o grupo extremista islâmico que controla a Faixa de Gaza pagará “um preço sem precedentes” pela ofensiva, que teria usado mais de 5.000 foguetes. “Estamos em guerra. Esta não é uma operação simples”, afirmou.
A ofensiva surpresa combinou a infiltração de homens armados em cidades israelenses com uma saraivada de foguetes, disparados da Faixa de Gaza. Segundo as Forças Armadas de Israel, dezenas de militantes se infiltraram por terra, mar e ar, alguns dos quais com a ajuda de parapentes.
A imprensa israelense relatou tiroteios entre bandos de combatentes palestinos e forças de segurança em cidades do sul de Israel. O chefe da polícia de Israel disse que houve “21 cenas ativas” no sul de Israel, indicando a extensão do ataque.
Em Gaza, o barulho dos lançamentos de foguetes pôde ser ouvido e os moradores relataram confrontos armados ao longo da cerca de separação com Israel, perto da cidade de Khan Younis, no sul, e disseram ter visto um movimento significativo de combatentes armados.
Também em Gaza, as pessoas correram para comprar mantimentos, antecipando os dias de conflito que se avizinham. Alguns deixaram suas casas e foram para abrigos.
A Mega Rádio VCA é um meio de comunicação com sede em Vitória da Conquista. Idealizado a princípio como uma rádio web, teve suas atividades iniciadas em 12 de setembro de 2013. A estrutura montada já contava com dois estúdios, um para gravação e outro para transmissões ao vivo, sala de redação jornalística e um site onde são veiculadas as transmissões da rádio e também notícias.
Atualmente, a Mega Rádio VCA se tornou um veículo ainda mais multimídia, aprimorando os dois estúdios e realizando transmissões ao vivo por streaming. O site de jornalismo foi repaginado para atender as novas formas de comunicação, como podcasts, e também as novas plataformas digitais, como Youtube, Instagram e Facebook, se tornando um portal multimídia.
Através destes canais que os programas são também transmitidos e podem ser acessados tanto em computadores como em smartphones. Atualmente, a Mega Rádio possui uma marca considerável de ouvintes no streaming, somados aqueles que acompanham em aplicativos, no portal, e nas plataformas que fazem transmissões ao vivo.
O portal da Mega Rádio VCA prima por um conteúdo próprio e com rigor profissional. O jornalismo é composto por equipe formada em jornalismo e desenvolve um trabalho ético, com muita apuração e credibilidade.
Assim, com 10 anos de mercado, a Mega Rádio VCA tem um papel diferenciado na comunicação, com uma cobertura jornalística essencial para manter os cidadãos informados sobre eventos e notícias relevantes. Além de um portal que agrega várias formas de comunicação, a Mega Rádio também chega ao alcance da população ao oferecer o serviço de publicidade com outdoors, através da marca Mega Door.
À medida que a Mega Rádio VCA continua seu crescimento e contribuição, ela desempenha um papel crucial na comunicação e no desenvolvimento de Vitória da Conquista, fortalecendo sua posição como uma fonte confiável de informação e entretenimento para a comunidade.
Nossa programação inclui, além do jornalismo, também entretenimento com programas musicais e de entrevistas sobre diversos temas, sem distinções ou censuras aos diversos ritmos ou assuntos.
São 10 anos investindo em comunicação em Vitória da Conquista e região.
Um dia que ficou gravado na memória como um dos momentos mais sombrios da História contemporânea: 11 de setembro de 2001, quando quatro aviões foram sequestrados para atingirem as Torres Gêmeas, em Nova York, e o Pentágono, em Washington, nos Estados Unidos — uma quarta aeronave, que rumava em direção à capital americana, caiu na Pensilvânia. E embora muitos recordem esses eventos apenas através de vídeos e livros de história, seus efeitos continuam a reverberar pelo mundo.
Por Kelly Pinheiro e Denis Zanini Lima*
No admirável mundo das multitelas e em que todos são produtores de conteúdo, falar em conteúdo de marca se tornou tão urgente quanto sensível. Nos jargões do marketing, o branded content é uma forma de comunicação que busca “capturar” o cliente não pela publicidade tradicional, mas sim prestando um serviço informacional.
Cada vez mais distante dos “informes publicitários” que tentavam se travestir de jornalismo, e que ninguém (ou quase ninguém) lia, o conteúdo de marca se vale de originalidade, informação (correta!), utilidade e surpresa para promover relevância e reputação. E, a partir daí, ganhar corações e mentes. O que pode ser traduzido no mundo dos negócios, de forma geral, por likes e vendas.
Na TV aberta – sim, ela continua e continuará sendo importante ainda por décadas no Brasil! – os merchandisings e campanhas sociais são os antecessores do branded content com enorme sucesso. As emissoras conseguem segmentar o público em seus programas com enorme assertividade e hoje esse conteúdo se sofisticou, estando inserido na teledramaturgia, por exemplo, com maestria.
Ou alguém não acha perfeitamente natural que a empreendedora, sofrida e resiliente Sol (Sheron Menezes), protagonista de “Vai na Fé”, novela recém transmitida pela TV Globo, tenha procurado o Painel PJ, do Banco do Brasil, para se qualificar e ter sucesso no negócio das quentinhas?
Pois é… E aos poucos o jornalismo vem se abrindo. Até bem pouco tempo as marcas não apareciam nem como referência geográfica. A notícia era “acidente em frente a um shopping na região Norte da Capital”. Não se falava o nome do shopping nem em notícia negativa.
Pois bem, além dos clássicos patrocínios que assinavam o nome do programa – aposto que você se lembrou do Repórter Esso – até o infalível “num oferecimento de…” as marcas avançaram, mas isso ainda não é conteúdo.
De fontes nas matérias com seus especialistas, aos poucos as marcas estão não só aparecendo nos créditos, como gerando informações a análises estratégicas, capazes de ganhar minutos em alguns dos espaços mais disputados da programação.
O jornalismo, é, por sinal, a última fronteira para o avanço das marcas. O farol da imparcialidade – jamais alcançado, mas ainda assim, um farol – é a marca indelével do bom jornalismo e isso precisa ser respeitado. Quando quebrado, perde valor e, nesse caso, deixa de ser interessante para as marcas.
Mas o Jornal Nacional, apresentado pela Rede Globo, quebrou paradigmas e hoje é “oferecido” pelo Nubank. É isso mesmo que você leu! O telejornal mais assistido há décadas no Brasil é patrocinado pela instituição financeira, com a presença da marca na vinheta de abertura do programa, antes da escalada apresentada por William Bonner e Renata Vasconcellos. Vale dizer que anteriormente os patrocinadores eram exibidos somente em um intervalo de 10 segundos antes do início do programa.
Além disso, a grande novidade que chamou a atenção dos telespectadores foi o merchandising durante a exibição dos indicadores de mercado financeiro pelos âncoras. Ou seja, conteúdo de marca. Uma ação como esta só foi vista uma vez, em 2010, no projeto JN no Ar, patrocinado pelo Bradesco. Na época, a marca da instituição financeira era exibida no avião utilizado pelo jornalista Ernesto Paglia, durante suas viagens pelo país.
Não pense que esta iniciativa corrompeu o jornalismo! Para que isso acontecesse foi preciso esforço, capacitação, estratégia e muito estudo para que o patrocínio não afetasse a credibilidade das notícias. E é justamente isso que agrega valor à marca patrocinadora, afinal, se a empresa se associa ao telejornal de maior credibilidade no país, significa que também é uma marca de confiança.
Compreender o que o público quer e admite em cada plataforma não é uma tarefa fácil. Produzir conteúdos interessantes é parte do processo, mas torná-los suficientemente interessantes para ficar na memória do consumidor e – mais! – se converter em negócios, é uma outra história.
E aí, o seu branded content é capaz?
*Kelly Pinheiro é jornalista e fundadora e sócio-diretora da Mclair Comunicação
*Denis Zanini Lima é diretor da Ynusitado Marketing Digital Intelligence
A primeira missão lunar da Rússia em 47 anos falhou após sua sonda Luna-25 sair do controle e se chocar contra a Lua. A informação foi anunciada, neste sábado (19), pela agência espacial estatal russa, Roskosmos.
A empresa estatal afirmou que perdeu contato com a nave após a sonda ter sido colocada na órbita de pré-pouso no sábado (19).
“O aparelho entrou em uma órbita imprevisível e deixou de existir como resultado de uma colisão com a superfície da Lua”, diz a Roskosmos em um comunicado.
“Durante a operação, ocorreu uma situação anormal abordo da estação automática, que não permitiu que a manobra fosse realizada com os parâmetros especificados”, explicou a agência.
O fracasso da missão representa o declínio do poder espacial da Rússia desde seu apogeu na Guerra Fria, quando Moscou foi o primeiro a lançar um satélite para orbitar a Terra. O “Sputnik 1”, em 1957 foi lançado com o cosmonauta soviético Yuri Gagarin, que tornou-se o primeiro homem a viajar para o espaço em 1961.
O país não tentava realizar uma missão lunar desde a Luna-24 em 1976, quando Leonid Brezhnev comandava o Kremlin.
O objetivo era que a Luna-25 realizasse um pouso suave no polo sul da Lua nesta segunda-feira, segundo autoridades espaciais russas.
A Rússia disputa com a Índia, cuja espaçonave Chandrayaan-3 está programada para pousar no polo sul da Lua ainda nesta semana, e, de forma mais ampla, contra a China e os Estados Unidos, que têm ambições lunares mais desenvolvidas.