O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Thompson Flores Lenz, decidiu na noite de hoje (8) manter o ex-presidente Lula (PT) preso. O petista foi condenado a 12 anos e um mês de prisão.
Flores alega que a pré-candidatura de Lula não é um fato novo, como argumentou Favreto.
“Os fundamentos que embasam o pedido de Habeas Corpus n. 5025614-40.2018.4.04.0000/PR não diferem daqueles já submetidos e efetivamente analisados pelo Órgão Jurisdicional Natural da lide. Rigorosamente, a notícia da pré-candidatura eleitoral do paciente é fato público/notório do qual já se tinha notícia por ocasião do julgamento da lide pela 8ª Turma desta Corte. Nesse sentido, bem andou a decisão do Des. Federal Relator João Pedro Gebran Neto”.
Ao longo do dia, uma série de liminares pró e contra Lula foram determinadas.
Com o ex-presidente Lula impedido de disputar as eleições para o palácio do Planalto, por efeitos da Lei da Ficha Limpa, o PT pretende divulgar o nome do plano B do partido como candidato 10 dias antes do fim da campanha na TV.
Segundo a coluna do Estadão, a legenda avalia que seus quatro minutos na tela são suficientes para apresentar o substituto.
De acordo com informações de bastidores, embora ele negue e chame de boato, o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, continua como principal nome ao posto. O petista mantém viva a pré-campanha ao Senado.
O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, um dos articuladores da chapa também está entre os favoritos do de Lula.
O ex-presidente Lula (PT) será interrogado novamente pelo juiz federal Sérgio Moro no dia 11 de setembro.
Em ofício expedido hoje (27), o magistrado responsável pela Operação Lava Jato determinou que a Polícia Federal tome as providências necessárias para escoltar o petista até a sede da Justiça Federal no Paraná.
Caso permaneça preso até lá, será a primeira vez que o ex-presidente deixará a cela da Superintendência da PF, em Curitiba, desde a prisão, em 7 de abril.
Lula cumpre pena de 12 anos e um mês pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do apartamento tríplex em Guarujá (SP).
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar um pedido de liberdade apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A confirmação da data foi anunciada pelo presidente da Casa, o ministro Ricardo Lewandowski, nesta terça-feira (19).
Os advogados do petista pedem que ele aguarde em liberdade enquanto os recursos são julgados nas instâncias superiores. eles também querem que a inelegibilidade gerada com a condenação em segunda instância seja suspensa.
A data do julgamento já havia sido indicada na semana passada pelo relator da Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin, mas a confirmação dependia de Lewandowski, como explica o G1.
O ex-presidente Lula foi condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A pena é de 12 anos e 1 mês, em regime inicialmente fechado. O petista está preso desde abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR).
A decisão que gerou a prisão de Lula foi do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4). Segundo a denúncia, o ex-presidente recebeu um triplex em Guarujá (SP) da OAS em troca de contratos entre a empresa e a Petrobras. Lula nega e afirma que não foram apresentadas provas.
O ex-presidente Lula foi sondado sobre um possível acordo para deixar a prisão, de acordo com o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
“Acenaram para o Lula com um acordo”, contou Haddad , “abre mão de sua candidatura que você sai da cadeia, que a gente liberta você”.
De acordo com o IG, Lula, narrou Haddad, disse não, e acrescentou: “me apresentem uma prova [de que ele agiu de forma corrupta] que eu abro mão da minha candidatura”.
Haddad, que tem sido apontado em pesquisas eleitorais como possível substituto de Lula caso o ex-presidente tenha sua candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral, não apresentou mais detalhes sobre o suposto acordo.
Pré-candidato a presidente pelo Psol, Guilherme Boulos foi intimado pela Polícia Federal a prestar depoimento, quinta (7), sobre a a ocupação ao tríplex atribuido ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).
Boulos é o líder do movimento, e a invasão aconteceu em abril deste ano. O apartamento, que fica em Guarujá (litoral de São Paulo), levou à condenação e à prisão do ex-presidente.
A ação durou quase quatro horas e terminou após a Polícia Militar dar um prazo para que os militantes deixassem o imóvel.
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de acabar com a prerrogativa de foro para congressistas ampliou as opções de “plano B” no PT caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja impedido de disputar a eleição.
De acordo com a Coluna do Estadão, a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, entrou na lista de cotados. A senadora tem sinalizado que irá disputar vaga de deputada federal, mas, sem a garantia de que manterá seus casos no STF, pode acabar assumindo a vaga de candidata ao Planalto. o ex-governador da Bahia Jaques Wagner planeja disputar o Senado e diz que não aceitará outra missão.
Ainda segundo a coluna, Gleisi e Wagner seriam os únicos que, na avaliação de Lula, teriam coragem de assinar o indulto para livrá-lo da prisão e de rever a lei da delação premiada. Fernando Haddad não cumpriria tarefas como essas.
O cantor baiano Gilberto Gil vai prestar depoimento como testemunha no processo sobre o sítio de Atibaia, informou o UOL. O pedido foi feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e autorizada pelo juiz Sergio Moro.
O ex-ministro da Cultura no goverdo de Lula vai depor no dia 11, às 14h, por videoconferência feita no Rio. A defesa pediu que Gil substituísse Miriam Belchior, ex-ministra do Planejamento, como testemunha.
O PT apresentará a pré-candidatura de Lula para presidente no dia 9 de junho em Belo Horizonte. Ainda de acordo com a coluna Expresso, da revista Época, apesar de decisão, o partido está dividido sobre os rumos que deve tomar para as eleições: radicalizar à esquerda ou compor com o centro? O debate será levado ao ex-presidente, que está preso em Curitiba.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Curitiba (PR), escolheu o dia 27 de maio para o lançamento de sua pré-candidatura à Presidência em todo o Brasil. A informação foi repassada pelo deputado federal Wadih Damous (PT), que visitou o petista na manhã desta segunda (21) na condição de seu advogado.
O parlamentar afirmou à militância do acampamento Lula Livre, nos arredores da PF, que o ex-presidente pediu para enfatizar que no dia 27 o lançamento ocorrerá em cada cidade brasileira onde o PT está organizado.
“Pouco importa se em cada ato tenha 10 pessoas, tenha 5 pessoas, tenha 500 pessoas. O importante é o somatório em todo o Brasil de cada um desses atos, para deixar claro que o presidente Lula é o nosso candidato”, disse Damous.
O deputado também afirmou que Lula está bem-humorado, ainda que indignado. “Está bem abrigado, está bem agasalhado, tem praticado exercícios, está bem-humorado. Agora, é claro que ele está indignado com essa perseguição que se abate sobre ele.”
Segundo Damous, Lula voltou a dizer que não quer receber um indulto, mas sim o reconhecimento de sua inocência.
Na última sexta-feira (18), a juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução penal do petista, cumpriu decisão do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) que deferiu pedido da OAB do Paraná para assegurar a Damous o direito ao exercício profissional como advogado de Lula. Com informações da Folhapress.