O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou neste domingo (5) que está com Covid-19, assim como sua esposa, a socióloga Rosângela da Silva, a Janja. Os dois ficarão em isolamento e, com isso, não devem participar de atividades da pré-campanha do petista à Presidência nos próximos dias.
A notícia foi publicada em perfis do ex-presidente nas redes sociais. A informação é o de que o diagnóstico foi confirmado neste domingo e que os dois estão bem —Lula assintomático e Janja com sintomas leves.
Eles, que se casaram no último dia 18, em cerimônia em São Paulo, ficarão em isolamento e terão acompanhamento médico nos próximos dias, segundo o comunicado.
Um boletim divulgado pelo ex-presidente, assinado pelo médico Roberto Kalil Filho, afirma que o ex-presidente está sem sintomas para a doença, “em bom estado geral, devendo permanecer em isolamento domiciliar nos próximos dias”.
Segundo a coluna Mônica Bergamo, o casal chegou a ir neste domingo ao Hospital Sírio-Libanês para fazer exames.
Lula já tinha compromissos públicos anunciados para esta segunda-feira (6) e terça-feira (7) na capital paulista.
O presidenciável, que lidera as pesquisas para outubro, à frente do candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), cumpriu agenda neste sábado (4) ao lado do possível vice na chapa, o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSB), e de aliados. Ele participou de um encontro para discutir temas ambientais.
Na segunda, a presença de Lula era esperada no lançamento do chamado Quilombo nos Parlamentos, uma iniciativa suprapartidária com mais de cem pré-candidatos que pretende aumentar a representatividade negra no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas estaduais.
Para terça, a agenda oficial do pré-candidato previa uma conversa dele sobre o setor elétrico e o projeto privatização da Eletrobras na sede da Federação Nacional dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio Ambiente.?
Lula afirmou em uma rede social no início de abril que tomou a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. A imunização da população contra a doença é tema frequente nos discursos do petista, que usa o assunto para criticar Bolsonaro pela demora na aquisição de vacinas e pela má gestão da pandemia.
Alckmin também teve Covid no mês passado, o que o tirou do ato de lançamento da chapa, na capital paulista. Com o diagnóstico confirmado um dia antes da data do evento, ele teve que fazer o seu discurso por meio de vídeo, em um telão. O ex-governador teve sintomas leves.
Em viagem ao México, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pregou a união da América Latina pela paz e afirmou que deve decidir sobre a oficialização de sua candidatura à Presidência da República ao retornar para o Brasil na próxima semana.
“A América Latina deve estar unida nesse esforço por um mundo que quer a paz e já não pode suportar a guerra”, afirmou Lula ao jornal mexicano La Jornada nesta terça-feira (1º), dias depois do começo da guerra na Ucrânia.
Lula chegou ao país na segunda-feira (28) e foi recebido pelo chanceler Marcelo Ebrard. O petista tem um encontro, nesta quarta-feira (2), com o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador.
Na mesma entrevista, Lula afirmou: “sou um ex-presidente que está avaliando, conversando com muitas pessoas [para decidir] se serei candidato mais uma vez, uma decisão que se supõe que devo tomar quando voltar do México”.
A viagem marca a retomada da agenda internacional de Lula, que foi interrompida pelo aumento de casos de Covid gerado pela variante Ômicron. No ano passado, o ex-presidente esteve na Europa e na Argentina.
Lula também agendou reuniões com parlamentares mexicanos e líderes do partido de López Obrador, o Morena (Movimento de Regeneração Nacional). A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR); o senador Humberto Costa (PE) e os ex-ministros Celso Amorim e Aloizio Mercadante acompanham o petista na viagem.
Também nesta terça, em entrevista à imprensa, López Obrador anunciou que o México não aplicará sanções econômicas contra a Rússia pela invasão à Ucrânia.
“Não vamos aplicar nenhum tipo de represália econômica porque queremos ter boas relações e queremos estar em condições de poder falar com todas as partes”, declarou López Obrador, que é de esquerda.
“Somos contra a invasão, nós padecemos de invasões da Europa, da Espanha, da França e dos Estados Unidos. Queremos que as invasões desapareçam”, completou.
O presidente mexicano também comentou sobre a visita de Lula, dizendo que é uma agenda informal, uma reunião de amigos que estão “buscando que as coisas mudem na América Latina e no mundo”.
López Obrador afirmou ainda que o México mantém boa relação de respeito com o governo de Jair Bolsonaro (PL).
Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, a guerra na Ucrânia virou munição contra Bolsonaro e Lula no contexto da eleição presidencial. A invasão da Rússia opôs os principais presidenciáveis e evidenciou contradições.
Em entrevista na semana passada, Lula havia dito que “ninguém pode concordar com a guerra”.
“A guerra só leva a destruição, desespero e fome. O ser humano tem que criar juízo e resolver suas divergências em uma mesa de negociação, não em campos de batalha”, disse Lula, em crítica sutil à decisão da Rússia, governada por Vladimir Putin, de iniciar os ataques à Ucrânia.
A esquerda, no entanto, se divide sobre o tema. Uma visão ideológica, que ecoa a Guerra Fria, vê o conflito sob o prisma do imperialismo. A leitura é a de que os EUA perseguem a hegemonia global e, via Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), buscam fustigar a Rússia.
Bolsonaro, por sua vez, vem pregando neutralidade no conflito. O presidente é simpático a Putin, com quem se reuniu no último dia 16. Em solo russo, Bolsonaro declarou solidariedade ao país.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a pesquisa de intenção de votos divulgada pelo Instituto de Pesquisas Cananéia (Ipec) na madrugada desta sexta-feira (25). O petista aparece com 49% das intenções.
Com índice menor que a metade, aparece o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com 23% das intenções de voto. O mesmo levantamento mostrou aumento na reprovação do atual governo.
A pesquisa apontou ainda que Ciro Gomes (PDT) teve 7% das intenções de voto, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), 5%, e o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), 3%. Brancos e nulos somaram 10% e os que não sabem ou não responderam registraram 3% da amostra.
Outro índice que mostra o crescimento de Lula e a queda de Bolsonaro, com base nesse levantamento, é a “certeza de voto”. Os entrevistadores perguntaram em quem os participantes votariam com certeza, poderiam votar ou não votariam de jeito nenhum.
Do total, 61% disse que poderia votar ou votaria com certeza em Lula, respostas dadas por 50% das pessoas na pesquisa feita em fevereiro. Outros 36% não votariam nele de jeito nenhum. Antes, 44% diziam isso.
Já Bolsonaro é opção cogitada ou definitiva de 33% dos entrevistados – era de 38% em fevereiro. Já 62% das pessoas não votariam nele de jeito nenhum. Na pesquisa anterior, eram 56%.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu que será candidato à presidência da República em 2022. A informação foi trazida pela coluna Radar, da revista Veja, nesta quinta-feira (20).
A possibilidade já vinha sendo especulada desde o mês de março, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações de Lula e o petista recuperou os direitos políticos e voltou a ser elegível.
De acordo com a coluna, Lula assumiu que será candidato em uma entrevista a um site da França. “Serei candidato contra Bolsonaro”, disse o ex-presidente.
No programa Redação Brasil desta terça-feira (09), o Jornalista Deusdete Dias, em seu editorial, discorreu sobre a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, em anular todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato.
Com a decisão, o ex-presidente Lula recupera os direitos políticos e volta a ser elegível. Fachin declarou a incompetência da Justiça Federal do Paraná nos casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula.
De maneira lúcida, Deusdete Dias faz um apanhado do assunto com base na opinião de dois grandes juristas brasileiros que comentam a decisão de Fachin.
“Em relação as questões jurídicas, existem muitas ‘idas e vindas’, além de inúmeras nuances. Nesta perspectiva, os advogados competentes podem ou não modificar as coisas. Vamos, portanto aguardar os fatos”. Destaca Dias.
Confira o editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias:
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, anulou nesta segunda-feira ( 8) todos as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato.
Com a decisão, o ex-presidente Lula recupera os direitos políticos e volta a ser elegível.
Fachin declarou a incompetência da Justiça Federal do Paraná nos casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula.
A decisão foi tomada em pedido de habeas corpus formulado pela
defesa em 03.11.2020 e se aplica aos seguintes casos: Ações Penais n.
5046512-94.2016.4.04.7000/PR (Triplex do Guarujá), 5021365-
32.2017.4.04.7000/PR (Sítio de Atibaia), 5063130-17.2018.4.04.7000/PR
(sede do Instituto Lula) e 5044305-83.2020.4.04.7000/PR (doações ao
Instituto Lula). Com a decisão, foram declaradas nulas todas as
decisões proferidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba e determinada
a remessa dos respectivos autos para à Seção Judiciária do Distrito
Federal.
Agora, os processos serão analisados pela Justiça Federal do Distrito Federal, à qual caberá dizer se os atos realizados nos três processos podem ou não ser validados e reaproveitados.
A decisão atinge o recebimento de denúncias e ações penais. *G1.com
O ex-presidente Lula concede entrevista inédita a rádios de Vitória da Conquista e região para falar sobre a conjuntura política nacional, sobre os programas dos seus governos realizados por aqui, sobre a pandemia e muito mais, nesta quinta-feira (27), às 9h.
A transmissão acontece em rede de rádios para o Sudoeste da Bahia, por iniciativa e articulação dos deputados petistas Waldenor Pereira e Zé Raimundo.
Sintonize na UESB FM (Vitória da Conquista), Brasil FM (Vitória da Conquista), Transamérica FM (Vitória da Conquista), Nossa Senhora de Guadalupe FM (Riacho de Santana), Cultura FM (Tanque Novo), Rádio Sertão FM (Maetinga), Rádio Visão FM (Palmas de Monte Alto), Educadora FM (Caetité), Guarani FM (Ibicuí) , 105 FM (Dom Basílio), Rádio Candeal FM (Cordeiros), FM 87,9 (Mirante) e Rádio Alternativa FM (Candiba).
Por André de Souza e Carolina Brígido – Globo
Por três votos a dois, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva preso. Os advogados do petista questionaram o trabalho do ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça no governo do presidente Jair Bolsonaro. Para os advogados de Lula, o ex-magistrado, que tocou os processos da Operação Lava-Jato, foi parcial. A decisão é provisória. A análise definitiva do caso ficará para um momento posterior, mas não há previsão ainda de quando será o julgamento.
O caso começou a ser analisado em dezembro do ano passado, antes da divulgação das mensagens trocadas entre o então juiz federal Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Segundo o site, Moro deu orientações ao procurador sobre como atuar em processos da Lava-Jato, inclusive em um que investigava o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Procuradores também teriam discutido como barrar uma entrevista do líder petista à “Folha de S. Paulo”, autorizada pelo ministro do STF Ricardo Lewandowski.
Em novembro, quando o habeas corpus foi apresentado, Moro tinha aceitado havia poucos dias o convite de Bolsonaro, adversário político de Lula, para ser ministro da Justiça. Para os advogados do ex-presidente, isso demonstrava sua parcialidade. Foi Moro que condenou Lula pela primeira vez no processo do triplex no Guarujá (SP), que viria a levar Lula à prisão.
Em dezembro, o relator, Edson Fachin, e a ministra Cármen Lúcia votaram contra a defesa, mas Gilmar Mendes pediu vista. Nesta terça-feira, a Segunda Turma retomou o julgamento, com Gilmar. Ele votou por um novo adiamento, mas foi favorável a soltar Lula para que ele aguardasse em liberdade até o fim do julgamento da causa. Gilmar afirmou que o caso é complexo e precisa ser bem examinado. Por isso, não haveria tempo de concluir o julgamento nesta terça-feira.
Em seguida, Fachin retomou a palavra. Ele sustentou a posição de negar o habeas corpus e aproveitou para dizer que as mensagens do site “The Intercept” não poderiam ser analisadas agora, uma vez que sua autenticidade não foi atestada ainda. Isso não estava no pedido original da defesa, mas os advogados apresentaram neste mês uma petição citando a troca de mensagens.
— Não se tem aludido que o devido material tenha passado pelo escrutínio das autoridades — disse Fachin.
Em seguida, Gilmar rebateu, dizendo que no pedido original já havia elementos suficientes a serem analisados.
— A interceptação do ramal tronco da advocacia (de Lula) é visto com naturalidade (por Moro). Eu não quero debater essa temática (agora), mas estou trazendo esse fundamento para dizer que há fumus bonis iuris (elemento a justificar a concessão de uma decisão agora) — disse Gilmar, concluindo: — Há elementos aqui, independentemente dos fornecidos pelo Intercept. Só no que consta nos autos.
O quarto a votar foi o ministro Ricardo Lewandowski, que acompanhou Gilmar. Ele não votou no mérito da ação, ou seja, não analisou a fundo os argumentos trazidos pela defesa. Mas concordou em colocar Lula em liberdade até que o STF termine de julgar o caso. Lewandowski rebateu o argumento de Edson Fachin de que o habeas corpus não é o instrumento apropriado para analisar a suspeição de um juiz.
— O habeas corpus em nosso país sempre foi considerado de amplo espectro — declarou Lewandowski, que também lembrou que o pedido de liberdade foi proposto pela defesa antes das notícias do site “The Intercept”: — É possível examinar a parcialidade e a suspeição do juiz Sérgio Moro simplesmente com o que a defesa trouxe aos autos.
Com o voto de Lewandowski, o placar ficou igual: dois a dois. Coube ao ministro Celso de Mello desempatar. Mais antigo integrante da Corte, ele se alinhou a Fachin e Cármen, mantendo a prisão de Lula. Celso destacou que o caso de Lula já foi analisado em três instâncias: depois de Moro, também foi julgado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), com sede em Porto Alegre, e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Assim, não há porque tomar uma decisão provisória agora. Por outro lado, destacou que não adiantaria seu voto definitivo no caso.
— Esse meu posicionamento não antecipa a decisão que já tenho preparada para analisar o mérito, o fundo da controvérsia — disse Celso.
Mais cedo, por quatro votos a um, a Segunda Turma já tinha negado outro habeas corpus apresentado pela defesa de Lula . Esse pedido de liberdade era contra uma decisão do ministro Felix Fischer, do STJ, que negou um recurso do petista. Como posteriormente a Quinta Turma do STJ manteve a decisão de Fischer, a Segunda Turma do STF entendeu que a questão já estava encerrada.
Por Luiz Felipe Barbiéri – G1
A presidente da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, retirou de pauta nesta segunda-feira (24) um pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na peça, a defesa aponta a suspeição do ex-juiz e atual ministro da Justiça Sergio Moro no caso do tríplex no Guarujá.
O pedido, um habeas corpus, estava na pauta do colegiado desta terça-feira (25). Como presidente, é Cármen quem comanda o calendário de julgamento da Turma.
Também nesta segunda, a defesa de Lula pediu ao Supremo que dê prioridade à análise do habeas corpus. Os advogados alegaram que Lula é idoso e já está preso há 443 dias.
“O habeas corpus e as causas criminais com réu preso têm prioridade no julgamento com relação a outros processos”, afirmam os advogados. “Ademais […], dar-se-á prioridade na tramitação dos processos e procedimentos em que figure como parte pessoa idosa”, diz outro trecho da peça judicial.
O pedido de liberdade foi apresentado pela defesa em 2018. O caso começou a ser julgado no ano passado, e dois ministros da Segunda Turma já votaram contra conceder liberdade a Lula: Luiz Edson Fachin e Cármen Lúcia.
Terceiro a votar na ocasião, o ministro Gilmar Mendes pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso. Gilmar liberou o caso para julgamento no último dia 10. Além do ministro, deverão votar Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.
O pedido da defesa de Lula é endereçado a Cármen Lúcia. Caberá a ela a decisão de incluir novamente o habeas corpus de Lula na pauta do colegiado.
O deputado federal Waldenor Pereira conversou com a reportagem do Redação Brasil pouco antes de embarcar para Brasília e falou sobre os escândalos envolvendo o ministro da Justiça Sérgio Moro e o procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol. Ambos tiveram diálogos mantidos no aplicativo Telegram revelados pelo site Intercept Brasil. As mensagens revelam que houve uma articulação entre as duas instituições para condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Confirmou-se que Lula foi vítima de uma perseguição implacável. A vida dele foi devassada em cinco anos de Operação Lava Jato. Mais de dois mil processos instalados, mais de 500 buscas e apreensões e mais de 350 delações premiadas e não conseguiram constituir nenhuma prova contra Lula. O site mostra a formação de um conluio para impedir que Lula se candidatasse a presidente da República. É isso que revelam os diálogos entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol: o mais grave ataque à democracia brasileira. As provas são incontestáveis”, afirma Waldenor Pereira.
Confira a entrevista ao Redação Brasil