O governador Jerônimo Rodrigues visitou, neste domingo (9), duas linhas de produção da fabricante de veículos elétricos chinesa BYD. A primeira, na cidade de Hangzhou, produz ônibus 100% elétricos, e a segunda, na cidade de Chengzhou, carros de passeio com a mesma tecnologia. Juntas, as unidades fabricam mais de 400 mil veículos por ano e empregam mais de 9.200 pessoas. Inaugurada em 2021, a fábrica de carros chega a entregar 1.150 veículos, por dia, num processo que tem 93% de automação.
“Domingo de trabalho nesta Páscoa, e hoje começamos cedo na visita de uma fábrica de ônibus da BYD. Vamos batalhar para levar essa indústria para Bahia. Na parte da tarde, conhecemos uma fábrica de automóveis de passeio da mesma empresa”, disse Jerônimo.
Com tecnologia criada por um grupo de desenvolvimento próprio, que conta com cerca de 40 mil engenheiros espalhados em diversas fábricas pelo mundo, os carros elétricos da BYD têm autonomia de 450 km por carga de bateria, uma das maiores do mercado. A empresa está em negociação para ocupar a planta industrial da Ford, em Camaçari.
Conforme o governador, o tema será tratado também em âmbito federal. “A comitiva do presidente Lula chega, na terça ou na quarta-feira, e vou compor o grupo. A intenção é que a gente feche acordo, feche negócios para que essa indústria seja instalada na Bahia. Estamos trabalhando para isso, para gerar empregos e renda”, declarou.
A comitiva baiana é formada pelos secretários estaduais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Angelo Almeida; e de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), André Joazeiro; além do superintendente da SDE, Paulo Guimarães.
Ao menos 45 pessoas, incluindo um bebê, morreram neste domingo (26) após uma embarcação com migrantes naufragar nas proximidades da cidade de Crotone, na Itália. Mais de 80 pessoas foram resgatadas com vida.
Segundo a imprensa italiana, a embarcação transportava de 150 a 250 pessoas. Os imigrantes eram principalmente do Afeganistão, Irã e Paquistão. Algumas pessoas continuam desaparecidas.
A agência italiana AGI informou que o barco tinha excesso de peso e partiu ao meio ao ser atingido por uma grande onda. Entre as vítimas está um “recém-nascido”, segundo um dos bombeiros que participa das operações de resgate.
O naufrágio aconteceu poucos dias depois da aprovação no Parlamento italiano de novas regras para o resgate de migrantes, apoiadas pelo governo de ultradireita. A nova lei obriga os navios humanitários a fazer apenas um resgate por saída ao mar, o que, segundo os críticos da medida, aumenta o risco de mortes no Mediterrâneo central, área considerada a travessia mais perigosa do mundo para os migrantes.
A primeira-ministra Giorgia Meloni, líder do partido Irmãos da Itália, chegou ao poder em outubro com uma coalizão que prometeu a diminuição da chegada de migrantes ao país.
De acordo com o Projeto de Migrantes Desaparecidos da Organização Internacional para as Migrações, 20.333 pessoas morreram ou desapareceram no Mediterrâneo central desde 2014.
O número de mortes provocadas pelo terremoto que atingiu áreas da Turquia e da Síria na última segunda-feira (6) já ultrapassa 24 mil. Os balanços oficiais mais recentes somam mais de 20,6 mil mortes na Turquia e mais de 3,5 mil na Síria.
O terremoto de magnitude 7.8, sucedido por mais de cem tremores secundários no sul da Turquia e no noroeste da Síria, já é o sétimo desastre natural mais mortal deste século. A tragédia supera o terremoto e o tsunami que abalaram o Japão em 2011.
Neste sábado (11), o vice-presidente turco Fuat Oktay informou que 67 pessoas foram retiradas dos escombros na última 24 horas no país. Segundo ele, cerca de 80 mil estão recebendo atendimento hospitalar e 1,5 milhão estão desabrigados.
No sul da Turquia, região do país mais atingida, 31 mil equipes de resgate se esforçam para resgatar sobreviventes, enquanto o número de feridos passa de 60 mil.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 23 milhões de pessoas estejam “potencialmente expostas”. Dessas, 5 milhões estariam em situação de vulnerabilidade. A organização calcula que o número de mortos deve aumentar significativamente pela quantidade de prédios danificados, e diz que número pode chegar a 40 mil.
Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu a região central da Turquia e o noroeste da Síria na manhã desta segunda-feira (6), causando mais de 900 mortes e deixando milhares de pessoas feridas.
É o terremoto mais forte desde 1939, que fica sobre várias placas tectônicas. Segundo relatos, o tremor durou mais de um minuto e meio e gerou dezenas de réplicas.
A profundidade, de cerca de dez quilômetros, e a duração do tremor são dois fatores que explicam a grande destruição provocada – imagens mostram prédios inteiros desabados e municípios amplamente destruídos.
Segundo as autoridades, se sabe que:
Um helicóptero caiu nos arredores de Kiev, na Ucrânia, nesta quarta-feira (18), e deixou 18 pessoas mortas, incluindo o ministro do Interior do país, Denys Monastyrsky, e três crianças.
Até a última atualização desta notícia, ainda não se sabia se a queda foi um acidente ou ocorreu por conta de um ataque russo, que têm sido comuns na região.
O governo ucraniano confirmou a morte do ministro de Interior na queda. O cargo é um dos mais importantes do país – o chefe da pasta é o responsável pelas Forças Armadas.
Além de Monastyrsky, estavam no helicóptero o vice-ministro do Interior, Yevhen Yenin, e o secretário de Estado do Ministério de Assuntos Internos, Yuriy Lubkovych. Ambos também morreram.
A queda ocorreu no início da manhã em um bairro residencial de Brovary, município a 25 quilômetros do centro de Kiev. A capital ucraniana e os arredores têm sido alvo constante de bombardeios russos desde o fim do ano passado.
O governador da região de Kiev, Oleksiy Kuleb, afirmou que três crianças estão entre os mortos. Antes de confirmar a identidade das vítimas, o governo local havia dito que o helicóptero atingiu uma creche durante a queda.
Muitos usuários da internet estão ansiosos para saber quais serão as inovações que o WhatsApp deve lançar. Afinal, a plataforma é uma das que mais atualiza os seus recursos. Por isso, separamos algumas das mudanças que devem entrar em vigor muito em breve para todos.
Veja o que deve mudar no mensageiro ainda em 2023:
1 – Grupos com até 1024 usuários participantes
Neste ano, o WhatsApp deve liberar a criação de grupos com até 1024 participantes, além das comunidades na plataforma. A alteração poderia ter sido implementada ainda no final do ano passado, mas ficou para o início de 2023, sem data oficial confirmada até o momento.
2 – Vídeos com a função picture-in-picture
Outra novidade que deve ser confirmada em breve para o WhatsApp em 2023 é a exibição de vídeo no formato picture-in-pincture. Isso quer dizer que se você estiver em uma ligação por vídeo no mensageiro, por exemplo, poderá fazer outras ações enquanto o vídeo fica reduzido no canto da tela.
3 – Aplicação de filtros nas mensagens
Se você tem muitas mensagens na tela de conversas do WhatsApp, certamente seria uma ótima ideia aplicar um filtro que pudesse mostrar apenas as mensagens mais recentes que foram ativadas. Isso deve ser possível ainda este ano.
4 – Story com mensagem de voz no WhatsApp
Os stories, conhecidos como status no mensageiro, poderão carregar conteúdos em áudio. Ou seja, você poderá compartilhar uma mensagem falada com seus contatos e não ficar limitado apenas a vídeo ou foto.
5 – Editar mensagens enviadas
Por fim, talvez a mudança mais polêmica que possa surgir no WhatsApp em 2023 é a possibilidade de editar as mensagens enviadas para seus contatos. Ou seja, cada usuário poderia alterar uma mensagem que foi enviada. No entanto, ainda não se sabe exatamente como vai funcionar, mas mensagem alterada seria notificada para todos saberem que houve uma mudança.
O novo secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Nésio Fernandes, afirma que o programa Mais Médicos será retomado imediatamente e que as vagas pelas quais brasileiros não se interessarem deverão ser oferecidas para profissionais estrangeiros.
Não há previsão de repetir a cooperação com Cuba nos moldes anteriores, com participação da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde).
O secretário explica que as vagas serão oferecidas inicialmente aos médicos brasileiros com registro nos conselhos regionais. Depois, os postos não preenchidos poderão ser pleiteados por brasileiros formados no exterior e por estrangeiros.
Segundo Fernandes, o programa criado pelo governo Jair Bolsonaro (PL), o Médicos pelo Brasil, baseou-se em uma estratégia que alocou profissionais nos lugares em que o Mais Médicos já colocava. Dessa forma, municípios do interior e regiões periféricas sofrem com a carência de assistência.
Ele afirma que mais de 300 municípios não têm médicos há mais de um ano e mais de 800 não conseguem fixar profissionais por mais de uma semana. “Até hoje, grande parte das vagas dos médicos cubanos que deixaram o Brasil por uma crise diplomática não foram preenchidas. Existe um vazio assistencial e será superado”, afirma.
“A agenda de retomar o Mais Médicos é imediata. Queremos colocar médicos em todos os municípios brasileiros em um curto período de tempo”, conclui.
A primeira viagem internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como chefe do Executivo federal será para a Argentina, no dia 23 deste mês, quando ele vai se reunir com o presidente Alberto Fernández e vai participar da reunião da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos). Isso foi o que informou a Presidência da República nesta terça-feira (3).
O segundo compromisso de Lula não tem data definida, mas o local sim: Estados Unidos. De acordo com o governo, essa viagem deve ocorrer entre o fim de janeiro e a primeira quinzena de fevereiro e depende de Lula e Joe Biden encontrarem espaços em comum nas agendas.
O Governo espera que nos primeiros meses da gestão Lula, o presidente ainda vá para a China, maior parceiro comercial do Brasil, e para Portugal. Nesta segunda (2), o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo, afirmou que Lula deve ir ao país em abril.
O futebol perdeu seu Rei. Nesta quinta-feira, morreu Pelé, o maior jogador da história, aos 82 anos.
A família ainda não divulgou detalhes sobre o velório, mas uma estrutura foi montada na Vila Belmiro nos últimos dias para receber a vigília. O sepultamento ocorrerá em Santos.
O Atleta do Século estava internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde 29 de novembro. A internação aconteceu em virtude de uma infecção respiratória após ele contrair Covid-19 e para a reavaliação do tratamento de um câncer no cólon.
Pelé passou por uma cirurgia no local em setembro de 2021 e desde então vinha sendo submetido a repetidas sessões de quimioterapia. No início de 2022, foram detectadas metástases no intestino, no pulmão e no fígado.
O governo dos Estados Unidos gostaria que o presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fosse a Washington se reunir com o presidente Joe Biden assim que possível –idealmente já em janeiro, a depender das agendas dos dois líderes.
Embora em um encontro em Brasília nesta segunda-feira (5) uma delegação de Washington e a equipe de transição não tenham encontrado datas possíveis para que o petista viajasse antes da posse, a Casa Branca acha importante que a visita ocorra no início do novo governo brasileiro.
A gestão Biden acredita que o Brasil vai retomar um papel muito ativo no cenário internacional, por isso fez questão de convidar Lula ainda antes da posse, em sinal de respeito e indicando “prioridade para a relação”, segundo autoridades americanas.
A reunião desta segunda teve o ambiente descrito como “muito positivo”. Nela, os representantes de Washington afirmaram que Biden gostaria de ver instituições financeiras multilaterais como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), cujo presidente eleito é o brasileiro Ilan Goldfajn, aumentando financiamento para os países –inclusive os de renda média– lidarem com impactos da crise climáticas e com a insegurança alimentar.
Do lado americano, participaram do encontro Jake Sullivan, titular do Conselho de Segurança Nacional, e Juan González e Ricardo Zúniga, diretor-sênior e vice-secretário para assuntos do hemisfério Ocidental do órgão. Pelo governo de transição, além de Lula, estavam o ex-chanceler Celso Amorim, Fernando Haddad, cotado para o Ministério da Fazenda, e o senador Jaques Wagner (PT-BA).
Também foi abordado o interesse dos EUA em possíveis cooperação e financiamento para ações de mitigação da crise climática na região.
Os americanos levantaram ainda o assunto da possibilidade de uma nova missão ao Haiti, sem pressionar o Brasil. Afirmaram que gostariam de aprender com a experiência do país, já que o Exército brasileiro comandou a missão das Nações Unidas no Haiti (Minustah) por 13 anos.
O convite de Washington a um presidente eleito no Brasil não é novidade. A Casa Branca fez o mesmo na primeira eleição de Lula, em 2002, quando a vitória do petista gerava ansiedade no mercado financeiro e nos EUA, que não sabiam quão radical seria o mandato do líder sindicalista de esquerda.
O petista se reuniu em dezembro daquele ano com o então presidente George W. Bush, antes de assumir o poder. Contrariando expectativas, a química foi boa, e os dois se reuniram diversas vezes, com direito a churrasco na Granja do Torto e encontro na casa de campo dos chefes do Executivo americanos, Camp David.
Em junho de 2003, o brasileiro voltou a visitar Bush, já como presidente. “Lula tem demonstrado em seu governo de seis meses que é um político pragmático, disposto à abertura internacional, ao desenvolvimento empresarial, à promoção do comércio e à luta contra a corrupção e a fome em seu país”, disse o americano na época.
A sucessora de Lula, Dilma Rousseff, foi convidada pelo governo de Barack Obama para ir a Washington antes da posse, mas não foi –ainda como presidente eleita, participou de reunião do G20 em Seul em 2010, ao lado do padrinho político. Ela depois faria da Argentina seu primeiro destino internacional.
Já Jair Bolsonaro não foi aos EUA em 2018, antes da posse, porque estava impossibilitado de viajar, ainda em decorrência das cirurgias por que passou após ser esfaqueado na campanha, em Juiz de Fora (MG). Mas recebeu em casa o então conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton.
Em março de 2019, já na Presidência, ele foi a Washington e se reuniu com Donald Trump na primeira visita internacional bilateral –antes, havia ido ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, em janeiro.