Na manhã desta terça-feira, 20, a Bancada de Oposição recebeu a diretoria do Sindicato do Magistério Municipal Público (Simmp) para uma reunião, a fim de ouvir as demandas da categoria. Na oportunidade, os vereadores receberam, do sindicato, o Termo de Repactuação das Relações de Trabalho – Ano 2021, no qual o sindicato apresenta as demandas da categoria, entre elas:
Cumprimento do Piso Nacional;
Desachatamento da tabela;
Suspensão dos cortes salariais dos incentivos;
Recomposição das perdas salariais acumuladas desde 2018.

Líder da Bancada de Oposição, o vereador Valdemir Dias (PT) explicou que o pedido dos professores é de recomposição salarial, já que desde 2018 não recebem aumento salarial. “O Simmp está pedindo a reposição das perdas de 2018 pra cá, a tabela do professor foi totalmente destruída, diminuindo trabalho, fazendo inúmeros cortes de direitos adquiridos”, esclareceu. “O sindicato também está cobrando o mínimo de estrutura para as aulas remotas. A prefeitura até o momento não deu nenhuma resposta para os professores”, apontou o parlamentar.
Durante a reunião, a Bancada de Oposição, que estava representada também pelos vereadores Alexandre Xandó (PT), Andreson Ribeiro (PCdoB), Chico Estrella (PTC) e Ricardo Babão (PCdoB), se colocou à disposição para defender os interesses da categoria na Casa.
Um dos tópicos a ser investigados pela CPI da Covid é a viagem de uma comitiva brasileira a Israel, em março deste ano. Um dos integrantes do grupo foi o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
Segundo o blog de Octavio Guedes, no G1, no roteiro de investigação definido pelos senadores, o item 14 tem como título “Viagem a Israel para…”. Com isso, a CPI vai requerer ao Ministério das Relações Exteriores documentos que expliquem os objetivos e o resultado da viagem, que passou a ser tratada como “Covid Tour”. Além disso, os parlamentares querem saber o custo da viagem e as reuniões realizadas.
Oficialmente, a motivação para a ida a Israel foi conhecer um spray nasal que estaria sendo desenvolvido no país como substância de combate ao coronavírus.
Além de Eduardo Bolsonaro, outras nove pessoas integraram a comitiva, entre elas o então chanceler Ernesto Araújo. Ele protagonizou o maior momento de destaque na viagem quando foi chamado atenção por não usar máscara. *Bahia Notícias.
A política conquistense voltou a ser assunto no programa Redação Brasil desta terça-feira (20). Os comunicadores Deusdete Dias e Ricardo Gordo comentaram as novas mudanças que acontecem no esquadrão de secretários da prefeitura municipal, além de novas articulações políticas que são feitas na gestão da prefeita Sheila Lemos.
Ouça a reportagem:
O Conselho Municipal de Saúde (CMS) e a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, tiveram, na manhã desta segunda-feira (19), a primeira reunião do ano, para tratar das demandas da entidade e avaliar os encaminhamentos dados à Saúde do município. A prefeita recebeu, no gabinete, os membros do CMS, acompanhados da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores.
Sheila Lemos destacou a importância do Conselho de Saúde e afirmou que é compromisso da gestão fortalecer a política de diálogo e parceria com as diversas entidades de representação social de Vitória da Conquista.
“Reafirmamos que o diálogo é o melhor caminho para se resolver todos os problemas. Vamos ouvir e buscar trabalhar em parceria com o Conselho de Saúde e com todos os conselhos do município, para que a gente consiga continuar realizando uma gestão voltada para as pessoas”, ressaltou a prefeita.
A presidente do CMS, Lúcia Dórea, avaliou o encontro – que teve também a presença da secretária da Saúde, Ramona Cerqueira, e do chefe do Gabinete Civil, Lucas Dias – como positivo: “A prefeita nos recebeu com muito compromisso, assumindo aqui, com todos nós, o compromisso de que o conselho será ouvido e respeitado nesta gestão.”
A vereadora Márcia Viviane, da Comissão de Saúde da Câmara, manifestou opinião semelhante sobre a conversa e o posicionamento do governo municipal. “A reunião foi extremamente positiva. Um importante momento, em que o conselho vem apresentar para a gestora municipal a importância do papel do controle social”, comentou Viviane.
Membros da CPI da Covid trabalha para que os primeiros requerimentos sejam para convocar três ex-ministros e buscar por material do Ministério Público Federal (MPF) e do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a atuação do governo no combate à pandemia. Conforme anunciou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), o colegiado deve iniciar os trabalhos já nesta semana, na terça (20) ou quinta (22).
De acordo com a Folha de S. Paulo, as prioridades das sessões iniciais da comissão devem ser as convocações de Eduardo Pazuello, que era responsável pelo Ministério da Saúde, Ernesto Araújo, que chefiava a pasta das Relações Exteriores, e Fernando Azevedo, que comandou a Defesa. Senadores também discutem a convocação do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A compra de vacinas também está na mira desse começo de trabalho da comissão.
A ideia dos parlamentares é ainda mapear logo no começo as ações do Executivo na aquisição de remédios para tratamento precoce, como a hidroxicloroquina, para verificar quanto de dinheiro público foi usado na compra de medicamentos sem eficácia comprovada.
Outro objetivo de membros da oposição e dos independentes nas primeiras semanas é tentar comprovar que o Planalto agiu de maneira deliberada em busca da denominada “imunidade de rebanho”, na contramão da orientação de especialistas na área.
Além de investigar a condução de Bolsonaro no enfrentamento do coronavírus, a comissão deverá colher depoimento de instituições da sociedade civil, como planos de saúde e algumas associações médicas, que também estimularam o uso de remédios que não têm comprovação científica.
Em outra frente, os senadores pretendem investigar o motivo para o governo brasileiro ter rejeitado a compra de 70 milhões de vacinas da Pfizer em 2020, conforme mostrou a Folha, quando o imunizante ainda estava em desenvolvimento. * Bahia Notícias.
Preocupado com o alto índice de mortes de jornalistas pela covid-19, o vereador Luciano Gomes (PCdoB) apresentou no dia 07 de abril – Dia do Jornalista – ao governador Rui Costa (PT) e à prefeita Sheila Lemos (DEM), a indicação 598/202, solicitando a inclusão das categorias de jornalistas, radialistas, blogueiros, fotógrafos e cinegrafistas nos grupos prioritários da vacinação contra a covid-19.
A iniciativa do vereador veio após um estudo apresentado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), divulgado na véspera do Dia do Jornalista (06/04), no Site Isto é Dinheiro, informando que o Brasil ultrapassou pela primeira vez, desde o início da pandemia, a marca de 4.000 mortos em 24 horas por covid-19. O levantamento aponta o Brasil como o país com o maior número de mortes de jornalistas pelo novo coronavírus no mundo.
O relatório afirma que 169 jornalistas profissionais morreram entre abril de 2020 e março de 2021, vítimas da covid. Os dados fazem parte do dossiê “Jornalistas vitimados por covid-19”, que mostra também que em três meses o número de mortes neste ano supera todo o ano de 2020, quando foram registradas 78 mortes de abril a dezembro. Em 2021, são 86 vítimas, 8,6% maior que no total de 2020.
A justificativa apresentada pelo vereador é de que os profissionais da comunicação atuam na linha de frente, pois, na busca pela informação e em contato direto com as pessoas, colocam em risco a própria vida e a de seus familiares. “A imprensa falada, escrita, televisada e online não teve trégua desde o início da pandemia, em março de 2020. De lá para cá, muitos profissionais contraíram a covid-19 e morreram por complicações causadas pela doença”, argumenta.
Ainda segundo o vereador, é visível a preocupação dos gestores com os demais grupos considerados prioritários, mas não tem havido a mesma sensibilidade em favor daqueles que estão no convívio diário e direto com as pessoas, buscando e levando as informações. “Os profissionais que atuam na comunicação vão à fonte da notícia – ao povo – e trazem de lá a informação que nos mantém em sintonia com o que acontece no Brasil e no mundo, no nosso município e na Bahia. Na busca pela notícia, eles contraem o vírus devastador”, justifica.
O vereador defende que a inserção dos jornalistas nos grupos prioritários não é privilégio. “É justiça àqueles que não se intimidaram com o coronavírus, que, mesmo sabendo dos riscos, não deixaram de trabalhar e de levar a informação a todos nós”, conclui.