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Durante a sessão ordinária realizada na manhã desta quarta-feira, 24, de forma virtual, o vereador Coriolano Moraes (PT) falou da origem dos festejos juninos. Segundo ele, na cultura popular brasileira as festas juninas têm lugar especial, pois, além de valorizarem as tradições locais do país, a exemplo do Nordeste, também revelam muitos elementos históricos, religiosos e curiosos de crenças e tradições.

O vereador lembrou que em 24 de junho é comemorado o Dia de São João, festa cristã que celebra o nascimento de João Batista, um profeta que anunciou a “boa-nova” da vinda de Jesus Cristo, filho de Deus, salvador da humanidade, e o batizou. “Esta festa é amplamente comemorada no mundo cristão no dia 24 de junho e se transformou em uma festa popular no calendário como festa junina”, disse.

Ainda conforme o Professor Cori, a noite de 23 de junho, véspera do Dia de São João, marca o início da celebração da festa de São João Batista. “O Evangelho de Lucas (Lucas 1:36, 56-57) afirma que João nasceu cerca de seis meses antes de Jesus; portanto, a festa de São João Batista foi fixada em 24 de junho, seis meses antes da véspera de Natal”. Cori lembrou ainda que uma das características do São João é a fogueira, “dizem que numa tarde, durante uma visita de Maria (Mãe de Jesus) a Isabel, esta aproveitou para contar-lhe que dentro de algum tempo nasceria seu filho, que se chamaria João Batista, então Maria lhe perguntou: Como poderei saber do nascimento dessa criança? Respondeu Isabel: irei acender uma fogueira bem grande; assim você poderá vê-la de longe e saberá que João nasceu. Mandarei também erguer um mastro com uma boneca sobre ele”, contou.

O vereador ressaltou que da história de São João, a cultura popular europeia retirou vários símbolos, que passaram a se mesclar com os tradicionais ritos de colheita remanescentes do culto a Adônis, “e um dos símbolos mais importantes é a fogueira”. Segundo ele, foi apenas em 1950 que se começou a usar de fato o nome “forró”. “Pois, um ano antes, o cantor e compositor Luiz Gonzaga gravou a música “Forró de Mané Vito”, produzida em conjunto com Zé Dantas. Em 1958, outra canção do músico chamada “Forró no Escuro” também fez muito sucesso. Apesar da popularidade alcançada com os sucessos desse ícone da música, o que realmente difundiu o estilo pelo Brasil foi a migração nordestina para outros estados do país, sobretudo nas décadas de 1960 e 1970. O forró virou gênero musical, o forró virou dança, virou marca nordestina”.

Professor Cori finalizou lembrando que a festa de São João também é marcada por muitas características que lhe são próprias, como as comidas típicas, a pamonha, mingau de milho, fogos, quadrilha caipira e o tradicional licor. “O São João se transformou em um verdadeiro cartão-postal cultural do nordeste brasileiro”.
FONTE: ASCOM / CMVC.
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O vereador Sidney Oliveira (REPUBLICANOS) iniciou seu discurso na sessão desta quarta-feira, 24, realizada de forma virtual, dizendo que a Casa tem votado um festival de requerimentos. “Virou moda e o que acontece é que aprovamos uns e outros não, isso é normal”, disse, justificando o seu voto contrário ao requerimento apresentado pela vereadora Viviane Sampaio (PT), que pedia explicações à Secretaria Municipal de Saúde.

Sobre as aglomerações citadas pelo vereador Cícero Custódio, Oliveira explicou que prefeito de nenhum lugar do mundo conseguiu acabar com as aglomerações. “É impossível isso acontecer, é preciso deixar de discurso oposicionista”, criticou.

Outro assunto levantado pelo parlamentar foi a respeito da reabertura dos templos religiosos na cidade: “ Um decreto que o prefeito assinou no dia 10 de junho autoriza a reabertura dos templos religiosos da cidade, respeitando os protocolos de combate à Covid–19”. Ele leu o decreto municipal nº 20.338 na íntegra e disse que “se existe algum templo, seja de qual religião for, ainda fechado é porque os responsáveis não sabiam da existência desse Decreto que eu li aqui agora”.

Segundo o vereador, “é muito bonito o discurso de ficar em Casa, mas vai ter gente morrendo de depressão de tanto ficar em casa ouvindo tragédia. Essas pessoas precisam ouvir uma palavra de esperança, precisam ir à missa, ao culto, seja qual for a religião”.
FONTE: ASCOM / CMVC
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Durante a sessão ordinária realizada virtualmente nesta quarta-feira (24), a vereadora Nildma Ribeiro (PCdoB) iniciou sua fala lamentando a reprovação do requerimento da vereadora Viviane Sampaio (PT), uma vez que a autora busca a transparência do governo municipal.

Nildma lamentou o corte nos salários dos professores e disse que os vereadores de oposição votaram favoráveis à moção de repúdio do vereador Prof. Cori (PT), porque compreendem que os profissionais da educação merecem ser respeitados.

A vereadora ressaltou que realizou uma reunião com a Acaepa – Associação Conquistense para Atendimento Especializado à Pessoa Autista – e que contou com a participação de representantes das secretarias de Desenvolvimento Social, Saúde e Educação, em prol dos portadores de autismo da cidade.

Por fim, a parlamentar disse que a prefeitura deve tomar providências com relação ao coronavírus no município e disse que a Comissão de Enfrentamento à Covid-19 estará fiscalizando a não realização da entrega dos kits de merenda escolar pela prefeitura.
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Durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), realizada na manhã desta quarta-feira (24), o vereador Valdemir Dias (PT) criticou a postura dos parlamentares ao derrubarem os requerimentos que cobram esclarecimentos à prefeitura.
“Tenho muito respeito pela Bancada de Situação. Mas aqui está havendo uma prática de derrubar pedidos de informação de vereador. Essa prática passou a existir. A bancada está querendo esconder o que?”, questionou ele.

Valdemir disse que não está conseguindo entender a intenção dos defensores do Governo Herzem que buscam impedir a todo custo que os requerimentos sejam aprovados. “Os pedidos de informações sendo derrubados, eu não estou entendendo. Informações de um contrato, mais uma empresa de consultoria e assessoria sendo contratada sem licitação”, disse ele, lembrando que a atual gestão tem feito, desde o início, contratos com custos milionários aos cofres municipais. “Segunda, terceira ou quarta vez que é derrubado pedido de informações de algum procedimento do Executivo Municipal”, emendou Dias. “Será possível que agora não vamos poder colocar um requerimento pedindo informação pela Casa?”, questionou ele.

Kits –  O vereador, que é ex-secretário municipal de Educação e Administração, além de ter chefiado também a pasta do Meio Ambiente, criticou a demora na distribuição dos kits da alimentação escolar. “A prefeitura distribuiu uma única vez os kits da alimentação escolar. Não entendemos porque até o momento cessou-se a distribuição da merenda escolar”, disse ele, cobrando o retorno das distribuições.
FONTE: Ascom /CMVC.
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Na sessão da Câmara de Vereadores desta quarta-feira (24), realizada por meio do Sistema de Deliberação Remota (SDR), o vereador Adinilson Pereira (MDB) destacou a notícia de que Vitória da Conquista tem a menor mortalidade por coronavírus entre as grandes cidades do Nordeste. O dado foi noticiado pelo Diário de Pernambuco. O edil parabenizou a gestão municipal pelas ações de combate à Covid-19 que, em sua avaliação, estão surtindo resultados positivos. O vereador afirmou que colegas fazem críticas, mas esquecem os dados positivos.

Em sua fala, ele relatou que no último domingo (21) esteve em São Sebastião com representantes da Prefeitura Municipal para avaliar a situação do povoado. De acordo com Adinilson, a prefeitura fará uma programação de ações de patrolamento, cascalhamento e limpeza de campo. Ele ainda frisou que a mesma medida será executada em outras localidades visitadas, como José Gonçalves.
FONTE: Ascom / CMVC.
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Em seu pronunciamento na sessão ordinária virtual desta quarta-feira, 24, realizada pela Câmara Municipal, o vereador Fernando Vasconcelos (PT) lamentou a votação contrária da Bancada de Situação ao requerimento da vereadora Viviane Sampaio (PT), que solicita esclarecimentos à Secretaria Municipal de Saúde. “Fui pego de surpresa quando a Líder da Oposição apresenta um requerimento dessa grandeza e o mesmo não é aprovado pela maioria dos vereadores”, disse.

Jacaré relatou que está na Casa do Povo desde 2005, passou pela experiência de líderes de governo e de bancada e não se recorda de ter presenciado o parlamento derrubando questões de responsabilidade  da Casa pela informações. “No meu entender, esse foi o lado negativo desta sessão, essa Casa deve buscar a informação, nosso papel é fiscalizar, estamos trabalhando para a cidade”, salientou.

Sobre a Covid-19, o vereador lembrou que a situação é grave.  “Estamos sem ministro da Saúde, esse é um momento de unirmos esforços e não de criar inverdades”, disse, referindo-se ao posicionamento da prefeitura quando diz que não existe número suficiente de leitos de UTI no Hospital HCC, como havia informado o Governo do Estado. “ É hora de o município buscar apoio e parceria junto ao Governo do Estado, sentar na mesa e achar a solução”., afirmou

Jacaré falou ainda a respeito da distribuição de kits para alunos da rede municipal de educação e pediu mais ações para essas famílias. “A entrega de só um kit não é aceitável.  Famílias estão passando fome, estão desempregadas, é hora de união, vamos fiscalizar os recursos, mas queremos ajudar também”.

Finalizou reforçando que não é hora de inverdades, principalmente sobre o Governo do Estado. “O nosso governador Rui Costa é exemplo nacional e vem se colocando à disposição para ajudar a todos os municípios baianos”.
Fonte: Ascom/CMVC.
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Na próxima quinta-feira, 25, às 9h, a Câmara de Vereadores promove uma audiência pública para discutir a cultura e os espaços culturais de Vitória da Conquista em meio à pandemia da Covid-19. A iniciativa é do mandato da vereadora Nildma Ribeiro (PCdoB).

O evento contará com a presença do secretário de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Adriano Gama, além de músicos e representantes do cenário cultural da cidade para debater medidas que podem ser tomadas para que os trabalhadores da área não sofram tanto com a crise gerada pelo novo coronavírus e as paralisações de shows e eventos por causa da pandemia.

A audiência acontece virtualmente, e o público poderá acompanhar através da página da Casa do Povo no facebook e também pela Web Rádio Câmara.

FONTE: ASCOM / CMVC.

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Mais da metade dos moradores de favelas, 51%, não consegue seguir as medidas de prevenção ao contágio do novo coronavírus (covid-19) como gostaria, mostra pesquisa divulgada, hoje (24), pelo Datafavela, em uma parceria entre o Instituto Locomotiva e a Central Única das Favelas (Cufa). Foram ouvidas 3.321 pessoas.

Segundo o estudo, 39% dos residentes nessas comunidades estão procurando seguir as recomendações de isolamento social e uso de itens de proteção, mas nem sempre conseguem; enquanto 12% disseram que simplesmente não conseguem incorporar as medidas em suas vidas.

Os que estão procurando se prevenir e não têm encontrado obstáculos somaram 41% e 8% disseram que não estão nem tentando se prevenir.

A situação das moradias nas favelas também dificulta o isolamento. De acordo com a pesquisa, em 48% dos domicílios dessas comunidades vivem entre quatro a sete pessoas. Porém, 59% das casas têm no máximo dois quartos. Na média geral, dormem 2,6 pessoas por quarto. 

“Se um trabalhador se contamina, ele não consegue deixar alguém do grupo de risco isolado dentro da própria casa”, disse o presidente o Instituto Locomotiva, Renato Meireles.

Necessidade de trabalhar

Entre os que não seguem as medidas de prevenção contra o coronavírus, 72% apontaram a necessidade de trabalhar e manter a renda como principal motivo. Porém, 45% também responderam que não acreditam que precisam seguir todas as medidas e 39% não acham que a doença seja “tão grave”.

“A maioria da população tem baixa escolaridade. Muitas vezes o uso de termos complexos no contexto da pandemia são uma grande barreira para o engajamento e para sensibilização dos moradores de favela”, disse Meireles.

O levantamento mostra que 24% dos residentes de favelas saíram de casa todos os dias na última semana; 11% deixaram a residência em seis dias, ficando em casa apenas um, e 15% estiveram na rua por cinco vezes no período, o que mostra que metade dessa população não ficou em casa por mais de dois dias em uma semana. Por outro lado, 30% conseguiram manter um isolamento mais rígido, saindo apenas um ou dois dias na semana.

O principal destino fora da residência foram os supermercados, por onde passaram 85% dos ouvidos pela pesquisa. Em segundo lugar, 71%, vem a região no entorno de casa, quando a pessoas foi para algum lugar nas imediações do local em que vive. Usaram o transporte público, 52%, e foram ao trabalho, 48%.

Apesar do grande número de pessoas que estão saindo de casa devido ao trabalho, 80% das famílias de favelas estão vivendo com menos da metade da renda do que antes da pandemia. De acordo com o estudo, 35% chegaram a perder todos os rendimentos e 45% tiveram uma redução drástica, que levou a renda familiar para menos da metade do que era. Há ainda 11% que perderam metade do que ganhavam e 5% que tiveram uma queda menos severa do que costumavam receber.

Matéria: Agencia Brasil. 

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Segundo a  coluna Satélite, do Correio, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir na próxima sexta-feira (26) se o ex-ministro Geddel Vieira, preso e condenado a 14 anos e 10 meses por lavagem de dinheiro no episódio do bunker de R$ 51 milhões, poderá migrar para a prisão domiciliar.

A defesa de Geddel alega que o ex-ministro dos governos Dilma e Temer corre risco de contágio por Covid-19 no Centro de Observação Penal (COP), onde está preso, no presídio da Mata Escura.

A tendência é que Geddel seja solto, já que em casos semelhantes os presos acabaram nas ruas.

FONTE: Notícia Livre.

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Os últimos dados divulgados pela secretária de saúde do estado apontam crescimento do número de casos da covid-19 no interior da Bahia. Já com um avanço que deve passar a capital e região metropolitana de salvador em números absolutos em pouco tempo. Sobre estes e outros assuntos, vamos conversar agora com o secretário Estadual da saúde, Fábio Vilas-Boas.

Como estamos na época dos festejos juninos, não sei se o secretário gosta deste período, temos vários assuntos com relação direta a isto. Bom dia Secretário.

Como o senhor a circulação de imagens com grande volume de pessoas circulando de carro para o interior do estado e em aglomerações com guerras de espadas/ em algumas cidades?

Fonte: Secom / Bahia.

 

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