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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi internado às pressas, no fim da noite desta segunda-feira (9), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde foi submetido a um procedimento cirúrgico para drenagem de um hematoma. O presidente está internado na UTI e “encontra-se bem”, informou o hospital.

Conforme o primeiro boletim médico divulgado às 3h20 desta terça (10), Lula passou mal ainda em Brasília. Ele fez um exame de imagem após sentir dor de cabeça, ainda na unidade do hospital da capital federal.

De acordo com o boletim médico, “no momento, o Presidente encontra-se bem, sob monitorização em leito de UTI”. Um novo boletim deverá ser divulgado pela manhã, quando também será realizada uma entrevista coletiva, marcada para as 9h.

Lula está sob cuidados da equipe médica, comandada por Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio.

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O presidente Lula celebrou, nesta sexta-feira (6), o acordo entre Mercosul e União Europeia e disse que o Brasil conseguiu preservar nas negociações seus interesses em compras governamentais. Para o chefe de Estado, os acordos anteriores eram “inaceitáveis”.

“O acordo que finalizamos hoje é bem diferente daquele anunciado em 2019. As condições que herdamos eram inaceitáveis. Foi preciso incorporar, ao acordo, temas de relevância para o Mercosul. Conseguimos preservar nossos interesses em compras governamentais, o que permite implementar políticas públicas em áreas como saúde, agricultura familiar, ciência e tecnologia”, disse o presidente. A declaração foi feita na cúpula do Mercosul, no Uruguai, onde está o presidente.

Lula classificou o texto do acordo como “moderno e equilibrado” e disse acreditar que ele reconhece as credenciais ambientais do Mercosul e reforça o compromisso com acordos como o de Paris. O acordo entre Mercosul e União Europeia tem tomado os noticiários depois de alguns anos de discussão.

O principal objetivo é facilitar o comércio e a relação entre os dois blocos, zerando as tarifas de importações de mais de 90% dos bens negociados entre os dois lados. O governo brasileiro havia estimulado essas discussões na tentativa de retirar desvantagem em algumas imposições. A maior preocupação era na produção agrícola, porque a França via como uma ameaça a seus agricultores.

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O agronegócio recebeu mais um impulso do governo Lula. Dessa vez, foram anunciados R$ 546,6 bilhões até 2026, em investimentos públicos e privados, para desenvolver cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais no país. Os valores estão previstos na Missão 1 do programa federal Nova Indústria Brasil (NIB). Ao lado de ministros de Estado e de outras autoridades, o presidente Lula marcou presença na cerimônia do governo, nesta terça-feira (3), no Palácio do Planalto.

O anúncio dos investimentos bilionários ao agro se deu em meio às boas notícias sobre o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB), que avançou 0,9% no terceiro trimestre, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), igualmente nesta terça. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, vice-presidente Geraldo Alckmin, parabenizou o setor industrial pela contribuição fundamental ao crescimento da economia em 2024.

“O PIB acumulado: 3,5%. E a indústria, o PIB acumulado: 3,3%. Então, a indústria fazendo a diferença. Se a gente pegar o PIB acumulado de 12 meses, dá 4%, praticamente”, comemorou o vice-presidente.

Por meio das redes sociais, Lula também enfatizou os bons resultados da economia brasileira no terceiro trimestre. O petista atribuiu ao NIB o crescimento da renda e das oportunidades de emprego.

“Em 2023, encontramos um Brasil marcado pelo fechamento de fábricas. Agora, com o programa Nova Indústria Brasil, estamos retomando os investimentos industriais, gerando empregos, renda e impulsionando o crescimento do PIB”, publicou o presidente, no X.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reunirá nesta semana com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para finalizar a proposta de reestruturação da carreira militar.

O petista se reuniu neste sábado (30) com os comandantes das Forças Armadas e chegaram a um acordo sobre como estabelecer uma transição.

A tendência, como antecipou a analista Jussara Soares, é de que os militares tenham sete anos, partir de 2025, para se adequarem à nova regra da idade mínima de 55 anos para passarem para a reserva.

A partir de 2032 todos os militares terão que cumprir a idade mínima de 55 anos para deixar a ativa.

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Durante a cerimônia de lançamento do Programa de Otimização de Contratos de Concessão de Rodovias, nesta quinta-feira (21), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração que levantou risos do público. Ele afirmou: “Eu sou um cara que tem que agradecer agora muito mais porque eu estou vivo. A tentativa de me envenenar, eu e o Alckmin, não deu certo. Nós estamos aqui.” Lula se referia à Operação Contragolpe, que prendeu cinco militares suspeitos de envolvimento em um plano de golpe de Estado, cujo objetivo era assassinar o presidente, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes após as Eleições 2022. Entre os acusados estão o coronel Helio Ferreira Lima, o general Mario Fernandes, o tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo, o tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira e o policial federal Wladimir Matos Soares. Eles pertencem ao grupo “Kids Pretos”, especializado em operações especiais, e estavam planejando a operação“Punhal Verde e Amarelo” para impedir a posse de Lula e instaurar um golpe.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retoma nesta quinta-feira (21) a discussão com ministros sobre o pacote de cortes de gastosque o governo pretende implementar para tentar equilibrar as contas públicas.

Segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa, o texto com as medidas para despesas futuras deve ficar pronto até esta sexta (22).

O ministro afirmou que também deve ser anunciado um bloqueio no orçamento de 2024 pela Junta de Execução Orçamentária (JEO) — órgão que assessora o presidente nas políticas fiscais e de outras áreas — na faixa de R$ 5 bilhões.

Segundo apurou a GloboNews, o valor deve ficar entre R$ 5 bilhões e R$ 7 bilhões.

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Em seu discurso de encerramento do G20 Social, o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas ao “neoliberalismo” e defendeu uma jornada de trabalho “mais equilibrada”. As declarações foram feitas neste sábado (16), no Rio de Janeiro.

“O neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e política que hoje assola as democracias. O G20 precisa discutir uma série de medidas para reduzir o custo de vida e promover jornadas de trabalho mais equilibradas”, disse o presidente Lula.

Embora não tenha mencionado especificamente as discussões em torno da escala 6×1, que ganhou destaque recentemente, o presidente enfatizou que temáticas como essa devem ser discutidas no G20. Este marcou o primeiro pronunciamento do presidente na cúpula das maiores economias do mundo, que, neste ano, conta com a administração do Brasil e acontece no Rio de Janeiro. As reuniões de líderes mundiais estão agendadas para os dias 18 e 19 (segunda e terça-feira).

Atualmente, o governo não se manifestou na discussão sobre alterações na escala trabalhista. Apesar de a proposta ser bem recebida por Lula e pela cúpula governamental, o Planalto considera que este não é o momento adequado para adentrar o debate, que já está se desenrolando no Congresso. Neste momento, o foco tem sido a aprovação da LOA (Lei Orçamentária Anual) e da  proposta de corte de gastos que o Ministério da Fazenda deverá apresentar aos parlamentares ainda no mês de novembro.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se reuniu na noite da quarta-feira (13) com os ministros do STF Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin no Palácio do Alvorada. O encontro aconteceu após explosões terem sido registradas na praça dos Três Poderes, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Além dos magistrados, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, também está no Alvorada. A reunião do grupo já era prevista para discutir ampliação da pauta de segurança pública no governo federal.

No momento das explosões, que foram registradas por volta das 19h30, havia sessões de plenário na Câmara, que foi suspensa após a confirmação de uma morte e no Senado, que foi mantida até as 21h.

Ainda na manhã desta quinta-feira (14), o acesso à Praça dos Três Poderes continua restrito e a Polícia Militar do D continua realizando uma operação de varredura antibombas no local, segundo o portal da CNN Brasil. A expectativa é que as forças de segurança atuem durante todo o dia no local.

Ainda segundo a CNN, policiais militares informaram que alguns artefatos estão sendo desativados, por isso, as explosões seguem ocorrendo. Bombeiros do DF também informaram que explosões foram registradas durante a madrugada.

Qual a autoria 

A Polícia Federal confirmou que o homem que morreu na Praça dos Três poderes foi identificado como Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos. Ele foi candidato a vereador pelo PL em 2020 na cidade de Rio do Sul, no interior de Santa Catarina.  Segundo a polícia, ele havia alugado uma casa, em Ceilândia, no DF “há poucos dias”.

“Em mensagens compartilhadas por WhatsApp, é possível notar que algumas delas tem conteúdo que antecipavam o ocorrido no dia de hoje manifestando previamente a intenção do autor em praticar o autoextermínio e o atentado a bomba contra pessoas e instituições”, diz o boletim da corporação a respeito de Francisco, que morreu durante o ataque.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) parabenizou Donald Trump pela vitória nas eleições, após ser eleito presidente dos Estados Unidos, nesta quarta-feira (6).

“Meus parabéns ao presidente Donald Trump pela vitória eleitoral e retorno à presidência dos Estados Unidos. A democracia é a voz do povo e ela deve ser sempre respeitada. O mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para termos mais paz, desenvolvimento e prosperidade. Desejo sorte e sucesso ao novo governo”, declarou Lula.

Durante a campanha, Lula confessou publicamente que estava “torcendo” por Kamala Harris e, em uma entrevista na sexta-feira (1º), afirmou que a vitória da candidata sobre Trump seria mais “segura” para a democracia.

“Sou amante da democracia. Acho que é o melhor sistema de governo que a sociedade construiu no mundo. Ela permite aos contrários, os antagônicos, uma disputa civilizada na discussão de ideias, sem violência. Acho que, a Kamala ganhando as eleições, é muito mais seguro para fortalecer a democracia nos Estados Unidos”, afirmou Lula a uma emissora de TV francesa.

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O presidente Lula se reuniu, nesta quinta-feira (31), com governadores para apresentar a PEC da Segurança, conhecida como SUS da Segurança. No encontro, o petista apresentou o texto do projeto e afirmou que ele é o começo do debate sobre segurança pública no país.

Lula demonstrou preocupação sobre o avanço do crime organizado e chegou a pedir que os governadores falassem “sem censura” sobre suas propostas e os problemas que enfrentam nos estados.

“A apresentação dessa PEC é o começo de uma grande discussão que a gente quer fazer sobre segurança pública nesse país, sobre a criação de um sistema único de segurança pública, e a gente começa mandando para as duas Casas onde o debate deve se dar de verdade, que é no Congresso Nacional”, disse o presidente  na abertura da reunião, que contou também com a presença de líderes do Judiciário, do Legislativo e de órgãos de segurança pública.

Os governadores agradeceram o debate, mas fizeram consideração sobre a concentração da proposta no Executivo federal. Parte deles pediu maior independência dos estados. O governador fluminense, Cláudio Castro (PL) foi um deles, apontando que os problemas enfrentados nos estados são diferentes. Elmano de Freitas (PT-CE), Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ronaldo Caiado (União-GO) seguiram no mesmo tom. “Senhor presidente, faça a PEC, [mas] transfira cada governador a prerrogativa de legislar sobre aquilo que é legislação penal e legislação penitenciária”, disse Caiado.

Os governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Jorginho Mello (PL-SC) recusaram o convite para a reunião por não concordarem com o texto proposto pelo governo.

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