começam a valer a partir deste domingo (9) as novas regras para rótulos de alimentos no brasil. de acordo com a agência nacional de vigilância sanitária (anvisa), além de mudanças na tabela de informação nutricional, a novidade é a adoção de alertas, na parte frontal da embalagem, sobre alguns nutrientes. com informações da agência brasil.
informação nutricion
uma das mudanças é que a tabela de informação nutricional passa a ter apenas letras pretas e fundo branco. o objetivo, segundo a anvisa, é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem na legibilidade
outra alteração será nas informações disponibilizadas na tabela. passa a ser obrigatória a declaração de açúcares totais e adicionados, do valor energético e de nutrientes por 100 gramas ou 100 mililitros, para ajudar na comparação de produto
o número de porções por embalagem também passa a ser obrigatóri
a tabela deve estar localizada próximo à lista de ingredientes e em superfície contínua, sem divisão. ela não pode ser apresentada em áreas encobertas, locais deformados ou regiões de difícil visualização, exceto em produtos de embalagem pequena (área de rotulagem inferior a 100 centímetros quadrados).
Vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 2022, Ales Bialiatski é ativista e um dos principais nomes da oposição ao atual presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, aliado do presidente da Rússia, Vladimir Putin. Bialiatski está preso em Belarus atualmente.
Ele se dedica a promover a democracia e o desenvolvimento pacífico na Bielorrússia , foi um dos fundadores do movimento democrático que surgiu no país em meados da década de 1980. Em 1996, ele fundou a organização Viasna em resposta às polêmicas emendas constitucionais que deram ao presidente poderes ditatoriais e que desencadearam manifestações generalizadas.
A Viasna prestou apoio aos manifestantes presos e suas famílias e, nos anos seguintes, evoluiu para uma ampla organização de direitos humanos que lutou contra a tortura de presos políticos.
Foi anunciada, nesta terça-feira (20), a lista final de indicados ao Grammy Latino 2022 pela Recordin Academy. Entre os candidatos ao concorrido gramofone está o artista baiano Luiz Caldas com o álbum de forró “Remelexo Bom” na categoria Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa. Lançado em junho de 2021, o disco integra o projeto de lançamentos mensais que Luiz Caldas realiza desde 2013.
A cerimônia que irá revelar os vencedores do maior prêmio da Música Latino Americana será no dia 17 de novembro em Las Vegas. Este é o segundo ano consecutivo que Luiz Caldas é indicado ao Grammy Latino. No ano passado, foi o álbum “Sambadeiras” que mereceu a indicação, também na categoria Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa.
“Para mim, é uma coisa maravilhosa, uma sensação muito boa. Apesar de saber que, de uma certa forma, em termos de quantidade, eu tenha uma certa vantagem à frente dos meus colegas e concorrentes, afinal, eles gravam um disco por ano, ou mais, enquanto todo ano eu faço 12. Então, nesse cassino musical, eu aposto mais fichas que os outros. Mas isso tudo numa boa, qualquer um que vencer será super legal. Claro que quero ser o vencedor, mas se não for dessa vez novamente, ser indicado duas vezes consecutivas já é maravilhoso, um grande prêmio”, comemora ele.
Discípulo do amigo saudoso e para sempre mestre Luiz Gonzaga, Luiz Caldas preserva o forró na sua originalidade no álbum “Remelexo Bom”. Com a contribuição de quatro sanfoneiros de peso – Marquinhos Café, Jussiê do Acordeon, Daniel Novaes e Theus Oliveira -, e participação Carlinhos Brown numa das canções, o disco traz 10 faixas que compõem uma trilha sonora preciosa para quem busca fruir esse gênero musical saído das mãos de quem cultiva o forró nas suas fórmulas originais.
“O álbum é como um rio que molha a raiz do forró, deixando-a mais fértil e saudável. O que eu quero dizer é que eu estou usando fórmulas originais e antigas que sempre foram usadas no forró. É um disco com um instrumental cem por cento acústico, nada eletrônico, e eu trago um pouco da coisa jocosa nas letras”, comenta ele.
O álbum conta com a Co-produção de Nagib Barroso, parceiro de Luiz Caldas em vários projetos.
Tribuna On-line.
O funeral da rainha Elizabeth 2ª vai reunir, nesta segunda (19), dezenas de líderes mundiais, mas alguns têm mais razões para lamentar a morte da britânica. São os seis soberanos dos reinos monárquicos da Europa, que, mesmo após guerras, escândalos ou transformações sociais, sobrevivem no século 21.
Para eles, a chefe de Estado do Reino Unido, que ficou no cargo por 70 anos, era o exemplo maior de resistência, habilidade e carisma. Alguém capaz de, em certa medida, refrear o ímpeto de movimentos pró-república —que, não por acaso, tentam ganhar corpo agora.
Confirmaram presença na cerimônia na Abadia de Westminster, em Londres, a rainha Margrethe 2ª, da Dinamarca, e os reis Willem-Alexander (Holanda), Harald 5º (Noruega), Philippe (Bélgica), Felipe 6º (Espanha) e Carl 16 Gustaf (Suécia). Eles devem ser acompanhados por cônjuges —no caso do sueco, da rainha Silvia, de origem brasileira— e sucessores.
Também são esperadas as famílias reais dos principados de Mônaco e Liechtenstein e do grão-ducado de Luxemburgo. Até um “ex-rei” pode aparecer, o emérito espanhol Juan Carlos.
Desses, Margrethe 2ª é a que mais se assemelha à britânica, de quem é prima distante. É a única mulher soberana regente, conta com altos índices de popularidade e se tornou agora a mais duradoura em um trono europeu.
A mensagem de condolências enviada por ela para o rei Charles 3º de certa forma resume o significado do luto para o grupo real. “Sua mãe era muito importante para mim e minha família. Era uma figura imponente entre os monarcas europeus e uma grande inspiração para todos nós. Sentiremos muito a falta dela.”
A dinamarquesa comemorou 50 anos de reinado no fim de semana passado. Como a data coincidiu com o período em que os britânicos se despediam da sua rainha, os eventos do jubileu foram redimensionados, com cancelamentos de situações que poderiam reunir multidões, como uma procissão pelas ruas da capital Copenhague.
“Um dos principais pontos em comum é que ambas são muito conscientes de seus deveres como rainhas. São profissionais, sem relação direta com escândalos e, por isso, muito populares”, diz Lars Sørensen, historiador da University College Absalon, na Dinamarca. Como a britânica, Margrethe é aprovada por cerca de 80% da população.
A dinamarquesa é considerada mais informal em seus discursos e mais transparente em suas opiniões pessoais. Por ser a Dinamarca uma monarquia parlamentar como o Reino Unido, Margrethe não tem nenhum poder político. “Seu papel principal é ser um símbolo da nação, dar direcionamentos e ser alguém em quem as pessoas podem se espelhar”, afirma Sørensen. Em um famoso discurso em 2018, alertou, por exemplo, para os perigos da vida online em excesso, como o ciberbullying.
Esse posicionamento do soberano contemporâneo como farol para a sociedade civil ajuda a explicar a longevidade dos reinos europeus remanescentes. “A monarquia nesses países tem como tarefa primeira dar atenção, encorajar e apoiar a sociedade civil, que é uma parte vital das democracias”, diz à Folha Bob Morris, pesquisador honorário da University College London e coautor do livro “The Role of Monarchy in Modern Democracy” (o papel da monarquia na democracia moderna), de 2020.
Ele menciona momentos em que Elizabeth discursou ao país em abril de 2020, no auge da pandemia da Covid-19, com a frase “We will meet again” (nos veremos de novo), em referência a uma música dos anos da Segunda Guerra; ou quando o rei da Suécia, Carl 16 Gustaf, falou após o tsunami asiático de 2004, que matou mais de 500 suecos, sendo 140 crianças: “Gostaria de ter uma resposta e, como nos contos de fadas, consertar tudo e terminar com ‘eles viveram felizes para sempre’. Mas sou só mais um em luto”.
Além da empatia do chefe de Estado, os fatores que determinam a sobrevivência das monarquias europeias remontam ao período entre guerras, quando muitas foram abolidas. No início do século 20, quase todos os países da Europa, com exceções como a França, tinham regimes monárquicos.
Na Alemanha, na Rússia e no Império Austro-Húngaro, eles caíram após a Primeira Guerra, enquanto outros, como os de Itália, Iugoslávia, Romênia e Bulgária, foram abolidos após a Segunda Guerra. “No norte da Europa, os escandinavos, o Reino Unido, a Holanda e a Bélgica tiveram um desenvolvimento relativamente estável, sem grandes conflitos sociais, políticos e econômicos. Isso contribui para a manutenção da monarquia”, afirma Sørensen.
Morris acrescenta que nesses reinos os soberanos resistem também porque souberam se ajustar ao sistema democrático. “Essas monarquias são controladas por seus governos, são submissas”, diz. “Claro que parece estranho existir um sistema hereditário, mas ele é endossado pelo Parlamento democrático. Não é sem legitimidade.”
Das sete monarquias europeias, a que tem o futuro mais em risco é a da Espanha, que teve o regime restituído pelo ditador Francisco Franco. A crise econômica de 2008 e uma viagem para caçar elefantes, além de escândalos de corrupção, fizeram Juan Carlos 1º abdicar do trono em 2014. Hoje, a família real é formada por apenas quatro pessoas –e isso é outro problema. “Uma monarquia não pode perder a habilidade de se relacionar com a sociedade civil. Quatro para 46 milhões de pessoas é uma tarefa árdua”, afirma Morris.
Parte importante dessa conexão está nas cerimônias, como coroações e, nos últimos dias, a procissão do caixão de Elizabeth 2ª, tudo transmitido ao vivo. Segundo o pesquisador inglês, os eventos majestosos exercem um forte efeito na população. E é por isso, avalia, que a monarquia do Reino Unido é a mais famosa do mundo —além do fato de estar em atividade em mais 14 países, do Canadá à Austrália, passando por Belize e Papua-Nova Guiné.
“É uma forma de marcar a passagem do tempo, de expressar a continuidade da nossa sociedade e de reunir pessoas.”
MONARQUIAS NA EUROPA
Andorra
Bélgica
Espanha
Holanda
Liechtenstein
Luxemburgo
Mônaco
Noruega
Reino Unido
Suécia
NO MUNDO
Ao menos 43 países adotam a monarquia como forma de governo, entre parlamentaristas, absolutistas e religiosas
Cerca de 600 milhões de pessoas (7% da população mundial) moram nessas nações
Com a morte da Rainha Elizabeth II, nesta quinta-feira (8), quem assume o trono é príncipe Charles. Primogênito da monarca, ele ocupa o trono após o reinado mais longo da história do Reino Unido, que durou mais de sete décadas. Segundo o jornal britânico “The Guardian”, o novo rei se chamará Charles III. Ele já fez seu primeiro pronunciamento.
“A morte da minha querida mãe, a majestade a rainha, é um momento de grande tristeza para mim e para os membros da minha família”, Charles em comunicado.
Ele tem 73 anos e é o monarca mais velho a iniciar um reinado. Ele já vinha assumindo aos poucos as funções da mãe, com o avanço da idade da mãe. Elizabeth ll e o príncipe Philip – que morreu em abril de 2021, aos 99 anos – tiveram outros três filhos: a princesa Anne, o príncipe Andrew e o príncipe Edward.
Por ser o primogênito, Charles era o primeiro na linha de sucessão ao trono. Depois dele, está o seu filho mais velho, o príncipe William; na sequência, vem primogênito de William, o príncipe George. Agora, o novo rei deve participar de uma audiência com a primeira-ministra e realizar um pronunciamento à nação, além de viajar pelo Reino Unido.*G1
Morreu aos 96 anos a Rainha Elizabeth II, informou o Palácio de Buckingham nesta quinta-feira, 8. “A rainha morreu pacificamente em Balmoral esta tarde”, diz comunicado. “O rei e a rainha consorte permanecerão em Balmoral esta noite e retornarão a Londres amanhã”, acrescentaram. Ela é a monarca que ficou mais tempo à frente do trono britânico. Pela manhã, os médicos informaram que ela estava sob supervisão médica e que o estado de saúde era preocupante. A família real, incluindo o príncipe Harry e sua esposa Meghan, viajaram para Escócia para ficar perto da rainha. Elizabeth II morreu no castelo escocês de Balmoral. Com a saúde debilitada desde outubro de 2021, quando foi revelado que ela passou uma noite hospitalizada para ser submetida a exames médicos que nunca foram detalhados, a rainha reduziu consideravelmente sua agenda, com aparições em público cada vez mais raras e sendo observada caminhando com dificuldade, com o auxílio de uma bengala. Sua última aparição foi na terça-feira, 6, quando formalizou Liz Truss como primeira-ministra. Em junho deste ano, a monarca se tornou a única a conseguir comemorar o Jubileu de Platina, que celebra os 70 anos de reinado.
A nova primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, foi empossada nesta terça-feira (6) pela rainha Elizabeth II em um castelo da família real da Escócia. Truss foi escolhida pelo Partido Conservador, que comanda o país, para substituir Boris Johnson. Johnson renunciou em julho e saiu oficialmente do cargo nesta manhã.
Antiga ministra de Relações Exteriores de Johnson, Liz Truss assume o comando do país após ser escolhida pelo Partido Conservador, a sigla de ambos, na segunda-feira (5). Truss e Jonhson participam de cerimônia de “passagem do bastão” nesta manhã com a rainha Elizabeth II em um castelo da família real na Escócia – é a primeira vez que a monarca fez esse ritual fora do Palácio de Buckingham, por problemas de saúde.
Em discurso de despedida mais cedo em Londres, Johnson se disse injustiçado e tirado do comando do país antes da hora.
“O bastão será entregue no que inesperadamente acabou sendo uma corrida de revezamento. Eles (deputados) mudaram as regras no meio do caminho, mas isso não importa agora (…) Mas como Cincinato (ditador romano que voltou ao poder após se aposentar), eu estou retornando ao meu plano”, discursou, em pronunciamento em frente à sede do governo britânico, em Downing Street.
Claudia Leitte, de 42 anos, está determinada a levar a experiência dos blocos de trio elétrico para os Estados Unidos e o resto do mundo. A cantora já custeou a ida de um caminhão totalmente adaptado para shows para a Flórida e espera completar o processo de legalização do automóvel ainda não existente no país.
“Era o meu grande sonho e o trio já está lá. É muito louco, porque foi no meio da pandemia que tudo aconteceu, tivemos que fazer o deslocamento. Tudo é muito novo para eles, mas estava estudando há bastante tempo uma maneira de levar a minha fonte de energia que é o trio elétrico e fazer esse formato de show que não tem lá nos Estados Unidos. Essa vibe nossa aqui é muito rica. É tão especial, que eu acho que o mundo todo merece conhecer. Levei de navio e chegou em janeiro deste ano. Estou muito ansiosa com essa novidade”, declara.
A intenção da artista é levar a estrutura para outros países também. “Eu construí o primeiro, mas depois pretendo multiplicar para o mundo todo. Ninguém sabe fazer Carnaval como a gente faz. A gente não sabe quem é que está ali, quanto tem no bolso, de onde veio, mas se diverte junto, sente essa alegria. Por isso, insisto tanto no trio, porque as pessoas merecem ser contagiadas com essa energia surreal”, acredita.
O equipamento ainda está sendo avaliado pelos órgãos responsáveis americanos. “O trio-elétrico está atendendo as medidas que são pedidas para qualquer produto de entretenimento nos Estados Unidos. Não é uma logística fácil, porque o americano precisa entender como funciona toda aquela engenhoca. Levei ele pronto. Os meus técnicos que trabalham na parte de som sabem que é uma estrutura muito complicada. Não é um caminhão com som apenas, como eles achavam”, justifica.
Claudinha diz o que ela atribui ao sucesso dos seus 20 anos de carreira. “Um discografia incrível. O principal para mim é a música sempre. Por isso, que a gente faz tantas horas de trio-elétrico e Prainha da Claudinha. Música é um grande acerto da minha carreira. Também soube me cercar de uma equipe e uma banda, que me ama e acredita no projeto. Ninguém está ali para tirar meu coro e receber um cachê. Nos encontramos para sermos felizes juntos. E o bem mais precioso que tenho na minha carreira: meus fãs”, conclui.
Fonte: Revista Quem / G1
(Imagem: Reprodução / Instagram)
Gustavo Petro, um economista e ex-combatente da guerrilha M-19, venceu as eleições presidenciais da Colômbia neste domingo (19) e se tornou o primeiro presidente de esquerda a ser escolhido pelos colombianos.
Ele venceu o candidato Rodolfo Hernández, empresário e ex-prefeito da cidade de Bucaramanga, que havia surpreendido no primeiro turno.
Petro teve 50,49% dos votos, e Hernández, 47,25%, segundo informações do órgão de contagem de votos nacional. Foram cerca de 22 milhões de votos.
A diferença foi de cerca de 717 mil votos. As pesquisas indicavam um empate técnico entre Petro e Hernández, mas apontavam pequena vantagem do candidato que, no fim, saiu derrotado.