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A chuva que caiu no início da tarde deste domingo (30), em Vitória da Conquista também provocou alguns estragos pela cidade. No centro, por exemplo muitas ruas ficaram inundadas e algumas lojas acabaram sendo invadidas pela enxurrada, como foi no caso do trecho da travessa dos artistas.

Raios e trovões também caíram em grande intensidade e assustaram as pessoas. A chuva também atingiu as obras da Policlínica e derrubou o gradil da obra.

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É com pesar que o Blog do Redação informa o falecimento do professor Leonardo Teixeira. Por alguns anos o docente lecionou no campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Vitória da Conquista. Nas redes sociais, ex-alunos do professor lamentaram a sua morte, vítima de complicações de saúde. O fato aconteceu no estado de Minas Gerais.

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De acordo com as regras, a verba que o congressista tem para atividades do dia a dia não pode ser usada para fins eleitorais

O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que assumirá a Casa Civil a partir desta terça-feira (1º), teve o valor das passagens de ida e volta de Brasília para o Rio reembolsado no dia da oficialização da candidatura do presidente eleito Jair Bolsonaro. O evento aconteceu no Centro de Convenções SulAmérica, na capital fluminense, em 22 de julho.

As passagens custaram R$ 3.720. No entanto, não foram as únicas. Ao todo, Onyx teve reembolso de mais de 70 bilhetes com origem ou destino para os aeroportos do Rio e de São Paulo, somando R$ 100 mil. A informação está disponível no sistema da Câmara e foi divulgada nesse domingo (30) pelo jornal ‘Folha de S. Paulo’.

De acordo com as regras, a verba que o congressista tem para atividades do dia a dia não pode ser usada para fins eleitorais, sendo “destinada a custear gastos exclusivamente vinculados ao exercício da atividade parlamentar”, segundo a Mesa Diretora.

Como observado pela reportagem, o deputado usou a verba parlamentar também para ir a Juiz de Fora (MG), quando o então candidato foi esfaqueado, em 6 de setembro. No dia seguinte, Onyx foi para São Paulo acompanhando Bolsonaro, que foi transferido para o hospital Albert Einstein.

As solicitações de reembolsos de passagens aéreas aumentaram à medida em que se intensificou a campanha. Também foram recebidos reembolsos de passagens de assessores que acompanharam Onyx em viagens.

O governo de Bolsonaro garante que vai trabalhar para reduzir gastos públicos. Onyx disse em entrevista na semana passada que abrirá mão de seu cartão corporativo.

“Eu vou abrir mão do meu cartão corporativo. Mas acabar com ele ainda é uma coisa que vai ser discutida. Aquela coisa de pagar jantar, pagar vinho, pagar uísque não sei quantos anos, nesse governo não vai ter não”, disse. “Eu vou dar meu exemplo pessoal. Desde que eu fui nomeado ministro da transição, eu poderia ter usado avião da FAB, eu nunca fiz isso”, completou.

A ‘Folha de S. Paulo’ questionou o futuro ministro sobre os gastos, mas não obteve resposta.

Bolsonaro também já usou verba parlamentar em viagens durante a sua pré-candidatura, em 2017 e no começo de 2018. À época, o chefe de gabinete dele informou que o deputado não estava em campanha e que as despesas ressarcidas “foram realizadas em consonância com os preceitos legais e regimentais.”

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Os rumores de uma briga que levaria a dupla sertaneja Jorge e Mateus a uma separação foram negados por Jorge, que afirmou que a história não passa de fake news.

“Na verdade, em época de eleição, de polêmica, existem os fake news. A gente está acostumado com essa fake news desde o início da nossa carreira’, disse o sertanejo. “Desde lá a gente tá se separando e olha que a gente nunca se casou”, brincou.

Para Mateus, que afirma não saber porque os boatos começaram a circular, a notícia foi criada por veículos sem credibilidade. “Existem as fontes de mídia que são relevantes e as que não são relevantes. A que criou isso naturalmente não é relevante”.

O cantor ainda recomendou buscar as informações sobre a dupla em veículos de confiança.

Ele disse ainda que uma das hipóteses surgiu em Salvador. “Eu tinha descido no elevador no estádio e o jorge desceu por outro. Na verdade, eu chego antes no palco para passar o instrumento e conversar com a banda. Alguém deve ter olhado isso e acham que dupla tem que andar de mão dada, cantar abraçado”, explicou o artista.

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O total de registros tem crescido: o salto foi de 280% de 2009 a 2017, chegando a 33 mil licenças no País

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse neste sábado, 29, que pretende “garantir”, por decreto, a posse de arma de fogo para cidadãos sem antecedentes criminais, além de tornar o registro do equipamento definitivo. Especialistas questionam a mudança por decreto sem aval do Congresso, uma vez que afetaria o Estatuto do Desarmamento, lei de 2003. Na prática, todo cidadão pode pedir a posse à Polícia Federal, se cumpridos alguns requisitos, como ficha criminal limpa e exames de aptidão. O total de registros tem crescido: o salto foi de 280% de 2009 a 2017, chegando a 33 mil licenças no País.

“Por decreto pretendemos garantir a posse de arma de fogo para o cidadão sem antecedentes criminais, bem como tornar seu registro definitivo”, disse o presidente eleito no Twitter.

Ao anunciar a medida na rede social, Bolsonaro não detalhou o decreto que está em planejamento. Duas horas após a publicação, ele voltou à rede social para dizer que “a expansão temporal será de intermediação do Executivo, entretanto outras formas de aperfeiçoamento dependem também do Congresso Nacional, cabendo o envolvimento de todos os interessados”. Já tramitam no Congresso projetos que tentam revogar o estatuto.

A lei prevê regras para a concessão da posse, caracterizada pela possibilidade de permanência da arma na casa do proprietário ou no estabelecimento comercial. O candidato deve se submeter a exames de aptidão psicológica e capacidade técnica, além de apresentar a razão da efetiva necessidade, “expondo fatos e circunstâncias que justifiquem”, explica a PF. Defensores da liberação de armas reclamam da subjetividade desses critérios.

Ao jornal O Estado de São Paulo, o futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno Ribeiro, disse que o decreto deverá manter as exigências legais, como não ter antecedentes, fazer exame de vista e seguir as regras de registro. “A posse será facultada para quem se submeter às exigências, será mais fácil ter a posse, para o cidadão de bem, que nas regras de hoje”, disse. “É lógico que ninguém vai vender arma na esquina.”

A decisão de Bolsonaro de manter a facilitação para posse de arma foi tomada após conversa com o futuro ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro. O argumento do futuro governo é garantir a legítima defesa aos cidadãos. Segundo dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação, em 2009 a quantidade de registros era de 8.679. Até o ano anterior, ainda vigorava o prazo, previsto pelo Estatuto, de registro de quem já tinha armas irregularmente. O número subiu ano a ano, até atingir pico de 36,8 mil licenças em 2015.

Também preocupa especialistas o número crescente de registros concedidos pelo Exército a atiradores esportivos. Mudanças nas normas de obtenção e transporte dos equipamentos atraíram milhares de interessados em obter arma e que encontravam dificuldade de obter a liberação via PF.

Para o diretor executivo do Instituto Sou da Paz, Ivan Marques, esse fenômeno está ligado à onda de descrença da população, com a escalada da violência urbana. “Em situações estáveis, onde o Estado funciona, as pessoas não veem necessidade de ter arma, até porque ela contribui para que a violência aumente”, diz. “É um mito que a arma de fogo é um bom instrumento de defesa.” O risco, para especialistas, é que a facilitação da posse eleve ainda a circulação de armas ilegais.

Expectativa

Despachante e instrutor de armamento há quatro anos, Guilherme Dias diz que a demanda aumentou nos últimos meses, após a eleição. “Muita gente acha que, por ele (Bolsonaro) ter ganhado e ser atirador, vai conceder porte.” Ele conta que hoje atende de sete a oito pedidos de registro por mês. Em 2015, esse número não passava de três.

Pelo serviço, que inclui todos os trâmites exigidos – como valor da arma, treinamento, exames e taxas-, ele cobra cerca de R$ 6 mil a R$ 8 mil. Segundo ele, desde 2017 o interesse tem crescido, após a permissão do porte de arma para atiradores esportivos do local de treino até a residência.

“Este ano aumentou muito (a procura), está movimentado mesmo”, concorda o instrutor e advogado, Mario Viggiani Neto. Para ele, uma mudança na lei deve manter a exigência de provas de capacitação psicológica e de manuseio da arma. “Quem nunca pegou arma não adianta fazer a prova, que não passa. Tem de ter o básico, saber as regras de segurança, como se usa, como se municia. É como uma autoescola.”

O vigilante Danilo Alves, de 28 anos, obteve a posse legal em 2015. “O motivo foi a insegurança pública que a gente vive nesse País. Sempre tive receio de sofrer alguma invasão residencial. Uma arma traz um conforto psicológico.”

Especialistas em Direito Constitucional afirmaram que a proposta do presidente eleito, Jair Bolsonaro, de alterar o Estatuto do Desarmamento por decreto pode trazer insegurança jurídica e sofrer questionamentos no Supremo Tribunal Federal (STF). A intenção de mudança foi divulgada neste sábado por meio do Twitter de Bolsonaro.

Professor titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), André Ramos Tavares afirma que para estabelecer o registro definitivo da posse de arma de fogo, por exemplo, seria preciso aprovar um projeto de lei ou editar uma medida provisória. “A lei diz que o registro deve ser renovado periodicamente. Para torná-lo definitivo, é preciso alterar a lei e isso não pode ser feito por decreto. Ele pode dar prazo maior do que os cinco anos que vigoram hoje, mas não tornar definitivo por decreto. Isso traria uma insegurança jurídica para quem tem posse porque a lei continuaria em vigor”.

A advogada constitucionalista Vera Chemim ressalta que qualquer modificação para facilitar a posse de arma também precisa passar por aprovação no Congresso Nacional. “A lei impõe uma série de requisitos para quem quer ter posse de arma, como certidão negativa de antecedentes criminais e comprovação de capacidade técnica. Para alterar esses dispositivos, é preciso passar pelo Legislativo. Um decreto atropelaria o processo democrático”

Ao anunciar a medida no Twitter, Bolsonaro não detalhou o decreto que está em planejamento. Duas horas após a publicação, ele voltou à rede social para dizer que “a expansão temporal será de intermediação do Executivo, entretanto outras formas de aperfeiçoamento dependem também do Congresso Nacional, cabendo o envolvimento de todos os interessados”. Já tramitam no Congresso projetos que tentam revogar o estatuto.

A lei prevê regras para a concessão da posse, caracterizada pela possibilidade de permanência da arma na casa do proprietário ou no estabelecimento comercial. O candidato deve se submeter a exames de aptidão psicológica e capacidade técnica, além de apresentar a razão da efetiva necessidade, “expondo fatos e circunstâncias que justifiquem”, explica a PF. Defensores da liberação de armas reclamam da subjetividade desses critérios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Tem um Curral próximo ao CEMAE e UFBA em Vitória da Conquista. Curral esse que fica em um terreno na Olivia Flôres. E Tem chamado atenção de quem passa por lá. Pois além de ficar dentro da cidade, quem faz as suas caminhadas sente o odor

. Agora uma pergunta: Ali é zona urbana ou zona rural? Pode isso Arnaldo?

 

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Durante passagem pela sala de imprensa do Festival Virada Salvador, na madrugada deste sábado (29), o cantor Xand Avião também comentou sobre a fase blogueira de sua esposa, Isabele Temoteo. Ela recentemente postou uma foto de biquíni e o artista comentou a publicação, demonstrando ciúmes. “Não é que eu não goste, algumas eu fico incomodado. Hoje, ela postou uma de biquíni e não me falou que ia colocar e colocou: ‘Já estou pronta para o verão’. Ai falei: ‘Que ela poderia estar, mas eu não’ (risos). Não brigo, é o trabalho dela, mas dá um pouco de ciúme. Não vou mentir”, admitiu.  Para 2019, o forrozeiro revelou que vai lançar uma música com MC Kekel e que até junho sai sua parceria com Marília Mendonça. Confira a última foto de Isabele:

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O vanzeiro José Aldo Souza Oliveira foi assassinado a tiros na manhã desse sábado (29), na Av. Principal do bairro Miro Cairo, em Vitória da Conquista.

A vítima estava dentro da van, próximo ao ponto do transporte alternativo, conversando com o cobrador, quando, segundo a testemunha, um homem chegou numa bicicleta, sacou a pistola e atirou mais de quinze vezes.

 

O Samu foi acionado, mas José morreu no local. Do Blitz Conquista

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Muita correria no Bairro Miro Cairo, em Conquista, na manhã de hoje (sábado). Segundo informações do Blog do Rodrigo Ferraz, um motorista de van foi assassinato a tiros. O nome da vítima não foi divulgado. Uma ambulância do SAMU 192 constatou o obito.

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Aos 78 anos, ele chegou a ser cogitado como possível nome para assumir a Comunicação do governo de Jair Bolsonaro (PSL), mas recusou

O jornalista e apresentador Alexandre Garcia deixou a TV Globo após 30 anos na emissora. Em comunicado divulga hoje (28) para a imprensa, o diretor de jornalismo do grupo, Ali Kamel, afirmou que a decisão partiu do próprio comunicador.

“Em decisão muito refletida, depois de quase 31 anos de trabalho aqui na Globo, Alexandre decidiu deixar a emissora para amenizar um pouco o seu ritmo frenético de trabalho. Diante do trabalho exemplar ao longo de todos esses anos, é uma decisão que respeito. Ele deixa um legado de realizações que ajudaram o jornalismo da Globo a construir sua sólida credibilidade junto ao público. O trabalho na Globo foi a sequência de uma vida profissional que poucos podem ostentar”, afirmou.

Aos 78 anos, Alexandre Garcia chegou a ser cogitado como possível nome para assumir a Comunicação do governo de Jair Bolsonaro (PSL), presidente eleito do país. No entanto, ele recusou o convite.

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