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Na próxima segunda-feira (6), os advogados do petista vão apresentar manifestação reiterando a tese de que a discussão sobre a elegibilidade não pode ser feita neste momento

Diante da indicação de que o Supremo Tribunal Federal vai acelerar o julgamento do recurso no qual o ministro Edson Fachin embutiu discussão sobre a inelegibilidade de Lula (PT) a um pedido de soltura, a defesa do ex-presidente avalia abrir mão da ação.

De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, na próxima segunda-feira (6), os advogados do petista vão apresentar manifestação reiterando a tese de que a discussão sobre a elegibilidade não pode ser feita neste momento.

A publicação afirma que, caso sintam que o magistrado não vai acatar os argumentos, eles devem desistir do pedido de liberdade.

A defesa do ex-presidente entende que Fachin sinalizou que está disposto a tratar da inelegibilidade de Lula no STF antes do registro das candidaturas, no dia 15, o que não deixaria outra alternativa a não ser desistir do recurso.

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Gleisi Hoffmann pode ser o plano B do partido

O PT (Partido dos Trabalhadores) organiza a convenção da sigla para o próximo sábado (4) e irá anunciar o candidato à Presidência: Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, segundo destaca a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o partido ainda não deve anunciar o vice de Lula.

A definição do nome ficará à cargo da equipe executiva e deve ser apresentado no limite do prazo, em 15 de agosto.

A publicação revela ainda que alguns membros do PT cogitam indicar a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, como opção para a vice de Lula.

No entanto, ainda espera-se que o ex-ministro Jaques Wagner aceite substituir o ex-presidente.

A coluna destaca que Gleisi representa uma opção para aqueles que não tem simpatizam com o ex-prefeito Fernando Haddad (PT-SP).

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Ministros acreditam que o caso de Lula deve ter a primeira sentença de impugnação da candidatura até o início da propaganda eleitoral

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve impedir o ex-presidente Lula de aparecer como candidato no programa de TV do PT, mesmo que o julgamento do pedido para concorrer não tenha sido finalizado.

Ministros ouvidos pela coluna da Mônica Bergamo acreditam que o caso de Lula deve ter a primeira sentença de impugnação da candidatura até o dia 31 de agosto, quando começa a propaganda eleitoral.

O ex-presidente tem duas opções caso o TSE mantenha a decisão. Ele pode indicar o substituto já no dia 31 ou deixar que o vice ocupe a maior parte do tempo do PT na TV até o julgamento de todos os recursos.

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Ex-governador da Bahia tem dito reiteradamente que é pré-candidato ao Senado na chapa de Rui Costa

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi informado de que é definitiva a decisão do ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), de não disputar o Palácio do Planalto, segundo a Coluna do Estadão.

De acordo com a publicação, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, virou agora o único plano do PT para disputa presidencial.

Wagner já tinho dito reiteradamente na imprensa que não aceitava concorrer à Presidência e que era pré-candidato ao Senado na chapa do governador Rui Costa (PT).

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O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) recusou hoje (25) o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que pedia o afastamento do juiz Sérgio Moro de dois processos que tramitam na 13ª Vara Federal de Curitiba.

O petista é investigado em duas ações que ainda não foram julgadas, uma sobre o recebimento de propina por meio de obras do sítio de Atibaia e outra sobre desvio de recursos pela compra de terreno para a construção do Instituto Lula.

No dia 4 de julho, o TRF-4 já havia negado o mesmo pedido. A defesa de Lula entrou, então, com pedidos embargo da decisão que não foram admitidos para julgamento.

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Ex-presidente escreveu artigo publicado na edição de hoje (19) do jornal Folha de São Paulo

Em artigo publicado hoje (19) no jornal Folha de São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da silva (PT) reiterou que é candidato ao Palácio do Planalto, apesar de estar preso após ser condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

“Os maiores interessados em que eu dispute as eleições deveriam ser aqueles que não querem que eu seja presidente.Querem me derrotar? Façam isso de forma limpa, nas urnas”, disse.

Na publicação, o petista volta a jurar inocência e desafia os que acusam de mostrar provas contra ele. “Por que falam em ‘atos de ofício indeterminados’ no lugar de apontar o que eu fiz de errado? Por que falam em apartamento ‘atribuído’ em vez de apresentar provas de propriedade do apartamento de Guarujá, que era de uma empresa, dado como garantia bancária? Vão impedir o curso da democracia no Brasil com absurdos como esse?”, questiona.

Lula fala sobre o governo Temer e critica as negociações em torno da Embraer. “Um governo ilegítimo corre nos seus últimos meses para liquidar o máximo possível do patrimônio e soberania nacional que conseguir —reservas do pré-sal, gasodutos, distribuidoras de energia, petroquímica—, além de abrir a Amazônia para tropas estrangeiras. Enquanto a fome volta, a vacinação de crianças cai, parte do Judiciário luta para manter seu auxílio-moradia e, quem sabe, ganhar um aumento salarial”, condenou.

O ex-presidente conclui com a afirmação de que mantém a “fé nos brasileiros”. “Podem me prender. Podem tentar me calar. Mas eu não vou mudar esta minha fé nos brasileiros, na esperança de milhões em um futuro melhor. E eu tenho certeza de que esta fé em nós mesmos contra o complexo de vira-lata é a solução para a crise que vivemos”, ressaltou.

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Proposta foi discutida de forma reservada com ministros insatisfeitos do Supremo Tribunal Federal

Mesmo em recesso, o Tribunal Superior Eleitoral pode decidir ainda neste mês sobre pedido de dois coordenadores do Movimento Brasil Livre para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja declarado inelegível.

Segundo o G1, os integrantes do MBL querem que a Corte eleitoral decida sobre o tema antes mesmo do registro das candidaturas, que encerra no dia 15 de agosto.

Os ativistas pedem, ainda, a proibição do registro de candidatura, de atos de campanha e a citação do nome de Lula em pesquisas.

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A cúpula do PT quer que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indique o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), para disputar o Palácio do Planalto, segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo.

De acordo com a publicação, os petistas têm lembrado que o coordenador de campanha do PT é Sergio Gabrielli, ex-secretário de Planejamento no governo de Wagner, de 2012 a 2015.

Irritação – Já a Coluna do Estadão informa que os dirigentes petistas ficaram irritados com o encontro de Wagner com o presidente nacional do PR, Valdemar Costa Neto. Isto porque o ex-governador da Bahia teria sinalizado ao republicano que o PT poderia ceder a cabeça da chapa presidencial ao empresário mineiro Josué Alencar.

Antes de levar a proposta a Valdemar, Wagner já havia apresentado a tese ao PT, que rechaçou.

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Morto em 2013, o líder da luta antiapartheid faria 100 anos em 18 de julho

A cúpula do PT organiza um ato de protesto em Curitiba, no próximo dia 18, para marcar os 100 dias de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo o jornal Estado de São Paulo, a ordem do comando petista é para que os manifestantes associem a data do protesto ao aniversário do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela.

Morto em 2013, o líder da luta antiapartheid faria 100 anos em 18 de julho. Na prática, porém, os 100 dias de Lula no cárcere serão completados um pouco antes, no próximo dia 15.

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O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, defendeu nesta segunda-feira (9), a atuação da Polícia Federal (PF) no último domingo (8), em meio à confusão de decisões judiciais mandando soltar e manter na prisão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A demora na liberação de Lula após os despachos mandando soltá-lo foram alvo de protestos dos petistas.

Questionado se poderia haver algum tipo de responsabilização da PF por causa da demora em soltar o ex-presidente, o ministro foi taxativo. “A PF cumpriu estritamente a lei, num momento muito difícil, complicado, de conflito de competências, no Poder Judiciário”, afirmou ele ao jornal Estado de S. Paulo.

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