Resposta: Não.
A legislação previdenciária (Lei nº 13.135/15) afirma que a pensão por morte paga aos filhos acaba quando eles completam 21 anos, independentemente de estarem ou não estudando.
As pessoas se confundem com as regras do Imposto de Renda, porque, nesse caso, é permitido ao filho ser considerado dependente até os 24 anos desde que esteja cursando faculdade ou fazendo a escola técnica.
Filho com deficiência recebe além dos 21 anos
A única possibilidade de um filho maior de 21 anos continuar a receber a pensão é se ele for inválido ou tiver uma deficiência grave. Essa invalidez deverá ser comprovada por uma perícia médica no INSS, que vai dizer se a invalidez é temporária ou permanente. O filho então irá receber a pensão pelo tempo que durar essa invalidez.
Outro requisito é que essa invalidez tem de ter se iniciado antes de o filho ter completado os 21 anos, e também antes da morte do pai ou da mãe.
A pensão deve ser pedida nas agências da Previdência Social mediante agendamento prévio pelo telefone 135 ou pelo site www.inss.gov.br
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Para Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), “não dá mais para adiar a reforma da Previdência” Em sua opinião, o debate não deve ser ideológico ou filosófico, porque a Previdência custa mais de 50% do orçamento público, mais do que o somatório de todos os programas sociais de governo
“O ideal era que ela tivesse sido feita para que o próximo governo não gastasse tempo com isso”, afirmou Barroso, em palestra no 7º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro.
O ministro ainda destacou a necessidade de o País implementar a reforma Tributária e complementou que o Brasil precisa desenvolver uma agenda social.
“Precisamos de menos Estado e mais iniciativa privada, isso contribui para a corrupção. O Estado é um gestor ineficiente de recurso público. Mas também precisamos convencer a iniciativa privada a viver num Estado capitalista. A presença do Estado dificultou o surgimento de uma mentalidade ousada”, disse ele.
Para Barroso, o modelo econômico brasileiro é de financiamento público, de reserva de mercado e desoneração. “Isso é socialismo para ricos. Temos que substituir ideias obsoletas, dogmáticas por ideias progressistas. Precisamos saber o que produz melhor resultado para as pessoas”, complementou.
Modelo de negócios
O ministro do STF também criticou o modelo de política e de negócios ainda em vigor no Brasil, em que a corrupção prevalece com nomeações políticas, desvios de dinheiro público e licitações fraudulentas. “O modo de fazer política e negócios no Brasil é estarrecedor”, destacou ele.
Barroso afirmou que, apesar disso, o modelo de nomeações de políticos para empresas estatais e órgãos públicos e toda a cadeia de corrupção que vem na sequência prevalece no ambiente de negócios no Brasil. Para ele, esse é o modelo ‘padrão’ de se fazer política e negócios no País. “Esse é o paradigma que podemos romper. Ainda não foi rompido. As coisas ainda funcionam largamente assim”, alertou o ministro.
Para ele, é preciso criar no Brasil uma cultura de ‘não aceitação do inaceitável’ e de ‘praticar padrões éticos normais’ Barroso disse que é contra o moralismo e ‘vingadores mascarados’, mas que não é possível imaginar que o modelo de política e de negócios em que a corrupção prevalece permite a criação de um grande país.
“O momento brasileiro é de enfrentamento da corrupção e a chance que nós temos de parar de varrer essa sujeira para debaixo do tapete. A sociedade já parou de varrer. Já estamos conseguindo separar o joio do trigo. O problema é a quantidade de gente que ainda prefere o joio. Somente uma mobilização da sociedade nos ajudará a virar essa página”, avaliou ele.
Custo alto
O ministro do STF afirmou que a corrupção tem custo alto país e que do lado financeiro corresponde a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro num total de R$ 100 bilhões, segundo a Fiesp. Além do custo financeiro, conforme ele, há também um custo social, que é o dinheiro da corrupção e as más práticas que dificultam o avanço na educação, saúde e melhoria dos transportes.
Concluiu dizendo que é possível um país criar um ambiente de integridade do bem, da boa fé. “Tenho dito e gosto de dizer isso: uma democracia comporta projetos liberais e conservadores. Tem lugar para todo mundo. Só não podemos ter projetos desonestos. Integridade não é ideologia. Vem antes”, finalizou.
Fonte : Correio da Bahia
A primeira rodada será entre os dias 14 e 16 de abril. Atual campeão, o Corinthians vai enfrentar o Fluminense na estreia, em casa, na reedição da partida que deu o título da temporada passada para o clube paulista. A última rodada está marcada para o domingo, 2 de dezembro.
Não há clássicos estaduais na abertura e no encerramento da competição. Os primeiros encontros entre times do mesmo estado só acontecerão na quinta rodada, com Botafogo x Fluminense, Corinthians x Palmeiras e Grêmio x Inter. Na rodada seguinte, a sexta, é a vez de Flamengo x Vasco, Atlético-MG x Cruzeiro e São Paulo x Santos.
O Brasileirão parará durante a disputa da Copa do Mundo. No entanto, constam como datas disponíveis para a 12ª rodada os dias 13 e 14/07. Caso sejam realizados jogos na segunda opção, coincidirão com a data prevista para abertura do Mundial, 14/07 com a partida entre Rússia x Arábia Saudita.
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Três titãs nordestinos da MPB, que cultivam em suas vidas aquilo que Vinícius de Moraes chamou de “arte do encontro”.
É o show Grande Encontro, que reúne no palco Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo. Sequência do aclamado projeto iniciado pelo trio (mais Zé Ramalho, que não participa desta vez) em 1996, este show traz como novidade o fato de ser elétrico – e não acústico, como nas outras encarnações do grupo.
No repertório, muitos sucessos da carreira individual dos três artistas: Anunciação, Banho de Cheiro, Dia Branco, Tropicana, Moça Bonita, Caravana, Belle de Jour, Canção da Despedida, Coração Bobo, Táxi Lunar, Bicho de Sete Cabeças.
“Incluímos Me Dá Um Beijo, uma música do meu primeiro álbum com Geraldinho (Quadrafônico, 1972), que pode ser considerada uma pérola pouco lembrada. É uma grande celebração”, afirma Alceu, em entrevista por e-mail.
“É realmente um show muito enérgico, que é pra todo mundo dançar e cantar junto. Certamente, nesta edição, temos um som mais cheio, com uma banda maravilhosa, que agregou bastante ao trabalho”, acrescenta Geraldo Azevedo, também por e-mail.
Ideia que deu muito certo para os seus (então) quatro integrantes, o Grande Encontro surgiu quase que por acaso: “Geraldo e Zé Ramalho começaram a fazer shows juntos. Numa noite no Canecão (Rio), eu e Elba estávamos na plateia e fizemos uma participação. A ideia evoluiu rapidamente e estreamos o show pouco depois em Natal. Foi um sucesso avassalador. Gravamos um disco antológico e tive de sair um ano depois por imposição da gravadora”, conta Alceu.
Juntos, Geraldo, Elba e Zé ainda fariam mais dois álbuns. Há dois anos, Geraldo, Elba e agora Alceu retomaram o projeto – só que desta vez, com instrumentos elétricos.
“Há dois anos rodamos o país inteiro, tivemos nosso público recorde no Réveillon de Copacabana. Em julho, faremos dois shows inesquecíveis em Portugal. Lançamos um CD e um DVD que logo ganharam disco de platina. O Grande Encontro possui uma mística única”, afirma Alceu.
Amigos e parceiros desde 1970 (48 anos, portanto), Alceu e Geraldo lembram bem como se deu seu primeiro encontro: “Nos conhecíamos de vista de Recife, mas fomos apresentados de fato já no Rio de Janeiro, por Carlos Fernando na casa de Wilson Lira, em 1970”, recorda-se Geraldo.
“Fui a uma festa e lá estava ele (Geraldo) tocando seu extraordinário violão. Eu já sabia quem era, pois costumava vê-lo tocar na televisão em Recife. Mas ele não sabia nada de mim. Arrisquei tocar alguma coisa que eu vinha compondo na época e ele gostou, elogiou muito. Me disse: ‘tu é bom, bicho’. ‘Vamos combinar de tocar alguma coisa juntos na minha casa’”, conta Alceu.
Geraldo morava em Laranjeiras, Alceu no Leme. Ambos na Zona Sul do Rio, mas nem por isso tão próximos.
“No dia seguinte, já estávamos compondo Talismã. As visitas de Alceu viraram rotina. Durante todo aquele ano, ele ia a minha casa e passávamos o dia estudando e compondo”, diz Geraldo.
“E diariamente eu ia andando da minha casa até a dele, uma distância bastante considerável. Não tinha nem o dinheiro da passagem. No mesmo ano, participamos do Festival Internacional da Canção ao lado de Jackson do Pandeiro, com a minha Papagaio do Futuro”, acrescenta Alceu.
Já o encontro com Elba foi em tempos e ocasiões diferentes para Alceu e Geraldo.
Este último a conheceu primeiro: “A conheci durante a produção da peça A chegada do Lampião no Inferno, de Luiz Mendonça. Eu fazia a direção musical e Elba atuava. Lembro de ter ficado muito impressionado quando a vi cantar, nunca vou esquecer aquela energia. Nos tornamos grandes amigos, nunca mais desgrudamos. Na época, saíamos todas as noites. Fomos morar juntos, na esquina da casa de Alceu. Época maravilhosa”, lembra Geraldo.
“Conheci Elba no Rio, no final dos anos 70. Ela era atriz de teatro e cantava com aquela voz incrível. Foi morar na casa de Geraldinho, que produziu o primeiro disco dela. Logo se tornou uma das mais expressivas cantoras de nossa geração”, conta Alceu.
“Muito tempo depois, finalmente estreamos todos juntos: eu, ela, Geraldo e Zé, no primeiro Grande Encontro. Era a celebração de uma amizade pessoal e musical muito sólida”, conclui Alceu.
O quê: Grande Encontro 20 anos: Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença Quando: Sexta, 27 de abril Onde: Parque de Exposições de Vitória da Conquista Ingressos: Mesas, Camarote, Cadeiras e Pista Vendas: PontoCell, Central de Ingressos, Point do Ingresso e Banca Central Qualidade: Mistureba Produções - Informações: (77) 98866-3300 Classificação: 16 anos
Em seu editorial de hoje (10), do programa Redação Brasil da Brasil FM 107,7. Deusdete ainda traz o problema do transporte público em Vitória da Conquista-BA.
Ouça o Editorial
O SD Tavares, (Lucio Tavares da 77) quando em deslocamento para assumir o serviço colidiu seu veículo com outro veículo nas proximidades do parque de exposições em Vitória da Conquista, o SAMU está no local, ele está bem, mas precisa do bombeiro para extração.
Em breve mais informações.
Editorial: Transporte Coletivo (Vereador Cori entra no Ministério Público)
Tempo e Temperatura – Raquel Valadares
Daniel Morais – Destaques do Blog do Redação
Gordo Repórter – Polícia e futebol
Gerson Gonzaga – Cotidiano
Programa Redação Brasil vai ao ar pela Brasil FM 107,7 e Mega Rádio VCA das 7:00 às 8:00 da manhã
O transporte coletivo voltou ser assunto do programa Redação Brasil de hoje (10). E o repórter Ricardo gordo reafirma que a informação é de fonte segura.
Segundo ele, a empresa Cidade Verde poderá deixar de operar em 4 linhas na capital do Sudoeste baiano.
As linhas que a Cidade Verde deixaria de operar, segundo Gordo Repórter, são: R14 Jardim Valéria x Centro;
R11 Conveima x Centro; R21 Ibirapuera x Centro; P52 Conquista 6 x Uesb.
A Justiça Federal em Brasília aceitou, nesta segunda-feira (9), denúncia do Ministério Público Federal (MPF) no inquérito que investiga uma suposta organização criminosa formada por ex-deputados do MDB (antigo PMDB) da Câmara dos Deputados. A decisão foi tomada pelo juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal.
Com a decisão, se tornaram réus nas investigações o ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, e os ex-deputados Eduardo Cunha, Rodrigo Rocha Loures e Henrique Eduardo Alves.
A referida organização criminosa seria responsável por negociar com empresas vantagens indevidas na Petrobras, na Caixa Econômica Federal e na própria Câmara, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR). Os quatro já estão presos em decorrência de outras investigações – apenas Rocha Loures está em prisão domiciliar.
Inicialmente, os parlamentares foram denunciados pela PGR ao Supremo Tribunal Federal (STF) junto com o presidente Michel Temer (MDB). No entanto, no ano passado, a tramitação da denúncia contra Temer foi suspensa por decisão da Câmara dos Deputados. Depois disso, o ministro Edson Fachin decidiu desmembrar o processo, enviando para a primeira instância as investigações contra os acusados sem foro privilegiado na Corte.
Fonte: Agência Brasil
Nesta 5ª feira (12), as 18 horas, a Prefeitura de Vitória da Conquista inaugura a Clínica Municipal de Reabilitação Dr. Sebastião Castro. Considerada a melhor do interior da Bahia, a Clínica está preparada para atender a demanda reprimida de muitos pacientes que aguardam vagas pelo SUS para atividades de fisioterapia e reabilitação.
Pé diabético
No mesmo espaço, a Secretaria Municipal de Saúde implantou o tratamento especial para o pé diabético. O tratamento visa introduzir moderno sistema de curativos e medicação para evitar amputações.
Segundo o secretário estadual da Sesab, Dr. Fábio Vilas Boas, o serviço contribuirá bastante evitando superlotação hospitalar. Em muitos casos, a principal causa de corredores lotados em hospitais é a procura por curativos de feridas provocadas pela diabetes.