Nesta segunda-feira (05), o vereador Osmário Lacerda anunciou no programa Redação Brasil, que está curado da covid-19. Ele foi uma das vítimas da doença que já atingiu até o momento 8.180 conquistenses.
Felizmente Osmário, que concorre a reeleição pelo MDB, conseguiu se recuperar da Covid-19.
“Agradeço as orações de todos, graças a Deus venci a doença, cumpri o isolamento e agora vou seguir a minha caminhada”, disse o vereador.
Ao menos 1,6 milhão de mesários devem trabalhar no 1º turno destas eleições. A estimativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considera a norma que determina, no mínimo, quatro mesários por seção eleitoral. No total, há 401.364 seções eleitorais no Brasil. Além disso, há também 406 locais específicos para justificativa de voto, onde devem ajudar quatro mesários cada. O total estimado, portanto, é de 1.607.080 mesários.
Os números foram fornecidos pelo TSE por meio da Lei de Acesso à Informação. O número exato de mesários só deve ser oficializado após o 1º turno das eleições, de acordo com o TSE. Em 2018, a estimativa foi de 1,9 milhão de mesários.
Para ser mesário, o eleitor precisa completar 18 anos até o 1º turno das eleições e tem de estar em dia com a Justiça Federal. Candidatos e os respectivos parentes não podem ser mesários. Os Tribunais Regionais Eleitorais estimulam que os eleitores se voluntariem para a atividade pelo programa “Mesário Voluntário”.
Neste ano, em razão da pandemia da Covid-19, os mesários foram convocados por e-mail ou por mensagem no WhatsApp. A mensagem continha uma senha que devia ser inserida no site do TRE e que confirmava a participação do mesário. Quando não houve resposta, a Justiça Eleitoral enviou uma carta a quem foi convocado ou se voluntariou para a função.
O estado com o maior número de mesários deve ser novamente São Paulo, onde 343.168 pessoas vão ajudar no primeiro turno das eleições. Os mesários devem atuar nas 85.792 seções eleitorais de SP. As justificativas devem ser feitas preferencialmente pelo site ou pelo aplicativo e-Título.
Depois de o médico da Casa Branca, Sean Conley, afirmar neste sábado (3) que Donald Trump, 74, está “passando bem”, o chefe de gabinete do presidente dos EUA, Mark Meadows, disse a jornalistas que o líder republicano está passando por um período “muito preocupante” e que as próximas 48 horas serão vitais para a recuperação do americano.
As informações contraditórias -divulgadas com minutos de diferença e cercadas de polêmicas- deixaram o mundo sem saber qual é o real estado de saúde do presidente americano.
A declaração de Meadows foi inicialmente repassada sob condição de anonimato a um grupo de jornalistas que tem acesso direto aos eventos oficiais e é responsável por distribuir informações da Casa Branca aos demais repórteres.
Ao longo do dia, porém, diferentes veículos de imprensa dos EUA confirmaram que o chefe de gabinete era o responsável pela informação.
“Os sinais vitais do presidente nas últimas 24 horas foram muito preocupantes e as próximas 48 horas vão ser críticas em termos de seu tratamento”, disse Meadows a jornalistas logo após Conley dar uma entrevista coletiva que ia pelo caminho contrário.
O médico da Casa Branca afirmou instantes antes que não teve febre nas 24 horas anteriores, mas foi evasivo ao ser questionado sobre o uso suplementar de oxigênio pelo presidente e deixou dúvidas sobre a data exata do diagnóstico de Covid-19 dado ao líder republicano.
“Estamos extremamente felizes com o progresso do presidente”, disse, em frente ao hospital militar Walter Reed, para onde Trump foi transferido no fim da tarde de sexta-feira para receber atendimento médico imediato caso seja necessário. Não há, entretanto, segundo o médico, uma previsão de alta para o líder americano.
De acordo com Conley e outros membros da equipe que atende o presidente, Trump teve febre baixa, tosse e congestão nasal, mas o médico da Casa Branca deu respostas vagas quando questionado se o republicano precisou de oxigênio suplementar.
Mais de uma vez, Conley afirmou que Trump não estava usando oxigênio neste sábado, mas, diante de perguntas mais específicas dos jornalistas presentes, ele evitou cravar uma resposta definitiva.
“Quinta-feira, sem oxigênio. Nenhum neste momento, e ontem [sexta-feira (2)], enquanto estávamos todos aqui, ele não estava recebendo oxigênio”, disse o médico.
A afirmação levantou dúvidas sobre o uso de oxigênio suplementar pelo presidente ainda na Casa Branca, antes da internação no hospital militar. O jornal The New York Times afirmou já neste sábado que Trump precisou receber oxigênio na sexta na residência oficial da Presidência e que, por isso, ele foi internado.
Um dos nossos maiores escritores, Ignácio de Loyola Brandão, escreve esta carta aberta ao ministro da educação, publicada no jornal O Estado de São Paulo:
29 de setembro de 2020 | 08h58
Ministro Milton Ribeiro, deixe-me apresentar. Sou escritor, publiquei 46 livros, jornalista desde 1952, hoje cronista e pertenço a duas Academias, a Brasileira e a Paulista. Este breve curriculum se deve a quê? Aos professores que tive.
Todos de primeira linha, dedicados, cultos, apaixonados. Desde 1975, junto a outro escritor e acadêmico da Brasileira, Antonio Torres, atravessamos o Brasil. Convidados por professores, discutimos a formação de leitores e literatura. Estive várias vezes no Mackenzie, sua escola, levado por quem? Por professores que adoram seu ofício.
Ao longo destes 50 anos, conhecemos e nos relacionamos com mais de dois ou três mil professores que desdenharam outras profissões. Poderiam ter sido médicos, engenheiros, advogados, ministros, astronautas, cientistas, artistas, executivos, banqueiros, e daí em diante. Preferiram ser mestres. Ninguém vai ser professor sem paixão pelo ensino.
Deste modo, ao ler sua entrevista neste jornal, recentemente, levei um susto com sua escorregadela: “Hoje, ser professor é ser quase que uma declaração que a pessoa não conseguiu fazer outra coisa”. Ou seja, são pessoas que fracassaram. Em seguida, percebendo, o senhor tentou consertar: “É preciso a gente olhar com carinho maior para os professores”. Ou seja, uma no prego e outra na ferradura. Um tapa, um beijo. Afago e beliscão.
Existem zilhões de profissões. Mesmo assim, o que se depreende de sua fala é que milhões acabaram sendo professores por incapacidade, preguiça, deficiência mental, incompetência, ignorância, burrice, analfabetismo? Exagero?
Como escritor, trabalhando com a imaginação exacerbada, conhecendo o absurdo da realidade tornei-me, segundo me definem curiosamente, “vidente”, profeta. Está em meu livro Desta Terra Nada Vai Sobrar…, publicado em 2018: “O Ministério da Educação foi eliminado, porque o governo decidiu que quem quiser estudar, estude onde quiser, como quiser, como puder, onde conseguir, se tiver vontade.” Antecipei Bolsonaro e o desmantelamento do Ensino. Há dois anos vivemos o caos educacional.
O senhor, Ministro, pertence a uma escola de elite em São Paulo, reconhecida pela qualidade. Quer dizer que os professores que dão aulas ali, e em todas as escolas do Estado, do País, foram dar aulas porque não acharam mais o que fazer? Ou é gente que sonhou e se formou para isso, estudou, batalhou à exaustão, conseguiu nível de excelência? Ou porque idealizaram mudar cabeças, melhorar o País e isso se consegue com educação?
Sei – e o senhor sabe – que o número de professores no país, em 2017, passava de 2,5 milhões, segundo revelou Carolina Gonçalves, da Agência Brasil. A maior parte dos professores é da educação básica, seguindo os do ensino superior, além dos que estão na zona rural.
Será que este número enorme é de gente que não conseguiu outro trabalho? Não puderam ser célebres no cinema, nem cientistas, caminhoneiros, artistas, garis, bombeiros, mestres de cozinha, modelos, publicitários, jornalistas, bailarinos, futebolistas, taxistas, assessores de políticos, de imprensa horticultores, balconistas, metalúrgicos, motoboys, vidraceiros, caftens, marceneiros, pedreiros, chapeiros de hambúrguer, agrimensores, bicheiros, pianistas, donos de papelaria ou de pastelaria?
Andou pelo Brasil, Ministro? Saiu dessa confortável poltrona em que o vejo sentado na foto do jornal? Esteve nas escolas rurais de Pirenópolis, interior do Goiás, onde professoras madrugam para dar aulas a filhos de camponeses? Embarcou nos barcos bibliotecas que partem de Macapá levando livros para escolas ribeirinhas sobre o Amazonas? Esteve com as professoras que conseguiram ensinar alunos rebeldes, tresloucados, filhos de marginais, na Casa Meio Norte, em Teresina, hoje modelo premiado?
Esteve – como estive – na escola da aldeia dos índios da tribo Canindé, no Ceará, e viu os jovens mantendo tradições e manipulando computadores com o pé no futuro? Ou acha, como o presidente, que os índios estão só queimando matas? Conviveu com professores dando aulas ao ar livre em Rio Branco, Acre, rodeados por jovens?
Testemunhou o trabalho monumental, voluntário, dos professores que a cada ano são voluntários nas Feiras de Livros de Ribeirão Preto, que chega à sua 20ª edição? Ou do esforço feito em Passo Fundo pelas Jornadas de Literatura de Tania Rösing e sua equipe? Jornadas extintas por dificuldades financeiras. Assombre-se, elas reuniam em cada sessão – e eram três por dia – seis mil professores formadores de leitores.
Ministro, não ignore o fundamento de uma nação, o professor. Esse que é mal pago, desconsiderado, violentado, processado por pais, agredido por alunos. Sou escritor por ter tido professores dignos. Percorra a nossa história e verá quantas figuras fundamentais (ou não) foram formadas por eles. Peça desculpas a essa gente, base da nação. Seu cargo é mais importante que o do presidente da nação. Não misture alhos com bugalhos, libere-se dos preconceitos e entre para a história colocando ordem na casa.
LOYOLA É JORNALISTA E ESCRITOR, AUTOR ‘ZERO’ E ‘NÃO VERÁS PAÍS NENHUM’
Guedes quase fora do governo, manda recado para Bolsonaro e detona ministro.
ASSISTA:
O ex-prefeito Zé Raimundo (PT) larga na frente para a disputa da Prefeitura Municipal em Vitória da Conquista, aponta pesquisa HOJEINdata, realizada entre os dias 18 e 21 de setembro. Segundo o levantamento, o petista tem 38,68% das intenções de voto, contra 29,63% do candidato emedebista. Herzem Gusmão Perera.
A margem de erro da pesquisa é de 3.15 pontos percentuais para mais ou para menos. Na sequência, está o vereador David Salomão (PRTB), com 6,46%. Depois, aparece MarisStella(Rede) com 2,04, Cabo Herling (PSL), com 0,53%, seguido do professor Ferdinand Martins, com 0,53%; além de Romilson Filho (PP) com 0,43%
Dos entrevistados, 14% afirmaram não saber em quem votar e 7,65% disseram que irão votar em branco ou anular. Quanto a rejeição, 37,6% dos entrevistados responderam que não rejeitam nenhum dos nomes apresentados; 30,6% responderam que rejeitam o candidato Herzem Gusmão; 12,82% responderam que rejeitam o candidato Zé Raimundo; 11,74 rejeitam David Salomão; 2,80% rejeitam Maristela Schiavo, 2,37% rejeitam o Cabo Herling, 1,40% rejeitam Ferdinand Martins, Romilson filho é rejeitado por 1,47%, o,64% dos entrevistados disseram que rejeita todos.
Os dados técnicos da pesquisa seguem abaixo:
Registro no Tribunal Superior Eleitoral, (TSE) BA-08008/2020
Número de identificação: BA-08008/2020 Data de registro: 27/09/2020
Cargo(s): Prefeito, Vereador Data de divulgação: 03/10/2020
Empresa contratada/ Nome Fantasia: CNPJ: 33855115000117 – HOJE COMUNICACOES PESQUISA E JORNALISMO LTDA / HOJE INDATA Eleição: Eleições Municipais 2020
Entrevistados: 928 Data de início da pesquisa: 18/09/2020
Data de término da pesquisa: 21/09/2020 Estatístico responsável: AUGUSTO DA SILVA ROCHA
Registro do estatístico no CONRE: 7655 Valor: R$ 9.000,00
Contratante é a própria empresa? Sim (Nota fiscal não exigida)
Contratante(s): CNPJ: 33855115000117 – HOJE COMUNICACOES PESQUISA E JORNALISMO LTDA
Pagante(s) do trabalho: CNPJ: 33855115000117 – HOJE COMUNICACOES PESQUISA E JORNALISMO LTDA
Metodologia de pesquisa:
A abordagem utilizada consiste na aplicação de uma amostragem aleatória representativa da população residente no município, com 16 anos ou mais de idade. A amostra é selecionada em dois estágios, sendo que no primeiro faz-se uma divisão da amostra proporcionalmente ao número de habitantes acima de 16 anos de idade dentro de cada área geográfica intra-municipal. No segundo estágio, para cada área geográfica, os respondentes são selecionados respeitando-se quotas proporcionais controladas por região geográfica, sexo e faixa etária, de acordo com o perfil da população em estudo e obedecendo ao regime de quotas do TSE de 2020 .
Plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução e nível econômico do entrevistado; intervalo de confiança e margem de erro:
O plano Amostral segundo os itens exigidos por lei seguem descritos: Universo: Eleitorado do Município de VITÓRIA DA CONQUISTA, com 16 anos ou mais. Amostragem – A pesquisa ira entrevistar 928 eleitores.
Coeficiente de confiança e margem de erro – A amostra a nível municipal tem uma margem de erro de 3,19% para um intervalo e confiança de 95% As ponderações em relação a sexo, idade, grau de instrução e nível econômico , estão descritas no questionário refletindo estatisticamente a proporção do eleitorado consultado. Dados /Censo 2010/ TSE ESTATÍSTICA DO ELEITORADO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA- BA GÊNERO :Masculino 46,00% Feminino 54,00% Faixa Etária: De 16 a 24 anos 14,40% ; De 25 a 34 anos 22,22% ; De 35 a 44 anos 22,96% ; De 45 a 59 anos 24,55% ; Mais de 60 anos 15,87% Grau de Instrução: Analfabeto/Lê e escreve 16,00%; Ensino Fundamental Incompleto ou Completo 28,90%; Ensino Médio incompleto ou Completo 38,70%; Ensino Superior Incompleto ou Completo 16,50% Renda: Até 01 Salário Mínimo (R$1045,00): 29,50%; De 1 a 2 salários mínimos 27,02%; De 2 a 5 salários mínimos 29,23%; Acima de 5 salários mínimos 14,29%
Sistema interno de controle e verificação, conferência e fiscalização da coleta de dados e do trabalho de campo:
Sistema interno de controle e verificação, conferência e fiscalização da coleta de dados e do trabalho de campo: O trabalho de coleta de dados é acompanhado in loco por supervisores de campo. Após os trabalhos de campo os questionários são criticados, codificados e digitados. São selecionados aleatoriamente 20% (vinte por cento) dos questionários para uma verificação posterior com ligações telefônicas para os números indicados nos formulários, Em caso de dúvida, o formulário é descartado e o entrevistador chamado para esclarecimentos.
Dados relativos aos municípios e bairros abrangidos pela pesquisa. Na ausência de delimitação do bairro, será identificada a área em que foi realizada a pesquisa(conforme §7º. do art. 2º. da Resolução-TSE nº. 23.600/2019, A partir do dia em que a pesquisa puder ser divulgada e até o dia seguinte, o registro deverá ser complementado, sob pena de ser a pesquisa considerada não registrada; na ausência de delimitação do bairro, será identificada a área em que foi realizada):
(50) Alto Maron, (14)Aíton Sena,(48) Candeias, (20)Cruzeiro ,(16) Primavera(30), Boa Vista, (44)Espírito Santo, (32)Felícia, (18) Jurema, (24)Guarani, (36)Centro, (16)Lagoa das Flores, (28)Recreio; correspondendo a Zona Leste da cidade; (82) Zabelê,(74) Patagônia, (18)Jatobá, (10),Distrito Industrial do Imborés,(42) Brasil, (34) Bateias, (32)Ibirapuera,(18) Aparecida, (18)São Pedro, (28) Campinhos; correspondendo a Zona Oeste da cidade ; (16)Cabeceira do Jibóia, (20)São Sebastião, (32)José Gonçalves, (12) Pradoso,(20) Bate-Pé,(20) Iguá,(22) Inhobim,(12|) Veredinha, (10)São João da Vitória(Batuque)(10) Dantelândia, e (10)Cercadinho, correspondendo a Zona Rural de Vitória da Conquista. *Blog do Paulo Nunes.
Jair Bolsonaro se mostrou magoado na manhã desta sexta-feira (2) com as críticas do pastor Silas Malafaia – a quem se referiu como “autoridade lá do Rio de Janeiro” – pela escolha do desembargador Kassio Nunes Marques para ocupar o posto de Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF). Ao indicar o magistrado católico, Bolsonaro descumpriu a promessa de nomear um “juiz terrivelmente evangélico” para a corte.
“Eu lamento muito uma autoridade lá do Rio de Janeiro que eu prezava muito e que está me criticando com videozinhos, me xingando de tudo quanto é coisa”, disse Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada. “Esta autoridade do Rio de Janeiro queria que indicasse um dele, devem saber de quem eu estou falando, né? Tem vários vídeos aí, uma pessoa que ainda diz que tem Deus no coração”, completou.
Na sessão ordinária desta sexta-feira, 02, realizada através do Sistema de Deliberação Remota (SDR), os vereadores votaram e aprovaram requerimentos e indicações e debateram diversos temas. Eles destacaram o início do decenário de Nossa Senhora Aparecida, realizado pela Paróquia da Padroeira do Brasil, com celebrações diárias e participação de todas as comunidades com a devida adoção das medidas que limitam a participação a 100 pessoas no templo.
Pesquisa eleitoral – Os vereadores destacaram também a pesquisa eleitoral divulgada pelo jornal A Tarde e apontaram que o resultado apresentado é fruto do desrespeito ao funcionalismo público municipal, à má administração da alimentação escolar, à falta de medicamentos e médicos nos postos de saúde e ao não atendimento de demandas da população apresentadas pelo Poder Legislativo.
Por outro lado, houve críticas à pesquisa apontando que ela está sendo usada para tentar enganar a população e projetar candidaturas da preferência do grupo que divulgou os resultados.
Cobranças – Os edis chamaram a atenção para a necessidade de atender à demanda de abastecimento hídrico das famílias da zona rural que estão enfrentando sérias dificuldades com a estiagem. Houve sugestão para que sejam executadas logo as obras da Barragem do Rio Pardo a fim de que o município tenha autossuficiência hídrica, limpeza de açudes e a revitalização da Lagoa de Maria Clemência.
Foi cobrada ainda a pavimentação asfáltica das ruas do Loteamento Cidade Serrana, nos bairros Renato Magalhães, Vila Elisa, Conveima II e Jardim Guanabara.
Serviços Públicos – Os vereadores comemoraram o mutirão de limpeza realizado pela Secretaria de Serviços Públicos no bairro Morada Real e na área verde limítrofe entre este bairro e a Urbis VI.
Educação – A situação das servidoras da educação que tiveram seus contracheques zerados também mereceram destaque. Foi cobrada celeridade do Governo Municipal para resolver esta questão. Os edis debateram sobre problemas sociais da cidade e a falta da distribuição dos kits de merenda escolar para as famílias dos bairros Renato Magalhães, Vila Elisa e Vila América.
Privatização – Houve manifestação contra a privatização dos Correios e dos bancos nacionais, em especial, o Banco do Brasil.
Outubro Rosa – Com início do mês de outubro, os vereadores destacaram o começo da campanha do Outubro Rosa, reforçando sua importância para a conscientização da sociedade sobre o diagnóstico precoce do câncer de mama.
Mobilidade Urbana – Os parlamentares discutiram a organização do trânsito no Centro da cidade e pediram que a prefeitura, através da Secretaria de Mobilidade Urbana, instale redutores de velocidade no Povoado da Cabeceira.
Matéria: Site Oficial CMVC.