CMVC - AGOSTO
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Novo Paraiso

O curso oferece estratégias para quem:📌 Busca equilibrar suas finanças pessoais; 📌 Conquistar a independência financeira, através da autoanálise do comportamento individual nas finanças;  📌 Realização de um diagnóstico;📌 Elaboração do Planejamento Financeiro Pessoal na prática;📌 Plano de Ação objetivando o uso inteligente do dinheiro na tomada de decisões;

Data: 02/04 (Terça-feira) a 05/04 (Sexta-feira)
Horário: 18h as 22h
Local: IBEN – Rua Ubaldino Figueira, 405

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CORTINA E CIA COLCHÕES
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Por Kamile Araújo

Para economizar, é necessário ter disciplina e atitude! Nesse vídeo eu te dou 5 dicas infalíveis para você economizar de verdade! Resultados garantidos, em?

Assista ao vídeo:

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Economia Descomplicada - Por Kamile Araújo

Veja nesse vídeo como se livrar dessas taxas cobradas pelos bancos que, no longo prazo, apertam bastante o orçamento!

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Economia Descomplicada – Por Kamile Araújo

Todo mundo já foi abordado pelo gerente do banco e recebeu uma oferta de título de capitalização. Se você não foi, ainda será! Você sabe o que é e como funciona um título desses? Vem cá, que a gente analisa agora mesmo! Um título de capitalização é um título de crédito, adquirido com o suposto objetivo de participar de sorteios bastante atrativos, bem como de guardar dinheiro. Funciona da seguinte forma, ao comprar o título, você pode fazer um pagamento único, pagamentos mensais ou em diferentes períodos e tem o valor corrigido todos os meses pela mesma taxa da poupança, mais a TR (Taxa Referencial). Superficialmente, dá pra entender que você vai pagar todo mês um valor que vai “render” como a poupança e ainda vai poder ganhar milhõõõões, caso você seja sorteado. Tudo de bom, né? Será?

O que eles não te explicam muito bem, é que esse valor que você paga é direcionado para 3 cotas, são elas:

– COTA DE SORTEIO: É como uma loteria! Isso mesmo, você paga o percentual e concorre ao grande prêmio.

– COTA DE CARREGAMENTO: Pagamento das diversas despesas dos Títulos, tais como: administração, operação e comercialização. Em resumo: é a remuneração do banco por administrar o seu dinheiro nesse produto duvidoso.

– COTA DE CAPITALIZAÇÃO: Finalmente, é a parte do dinheiro sobre a qual você receberá o rendimento. Achou que seria sobre o valor total? Pois não é. Fiz uma simulação da aquisição de um Título “X”, de um determinado banco. Supomos agora que você adquira um título desses nas seguintes condições:

Valor a ser pago mensalmente R$100,00

Período : 60 meses (5 anos)

Total a ser aplicado: R$ 6.000,00

Rendimento: Poupança + TR = 4,55% A.A + 0

Os resultados seriam: dos R$6.000,00 aplicados, R$278,15 destinados à cota de Sorteio. Se você não ganhou, só fez gastar seu dinheiro. R$5.199,70 seriam direcionados à capitalização. Aplicando os juros da poupança durante 5 anos, o seu rendimento sobre esse valor seria de R$1.182,92. Por fim, você pagaria R$521,08 ao Banco, presente por manter você nessa cilada!

Resumindo:

Você pretendia investir R$ 6.000,00

Teve um total de custos de R$ 799,23

Valor efetivamente “investido” R$ 5.199,70

Seu rendimento após 5 anos R$ 1.182,93

Valor de resgate R$ 6.382,68

Em 5 anos, você ganhou R$ 382,68

Rendimento em 5 anos: 6%

Rendimento anual: 1,28%

Terrível né? Pois esse resultado consegue ser ainda menor do que o rendimento da poupança! Se você deixasse R$6.000,00 paradinhos durante 60 meses, sem pagar taxa alguma, o seu rendimento seria de R$1.365,00. Concluindo: existem alternativas melhores e seguras para investir fora dos Bancos grandes. O que você está esperando para evoluir financeiramente?

Essa foi mais uma dica da Economista Kamile Araújo. Quer dicas de economia diariamente? Siga @poup.investvca e acompanhe!

Kamile Araújo

​Economista

​Mestr​a em Economia Regional e Políticas Públicas

​C​​onsultora de Finanças Pessoais e Investimentos na Poup & Invest

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Economia Descomplicada – Por Kamile Araújo

Existem alguns termos econômicos que nos deixam perdidos, não é mesmo? Quem nunca ficou meio confuso assistindo o Jornal Nacional, enquanto o Bonner falava sobre commodities, royalties, câmbio ou PIB? Aqui na coluna Economia Descomplicada, vamos começar a entrar nesses pormenores também. E pra começar, vamos falar sobre um termo muito falado diariamente na TV e também nas notícias virtuais, o Produto Interno Bruto, também chamado de PIB.

Muito se fala em PIB, quando o assunto principal é a atividade econômica desempenhada dentro de um país, estado ou município, em um determinado período de tempo. Em verdade, o Produto Interno Bruto é a soma de tudo o que foi produzido dentro da localidade em questão (produto interno). Quanto maior a produção, maior será o consumo, o investimento e as vendas. A partir disso, é calculado o nível de riqueza da área. É importante que seja desconsiderando do cálculo do PIB, os bens de consumo intermediário, ou seja, bens utilizados para produzir outros bens. O PIB também pode ser calculado por setores econômicos, obtendo-se três resultados separadamente: agropecuária, indústria e serviços. Os dados para cálculo são obtidos a partir dos levantamentos realizados pelo IBGE, ou estimados pelo mesmo órgão.

Agora que você sabe o que significa esse indicador, fica fácil de entender que quando o PIB é alto, a economia cresce, elevando a renda das famílias e também o consumo, ao passo que as empresas crescem e passam a contratar mais empregados. As economias em expansão tornam-se mais competitivas internacionalmente, abaixando o preço dos produtos. Em síntese, o crescimento do PIB é muito positivo, de maneira geral.

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Segundo uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil, neste ano, apenas 4, em cada 10, brasileiros conversam frequentemente sobre orçamento familiar. A estrutura familiar, além de ser o mecanismo de reprodução de gerações com base na solidariedade, consiste em uma unidade econômica, que exerce o consumo diariamente. Normalmente, uma família conta com 1 ou 2 provedores, que compartilham sua renda com os demais membros, por meio do sustento dos filhos, por exemplo, e do apoio financeiro aos pais idosos. Diante de uma situação como essa, é necessário que as decisões sejam tomadas em conjunto, já que todos os membros sentirão os reflexos da utilização daquele dinheiro.

A renda de uma família pode ser categorizada em duas partes, a primeira é a renda não discricionária, que é o percentual já comprometido com as despesas fixas mensais, de caráter essencial, como: alimentação, moradia, vestuário, escola dos filhos; a segunda é a renda discricionária, ou seja, o valor que não se encontra comprometido com questões essenciais e pode ser utilizado de outras formas. É esse percentual de renda que define o padrão de vida e de consumo das famílias. Quando a renda discricionária é alta, a família geralmente tem acesso a bens de luxo, viagens mais caras e um status geral mais elevado. Alternativamente, uma renda discricionária baixa, é utilizada para fins como um eletrodoméstico comprado de forma parcelada, viagens mais modestas e restaurantes mais baratos.

Ocorre que, muitas famílias não conseguem desenvolver um orçamento em conjunto e acabam fazendo um mau uso da renda. Por não ter conhecimento do destino do dinheiro, não possuem controle do que pode ou não ser comprado, bem como da quantia disponível em caixa. Devido à ausência de controle de gastos, apresentam dificuldade para compor uma reserva financeira para emergências, e assumem um padrão de vida completamente diferente do que a sua realidade financeira permite. O resultado é sempre o mesmo: dívidas intermináveis, nome sujo, score de crédito baixo e um emocional fortemente comprometido.

O desejo de muitas famílias é sair de uma bola de neve como essa e a primeira recomendação é reunir todos que partilham da mesma renda e fazer um diagnóstico financeiro em três etapas: 1) analisar as receitas, despesas e dívidas; 2) avaliar criticamente o padrão de consumo adotado pela família; 3) definir racionalmente o que pode ser mudado. É muito importante que todos colaborem com o novo plano de ação, que será pensado para o bem de toda a família. Esse é o primeiro passo para progredir financeiramente e pode sim ser alcançado, com bastante determinação e disciplina.

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Por Kamile Araújo – Economista

Já ouvi gente dizendo que “emergência” só pega a gente de surpresa…

Claro! Se fosse previsível não seria emergência! O que não é possível prever,

não tem como controlar. Sendo assim, temos que estar sempre preparados

para o pior. Pior em sentindo amplo: um acidente, a perda de um emprego,

bater o carro, uma doença, morte, enfim, eventos completamente inesperados

que afetam a vida financeira. Você estaria financeiramente preparado para

passar por alguma dessas situações? Supondo que por algum dos motivos

citados, você perdesse a sua renda mensal, por quanto tempo você

conseguiria se manter com as reservas que possui?

Ao desenvolver um programa de planejamento financeiro, após

organizar gastos e receitas, antes mesmo de investir, é imprescindível construir

uma Reserva de Emergência. A recomendação é compor, aos poucos, uma

aplicação financeira de valor equivalente ao seu gasto mensal médio,

multiplicado por 6 (meses). Esse é considerado o período médio necessário,

para conseguir uma recolocação no mercado de trabalho. A depender da

situação econômica, é válido considerar a possibilidade de compor uma

reserva para 12 meses, para tanto, basta multiplicar o valor do gasto médio

mensal por 12.

Com uma reserva de emergências, o individuo fica devidamente

preparado para possíveis quedas, podendo se manter, com um padrão de vida

não muito diferente, até se recuperar completamente. Como compor a reserva?

  1. i) Calcule o seu gasto mensal dos últimos três meses. Divida por três e

obtenha o seu Gasto Mensal Médio (GMM).

GMM= Gasto Abril + Gasto Maio + Gasto Junho

3

  1. ii) Multiplique o GMM pelo período que acredita ser necessário para se

recolocar no mercado de trabalho 6 ou 12 meses. Esse será o valor

necessário da sua reserva.

RE = GMM x 6

iii) Reserve uma quantia mensal, por um prazo determinado por você, até

chegar a esse montante.

 

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Por Kamile Araújo – Economista

Quantas vezes, ao chegar numa loja, você foi tão bem atendido, que acabou levando o produto apenas para retribuir à excelente abordagem do vendedor? Existem vendedores tão profissionais que não deixam o consumidor sair da loja sem adquirir o produto/serviço que eles oferecem. Ao chegar em casa, passada a euforia, percebe-se que aquele produto/serviço não era assim tão necessário e, finalmente, é reconhecido o exagero nas compras, consequência da lábia do vendedor, que por sinal foi bem eficaz.

Você sabia que também existem consumidores profissionais? Sim, e você pode ser um! O consumidor profissional toma atitudes conscientes quando vai às compras. Ele analisa o que é realmente importante, e realiza suas compras com as suas prioridades já definidas. Uma vez ciente de que o comerciante utilizará de diversas técnicas para concretizar vendas, desde o atendimento personalizado à organização minuciosamente estratégica do estabelecimento, ele sairá de casa com um limite de orçamento muito bem definido, além de estar focado no que realmente está necessitando naquele momento. Outra ação essencial tomada pelo consumidor profissional, é utilizar a internet em seu favor. Antes de adquirir algo, ele pesquisa algumas vezes o preço do produto e as condições de pagamento, em sites de empresas consolidadas, obtendo uma ideia de valor médio e possível negociação.

Para ser um consumidor profissional, é necessário reconhecer que não é sustentável viver uma realidade que não é a sua. Assim, montar um ranking com objetivos de consumo é uma ótima alternativa para saber o que realmente é importante para o seu bem estar e satisfação. A partir disso, é possível direcionar recursos financeiros para cada um desses objetivos, e alcançá-los ao longo do tempo, com foco e disciplina. Portanto, faça uma reflexão antes de efetivar suas compras. Saiba escolher o que consumir, avaliando o custo benefício, a real necessidade do que se deseja comprar, naquele momento, assim como o seu prazer em consumir aquele bem ou serviço. Seja um comprador profissional!

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Por Kamile Araújo – Economista

Olá, pessoal! Nos últimos oito dias, não se fala em outro assunto na TV, nos barzinhos ou nas redes sociais: a 21º edição da Copa do Mundo FIFA, que está ocorrendo pela primeira vez, na Rússia. O evento começou em 14 de junho e vai até 15 de julho. Ainda que algumas pessoas resistam a toda essa atmosfera da Copa, há de se reconhecer que o campeonato exerce tamanha influencia sobre os aspectos sociais, políticos, infraestruturais e econômicos tanto do país sede, como dos demais, cujas seleções estão envolvidas na competição.

Trazendo a questão para a nossa realidade, ou seja, fazendo uma análise “microeconômica” acerca dos efeitos da Copa do Mundo sobre o nosso cotidiano, vale a pena falar sobre algumas curiosidades. Sim, se você achou absurda a propaganda que dizia “vai assistir aos jogos do Brasil, na mesma TV do 7×1?”, saiba que essa sacada de marketing foi uma estratégia muito bem pensada. O setor de eletroeletrônicos é, historicamente, um dos aufere maior lucratividade com o campeonato mundial. Milhares de brasileiros, apaixonados por futebol, trocam suas televisões, tendo a Copa como motivo principal. Os planos TV’s por assinatura pegam carona nesse ganho. Os canais esportivos têm sua demanda bastante elevada, tanto na Copa do Mundo quanto nas Olimpíadas.

Sabe aquele trabalhador ambulante que vende réplicas de grandes marcas? A Copa do Mundo é o momento crucial para concretizar uma grande quantidade de vendas. Não apenas no setor de vestuário, mas o mercado informal, como um todo, é beneficiado, já que o consumo de produtos mais baratos como bandeiras, camisas não oficiais e, principalmente, adereços de pequeno valor aumenta consideravelmente. Outro empreendimento que merece destaque são os barzinhos e botecos. Em dias de jogo, os estabelecimentos nunca estão vazios. Em dias de jogo da seleção, já no aquecimento, é impossível encontrar uma cadeira vaga para assistir o jogo, com direito a cerveja e petiscos.

A economia durante a Copa tem um comportamento bem característico. Após a euforia dos jogos e de toda a movimentação ocorrida em esfera mundial, os problemas estruturais de cada país retornam à pauta diária e tudo volta para o seu devido lugar. O mesmo ciclo ocorre nas festas de fim de ano, no carnaval, e em outras datas comemorativas. Portanto, caro leitor, esteja inteirado dessa dinâmica e consciente do seu orçamento atual, para desfrutar desse momento de forma responsável, sem sair do seu planejamento financeiro.

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Por Kamile Araújo – Economista

Quando alguém decide organizar a vida financeira, é essencial conhecer bem a si mesmo e saber aonde quer chegar. De nada adianta fazer cortes exagerados no orçamento, abrir mão do que gosta, para evitar gastos, ou traçar metas absurdas que você jamais conseguiria cumprir numa primeira tentativa.

Você deve ter consciência de até onde consegue realmente ir, no curto prazo, e traçar estratégias para ir mais longe e alcançar seus objetivos de médio e longo prazo. Essa é a base de um bom planejamento financeiro.

Por meio da educação financeira e do hábito de planejar, o indivíduo pode mudar a sua relação com o dinheiro, gerir melhor a própria renda e tomar decisões eficientes, dentro do seu orçamento.

Tudo isso é possível, a partir do momento em que se investe em uma mudança de comportamento, associada a novos hábitos como a redução de gastos, poupar dinheiro, investir e multiplicar os ganhos.

Que tal começar esse processo registrando todos os seus gastos? Anotar as suas despesas diárias e forma de pagamento utilizada é um primeiro passo de sucesso para organizar e começar a controlar as suas finanças. Aproveite para categorizar as despesas em grupos como habitação, saúde, lazer, educação, dentre outras condizentes com a sua rotina de gastos.

Ao conseguir visualizar o destino do seu dinheiro, será possível analisar quais são os seus excessos, os gastos desnecessários, o que pode ser poupado e em que seria interessante investir. Mais que uma ferramenta, a educação financeira é um estilo de vida e pode mudar a sua relação com o dinheiro definitivamente. Não é um processo fácil, mas asseguro que, perseverando, os resultados são surpreendentes.

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