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No programa Redação Brasil desta quinta-feira (25), foi divulgado uma fala do Vereador David Salomão (PRTB),  a respeito de denúncias  feitas a gestão do atual Prefeito de Vitória da Conquista Herzem Gusmão.

No áudio, o político destaca a relação de interesses entre o gestor com empresas privadas da região. Salomão ressalta que há omissão por parte da Câmara de Vereadores que, segundo ele, não tem se pronunciado a respeito do assunto.

“Vocês foram eleitos para defender a população de Vitória da Conquista, não foi para defender o prefeito não”. Afirma o político.

OUÇA o áudio do Vereador David Salomão:

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Na manhã desta quinta-feira, 25, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) promoveu uma audiência pública na qual discutiu os impactos da pandemia da Covid-19 na cultura e os espaços culturais de Vitória da Conquista. Músicos e representantes do cenário cultural da cidade expuseram as dificuldades enfrentadas nesse período.

A vereadora Nildma Ribeiro (PCdoB), uma das proponentes da audiência, explicou a necessidade dessa discussão, lembrando que a classe de músicos e artistas em geral está passando por dificuldades devido a pandemia. “Precisamos discutir ações que possam beneficiar e ajudar esses profissionais, eles estão passando por dificuldades”, comentou, explicando que a prefeitura proibiu a realização de lives que visam ajudar àqueles que mais precisam nesse momento. “A cultura tem crescido em nosso município, mas infelizmente tem gente que não valoriza”.

É preciso estabelecer critérios –O produtor cultural Osmar Bahia lamentou que a prefeitura, antes de estabelecer os devidos critérios para a realização das lives nos espaços culturais, tenha imposto o encerramento de uma transmissão que estava acontecendo no espaço Cultura Bacana, mesmo sem acesso do público, em prol de trabalhadores da área cultural e de bares e restaurantes da cidade. “Todo mundo deu as mãos para ajudar a essa classe que está desassistida. Fomos surpreendidos por alguns fiscais da prefeitura solicitando que a live fosse encerrada naquele momento”, relatou.

Para Bahia, não houve qualquer infração legal. “No meu entendimento não havia nenhuma infração. O decreto (que regulamenta a realização das lives) foi assinado no domingo, a live foi encerrada numa quinta”, apontou. “A prefeitura e os poderes devem sim usar do seu poder de polícia, que é legal, estabelecer normas, mas naquele momento não deveria, não através de imposição”, disse Osmar, defendendo o estabelecimento de critérios objetivos para a realização das lives.

A live tem o intuito de ajudar as pessoas – Jeanna Lopes, cantora e violonista, falou sobre o ocorrido durante a live realizada em prol das pessoas que trabalham em bares e restaurantes. “Fomos pegos de surpresa com a interrupção da live sem nenhuma explicação”, lamentou. Ela lembrou que seriam uma sequência de lives e que todas tiveram que ser canceladas. “Isso acarretou em prejuízo porque tínhamos pessoas prestando serviços e que tiveram de ser dispensados em cima da hora”. Até a live que aconteceria no sábado foi cancelada. A cantora lamentou a atitude da prefeitura e disse não entender a proibição, se o decreto só foi publicado no domingo e a live estava sendo realizada na quinta-feira: “A gente vai ao mercado, ao shopping e tem muito mais pessoas. A live foi na quinta e o decreto só saiu no domingo, não houve descumprimento de decreto. A live é solidária, estamos ajudando pessoas”, finalizou.

Descaso do Governo – O vereador Cícero Custódio (PT) lamentou o descaso do Governo Herzem com o setor cultural da cidade. “Cadê o secretário de Cultura, Turismo Esporte e Lazer? O Poder Executivo não está nem aí para os músicos, donos de bares, garçons e cozinheiras”, disse o parlamentar. “A gente vê como a Cultura é discriminada. A gente vê os prejuízos financeiros incalculáveis”, disse Custódio.

Segundo o vereador, as lives estão sendo o recurso alcançável pelos músicos nesse momento da pandemia, que atingiu fortemente o setor de produção cultural. “As lives são uma ajuda pra os músicos”, disse ele, defendendo que as transmissões sejam respeitadas pelo poder público.

A gente fica sem entender qual a motivação da proibição – A cantora da Banda Mulheres do Samba, Lanny Cerqueira, disse que os músicos foram pegos de surpresa: “Sempre fomos resistentes à realização da live porque somos uma banda de 10 pessoas, precisávamos pensar em uma estrutura e nos preparamos pra isso”, contou. Ela disse que no momento da live estavam todos felizes, “porque havíamos conseguindo muita ajuda para os garçons, cozinheiros de restaurantes, pessoas que precisam”. Ela lamentou dizendo que “se depender do município, infelizmente não vamos conseguir, graças a Deus temos pessoas que nos apoiam”.

Segundo ela, a cultura tem que acontecer o tempo inteiro, o ano todo. “Infelizmente estamos vivendo um momento crucial em que as pessoas precisam de ajuda cada dia mais”. Finalizou lamentando a forma como a live foi interrompida e disse que “já que saiu o decreto, vamos fazer a live em cima do decreto e ver no que vai dar. A gente faz arte por amor e para contribuir com quem precisa”.

Falta de sensibilidade do Governo – O vereador Danillo Kiribamba (PCdoB) lamentou a falta de sensibilidade que levou a prefeitura a interromper a live que estava sendo realizada no Cultura Bacana e a sequer enviar representantes para a discussão, mesmo tendo sido convidada a participar da audiência. “Com a cultura eles não têm sensibilidade nenhuma. O secretário Adriano Gama é músico e não mandou um representante para estar aqui com a gente. É uma coisa corriqueira da prefeitura”, disse Kiribamba. “A insensibilidade foi tremenda”, emendou.

Conforme Danillo Kiribamba, os empresários que apoiam as lives estão dando o apoio que a prefeitura insiste em não oferecer àqueles que estão sendo severamente prejudicados pela pandemia. “Coisa que eles (Prefeitura Municipal) não fazem: ajudar os artistas, donos de bar, garçons, cozinheiros”, analisou o parlamentar.

Artista precisa de trabalho – O músico e produtor musical Vadinho Barreto iniciou seu pronunciamento dizendo que “cesta básica não funciona para artista, artista tem que trabalhar”. Ele contou que no próximo sábado, dia 27, ele (Vadinho), Jânio Arapiranga e a Rádio Clube estarão realizando uma live. “Temos que dar um jeito para o artista trabalhar”. Concluiu dizendo que “a Secretaria de Cultura nunca tem dinheiro, não vem verba pra cultura” e pediu ajuda não só do poder público, mas também dos empresários.

MATÉRIA: Ascom/ CMVC.

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Em transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta quarta-feira (24), o governador Rui Costa fez um apelo à população para que continue obedecendo as medidas de isolamento social contra o coronavírus.

Ele voltou a falar sobre a importância do uso da máscara e destacou que, apesar de haver uma estabilização dos números da doença na Bahia, o patamar de contaminação ainda é alto e é preciso que as pessoas se protejam.

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Acontece nesta sexta-feira (26), às 19h, em plataforma virtual, a “Plenária dos Movimentos Sociais de Vitória da Conquista – em defesa da democracia e da vida”. A iniciativa é promovida pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB).

De acordo com os organizadores, o evento discutirá a conjuntura nacional, marcada por grave crise econômica, política e sanitária, os ataques do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à democracia brasileira e a ineficiência de sua gestão frente à pandemia causada pela Covid-19. Também está na pauta os impactos dessa conjuntura em âmbito municipal, sobretudo na vida dos trabalhadores e trabalhadoras conquistenses. A Plenária contará com a participação dos deputados estaduais José Raimundo (PT), Fabrício Falcão (PCdoB) e do federal Waldenor Pereira (PT), além dos oito vereadores que compõem as bancadas do PT e do PCdoB na Câmara Municipal.

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Com a pandemia do coronavírus e o cancelamento das festas juninas, muitos agricultores familiares terão queda no faturamento esse ano.

Sensível a essa questão, em entrevista à CNN Brasil o governador Rui Costa destacou que o governo do estado lançou um edital voltado a esse público e tem apoiado o segmento em diversos projetos.

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Respeitando as regras de distanciamento social, gestores da Secretaria Municipal de Educação (Smed) se reuniram, por videoconferência, na última segunda-feira (22), com o prefeito Herzem Gusmão. Em pauta, as ações adotadas pela Smed durante o período de suspensão das aulas presenciais – desde o dia 18 de março.

Ao longo desse período, a Smed adotou estratégias para garantir as atividades pedagógicas e o cumprimento do calendário letivo, como a criação da plataforma de estudo remoto, utilizada por 56% dos estudantes. Vale lembrar que aos alunos sem acesso à internet estão sendo fornecidas as atividades impressas na própria unidade escolar.

Ainda, como continuidade das atividades, a Secretaria manteve, por meio de plataformas online, as formações dos professores. Também foi realizada a distribuição dos kits da Alimentação Escolar aos pais ou responsáveis dos estudantes da Rede, conforme dispõe a Lei Federal nº 13.987/2020.

“Avançamos no ano de 2019 com os resultados das provas do Programa Educar Pra Valer e tínhamos para o ano de 2020 um projeto arrojado de presença continuada nas escolas como estava sendo realizado em 2019. Todavia, por motivo de força maior, ocasionado pela pandemia da COVID-19, não conseguimos realizar os projetos presencialmente e com muita competência e empenho, fizemos o belíssimo trabalho de criação da plataforma online, como continuidade da aprendizagem do nosso alunado, preservando o acesso à educação, conhecimento e saúde mental dos nossos discentes”, ressaltou o secretário de Educação, Esmeraldino Correia.

Retorno das aulas – Ainda durante a reunião, foi discutida a criação da Comissão de Representação Civil e Institucional, instituída pela Portaria 11/2020, que vai estudar medidas de segurança necessárias para a retomada das aulas presenciais na Rede Municipal de Ensino. A comissão vai propor ao Comitê Gestor de Crise, por meio de parecer, as diretrizes a serem seguidas, diante das questões técnicas de saúde e sanitárias que compreendem o momento vivenciado, para o retorno das aulas, que ainda não tem previsão para acontecer.

“Quanto ao retorno das nossas atividades presenciais, continuaremos vigilantes no acompanhamento eficaz, mesmo diante dos obstáculos ocasionados pela gravidade em saúde pública vivenciada mundialmente”, explicou o secretário que também reiterou o empenho da Gestão em continuar promovendo ações estratégicas na melhoria da qualidade da educação de Vitória da Conquista: “Em decorrência do grande empenho da gestão na educação municipal nos últimos anos, temos também grande expectativa e inclusive, sinais já foram dados, que avançaremos significativamente no resultado do IDEB para 2020. Ou seja, estamos cumprindo o nosso dever institucional que é educar crianças e jovens com muita responsabilidade, na condução de um projeto forte, corajoso, como é o ‘Educar é Conquista’, apresentando resultados promissores ao final desta gestão”, enfatizou o secretário.

Também participaram da reunião os secretários municipais de Administração, Kairan Rocha; Comunicação, Maria Marques; Finanças, Jonas Sala; Saúde, Ramona Cerqueira; e Serviços Públicos, Luís Paulo Sousa, além do assessor, Mateus Novais.

Fonte: ASCOM/ PMVC.

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Durante a sessão ordinária realizada virtualmente nesta quarta-feira (24), o vereador Gilmar Ferraz (MDB) iniciou seu pronunciamento ressaltando que o município vive um período pré-eleitoral e que ele tem observado cobranças da Bancada de Oposição partindo para esse sentido.

O vereador também afirmou que há muitas coisas que a Oposição tem feito para provocar a Bancada de Situação e disse ter respeito por todos os colegas, sem distinção, mas que não aceita determinados colegas jogando a população contra sua bancada.

Gilmar disse que cada vereador tem sua independência de votar como quiser e que há requerimentos que são feitos apenas para satisfazer grupos políticos, já que existem todos os mecanismos para que os parlamentares possam fiscalizar e até ir às secretarias para buscar as informações.

“Nós não estamos aqui para isso, estamos aqui para discutir coisas do verdadeiro interesse da comunidade. Precisamos respeitar a posição de cada um”, finalizou.
FONTE: ASCOM /CMVC.
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Na sessão da Câmara de Vereadores desta quarta-feira (24), realizada por meio do Sistema de Deliberação Remota (SDR), o vereador David Salomão (PRTB) criticou o parecer contrário dado pela Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final ao projeto de lei nº 42/2020, de sua autoria. O projeto propõe a suspensão do pagamento de IPTU e ISS em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Segundo a Comissão, o parecer nº 35/2020 foi contrário porque a Lei Orgânica Municipal estabelece ser de competência privativa do prefeito a iniciativa das leis que disponham sobre matéria tributária.

Para Salomão, “chega a ser ridículo isso aí”. Ele criticou a Casa que, conforme sua avaliação, em outros momentos não teria utilizado a justificativa da inconstitucionalidade para derrubar ações da prefeitura como a proibição de funcionamento de igrejas e do comércio por conta da pandemia. Salomão afirmou que o prefeito fechou igrejas violando a liberdade de culto, direito garantido pela Constituição, mas “aí ficou caladinha a Câmara”. O mesmo teria acontecido em relação ao empréstimo de R$ 100 milhões junto à Caixa, o Finisa. Segundo Salomão, a Câmara autorizou a prefeitura a contrair o empréstimo sem ouvir a Comissão de Finanças e Orçamento da Casa.

O vereador afirmou que o “prefeito é ladrão” e levantou e citou as empresas Torre, Viação Rosa e PEL. “Qual é das três empresas que você quer que eu fale. Mas, a Câmara está calada. Por que não aconteceu nada ainda? Porque a promotora, o Ministério Público faz política com ele. O marido dela é empregado da prefeitura. Qual é a independência dela e do Ministério Público de Vitória da Conquista? E vocês não falam nada. Ficam todos caladinhos. Por que? Vocês têm medo de quê? Vocês foram eleitos para defender a população de Vitória da Conquista, não foi para defender o prefeito”, disse Salomão. Ele frisou que continuará a defender a população.
FONTE: ASCOM/ PMVC.
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Durante a sessão ordinária realizada na manhã desta quarta-feira, 24, de forma virtual, o vereador Coriolano Moraes (PT) falou da origem dos festejos juninos. Segundo ele, na cultura popular brasileira as festas juninas têm lugar especial, pois, além de valorizarem as tradições locais do país, a exemplo do Nordeste, também revelam muitos elementos históricos, religiosos e curiosos de crenças e tradições.

O vereador lembrou que em 24 de junho é comemorado o Dia de São João, festa cristã que celebra o nascimento de João Batista, um profeta que anunciou a “boa-nova” da vinda de Jesus Cristo, filho de Deus, salvador da humanidade, e o batizou. “Esta festa é amplamente comemorada no mundo cristão no dia 24 de junho e se transformou em uma festa popular no calendário como festa junina”, disse.

Ainda conforme o Professor Cori, a noite de 23 de junho, véspera do Dia de São João, marca o início da celebração da festa de São João Batista. “O Evangelho de Lucas (Lucas 1:36, 56-57) afirma que João nasceu cerca de seis meses antes de Jesus; portanto, a festa de São João Batista foi fixada em 24 de junho, seis meses antes da véspera de Natal”. Cori lembrou ainda que uma das características do São João é a fogueira, “dizem que numa tarde, durante uma visita de Maria (Mãe de Jesus) a Isabel, esta aproveitou para contar-lhe que dentro de algum tempo nasceria seu filho, que se chamaria João Batista, então Maria lhe perguntou: Como poderei saber do nascimento dessa criança? Respondeu Isabel: irei acender uma fogueira bem grande; assim você poderá vê-la de longe e saberá que João nasceu. Mandarei também erguer um mastro com uma boneca sobre ele”, contou.

O vereador ressaltou que da história de São João, a cultura popular europeia retirou vários símbolos, que passaram a se mesclar com os tradicionais ritos de colheita remanescentes do culto a Adônis, “e um dos símbolos mais importantes é a fogueira”. Segundo ele, foi apenas em 1950 que se começou a usar de fato o nome “forró”. “Pois, um ano antes, o cantor e compositor Luiz Gonzaga gravou a música “Forró de Mané Vito”, produzida em conjunto com Zé Dantas. Em 1958, outra canção do músico chamada “Forró no Escuro” também fez muito sucesso. Apesar da popularidade alcançada com os sucessos desse ícone da música, o que realmente difundiu o estilo pelo Brasil foi a migração nordestina para outros estados do país, sobretudo nas décadas de 1960 e 1970. O forró virou gênero musical, o forró virou dança, virou marca nordestina”.

Professor Cori finalizou lembrando que a festa de São João também é marcada por muitas características que lhe são próprias, como as comidas típicas, a pamonha, mingau de milho, fogos, quadrilha caipira e o tradicional licor. “O São João se transformou em um verdadeiro cartão-postal cultural do nordeste brasileiro”.
FONTE: ASCOM / CMVC.
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O vereador Sidney Oliveira (REPUBLICANOS) iniciou seu discurso na sessão desta quarta-feira, 24, realizada de forma virtual, dizendo que a Casa tem votado um festival de requerimentos. “Virou moda e o que acontece é que aprovamos uns e outros não, isso é normal”, disse, justificando o seu voto contrário ao requerimento apresentado pela vereadora Viviane Sampaio (PT), que pedia explicações à Secretaria Municipal de Saúde.

Sobre as aglomerações citadas pelo vereador Cícero Custódio, Oliveira explicou que prefeito de nenhum lugar do mundo conseguiu acabar com as aglomerações. “É impossível isso acontecer, é preciso deixar de discurso oposicionista”, criticou.

Outro assunto levantado pelo parlamentar foi a respeito da reabertura dos templos religiosos na cidade: “ Um decreto que o prefeito assinou no dia 10 de junho autoriza a reabertura dos templos religiosos da cidade, respeitando os protocolos de combate à Covid–19”. Ele leu o decreto municipal nº 20.338 na íntegra e disse que “se existe algum templo, seja de qual religião for, ainda fechado é porque os responsáveis não sabiam da existência desse Decreto que eu li aqui agora”.

Segundo o vereador, “é muito bonito o discurso de ficar em Casa, mas vai ter gente morrendo de depressão de tanto ficar em casa ouvindo tragédia. Essas pessoas precisam ouvir uma palavra de esperança, precisam ir à missa, ao culto, seja qual for a religião”.
FONTE: ASCOM / CMVC
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