Na próxima quinta-feira, 25, às 9h, a Câmara de Vereadores promove uma audiência pública para discutir a cultura e os espaços culturais de Vitória da Conquista em meio à pandemia da Covid-19. A iniciativa é do mandato da vereadora Nildma Ribeiro (PCdoB).
O evento contará com a presença do secretário de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Adriano Gama, além de músicos e representantes do cenário cultural da cidade para debater medidas que podem ser tomadas para que os trabalhadores da área não sofram tanto com a crise gerada pelo novo coronavírus e as paralisações de shows e eventos por causa da pandemia.
A audiência acontece virtualmente, e o público poderá acompanhar através da página da Casa do Povo no facebook e também pela Web Rádio Câmara.
FONTE: ASCOM / CMVC.
Mais da metade dos moradores de favelas, 51%, não consegue seguir as medidas de prevenção ao contágio do novo coronavírus (covid-19) como gostaria, mostra pesquisa divulgada, hoje (24), pelo Datafavela, em uma parceria entre o Instituto Locomotiva e a Central Única das Favelas (Cufa). Foram ouvidas 3.321 pessoas.
Segundo o estudo, 39% dos residentes nessas comunidades estão procurando seguir as recomendações de isolamento social e uso de itens de proteção, mas nem sempre conseguem; enquanto 12% disseram que simplesmente não conseguem incorporar as medidas em suas vidas.
Os que estão procurando se prevenir e não têm encontrado obstáculos somaram 41% e 8% disseram que não estão nem tentando se prevenir.
A situação das moradias nas favelas também dificulta o isolamento. De acordo com a pesquisa, em 48% dos domicílios dessas comunidades vivem entre quatro a sete pessoas. Porém, 59% das casas têm no máximo dois quartos. Na média geral, dormem 2,6 pessoas por quarto.
“Se um trabalhador se contamina, ele não consegue deixar alguém do grupo de risco isolado dentro da própria casa”, disse o presidente o Instituto Locomotiva, Renato Meireles.
Entre os que não seguem as medidas de prevenção contra o coronavírus, 72% apontaram a necessidade de trabalhar e manter a renda como principal motivo. Porém, 45% também responderam que não acreditam que precisam seguir todas as medidas e 39% não acham que a doença seja “tão grave”.
“A maioria da população tem baixa escolaridade. Muitas vezes o uso de termos complexos no contexto da pandemia são uma grande barreira para o engajamento e para sensibilização dos moradores de favela”, disse Meireles.
O levantamento mostra que 24% dos residentes de favelas saíram de casa todos os dias na última semana; 11% deixaram a residência em seis dias, ficando em casa apenas um, e 15% estiveram na rua por cinco vezes no período, o que mostra que metade dessa população não ficou em casa por mais de dois dias em uma semana. Por outro lado, 30% conseguiram manter um isolamento mais rígido, saindo apenas um ou dois dias na semana.
O principal destino fora da residência foram os supermercados, por onde passaram 85% dos ouvidos pela pesquisa. Em segundo lugar, 71%, vem a região no entorno de casa, quando a pessoas foi para algum lugar nas imediações do local em que vive. Usaram o transporte público, 52%, e foram ao trabalho, 48%.
Apesar do grande número de pessoas que estão saindo de casa devido ao trabalho, 80% das famílias de favelas estão vivendo com menos da metade da renda do que antes da pandemia. De acordo com o estudo, 35% chegaram a perder todos os rendimentos e 45% tiveram uma redução drástica, que levou a renda familiar para menos da metade do que era. Há ainda 11% que perderam metade do que ganhavam e 5% que tiveram uma queda menos severa do que costumavam receber.
Matéria: Agencia Brasil.
Segundo a coluna Satélite, do Correio, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir na próxima sexta-feira (26) se o ex-ministro Geddel Vieira, preso e condenado a 14 anos e 10 meses por lavagem de dinheiro no episódio do bunker de R$ 51 milhões, poderá migrar para a prisão domiciliar.
A defesa de Geddel alega que o ex-ministro dos governos Dilma e Temer corre risco de contágio por Covid-19 no Centro de Observação Penal (COP), onde está preso, no presídio da Mata Escura.
A tendência é que Geddel seja solto, já que em casos semelhantes os presos acabaram nas ruas.
FONTE: Notícia Livre.
Os últimos dados divulgados pela secretária de saúde do estado apontam crescimento do número de casos da covid-19 no interior da Bahia. Já com um avanço que deve passar a capital e região metropolitana de salvador em números absolutos em pouco tempo. Sobre estes e outros assuntos, vamos conversar agora com o secretário Estadual da saúde, Fábio Vilas-Boas.
Como estamos na época dos festejos juninos, não sei se o secretário gosta deste período, temos vários assuntos com relação direta a isto. Bom dia Secretário.
Como o senhor a circulação de imagens com grande volume de pessoas circulando de carro para o interior do estado e em aglomerações com guerras de espadas/ em algumas cidades?
Fonte: Secom / Bahia.
O São João foi comemorado de forma diferente este ano em Vitória da Conquista: Shows foram cancelados, as ruas não foram fechadas para as tradicionais festas e a população conquistense comemorou de forma mais tradicional: Em casa e somente com a família.
Segundo informações do repórter Ricardo Gordo, muitas fogueiras foram vistas pela cidade, porém não foi percebido na noite desta terça-feira (23), nenhuma rua fechada para festas e aglomerações.
OUÇA a reportagem completa:
Uma nuvem de gafanhotos colocou as autoridades argentinas em alerta. Segundo o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa), órgão regulador do país andino, os insetos avançam rumo a uma região classificada como perigosa, e que fica próxima à fronteira com o Rio Grande do Sul.
De acordo com o boletim divulgado pelo Senasa, a tendência é de que a nuvem, que teria surgido em maio, no Paraguai, avance para a província de Entre Ríos, ao oeste do Rio Grande do Sul. O governo já tem uma plano para intervir a nuvem de insetos caso eles se desloquem para lá.
O governo da província de Córdoba, por sua vez, estima que os insetos que estão na área chamada de “precaução”, em um quilômetro quadrado. Segundo o executivo, é possível que cerca de 40 milhões de insetos estejam na nuvem. Eles são capazes de comer o que 2 mil vacas consomem em um dia
Ainda de acordo com as autoridades argentinas, a nuvem se moveu quase 100 quilômetros em um dia devido às altas temperaturas e ao vento na região de Córdoba. O governo reforça que as condições climáticas serão decisivas para o deslocamento nas próximas horas.
ASSISTA:
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que a tendência é que os insetos vão em direção ao Uruguai.
Leia a nota na íntegra:
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu informações do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) sobre uma nuvem de gafanhotos da espécie Schistocerca cancellata que encontra-se próximo à fronteira com o Brasil. Segundo o monitoramento climático que vem sendo realizado pelos especialistas argentinos, a praga deve seguir em direção ao Uruguai.
No entanto, considerando a proximidade com a região fronteiriça do Brasil, o Mapa emitiu alerta para as Superintendências Federais de Agricultura, com vistas aos órgãos estaduais de Defesa Agropecuária para que sejam tomadas as medidas cabíveis de monitoramento e orientação aos agricultores da região, em especial no estado do Rio Grande do Sul, para a adoção eventual de medidas de controle da praga caso esta nuvem ingresse em território brasileiro.
Segundo a Coordenação-Geral de Proteção de Plantas do Mapa, as autoridades fitossanitárias brasileiras estão em permanente contato com os seus pares argentinos, bolivianos e paraguaios por meio do Grupo Técnico de Gafanhotos do Comitê de Sanidade Vegetal – COSAVE, o que tem permitido um acompanhamento do assunto em tempo real, com o objetivo de adotar as medidas cabíveis para minimizar os efeitos de um eventual surto da praga no Brasil.
Esta praga está presente no Brasil desde o século XIX e causou grandes perdas às lavouras de arroz na região sul do País nas décadas de 1930 e 1940. Desde então, tem permanecido na sua fase “isolada” que não causa danos às lavouras, pois não forma as chamadas “nuvens de gafanhotos”. Recentemente, voltou a causar danos à agricultura na América do Sul, em sua fase gregária (formação de nuvens).
Os fatores que levaram ao ressurgimento desta praga em sua fase mais agressiva na região estão sendo ainda avaliados pelos especialistas e podem estar relacionados a uma conjunção de fatores climáticos, como temperatura, índice pluviométrico e dinâmica dos ventos.
O número de casos confirmados para Coronavírus em Vitória da Conquista chegou ao número de 555. Mas destes casos, 421 pacientes já estão curados, ou seja, não são mais vetores de transmissão do vírus, por isso se intitulam como “casos passivos”.
Porém, os “Casos Ativos” do coronavírus na cidade ( aqueles pacientes que ainda podem transmitir a doença para outras pessoas), chega ao total de 120 pessoas.
Até o momento foram registrados 14 mortes por Coronavírus de pacientes de Vitória da Conquista. As mortes de pessoas e outros municípios não são contabilizadas juntamente com as mortes de pacientes de Conquista.

Neste momento, nos leitos clínicos e de UTI da rede SUS destinados ao tratamento da Covid-19, estão internados 47 pacientes. Entre eles, pacientes de Vitória da Conquista e mais 18 municípios da macrorregião:
Livramento de Nossa Senhora, Ituaçu, Jaguaquara, Ilhéus, Caculé, Iguaí, Malhada de Pedras, Itapebí, Brumado, Mucuri, Belmonte, Itambé, Potiraguá, Itororó, Luiz Eduardo Magalhães, Prado, Nova Canaã e Cândido Sales.
Com informações da Secretária de Saúde de Vitória da Conquista.
O governador Rui Costa anunciou a criação de uma unidade dedicada a cuidar da saúde do homem, nos moldes do Hospital da Mulher que funciona na Cidade Baixa. Rui também falou das ampliações do Hospital Roberto Santos, em Salvador.
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