“Nesse friozinho só mesmo dançando forró para esquentar. E para nós, é uma alegria estarmos presente na nossa terra, levantando a bandeira do forró pé de serra”, afirmou o vocalista Israel Lacerda da Banda Chega Mais que abriu a segunda noite do Arraiá da Conquista
Depois, foi a vez de Chris Pimenta colocar o público para forrozear. Natural de Brumado e tocando pela primeira no Arraiá da Conquista, Chris elogiou a iniciativa da Prefeitura: “Isso é alimentar a cultura, não deixá-la morrer e eu sempre aplaudo as Prefeituras que realmente investem em manter as tradições. Conquista está de parabéns!”.
Em seguida, um conquistense de coração, que carrega em seu nome artístico a cidade de origem, não deixou ninguém parado. Rege de Anagé apresentou clássicos de Luiz Gonzaga, Flávio José e Mão Branca e transformou o espaço num verdadeiro arraiá.

Quadrilha Luzes do Nordeste também se apresentou na segunda noite do Arraiá
A banda itabunense Forró do Karoá também homenageou ícones do forró tradicional.
Tendo se apresentado em diversas cidades pelo país, Almir Amaral, compartilha da mesma opinião de Vidal. Pela primeira vez, ele subiu ao palco principal da festa. “Estou muito feliz em poder participar. Acho importante valorizar os artistas da terra e, principalmente, o forró tradicional
Completando a grade da noite, Erlan. Sanfoneiro, cantor e compositor, Erlan faz parte da nova geração de forrozeiros de Vitória da Conquista.
Com fotos e informações da SECOM/PMVC
Glauber Rocha lotado na primeira noite do Arraiá da Conquista. Edigar Mão Branca foi o grande destaque da noite cantando seus sucessos e colocando todos no clima junino.
Ainda subiram ao palco da festa Fulôr do Cangaço, Alex Baducha, Rony Barbosa e Almir Amaral.
E hoje (sábado), a partir das 19h, tem mais com Genival Lacerda, Narjara, Vitor Moriá, Bruno Brasil e Forró Chegança.

Rege de Anagé– Desde cedo, Reginaldo Soares já demonstrava, lá em Anagé, inclinação para a música. Hoje, com projeção nacional, o cantor Rege de Anagé possui uma voz que ecoa pelos festejos juninos com um repertório que coloca em evidência os costumes e as belezas da vida no interior do Brasil. No show do Arraiá da Conquista, ele vai fazer o povo dançar, com uma seleção musical cheia de surpresas.
Chega Mais– Influenciados por Luiz Gonzaga, um grupo de jovens amigos se reuniu para criar uma banda de forró, daí nasceu a Chega Mais. Sem romper com o tradicional, o grupo traz a pegada nordestina do forró pé-de-serra para o Arraiá da Conquista. Além de apresentar as famosas canções juninas, eles incluem nomes recentes no repertório, como Targino Gondim, Estakazero e Falamansa, além de canções autorais.
Chris Pimenta – Dedicado ao sertanejo e ao forró universitário, Chris Pimenta foi inspirado pelo pai a entrar para o mundo da música. Já está há mais de 15 anos na carreira artística, se espelhando em grandes nomes da música brasileira e internacional, sem deixar de lado as tradições juninas, pelas quais é apaixonado. Para o São João, preparou um show que mostra a sua versatilidade no palco, com canções que fazem parte da sua história de vida e da sua trajetória musical.
Forró do Karoá– Com os seus instrumentos, o grupo itabunense, criado em 1999, exalta a cultura brasileira, acrescentando novos elementos à música tradicional sem deixar morrer a raiz semeada por Luiz Gonzaga e regada por artistas como Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino, Dominguinhos, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Flávio José e outros. O repertório também inclui composições próprias.
Erlan – Sanfoneiro, cantor e compositor, Erlan faz parte da nova geração de forrozeiros de Vitória da Conquista. Já está no seu quinto disco, todos dedicado ao ritmo nordestino, e tem uma vasta história em festejos juninos. Nesse ano, o repertório de Erlan é uma homenagem a Luiz Gonzaga e Dominguinhos, as grandes referências da sua carreira.
Na Vila Junina: Canta Brasil, Calor do Norte e Lino do Acordeon.
Os shows têm início às 19 horas e os portões estarão abertos ao público a partir das 18 horas.
Fonte: SECOM/PMVC
O Arraiá da Conquista começa a sua programação com atrações regionais e convidadas, colocando em destaque o trio mais famoso do Nordeste: a sanfona, a zabumba e o triângulo. Confira as atrações que vão fazer o povo dançar nesta sexta-feira:
Edigar Mão Branca – Um artista brotado no solo fértil da música nordestina, regado ao adubo da seiva nobre dos saudosos Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Jacinto Silva – o rei do sincopado, e de muitas outras árvores frutíferas nascidas neste rico pedaço do Brasil. Edigar Mão Branca, no disco e no palco, faz forró de respeito, com respeito ao forró. Assumidamente um cabra de pé de serra, de vaquejada e tirada de leite. No Arraiá da Conquista, ele irá celebrar as tradições populares e a vida do homem da roça, dos trabalhadores do campo. Nasceu pra ser vaqueiro, faz um forró federal, é um verdadeiro farejador de festa, mas ele gosta mesmo é de ser reconhecido como um forrozeiro!
Alex Baducha – Músico, produtor e arranjador musical, Alex Baducha sempre surpreende no palco com um repertório que reverencia os grandes nomes da música popular brasileira. No Arraiá da Conquista, homenageará a cultura nordestina e seus diferentes ritmos.
Fulor do Cangaço– Há mais de uma década, a Fulor do Cangaço faz o autêntico forró-pé-de-serra em Vitória da Conquista e região. Nesse ano, a banda que tem à frente um grupo de mulheres, apresenta uma nova história no palco do Arraiá da Conquista. Só uma coisa não mudou: elas continuam fazendo com muito charme e capricho as canções eternizadas por Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Trio Nordestino, Jackson do Pandeiro, entre outros.
Rony Barbosa– Com sanfona no peito e voz marcante, Rony Barbosa anima muitas festas juninas do interior da Bahia e pelo norte mineiro. Com a música “Começou o forró”, se consagrou entre os grandes nomes da região de Conquista e, por onde passa, defende a cultura nordestina, bandeira que foi abraçada pela família. Começou a subir nos palcos, ao lado do pai, ainda menino; tocava triângulo e se arriscava nos vocais. Hoje, conquistou o seu próprio público e, por onde passa, coloca o povo pra dançar.
Almir Amaral – Nascido na roça, em uma família de sanfoneiros, Almir foi influenciado pelo som do instrumento que domina as festas juninas, tanto que começou a tocar a sanfona aos 10 anos de idade. Viajando pelo mundo a fora, conquistou prêmios em vários festivais, além de dividir o palco com grandes nomes da música brasileira. Ao longo da sua carreira, se apresentou em diferentes estados do Brasil, sempre fazendo o verdadeiro forró e honrando suas raízes.
Na Vila Junina: Unixote e Forró Matuto.
22/6 (sábado): Chega Mais, Chris Pimenta, Rege de Anagé, Forró do Karoá e Erlan
23/6 (domingo): Forró Chegança, Bruno Brasil, Genival Lacerda, Vitor Mariá e Narjara
24/6 (segunda): Gaúcho Larry, Cacau com Leite, Robertinha, Xamêgo Proibido e Andrade de Sertânia
Os shows têm início às 19 horas e os portões estarão abertos ao público a partir das 18 horas.
Fonte: SECOM/PMVC
A 18ª edição do Brega Light vai ser marcada pela diversidade musical. O evento acontece nos dias 23 e 24 de junho, em Ibicuí, e vai reunir no palco Zé Neto e Cristiano, Gusttavo Lima, Léo Santana, Jonas Esticado, Wesley Safadão, Donas do Bar, Trio da Huanna, Lambasaia, Parangolé, Tayrone, Diego e Victor Hugo, Dennis Dj e Dorgival Dantas.
Serviço
Brega Light 2019
Dias: 23 e 24 de junho (No dia 24/06 com serviço open bar)
Horário: A partir das 12h
Local: Fazenda Brega Light – Ibicuí (BA)
Vendas: Através do site www.bregalight.com.br ou nos pontos de venda distribuídos pelas cidades Barreiras, Eunápolis, Feira de Santana, Ibicaraí, Ibicuí, Iguaí, Ilhéus, Itabuna, Itapetinga, Itororó, Jequié, Nova Canaã, Poções, Salvador e Vitória da Conquista.
A Justiça de São Paulo determinou que Frank Aguiar, 48 anos, pode voltar a fazer shows pelo país. O músico estava impedido de se apresentar em virtude de uma disputa judicial contra a DGB Logística (ex- gravadora Abril Music) por conta de direitos autorais da música Pé de Bode.
De autoria dos compositores José Dercídio dos Santos e Aparecido Donizeti Feiria, a canção foi creditada no disco de Frank em nome de Antonio Carlos e Jocafi. Os reais autores, então, processaram a Abril Music, que pagou os direitos devidos e nas prensagens seguintes do disco passou a incluir a informação correta.
Depois, a gravadora decidiu cobrar de Frank Aguiar o dinheiro pago aos compositores porque o cantor, por meio de sua empresa, assinou um contrato com a gravadora se responsabilizando por todas as questões de direito autoral nas canções que fosse incluir no álbum.
Procurado pela coluna Mônica Bergamo, Aguiar disse que ainda mora na mesma residência fixa, possui agenda pública e desconhece o assunto.
Fonte: Zero Hora
Por força de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a guerra de espadas em Senhor do Bonfim, no norte da Bahia (19), está proibida. O ministro Luiz Fux manteve a decisão liminar que proíbe a guerra de espadas. Na decisão, Fux cita uma medida da ministra Carmen Lúcia, de maio de 2018, indicando o risco de mortes para as praticantes.
No documento, ele repetiu uma medida da ministra Carmen Lúcia, tomada em maio de 2018, que fala sobre o risco de morte dos praticantes da guerra de espadas. O pedido de suspensão da liminar foi feito pela Prefeitura de Senhor do Bonfim sob o argumento que a proibição prejudica a economia do município, porque implica diretamente na redução das receitas e na diminuição do turismo no período dos festejos juninos.
Para Fux, o pedido não plausibilidade na alegação. A mesma avaliação já havia sido feita pela ministra Carmen Lúcia no ano passado. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) já havia recomendado no início do mês a proibição da guerra de espadas.
Corpus Christi significa Corpo de Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.
A festa de Corpus Christi acontece sempre 60 dias depois do Domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão à quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.
O Corpus Christi não é feriado nacional, tendo sido classificado pelo governo federal como ponto facultativo. Isso significa que a entidade patronal é que define se os funcionários trabalham ou não nesse dia, não sendo obrigados a dar-lhes o dia de folga.

Tradição dos tapetes
Durante esta festa são celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão onde é conduzido geralmente pelo Bispo, ou pelo pároco da Igreja, o Santíssimo Sacramento que é acompanhada por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.
A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas, é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.
Origem do Corpus Christi
A festa do Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV no dia 8 de Setembro de 1264.
A procissão de Corpus Christi lembra a caminhada do povo de Deus, peregrino, em busca da Terra Prometida. O Antigo Testamento diz que o povo peregrino foi alimentado com maná, no deserto. Com a instituição da eucaristia o povo é alimentado com o próprio corpo de Cristo.
A cidade pertence a todos – O vereador Professor Cori (PT), autor da proposta, afirmou que a audiência objetiva sensibilizar a gestão municipal para essa causa e frisou o convite feito às autoridades, inclusive por meio do Líder do Governo na Casa, Luis Carlos Dudé (PTB). O vereador declarou que a Câmara e seu mandato cumprem o papel de “dar voz à população de Vitória da Conquista”.
Fechamento é mais vantajoso – Representando o Movimento essa Conquista é Nossa, o esportista e radialista Júnior Patente apresentou um estudo sobre vantagens para manter o fechamento da Avenida Olívia Flores nos domingos e feriados. Ele lembrou que o primeiro fechamento da avenida para prática esportiva aconteceu em 2016: “Daí em diante só fomos perdendo espaço. Em abril de 2018 tivemos a redução de 200 metros do percurso original, em julho de 2018, com a inauguração da Avenida Perimetral, perdemos mais 850 metros”.
Alteração é um retrocesso – Bruno Gusmão Menezes (Bike) afirmou que esse impasse é uma volta no tempo. Ele lembrou que houve muito esforço para que a Olívia fosse fechada aos domingos. Bruno frisou que é uma luta também dos ciclistas conquistenses, categoria que tem pouco espaço. Segundo Bruno, em 2016 a decisão de fechar um trecho da via foi uma vitória, que agora sofre um retrocesso. A mudança no trecho que era fechado também foi criticada. Para ele, não é adequado. Bruno pediu a manutenção do fechamento e a criação de outros espaços para a prática de esporte.
Perda de espaço dificulta uso da via – Larissa Santos, representando os patinadores, defendeu a volta do fechamento de toda a Av. Olívia Flores lembrando que o espaço destinado atualmente dificulta a prática do esporte. Ela contou um pouco sobre o trabalho dos patinadores e pediu mais apoio do poder público para segurança dos esportistas.
Olívia já se tornou referência para o esporte – Para Fábio Oliveira voltar a esse tema é triste. Ele lembrou que a prática de corrida tem se tornado frequente no município, ganhando cada vez mais adeptos. Oliveira frisou que, com a decisão de 2016, não havia necessidade de retornar a esse debate. Para ele, a modificação de agora é ruim e o espaço que sobrou é inadequado. Segundo Bruno, a Olívia já se tornou um espaço cativo para a prática de esportes, outra justificativa contra a mudança feita pela prefeitura.
Shopping defende o diálogo – O Superintendente do Shopping Boulevard, Éber Paim, explicou que não há nenhuma interferência do estabelecimento na questão da redução do espaço fechado. “O shopping deixou de ser só um centro de compras, hoje tem cultura, entretenimento, vários eventos”, contou. Éber disse ainda que a posição do shopping é de que ocorra sempre o diálogo. “Hoje, antes de vir estive com Marcelo, batemos um papo. Ligamos para Jackson [Yoshiura] (secretário de Mobilidade Urbana). Ele nos atendeu muito bem. Me falou que tem avaliado outras possibilidades” e colocou a estrutura e as vias do shopping à disposição.
Avenida se tornou espaço de integração – Aline Godinho, representou as famílias que frequentam a avenida aos domingos. Ela falou que são muitas e que responsáveis acompanham crianças por toda a extensão da parte fechada da avenida. Ela frisou que o espaço se tornou um importante local de integração familiar. “São famílias que estão ali”, disse.
Fechamento não atrapalha – André Nogueira, empresário na Olívia Flores, lembrou do momento em que recebeu a notícia, do então prefeito Guilherme Menezes, de que a via seria fechada nas manhãs de domingo e feriados. “Por três anos fizemos corridas, depois disso outras pessoas deram seguimento, promovendo o esporte na cidade, no início achei que aos poucos seria ampliado para toda avenida. Mas fomos surpreendidos com a diminuição”, lamentou. Ele afirmou que o esporte não atrapalha, “é apenas uma vez por semana”. E contou que, como membro do Conselho de Turismo, levará para a próxima reunião a discussão.
O momento é para retomar o diálogo – Patrícia Musse afirmou que o fechamento da Olívia tem uma aprovação expressiva. Ela afirmou que o prefeito Herzem Gusmão a procurou para conversar sobre a situação e acredita que nesse momento é preciso retomar o diálogo. Musse falou da importância do esporte para a saúde, física e emocional, e afirmou que espera que o município seja contemplado com espaços próprios para a prática de esporte. Ela ainda frisou que está disposta a apoiar causas semelhantes como a revitalização da Lagoa das Bateias. Em fala, agradeceu o apoio da Câmara, especialmente do vereador Professor Cori, que propôs a audiência.
Lei deve garantir acesso à avenida – Flávio Farias criticou a decisão discricionária do prefeito em modificar o trecho que era fechado. Ele propôs um projeto de lei chamado “Espaço Conquista” e entregou um esboço ao vereador Cori. Para Flávio, é uma forma de garantir, por meio de lei, o direito dos cidadãos à avenida.
Avenida pode oferecer alternativas – Marcelo Moreira defendeu o fechamento de um outro trecho, próximo à Justiça Federal. Para ele, é uma forma de resolver o impasse, oferecendo conforto e segurança a quem usa esse trecho aos domingos.
Falta bom senso – O ex-vereador Ricardo Babão declarou que falta bom senso ao prefeito. Ele afirmou que não entende a decisão do gestor em alterar o fechamento da via. Para Babão, a saída é um aprovar uma lei que garanta o espaço conquistado.
A quem interessa o fim do fechamento da Olívia – Clóvis Piau começou seu pronunciamento questionando “a quem interessa fechar a Av. Olívia Flores? Estão tirando a Olívia da gente”. Ele falou que diversas avenidas famosas do país estão sendo fechadas para prática esportiva. Ele citou o caso do Rio de Janeiro, onde um trecho do Aterro do Flamengo até o Leblon é fechado. “Conquista não pode fechar um trecho de 3 km?”, detalhou. Para Piau, o fim do fechamento interessa aos donos de construtoras, quem vende terreno, administradores de condomínios e não as famílias, esportistas e pessoas que frequentam o local. “Quando participamos de corrida, levamos o nome da cidade”, falou e cobrou do Legislativo um posicionamento a favor da população.O forró já começou, e nesta semana o Centro Glauber Rocha vai se transformar em um grande salão do arrasta pé. O Arraiá da Conquista conta com atrações regionais, valorizando o autêntico forró e os artistas da cidade.
Além do forró na praça nove de novembro e no centro cultural Glauber Rocha, a Prefeitura também estará apoiando os barracões montados nos onze distritos da zona rural.
Confira as atrações do Arraiá da Conquista no centro Glauber Rocha:
21/6 (sexta): Alex Baducha, Fulor do Cangaço, Edigar Mão Branca, Rony Barbosa e Almir Amaral
22/6 (sábado): Chega Mais, Chris Pimenta, Rege de Anagé, Forró do Karoá e Erlan
23/6 (domingo): Forró Chegança, Bruno Brasil, Genival Lacerda, Vitor Mariá e Narjara
24/6 (segunda): Gaúcho Larry, Cacau com Leite, Robertinha, Xamêgo Proibido e Andrade de Sertânia
por Caique Santos, do blog
Os estudantes da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em assembleia extraordinária realizada nesta segunda-feira (17), decidiram pela paralisação das atividades durantes os dias 18,19, 25,26,27,28,29 de junho. De acordo com um comunicado divulgado pelo Diretório Central dos Estudantes, entre os motivos que levaram a essa decisão está o fato de o calendário aprovado pela reitoria da universidade “não levar em consideração a realidade dos estudantes que moram em outras cidades e que viriam a ter que gastos exorbitantes com passagens devido à quantidade de intervalos e feriados no período de dias de aulas dos dias 17 de junho ao dia 03 de julho”.
Os estudantes disseram ainda que os ônibus contratados por prefeituras ou associações que trazem e levam estudantes que se deslocam todo dia para Vitória da Conquista, irão parar durante o recesso Junino, deixando esses sem condições de se locomoverem até a universidade. Outra questão apresentada pela plenária é a situação dos discentes que participam do Programa de Iniciação à Docência (PIBID) que seguem o calendário das escolas estaduais e não terão recesso no final do semestre de 2018.2 e começo 2019.1, sendo esse agora o único período possível para este fim.