Deocleciano José de Souza Filho, conhecido como Ciano, pediu hoje, 15, de à Executiva Estadual do PROS, Partido Republicano da Ordem Social, seu desligamento do comando da Comissão Provisória do partido em Vitória da Conquista.
Suplente de Deputado Federal, Ciano discorda do apoio do PROS à pré-candidatura de Marcell Moraes, deputado estadual.
“Como democrata que sou, estou deixando a Executiva do partido livre para tomar as decisões que achar melhor, mas tenho minhas próprias convicções políticas, e Moraes não me representa, nem representa os filiados que hoje fazem parte da Comissão Provisória em nossa cidade”. Afirma.
A decisão foi tomada tendo por base alguns fatores, entre eles o fato de Marcell Moraes não ser de Conquista (ele é de Ruy Barbosa, na Chapada Diamantina), não ter construído a sua vida política aqui e por ter frequentado as páginas policiais da imprensa baiana, acusado de cometer ato grave de violência contra o próprio primo.
Além disso, houve o episódio gravado, divulgado nas redes sociais e repercutido na imprensa que mostra Marcell Moraes gritando com uma mulher negra no local de trabalho ela.
“Sou contra a violência e não apoio o racismo. Sou negro e me orgulho disso! Prefiro renunciar à presidência do que passar pelo constrangimento de aceitar um candidato que não tem qualquer vínculo com a cidade e que, de acordo com a imprensa, possui um histórico desalentador”, concluiu o ex-presidente do PROS.
O Governo do Estado da Bahia assinou, nesta sexta-feira (14), um memorando de entendimento com o Grupo Nacional Biotecnológico da China (CNBG), ligado à China National Pharmaceutical Group (Sinopharm), responsável pela produção de duas vacinas experimentais contra o novo coronavírus.
O acordo tem o objetivo de inserir a Bahia e a região Nordeste nos estudos clínicos de fase três, que vão ser conduzidos internacionalmente.
De acordo com o governo, um acordo comercial será estabelecido entre o órgão, através da Bahiafarma e o CNBG, para distribuição da vacina no país, caso os resultados positivos se confirmem.
O governo informou que a vacina chinesa segue o tradicional modelo de emprego de vírus inteiro inativado. Na quinta-feira (13), os resultados preliminares dos estudos de fase I e II, que apontaram que ela teve uma baixa taxa de reações adversas e demonstrou ser capaz de gerar imunogenicidade, foram publicados na revista médica JAMA, uma das mais importantes do mundo. Leia mais aqui.