
Dalva Flôres
O “Albergue Nosso Lar” teve início com o movimento assistencial da comunidade espírita de Vitória da Conquista, em 1954. Sua primeira instalação situava-se na “Rua do Gancho”, início da atual Avenida Juracy Magalhães, em três barracos cobertos com palhas destinadas a amparar os velhos abandonados que dormiam nas calçadas e sob as marquises.
No ano de 1960 os idosos que viviam em precárias acomodações, ganham novas instalações, como divulgado no jornal “O Combate”, edição de 28 de maio de 1960. Essas novas instalações ficavam onde hoje está o Ginásio Raul Ferraz e foram inauguradas no dia 7 de setembro de 1960, conforme edição de 10 de setembro do mesmo jornal, com as presenças do prefeito Gerson Gusmão Sales e do deputado estadual Adelmário Pinheiro.
Na época da construção do “Albergue Nosso Lar”, o jornal “O Combate” noticiou a construção de um outro albergue que se chamaria “Pouso Fraterno”, uma iniciativa também da União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC). Na verdade, não houve tal construção, e todas as finalidades a que se destinaria, ou seja, albergaria, assistência social e médico-hospitalar, foram concentradas no “Nosso Lar”.
A transformação em associação, em 1960, deu personalidade jurídica a essa instituição, permitindo ao serviço social da UEVC a captação de recursos financeiros e uma relação formal com figuras da sociedade conquistense que colaboravam com a sua manutenção. O presidente da UEVC na época era o Dr. Luiz Barreto.
No início dos anos 80 o prefeito Raul Ferraz manifestou interesse pela área onde se encontrava instalado o albergue, para ali construir o “Ginásio de Esportes”. Propôs à união Espírita uma permuta oferecendo um terreno situado na Avenida Rosa Cruz, Candeias, com uma área total de 20.000 m². Dessa área, 3.016 m² foram destinados ao “Albergue Nosso Lar”. Não só fez a permuta do terreno como Raul Ferraz construiu o prédio do albergue, que para lá foi transferido no ano de 1983. E de 1984 até 2005 foi dirigida por dona Maria Dalva Ferreira Flores Costa, filha de Olívia Flores.
*Texto extraído do site Taberna da História
Atualmente o Albergue Nosso Lar funciona em sua nova sede, na Rua Augusto dos Anjos, 102 – Bairro Boa Vista, Vitória da Conquista – BA
Telefone: (77) 3424-6399
Caixa Econômica Federal
Ag. 0079 – Operação 003
Conta corrente: 103-7
Razão social: União Espírita de Vitória da Conquista
CNPJ: 13.873.187/0001-80
Ouça a entrevista com Eneias Trindade – Diretor administrativo do albergue
Reportagem: Andréa Póvoas
Morreu nessa madrugada, 17, aos 84 anos, a professora Alvineia Cavalcanti Silva, esposa de Jadiel Matos, ex-prefeito de Vitória da Conquista e ex-deputado estadual, morto em 1998. Da união com Jadiel Matos, nasceram os filhos Telma, Péricles e Selma, além de Jedaias e Fabiano, adotados pelo casal. O velório terá início às 10h, na Capela do Cemitério Parque da Cidade e às 15h acontecerá um culto. O enterro está marcado para as 16h dessa terça-feira.
A trajetória de Alvineia foi marcada pelo forte envolvimento nos movimentos políticos e sociais de Vitória da Conquista até o início dos anos 2000, especialmente nas áreas de política e de educação: lecionou no Colégio Batista Conquistense, criado em 1964 e extinto no início da década seguinte, foi o primeiro a organizar uma banda marcial e uma biblioteca, esta aberta à comunidade, uma novidade na época; participou de quadros partidários; foi do corpo administrativo da Faculdade de Sociologia e Política, fundada em 1965, cuja criação foi inspirada pelo desejo de instituir o ensino superior em Vitória da Conquista; foi diretora do Instituto de Educação Euclides Dantas, a popular Escola Normal; e foi candidata a vice-prefeita, ao lado de Raul Ferraz, nas eleições municipais de 1992, pela coligação PMDB e PDT, que ficou em segundo lugar. Pesquisadores sobre a história conquistense a destacam como uma líder que representou o voto feminino e do professorado.
Neste momento de dor, toda equipe do Redação Brasil presta condolências e se solidariza com os familiares, amigos e toda comunidade, enlutados pela grande e irreparável perda.
Em reunião realizada no final de semana na sala de reuniões da Câmara de Vereadores o MDB – Movimento Democrático Brasileiro bateu o martelo e por unanimidade a agremiação fechou com o pré-candidato João Santana ao Governo da Bahia.
A reunião contou com as presenças de vereadores, secretários municipais, lideranças jovens e experientes lideranças do partido. A reunião contou também com presença do prefeito de Itapetinga, Rodrigo Hagge (MDB). A notícia foi postada no Facebook do prefeito Herzem Gusmão (MDB), na noite desta 2ª feira (16). Confira abaixo a nota:
Por unanimidade, o Diretório Municipal do MDB decidiu apoiar a pré-candidatura do ex-ministro João Santana, a governador da Bahia nas eleições deste ano. Durante a reunião, convocada pela presidente Geanne Oliveira, os membros do MDB avaliaram os rumos das eleições de 2018 e qual será o papel do partido nelas.
O nosso MDB acredita que a Bahia deseja mudança, como ocorreu aqui em Vitória da Conquista, por isso nos posicionamos em defesa da unidade das oposições para colocar em disputa nomes que possam ganhar as eleições. E João Santana, que já comandou o Ministério da Integração Nacional, é um forte candidato ao Governo do Estado.
Entre os presentes no encontro, estava o prefeito de Itapetinga Rodrigo Hagge, neto do ex-prefeito e deputado estadual Michel Hagge.
A reunião ainda contou com as presenças dos secretários municipais José William (Agricultura), Claudio Cardoso (Ind. e Comércio) e Geanne Oliveira (Governo), além dos vereadores Gilmar Ferraz e Edjaime Rosa ‘Bibia’. A Juventude do MDB também se fez presente, com destacada atuação.
Fonte: Blog da Resenha Geral
No editorial do programa Redação Brasil de hoje (17), o radialista Deusdete Dias voltou a comentar sobre a política Conquistense e revelou que o vereador e líder do prefeito Herzem Gusmão na Câmara, Luis Carlos Dudé (PTB), desistiu de sua pré-candidatura a deputado federal. Ainda segundo Deusdete, o parlamentar, que cumpre o seu primeiro mandato, vai apoiar a reeleição de Antônio Brito, do PSD, que pertence aos quadros de apoio do governador Rui Costa.
Programa Redação Brasil vai ao ar pela Brasil FM 107,7 das 7:00 às 8:00 da manhã e em horário alternativo na Mega Rádio VCA das 11:00 às 12:00.
Editorial com Deusdete Dias – Dudé desiste de pré-candidatura a deputado e vai apoiar Antônio Brito, do PSD
Tempo e Temperatura – Raquel Valadares
A notícia de quem faz a notícia – Raquel Valadares
Daniel Morais – Destaques do Blog do Redação
Gordo Repórter – Polícia e futebol
Daniel Silva – Política
Gerson Gonzaga – Cotidiano
Programa Redação Brasil vai ao ar pela Brasil FM 107,7 das 7:00 às 8:00 da manhã e em horário alternativo na Mega Rádio VCA das 11:00 às 12:00.
O posicionamento do Ministério Público sobre uma Ação Civil Pública proposta pelo então vereador Arlindo Santos Rebouças, em 2013, pode levar a Justiça a determinar que a Prefeitura de Conquista licite a cota da Cidade Verde em 180 dias. Ou seja, a empresa deixaria de operar em Conquista. Ainda que a Justiça acorde com a orientação do MP, cabe recurso, mas a empresa parece não ter disposição para levar a ação às instâncias superiores, já se preparando para deixar a cidade nos próximos meses.
O parecer do MP foi publicado em 07 de abril. A ação prospera no momento que o transporte coletivo de Conquista vive a pior crise da história, após ações supostamente equivocadas do governo Herzem Gusmão Pereira, como afirma o vereador Cori.
Desde o início da sua gestão, Pereira Gusmão anuncia que a crise do transporte é uma herança do PT, mas não consegue convencer a população sobre como a Viação Vitória permanece com descumprimentos contratuais patentes, a ponto de colocar em risco a integridade física dos usuários.
Em vários momentos, Pereira Gusmão invocou esta Ação Civil Pública, proposta por Arlindo, para apontar suposta falha ou ilegalidade da Cidade Verde. Entretanto, nesse caso, a briga é judicial e caso a empresa opte em recorrer, poderá perpassar o período de concessão e os usuários não serem penalizados.
A pressentida insegurança política local parece ter desmotivado os acionistas da Cidade Verde, que não tem demonstrando tanto interesse em permanecer na capital do Sudoeste. Os prejuízos mensais, que variam entre R$ 600 mil e R$ 800 mil, em decorrência da metástase do transporte clandestino, tornou praticamente inviável a exploração da concessão do serviço na cidade.
A cidade aguarda inquietante o posicionamento sobre as denúncias feitas pelo vereador Cori ao MP apontando irregularidades praticadas pela Viação Vitória. Já houve uma reunião, porém, não se sabe o que poderá ocorrer nos próximos dias. A quem aposte que o MP indicará improbidade do executivo municipal por não agir dentro dos princípios que regem a administração pública.
Enquanto a solução para crise do transporte não chega, a clandestinidade avança com a presumível passividade do executivo.
Fonte: Blitz Conquista
A sambista Dona Ivone Lara, de 97 anos, morreu na madrugada de hoje (17) após ficar internada desde a semana passada no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva (CTI) da Coordenação de Emergência Regional (CER), no Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela assessoria da cantora.
Dona Ivone Lara havia apresentado um quadro de anemia e precisou receber doações de sangue, segundo empresária da artista.
Considerada “Rainha do Samba”, Yvonne Lara da Costa, ou simplesmente Dona Ivone Lara, nasceu em 13 de abril de 1921, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Compôs o samba “Nasci para sofrer”, que se tornou o hino da Império Serrano, escola de samba na qual desfilou na ala das baianas.
A exatos seis meses da eleição presidencial deste ano, pelo menos 16 nomes já se colocaram publicamente na disputa. Os partidos devem anunciar seus pré-candidatos até o início de agosto, quando termina o prazo para cada legenda definir as candidaturas nas convenções.
Dentre os concorrentes ao pleito, há ex-presidentes, senadores, deputados, ex-ministros e até um ex-ministro do Supremo Tribunal Federal.
Aldo Rebelo – Solidariedade
O partido Solidariedade lançou nesta segunda-feira (16), na capital paulista, a pré-candidatura do ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, à Presidência da República. “O Solidariedade é uma legenda que tem identidade com meu pensamento, minha trajetória, meus valores e com as perspectivas que eu tenho”, disse Aldo Rebelo.
Segundo ele, sua candidatura pretende buscar a união nacional em torno dos grandes interesses do país. Aldo destacou que vê como necessária a junção das forças políticas da direita e esquerda em prol do Brasil. “Desde que os objetivos sejam comuns: a retomada do crescimento da economia, o desenvolvimento do país, a redução das desigualdades e a valorização da democracia, pois sem isso não há solução para nenhum dos impasses que o Brasil vive no momento”, disse.
Alagoano, Aldo Rebelo iniciou sua trajetória política em movimentos contra a ditadura militar e no movimento estudantil dos anos 80. Foi deputado federal por seis mandatos consecutivos, chegando a presidir a Câmara dos Deputados entre 2005 e 2007. Foi também ministro nas áreas de Ciência e Tecnologia, Esporte e Defesa.
Álvaro Dias – Podemos
O senador Álvaro Dias será o candidato do Podemos. Eleito senador em 2014, pelo PSDB, Álvaro Dias migrou para o PV e, em julho do ano passado, buscou o Podemos, antigo PTN. Com a candidatura do senador, a legenda quer imprimir a bandeira da renovação da política e da participação direta do povo nas decisões do país por meio de plataformas digitais.
“Nós temos que rediscutir a representação parlamentar. Não somos senadores demais, deputados e vereadores demais? Está na hora de reduzirmos o tamanho do Legislativo no país, tornando-o mais enxuto, econômico, ágil e competente”, afirmou Dias, em entrevista concedida esta semana no Congresso Nacional.
O político, de 73 anos, está no quarto mandato de senador. De 1987 a 1991, foi governador do Paraná, à época pelo PMDB. Na década de 1970, foi deputado federal por três legislaturas e, antes, foi vereador de Londrina (PR) e deputado estadual no Paraná. Álvaro Dias é formado em História.
Ciro Gomes – PDT
Pela terceira vez concorrendo ao posto mais alto do Executivo, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes vai representar o PDT na disputa presidencial. Ao anunciar o seu nome como pré-candidato na última quinta-feira (8), o pedetista adotou um discurso contra as desigualdades e propondo um “projeto de desenvolvimento” para o país.
“Não dá para falar sério em educação que emancipe, não dá para falar sério em segurança que proteja e restaure a paz da família brasileira sem ter compromisso sério para dizer de onde vem o dinheiro”, disse, no ato de lançamento da pré-candidatura.
Ciro Ferreira Gomes tem 60 anos e é formado em Direito. Ele foi governador do Ceará por dois mandatos, ministro da Fazenda no governo de Itamar Franco e da Integração Nacional no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes, ocupou a prefeitura de Fortaleza e o cargo de deputado estadual. Em 1998 e 2002, ele foi candidato à Presidência, tendo ficado em terceiro e quarto colocado, respectivamente.
Fernando Collor – PTC
O senador e ex-presidente da República Fernando Collor vai concorrer pelo PTC. Ele foi presidente da República entre 1990 e 1992, quando sofreu impeachment e foi substituído pelo então vice-presidente Itamar Franco. Foi o primeiro presidente a ser eleito pelo voto direto após o regime militar (1964-1985).
Depois de ter os direitos políticos cassados, ele se candidatou ao Senado em 2006, tendo sido eleito, e reconduzido ao cargo em 2014. Antes de ocupar a Presidência, o jornalista e bacharel em Ciências Econômicas, formado pela Universidade Federal de Alagoas, foi governador de Alagoas (1986) e deputado federal (1982).
Em discurso em fevereiro na tribuna do Senado, Fernando Collor de Mello disse que sua pré-candidatura é a retomada de uma missão pelo país. E afirmou que pretende alavancar novamente o país, mediante um novo acordo com a sociedade. “Isso só será possível com planejamento e com sólido programa social que seja tecnicamente recomendável, politicamente viável e socialmente aceito”, destacou.
Flávio Rocha – PRB
O empresário Flávio Rocha é o pré-candidato pelo PRB, legenda ao qual se filiou em março.
Pernambucano, Flávio Gurgel Rocha exerce atualmente a função de CEO do Grupo Guararapes, um dos maiores grupos empresariais do país. “Nós temos sim a responsabilidade de colocar o Brasil nos trilhos da prosperidade. Essa prosperidade é resultado de liberdade econômica e política. É para isso que estou de casa nova, no PRB”, disse Rocha no dia do lançamento da pré-candidatura.
Já foi eleito deputado federal por duas vezes (1987-1990/1991-1994) e membro da Assembleia Nacional Constituinte. Foi um dos fundadores do IDV (Instituto de Desenvolvimento do Varejo). Ele é casado e pai de quatro filhos.
Geraldo Alckmin – PSDB
Após a desistência de outros quadros da sigla, o PSDB oficializou, no último dia 20, a pré-candidatura do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Esta será a segunda vez que ele disputará a vaga. Em dezembro do ano passado, em uma movimentação para unir os demais quadros tucanos em torno de sua candidatura, Alckmin foi eleito presidente nacional do PSDB.
Na entrevista coletiva em que anunciou a pré-candidatura, Alckmin afirmou que irá destravar a economia e colocou como prioridades a desburocratização, uma reforma tributária, retomar a agenda da reforma da Previdência e reduzir os juros.
Geraldo Alckmin tem 65 anos, é formado em medicina e é um quadro histórico do PSDB em São Paulo. Ele começou a carreira como vereador em Pindamonhangaba, no interior do estado. Foi prefeito da cidade, deputado estadual e deputado federal na Assembleia Nacional Constituinte. Vice-governador de 1995 a 2001, ele assumiu a administração paulista após a morte de Mário Covas, sendo reeleito em 2002. Disputou o Planalto em 2006, quando foi derrotado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 2º turno. Eleito em 2010 para mais um mandato à frente do governo de São Paulo, Alckmin foi reeleito em 2014.
Guilherme Boulos – PSOL
Depois de uma consulta interna que contou com outros três nomes, o PSOL decidiu lançar a pré-candidatura de Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), após ele se filiar à sigla no início do mês de março. Repetindo a estratégia das últimas eleições de apresentar uma opção mais à esquerda que os demais partidos, o PSOL participará com candidato próprio à corrida presidencial, que em 2010 e 2014 teve os nomes de Plínio de Arruda Sampaio e Luciana Genro na disputa.
Segundo Boulos, é preciso levar a indignação dos cidadãos para dentro da política. Como bandeiras de campanha, ele elencou o combate aos privilégios do “andar de cima” da economia e a promoção de plebiscitos e referendos de consulta à população sobre temas fundamentais. “Nós queremos disputar o projeto de país. Não teremos uma candidatura apenas para demarcar espaço dentro da esquerda brasileira. Vamos apresentar uma alternativa real de projeto para o Brasil”, afirmou.
Um dos líderes do movimento pelo direito à moradia no Brasil, Boulos ficou conhecido nacionalmente após as mobilizações contra a realização da Copa do Mundo no país, em 2014. Como liderança do MTST, ele organizou a ocupação de áreas urbanas, em especial no estado de São Paulo. Formado em Filosofia e Psicologia, Boulos tem 35 anos.
Jair Bolsonaro – PSL
Deputado federal na sétima legislatura, Bolsonaro se filiou ao PSL na última quarta-feira (7). Considerado polêmico por suas bandeiras, Jair Bolsonaro defende a ampliação do acesso a armas e um Estado cristão, além de criticar modelos de família, segundo ele, “não tradicionais”, como casamento homossexual.
“Nós temos propósitos, projeto e tudo para começar a mudar o Brasil. Nós somos de direita, respeitamos a família brasileira. Está na Constituição que o casamento é entre homem e mulher e ponto final. Esse pessoal é o atraso, uma comprovação de que eles não têm propostas e que a igualdade que eles pregam é na miséria”, afirmou, durante o ato de filiação ao PSL. De acordo com o partido, ainda não há uma data de lançamento oficial da pré-candidatura.
Nascido em Campinas, Jair Messias Bolsonaro tem 62 anos. Ele é formado em Educação Física e militar de carreira. Ele foi para a reserva das Forças Armadas em 1988, após se envolver em atos de indisciplina e ser eleito vereador pelo Rio de Janeiro. Desde 1991, assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados. Foi eleito deputado em 2014 pelo PP, mas migrou para o PSC.
João Amoêdo – Novo
Com 55 anos, João Amoêdo é o candidato pelo partido Novo, que ajudou a fundar. Formado em engenharia e administração de empresas, fez carreira como executivo do mercado financeiro.
Amoêdo foi um dos fundadores do Partido Novo, que teve seu registro homologado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2015. A disputa presidencial em 2018 será a primeira experiência política dele.
Entre as principais bandeiras de Amoêdo, assim como do Partido Novo, estão a maior autonomia e liberdade do indivíduo, a redução das áreas de atuação do Estado, a diminuição da carga tributária e a melhoria na qualidade dos serviços essenciais, como saúde, segurança e educação. “É fácil acabar com a desigualdade, basta tornar todo mundo pobre. Ao combater a desigualdade você não está preocupado em criar riqueza e crescer, você só está preocupado em tornar todo mundo igual. O importante é acabar com a pobreza e concentrar na educação básica de qualidade para todos”, diz o candidato em sua página oficial na internet.
José Maria Eymael – PSDC
Já o PSDC confirmou no último dia 15 de março a pré-candidatura do seu presidente nacional, José Maria Eymael, que vai concorrer pela quinta vez.
Além de fundador do PSDC, José Maria Eymael é advogado e nasceu em Porto Alegre. Sua trajetória política começou na capital gaúcha, onde foi um dos líderes da Juventude Operária Católica. Em 1962, filiou-se ao Partido Democrata Cristão (PDC) e atuou como líder jovem do partido.
Em 1986, foi eleito deputado federal por São Paulo. Em 1990, conquistou o segundo mandato na Câmara dos Deputados. Como parlamentar federal, Eymael defendeu a manutenção da palavra Deus no preâmbulo da atual Constituição Federal durante a Assembleia Constituinte, considerado um marco em sua trajetória política.
Levy Fidelix – PRTB
Outro candidato recorrente ao pleito é o jornalista e publicitário Levy Fidelix, representando o partido do qual é fundador: PRTB. Abordando temas em defesa da família e dos “bons costumes”, ele buscará aproveitar o momento de insatisfação dos brasileiros com a corrupção para se dizer um candidato “ficha limpa”.
Fidelix concorreu ao cargo nas eleições de 2014, 2010 e de 1994.
Antes de criar o PRTB, Fidelix participou da fundação do Partido Liberal (PL), em 1986, quando se lançou na carreira política e disputou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo. Depois, migrou para o Partido Trabalhista Renovador (PTR), quando também concorreu a um mandato de deputado federal, no início dos anos 90. Apresentador de televisão, professor universitário e publicitário, Fidelix já concorreu três vezes à prefeitura da capital paulista e duas vezes ao governo do estado.
Manuela D’Ávila – PCdoB
A deputada estadual do Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila, será a candidata pelo PCdoB. A ex-deputada federal, por dois mandatos, teve a pré-candidatura lançada pelo partido comunista em novembro do ano passado. Esta é a primeira vez que o PCdoB lançará candidato próprio desde a redemocratização de 1988. Um dos motes da campanha será o combate à crise e à “ruptura democrática” que, segundo a legenda, o país vive.
“Trata-se de uma pré-candidatura que tem como algumas de suas linhas programáticas mais gerais a retomada do crescimento econômico e da industrialização; a defesa e ampliação dos direitos do povo, tão atacados pelo atual governo; a reforma do Estado, de forma a torná-lo mais democrático e capaz de induzir o desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho”, escreveu a presidente nacional do partido, Luciana Santos, ao lançar a candidatura de Manuela D’Ávila.
Manuela D’Ávila tem 37 anos e é formada em jornalismo. Ela é filiada ao PCdoB desde 2001, quando ainda era do movimento estudantil. Em 2004, foi eleita a vereadora mais jovem de Porto Alegre. Dois anos depois, se candidatou ao cargo de deputada federal pelo Rio Grande do Sul e se tornou a mais votada do estado. Em 2008 e 2012, disputou a prefeitura da capital gaúcha, mas ficou em terceiro e segundo lugar, respectivamente. Desde 2015, ocupa uma vaga na Assembleia Legislativa do estado.
Marina Silva – Rede Sustentabilidade
A ex-senadora Marina Silva vai disputar a Presidência pela terceira vez consecutiva. Integrante da sigla Rede Sustentabilidade, Marina tem como plataforma a defesa da ética, do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.
Ela é crítica do mecanismo da reeleição, que, segundo ela, se tornou um “atraso” no país. “Sou pré-candidata à Presidência para unir os brasileiros a favor do Brasil. Os governantes precisam fazer o que é melhor para o país e não o que é melhor para se perpetuar no poder. Chega de pensar apenas em interesses pessoais e partidários”, escreveu recentemente em seu perfil do Facebook.
Marina Silva militou ao lado do líder ambientalista Chico Mendes na década de 1980. Filiada ao PT, ela foi eleita vereadora de Rio Branco e deputada estadual, antes de ocupar dois mandatos de senadora representando o Acre. Por cinco anos, foi ministra do Meio Ambiente do governo Lula e se desfiliou do PT um ano após deixar o cargo. Ela foi candidata ao Planalto em 2010 pelo PV e, em 2014, assumiu a candidatura do PSB à Presidência após a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos.
Paulo Rabello de Castro – PSC
Até a semana passada no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o economista Paulo Rabello de Castro deixou o cargo para confirmar a disposição de disputar à Presidência. Segundo o PSC, embora não tenha promovido um ato de lançamento, a legenda já trabalha com a pré-candidatura como oficial. Desde fevereiro, ele participa de eventos partidários pelo país junto ao presidente da sigla cristã, Pastor Everaldo, que concorreu à Presidência no pleito de 2014.
As principais bandeiras do PSC são contra a descriminalização das drogas e a legalização do aborto. “Temos uma sociedade cujos valores morais estão completamente invertidos. Onde a arma na mão do bandido é uma arma livre, mas a arma na sua mão é proibida. E eventualmente você vai preso por portá-la. Quando o bom comportamento da família é zombado pelas novelas pornográficas e toda pornografia é enaltecida, como preservar a família nacional”, disse, durante recente ato.
Doutor em economia pela Universidade de Chicago, Paulo Rabello de Castro foi fundador da primeira empresa brasileira de classificação de riscos de crédito, a SR Rating, criada em 1993. Autor de livros sobre a economia e a agricultura brasileiras, o pré-candidato foi presidente do Lide Economia, grupo de empresários que têm em comum a defesa da livre iniciativa. Ele também coordenou o movimento Brasil Eficiente. Em 2016, foi indicado para a presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e comandou a instituição de pesquisa por onze meses, até assumir a presidência do BNDES, em maio do ano passado.
Rodrigo Maia – DEM
Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ) é o pré-candidato pelo DEM. Maia tem buscado ser uma alternativa de centro e, em suas próprias palavras, “sem radicalismos”. Ele assumiu o comando da Câmara após a queda de Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso pela Operação Lava Jato, e ganhou mais protagonismo político pelo cargo que ocupa, já que é o responsável por definir a pauta de projetos importantes, como a reforma da Previdência.
Segundo ele, a pauta da Câmara não será prejudicada devido à sua candidatura ao Planalto. “A gente tem responsabilidade com o Brasil, já deu demonstrações disso. O projeto político do DEM é legítimo e é feito em outro momento e local, não tem problema nenhum disso”, afirmou.
Filho do ex-prefeito do Rio, César Maia, o político está no quinto mandato como deputado federal. Em 2007, assumiu a presidência nacional do DEM, após a reformulação do antigo PFL. Rodrigo Maia ingressou, mas não chegou a concluir o curso de Economia. Foi secretário de Governo do município do Rio de Janeiro no final da década de 1990, na gestão de Luiz Paulo Conde, que à época era aliado de César Maia.
Vera Lúcia – PSTU
O PSTU, que nas últimas vezes concorreu com o candidato José Maria de Almeida (Zé Maria), lançará uma chapa tendo a sindicalista Vera Lúcia como candidata à Presidência.
Vera Lúcia, 50 anos, foi militante no PT e integrante do grupo fundador do PSTU.
O vice na chapa é Hertz Dias, 47 anos, militante do movimento negro.
MDB
Com a promessa de, pela primeira vez depois de 24 anos, apresentar ao país um candidato à Presidência da República, o MDB ainda não definiu oficialmente como formará a chapa para a disputa. Nesta semana, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles se filiou à sigla.
No entanto, ao deixar o comando do Ministério da Fazenda na sexta-feira (6), Meirelles não informou a qual cargo pretende concorrer. Mas é cogitado como opção ao lado do presidente Michel Temer.
O presidente Michel Temer não descartou a possibilidade de concorrer à reeleição. Nos últimos meses, o partido tem feito movimentos de resgate à história da legenda, que tem mais de 50 anos. Foi com esse intuito que mudou a sigla de PMDB para MDB. A decisão sobre a candidatura, porém, ainda não está tomada.
PSB
Após a morte do ex-ministro e então presidente nacional do partido, Eduardo Campos, em plena campanha eleitoral de 2014, o PSB passou por dificuldades de identificação e falta de lideranças nos últimos anos. Nessa sexta-feira (6), porém, a sigla recebeu a filiação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e tem nele a grande aposta de participar do pleito deste ano.
Como membro da Suprema Corte de 2003 a 2014, Joaquim Barbosa ganhou notoriedade durante o período em que foi relator do processo do mensalão, que condenou políticos de diversos partidos pela compra de apoio parlamentar nos primeiros anos de governo do PT. Antes, foi membro do Ministério Público Federal, funcionário do Ministério da Saúde e do Itamaraty.
De acordo com o líder do PSB na Câmara, deputado Júlio Delgado (MG), que tem participado das conversas com Barbosa, o nome dele fica eleitoralmente viabilizado, embora ainda seja necessário construir sua candidatura por todo o Brasil. “Ao se filiar, até pela viabilidade que já mostra, eu acho que o nome dele já fica irreversível. Acho que ele é o candidato capaz de unir o Brasil, tranquilizar, trazer a decência necessária contra essa divisão de lados [que o país vive]”, disse à Agência Brasil.
PT
Depois de ganhar as últimas quatro eleições, o PT anunciou a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas dificilmente conseguirá lançá-lo à disputa. Lula foi preso nesse sábado (7) para cumprimento da pena de 12 anos e 1 mês de prisão.
Ele foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Embora o cenário seja desfavorável, aliados defendem que Lula recorra ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em busca de uma autorização para se candidatar, já que a Lei da Ficha Limpa prevê a impugnação das candidaturas de políticos condenados em segundo grau da Justiça.
Outros nomes cotados dentro do partido são do ex-governador da Bahia Jaques Wagner e o do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, além de optar por apoiar a candidatura de outro partido da esquerda.
Prazos
De acordo com a legislação, os partidos políticos devem promover convenções nacionais com seus filiados entre 20 de julho e 5 de agosto para que oficializem as candidaturas. A data final para registro das candidaturas pelos partidos políticos na Justiça Eleitoral é 15 de agosto.
Militantes do Movimento dos Sem Terra (MST) invadiram na manhã de hoje (17) a sede da Rede Bahia, no bairro da Federação. A emissora é afiliada da Rede Globo no Estado e pertence à família do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM).
Ainda segundo o site Metro 1, os manifestantes carregam bandeiras do movimento, instrumentos musicais e pedem “Lula Livre”.
A invasão do MST à Rede Bahia não tem hora para acabar, segundo o dirigente nacional do movimento, Evanildo Costa. O grupo chegou à emissora às 5h de hoje (17).
“Agora somos mais de 180 pessoas e ocupamos o pátio e a recepção. Estamos denunciando o golpe no Brasil. A Rede Globo é responsável por esse golpe que vem destruindo o Brasil”, afirmou. A Rede Bahia é afiliada da Globo.
Ainda de acordo com o ativista, no local estão seguranças da empresa e a Polícia Militar. “Até agora, por parte da PM, não teve reação de reprimir”, afirmou.
A Rondesp, com apoio de guarnições da 78a Cipm, frustrou um ataque ao Presídio Nilton Gonçalves, que seria realizado com granadas, na manhã dessa segunda-feira (16). Duas pessoas foram presas.
A Polícia recebeu denúncia anônima sobre a presença dos suspeitos na região. Chegando no local os militares detiveram Rafael Santos Leal com as granadas em mãos prontas para serem lançadas para dentro do presídio.
O segundo suspeito, que estava em um carro, ainda fugiu, mas foi interceptado no Anel Rodoviário. O Condutor foi identificado como sendo Jhon Freddy Oliveira Dias.
De acordo com a polícia, tudo indica que a dupla seja integrante da quadrilha comandada pelo traficante “Nem Bomba”. O alvo seria o módulo onde estão bandidos da facção rival, BDN.
Os artefatos ainda estavam envoltos com pregos, para aumentar a letalidade do material explosivo.
A dupla, conhecida por práticas criminosas na cidade, foi apresentada no Disep e autuada em flagrante.
Fonte: Blitz Conquista