O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou neste domingo (4) que Twitter, Facebook e TikTok removam do ar vídeos falsos que diziam que o Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) fica no mesmo endereço do Instituto Lula.
O conteúdo falso passou a circular no último dia 31, quando um youtuber gravou vídeo divulgando a mentira.
Na representação entregue ao TSE, a Coligação Brasil da Esperança, que reúne partidos que apoiam a candidatura de Lula, afirma que o vídeo tinha o intuito de “descredibilizar o resultado das pesquisas de intenção de voto realizadas pelo Ipec e dar a entender que o candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva seria beneficiado, de maneira ilegal, pelas pesquisas eleitorais”. Lula está em primeiro lugar nas principais pesquisas de intenção de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PL) e Ciro Gomes (PDT).
Na decisão, o ministro diz que a informação é “sabidamente falsa” e, por isso, a remoção do conteúdo pode ser determinada pela Justiça Eleitoral. “O perigo na demora da prestação jurisdicional também foi suficientemente demonstrado, pois, como afirmado à inicial, as publicações que contêm informações inverídicas estão sendo postadas no período crítico do processo eleitoral, em perfis com alto número de seguidores e gerando um alto número de visualizações, o que possibilita, em tese, a ocorrência de repercussão negativa de difícil reparação na imagem do candidato”, disse Sanseverino.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve vantagem ampla sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) entre eleitores que recebem o Auxílio Brasil mesmo após a liberação da segunda parcela do benefício adicional que o programa começou a pagar em agosto. Pesquisa feita pelo Datafolha nesta semana mostra que Lula tem 56% das intenções de voto entre beneficiários do programa, e Bolsonaro, 28%. Os dois mantiveram os mesmos números do levantamento anterior, realizado há duas semanas, após o pagamento da primeira parcela.
Entre os não beneficiários, o petista oscilou de 44% para 42% das preferências, dentro da margem de erro da pesquisa, e o presidente se manteve estável, com 34%. Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) tiveram oscilações positivas nos dois grupos, também na margem.
A vantagem de Lula sobre Bolsonaro, de 28 pontos porcentuais entre os que recebem o Auxílio Brasil, cai para 22 pontos entre os eleitores que estão fora do programa social. Segundo o Datafolha, 24% dos entrevistados recebem a renda assistencial ou moram com um beneficiário do programa.
O instituto entrevistou 5.734 pessoas em 285 municípios entre terça (30) e quinta-feira (1º). A margem de erro do estudo é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Criado pelo governo Bolsonaro há um ano, o Auxílio Brasil atende 20 milhões de famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Ele substituiu o Bolsa Família, programa que Lula lançou em seu primeiro mandato e virou marca registrada das administrações petistas.
O auxílio é uma das principais apostas do presidente para recuperar sua popularidade e responder às preocupações dos eleitores com o futuro da economia em sua campanha pela reeleição, mas as pesquisas sugerem que o impacto eleitoral do programa foi reduzido.
Desde o início dos pagamentos, Bolsonaro ganhou pontos entre eleitores de baixa renda, onde se concentram os beneficiários do programa. Mas a vantagem de Lula sobre o presidente continua muito grande nesse segmento, que reúne mais da metade do eleitorado.
Entre os eleitores com renda familiar mensal de até dois salários mínimos (R$ 2.424), Lula tinha 56% das intenções de voto em maio e agora tem 54%. Bolsonaro tinha 20% das preferências nesse segmento e alcançou 25% nesta semana, de acordo a pesquisa do Datafolha.
A avaliação que os beneficiários do Auxílio Brasil fazem do desempenho do presidente à frente do governo melhorou nos últimos meses, aproximando-se da que o conjunto da população faz. Nos dois casos, porém, a avaliação do governo é predominantemente negativa.
Segundo o Datafolha, 42% dos eleitores consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo, 31% o julgam ótimo ou bom e 27% o acham regular. Entre os que recebem os pagamentos do Auxílio Brasil, 41% reprovam o governo, 28% o aprovam e 30% o consideram regular.
Até julho, o Auxílio Brasil pagava R$ 400 por beneficiário. O valor total foi elevado para R$ 600 com a criação do benefício adicional, mas seu destino ainda é incerto. Por lei, o pagamento extra só está garantido até dezembro. Lula e Bolsonaro prometem mantê-lo se forem eleitos.
Pesquisas anteriores do Datafolha mostraram que a maioria dos eleitores que recebem o auxílio acha os valores pagos pelo governo insuficientes, mesmo após a introdução do benefício adicional, e acredita que ele só foi criado porque o presidente quer se reeleger.
Famílias que fazem parte do programa social também poderão contratar empréstimos consignados atrelados ao benefício, comprometendo até 40% de sua renda com os pagamentos.
O governo prevê que o consignado começará em meados de setembro. Segundo o Ministério da Cidadania, é preciso aguardar a regulamentação do órgão para, só depois, assinar contrato com as entidades que poderão oferecer o empréstimo.
A pesquisa do Datafolha mostra que a maioria não pretende tomar o crédito. Segundo o instituto, 67% dos que recebem o auxílio disseram que não pretendem contratar empréstimos na modalidade criada pelo governo. Somente 27% se disseram interessados em tomar o dinheiro nessas condições. Outros 6% disseram que não sabem o que farão.
De acordo com a lei que criou o Auxílio Brasil, podem se cadastrar para receber os pagamentos famílias em situação classificada como extrema pobreza, com renda familiar mensal per capita de até R$ 105, ou pobreza, com ganhos de até R$ 210 por integrante da família.
Conforme o Datafolha, o interesse pelo empréstimo consignado é maior entre os beneficiários com idade entre 35 e 44 anos, chegando a 32%, e entre os que possuem renda familiar mensal de dois a cinco salários mínimos (R$ 6.060), segmento em que alcança 29%.
A possibilidade dos empréstimos foi criticada por especialistas e entidades de defesa do consumidor que viram na medida um estímulo ao endividamento de famílias muito vulneráveis, que já encontram dificuldades para garantir seu sustento e por isso entraram no programa.
Mas há também situações em que o crédito pode ser vantajoso, para beneficiários que queiram abrir negócio próprio ou evitar a perda de bens dados em garantia de outros financiamentos. Juros e outras condições serão definidos pelas instituições financeiras, não pelo governo.
A pesquisa mostra que o interesse é maior entre beneficiários do Auxílio Brasil que integram segmentos menos vulneráveis do mercado de trabalho: assalariados com registro em carteira de trabalho (29%), autônomos e profissionais liberais (30%) e pequenos empresários (38%).
Crítica ao governo atual, a ex-BBB Juliete Freire usou as redes sociais para se posicionar politicamente e contar qual candidato vai levar o seu voto nas eleições presidenciais deste ano. Segundo a famosa, votar no atual presidente está fora de cogitação.
“Talvez muitos não conheçam a minha trajetória. Sou nordestina, cresci em comunidade, filha do ensino público (como a maioria dos brasileiros), única da família a ter curso superior, formada em Direito pela Federal, trabalhei na Defensoria Pública da União, me tornei advogada”, começou a cantora.
“Refletindo o cenário político atual, tenho ressalvas legítimas e naturais sobre todos os candidatos, porém Lula tem a plataforma política que mais condiz com o que penso para o Brasil. Quanto à atual liderança, tenho certeza absoluta do que não quero que se perpetue. Não há como dizer o contrário, não há como calar, o meu voto é no Lula”.
No Twitter, o presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agradeceu o apoio da cantora. “Obrigado pela confiança, Juliette. Vamos trabalhar juntos pela saúde, educação e qualidade de vida do nosso povo. Um abraço”, escreveu.
O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, continua liderando as intenções de voto, mas diminui a distância para o segundo colocado Jair Bolsonaro (PL), é o que mostra a mais recente rodada da pesquisa divulgada pela FSB e BTG Pactual nesta segunda-feira (29).
No último levantamento, no dia 22 de agosto, Lula apresentava 45% da preferência do eleitorado e agora aparece com 43%. Já Bolsonaro se manteve com 36%. A diferença que era de nove pontos, caiu para sete pontos percentuais. O cenário é estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores.
Na terceira colocação aparece Ciro Gomes (PDT), com 9% e em seguida Simone Tebet (MDB), com 4%. Verá Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (PROS) estão empatados com 1%. Felipe D’Ávila (NOVO), Soraya Thronicke (União), Eymael (DC), Sofia Manzano (PCB), Léo Péricles (UP) e Roberto Jefferson (PTB) não pontuaram. Os indecisos são 3% e aqueles que não votam apresentam-se com 4%.
A pesquisa foi feita por telefone entre os dias 26 e 28 de agosto de 2022, com 2 mil pessoas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. E está registrada no TSE com o código BR-08934/2022.
Aproveitando o primeiro dia das campanhas eleitorais, os candidatos à presidência da República cumpriram agenda na região Sudeste. Além disso, os principais concorrentes ao Palácio do Planalto devem se encontrar na noite desta terça-feira (16) na cerimônia de posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes
Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça:
Jair Bolsonaro (PL):
Manhã:
11h30: O presidente participou de uma motociata em Juiz de Fora, em Minas Gerais.
12h30: Bolsonaro realizou pronunciamento para apoiadores.
Tarde:
O candidato não tem compromissos.
Noite:
19h: Bolsonaro participa da cerimônia de posse do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, em Brasília.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT):
Manhã:
O candidato não tem compromissos.
Tarde:
14h: O ex-presidente se encontrou com apoiadores em frente à porta da sede da Volkswagen, em São Bernardo dos Campos, no estado de São Paulo.
Noite:
19h: Lula participa da cerimônia de posse do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, em Brasília.
Ciro Gomes (PDT):
Manhã:
7h: O candidato do PDT fez caminhada em Guaianases, no estado de São Paulo, e conversou com a população
Tarde:
O candidato não tem compromissos.
Noite:
19h: Ciro participa da cerimônia de posse do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, em Brasília.
Simone Tebet (MDB):
Manhã:
10h: A candidata se encontrou com representantes do setor de cultura em São Paulo
Tarde:
A candidata não tem compromissos.
Noite:
19h: Tebet participa da cerimônia de posse do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, em Brasília.
Um levantamento feito pelo portal G1, aponta que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ter quase 1 minuto a mais que Jair Bolsonaro (PL) de propaganda eleitoral gratuita, que será exibida de 26 de agosto a 29 de setembro no primeiro turno.
Os programas dos candidatos a presidente serão veiculados no horário eleitoral gratuito em dois blocos diários de 12 minutos e 30 segundos. Do total, 10% são divididos de maneira igual entre os partidos com candidatos ao Planalto. O restante (90%) é distribuído de forma proporcional ao tamanho da bancada da legenda do candidato.
De acordo com os dados de momento, a coligação “Brasil da Esperança”, de Lula, reuniu nove partidos – as federações Brasil da Esperança (PT, PC do B e PV) e PSOL-Rede, PSB, Solidariedade, Avante e Agir – e deve ter o maior tempo de propaganda eleitoral gratuita. Em cada bloco de propaganda, o candidato do PT deve ter 3 minutos e 28 segundos.
Já Bolsonaro contará com o apoio de três partidos na coligação “Pelo bem do Brasil”: PL, PP e Republicanos. Com isso, o candidato à reeleição deve ter 2 minutos e 36 segundos à disposição.
Juntos, Lula e Bolsonaro devem concentrar quase 49% do tempo de cada bloco. Em razão dos critérios de arredondamento adotados, o tempo oficial pode mudar em relação ao levantamento do G1. Alterações também podem ocorrer se o total de candidatos diminuir ou se houver alguma mudança nas coligações até o término do prazo de registro de candidaturas, que se encerra 15 de agosto.
A previsão é que os números oficiais sejam divulgados no próximo dia 18, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promoverá audiência pública com representantes de partidos e emissoras de rádio e TV.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança nas intenções voto para as eleições de outubro, segundo a pesquisa realizada FSB Comunicação por encomenda do banco BTG divulgada nesta segunda-feira (8). O levantamento mostra também que a distância para o segundo colocado, Jair Bolsonaro (PL) caiu para além da margem de erro.
Lula oscilou 3 pontos para baixo em duas semanas e está com 41%, enquanto Bolsonaro avançou 3 pontos e ficou com 34%. A pesquisa realizou 2.000 entrevistas de 5 a 7 de agosto de 2022. Está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-08028/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. Custou R$ 128.957,83 e foi paga pelo banco BTG Pactual.
Em seguida, seguem os seguintes candidatos: Ciro Gomes (PDT), com 7%; Simone Tebet (MDB), com 3%; André Janones (Avante), com 2% – o candidato deixou a disputa para apoiar o PT; José Maria Eymael (DC), com 1%; e Pablo Marçal (Pros), também com 1%. Felipe D’Ávila (Novo), Vera Lúcia (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP) e Roberto Jefferson (PTB) não pontuaram.
Em um potencial segundo turno, o petista venceria todos os adversários. Lula venceria Bolsonaro por 51% contra 39% do atual presidente. Contra Ciro, o petista venceria por 47% a 32%. No cenário entre o ex-presidente e a senadora Simone Tebet, a diferença é maior: 50% contra 29%.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve a candidatura a um terceiro mandato registrada neste sábado (6) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), informou que seu patrimônio atual é de R$ 7,4 milhões.
O valor é dividido em aplicações, sendo R$ 5,5 milhões em um fundo de previdência privada e o restante em outros investimentos e dois apartamentos, um de R$ 19,1 mil e um de R$ 94,5 mil, além de um carro avaliado em R$ 85 mil.
O valor é menor do que o declarado pelo petista em 2018, quando ele se candidatou, mas não concorreu porque foi barrado pela Lei da Ficha Limpa. Na época, Lula declarou R$ 7,9 milhões, que, corrigidos pela inflação no período, corresponderiam a pouco mais de R$ 10 milhões atualmente.
Quem também declarou um valor menor do que em 2018 foi o vice na chapa de Lula, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB). Quando se candidatou à Presidência pela última vez, ainda pelo PSDB, Alckmin tinha R$ 1,7 milhão em patrimônio. Agora, declarou R$ 1 milhão. *Bahia Notícias.
O candidato à presidência pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que, caso vença as eleições, irá mudar a política de formação de preços da Petrobras. A declaração foi feita na manhã desta quarta-feira (27), em entrevista ao Portal Uol.
Durante o encontro, Lula reafirmou que pretende “recuperar a autossuficiência” do Brasil para o refino do petróleo. Além de que tem a pretensão de a transformar em um dos “motores do desenvolvimento nacional”.
“Eu pretendo mudar a política de preços da Petrobras. Eu pretendo fazer com que os preços da Petrobras sejam em função dos custos nacionais, dos gastos nacionais, porque nós produzimos em real, pagamos salário em real”, disse Lula.
“Ou seja, essa história de PPI, de preço internacional, é para agradar aos acionistas em detrimento de 215 milhões de brasileiros. E a gente pode reduzir o preço sim”, completou.
O ex-presidente também citou a descoberta do pré-sal, que ocorreu durante o seu governo, em 2006. Lula comentou que irá investir em infraestrutura para assegurar a autossuficiência em petróleo.
“É importante lembrar que no nosso governo descobrimos o pré-sal e não foi sorte, foi investimento em pesquisa. Foi um desafio que nos colocamos para fazer com que o Brasil fosse definitivamente autossuficiente”, afirmou.
A Petrobras anunciou nesta quarta uma mudança na sua política de preços sobre os combustíveis, mas manteve a paridade com o mercado internacional
Uma nova rodada de pesquisa, encomendada pelo BTG Pactual e realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, e divulgada nesta segunda-feira (25), coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na dianteira na corrida pelo Palácio do Planalto. No cenário espontâneo para presidente, Lula soma 40% e é seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), que tem 30%. Ciro Gomes é o terceiro na preferência do eleitorado, e aparece com 3%. Simone Tebet não pontuou e “outros” candidatos somaram, junto, 2%. Não sabe ou não respondeu representa 15% e brancos e nulos 4%. Outros 6% responderam que não votariam.
A pesquisa traz outro cenário, na intenção de voto estimulada. Lula também lidera com 44%. Jair Bolsonaro tem 31%; Ciro Gomes 9%; Simone Tebet 2%; André Janones 2% e Pablo Marçal 1%. Felipe D’ávila, Eymael, Vera Lúcia, Sofia Manzano, Luciano Bivar e Leonardo Péricles não pontuaram. Nenhum representa 5%, brancos e nulos 2% e não respondeu ou não sabia 3%.
O levantamento aponta, ainda, um eventual segundo turno entre Jair Bolsonaro e Lula. O ex-presidente leva vantagem e tem a preferência de 54% do eleitorado, contra 36% de Bolsonaro. Nenhum soma 4%, branco/nulo 3% e não sabe ou não respondeu 2%.
Para o levantamento foram ouvidos 2.000 eleitores entre os dias 22 e 24 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-05938/2022.