O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve no hospital Sírio-Libanês, em Brasília, na tarde desta segunda-feira (28), para a retirar os pontos de um ferimento na cabeça ocasionado por um acidente doméstico. A informação é da assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.
Lula caiu em um banheiro no Palácio da Alvorada no último 19 de outubro. Na ocasião, ele cortava as unhas dos pés quando caiu e bateu a cabeça. A pancada abriu um corte que foi fechado com cinco pontos.
Após a retirada dos pontos, ele passará por novos exames na cabeça. O boletim médico mais recente, divulgado na sexta-feira (25) pelo Hospital Sírio-Libanês de Brasília, aponta que ele tem um quadro “estável” e está “apto para o trabalho”. Devido ao acidente, Lula teve de cancelar a viagem a Kazan, na Rússia, onde participaria da cúpula do BRICS.
O presidente da República Brasileira Luiz Inácio Lula da Silva cancelou a terceira viagem internacional por causa do acidente doméstico que sofreu há uma semana, em Brasília. Lula iria ao Azerbaijão para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O presidente havia cancelado viagens à Rússia e à Colômbia. Ele também suspendeu a viagem a São Paulo, onde votaria no segundo turno das Eleições 2024 neste domingo (27).
Após participar por videoconferência na cúpula do Brics, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue no Palácio da Alvorada. O mandatário brasileiro fez novos exames na terça-feira (22), que constataram quadro estável, mas deverá por outra bateria de exames nesta sexta-feira (25). Os procedimentos são feitos após Lula sofrer um acidente doméstico, o que fez com que ele cancelasse a viagem para a Rússia.
Segundo informações do Estadão, Lula segue com sua agenda de trabalho normalmente. Na segunda-feira (21), chegou a receber os ministros Alexandre Padilha (SRI), Jorge Messias (AGU), Alexandre Silveira (MME). Lula ainda se encontrou com o assessor especial Celso Amorim. Na terça-feira (22), falou por telefone com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Embora autorizado a prosseguir sua agenda de trabalhos, o retorno para o Palácio do Planalto e ainda a autorização para eventuais viagens de curta duração dependem de novas avaliações médicas, que acontecem diariamente, em meio a outros compromissos do mandatário.
O acidente doméstico sofrido pelo presidente Lula no sábado (19) ocorreu quando ele escorregou no banheiro e caiu, causando um ferimento na cabeça. De acordo com aliados, o presidente não perdeu a consciência. A Secretaria de Comunicação da Presidência informou que ele deve trabalhar normalmente do Palácio do Planalto a partir de segunda-feira (21).
Devido ao acidente, o presidente não irá mais à Cúpula dos Brics, que acontecerá em Kazan, na Rússia. De acordo com um ministro de Lula, está “tudo tranquilo” com o presidente e o cancelamento da viagem é apenas por orientação médica, visto que seria um voo longo e, na Rússia, ele teria uma agenda intensa, com diferença de fuso horário (6 horas a mais em relação a Brasília).
Segundo apuração do portal Metrópoles, Lula levou pontos na parte de trás da cabeça, mas foi liberado após o curativo para retornar ao Palácio da Alvorada. Na manhã deste domingo (20), ele voltou ao hospital para exames complementares e foi liberado novamente
O presidente da República Brasileira, Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do ministro da Educação, Camilo Sobreira de Santana, e do governador Jerônimo Rodrigues Souza, apresentou, nesta quinta-feira (17), a expansão do Programa Pé-de-Meia. Com a mudança, estudantes com família inscrita no CadÚnico [Cadastro Único para Programas Sociais] e renda de até meio salário mínimo, e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), na mesma condição, também vão receber o benefício. O anúncio aconteceu durante o “Festival Pé-de-Meia e Bolsa Presença”, que reuniu mais de 10 mil estudantes da rede estadual no Parque de Exposições de Salvador. O sonho de se formar em enfermagem ganhou um estímulo adicional com a poupança estudantil, contou Graziele Almeida, estudante do terceiro ano do Colégio Estadual Manoel Novaes. “É um complemento muito bom, né?! Eu vou guardar esse dinheiro para investir em algo bom para o meu futuro e vou me dedicar para passar em enfermagem. Várias pessoas que não têm condições de se manter na escola, agora podem focar em terminar o ensino médio, não precisam trabalhar para ajudar a família”, avaliou a estudante.
O presidente Lula (PT) sancionou, nesta quarta-feira (9), a lei que aumenta a pena para feminicídio, estabelecendo um máximo de até 40 anos de prisão. O texto também proíbe os condenados por crimes contra mulheres de ocupar cargos públicos.
A nova legislação será publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira (10). A sanção foi dada integralmente em uma reunião a portas fechadas no Palácio do Planalto, com a participação de ministros como Cida Gonçalves (Mulheres), Jorge Messias (AGU) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais).
A pena para o crime de feminicídio varia atualmente de 12 a 30 anos de reclusão, conforme as circunstâncias do caso. Agora, a lei amplia essa pena para até 40 anos de prisão. O texto foi aprovado em setembro na Câmara dos Deputados, de forma simbólica.
De autoria da senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), o projeto transforma o feminicídio em um tipo penal autônomo, em vez de mantê-lo como uma qualificadora do homicídio. A medida aumenta a pena, aumenta a visibilidade do crime e pretende reduzir a subnotificação dos casos.
Em seu parecer, a relatora Gisela Simona (União Brasil-MT) disse que a falta de formação adequada ou de protocolos claros pode levar as autoridades a classificar o crime simplesmente como homicídio, mesmo quando a conduta é praticada contra a mulher por razões da condiçao do sexo feminino.
Além disso, a falta de uniformidade nos registros prejudica ainda a obtenção de dados estatísticos confiáveis sobre feminicídios, essenciais para o desenvolvimento de políticas públicas.
A medida também impede que quem cometeu crimes contra a mulher ocupe cargo público ou exerça mandato eletivo. Além disso, amplia a pena para delitos cometidos em razão do sexo feminino, como lesão corporal, crimes contra a honra, ameaça e descumprimento de medida protetiva.
Outro ponto da lei aumenta o tempo para a concessão da progressão de regime aos condenados por feminicídio, além de ser obrigatória a monitoração eletrônica do preso para qualquer benefício.
Em seu parecer, Simona disse que o projeto “contribui sobremaneira para o aumento da proteção à mulher vítima de violência”.
“A criação do tipo penal autônomo de feminicídio é medida que se revela necessária não só para tornar mais visível essa forma extrema de violência contra a mulher, mas também para reforçar o combate a esse crime bárbaro e viabilizar a uniformização das informações sobre as mortes de mulheres no Brasil”, afirmou.
O avião que transportava o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sua comitiva do México para o Brasil pousou no Aeroporto Internacional General Felipe Ángeles, na Cidade do México, depois de apresentar um problema técnico. Antes, no entanto, o Airbus 319 CJ teve que voar em círculos por quase 5 horas para gastar combustível. Dados do site Radar Box, que monitora voos ao redor do mundo, mostram que o Aerolula decolou da Cidade do México às 17h19 (horário de Brasília) e pousou às 22h15 (horário de Brasília) desta 3ª feira (1º.out.2024).
O governo federal irá liberar, até esta quarta-feira (18), um crédito extraordinário de R$ 514 milhões para combater os incêndios florestais que se alastram pelo país. O anúncio foi feito pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e pela ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, após reunião entre representantes dos Três Poderes.
Segundo Rui Costa, os recursos serão distribuídos em diversos ministérios para serem utilizados na aquisição de equipamentos e para a execução de medidas no curto prazo. Uma parte desses recursos será destinada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas para reforçar o monitoramento e enfrentamento às queimadas.
A Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública também irão receber o dinheiro para reforçar as investigações e a repressão ao crime ambiental. As Forças Armadas, que também irão receber parte do montante, destinará o uso nas operações de apoio na extinção das chamas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve decidir nesta semana, segundo auxiliares, sobre uma eventual volta do horário de verão.
A medida foi colocada na mesa de discussões do governo em razão da seca recorde pela qual passa o país e a chegada do período do calor mais intenso na maior parte do território nacional.
A seca diminui o nível dos reservatórios das hidrelétricas, maior fonte da energia elétrica no país. O calor aumenta o uso de eletrodomésticos como o ar-condicionado e, consequentemente, aumenta o consumo de energia.
O horário de verão foi extinto em 2019, primeiro ano do governo Jair Bolsonaro. Na época, o governo alegou que a economia de energia era baixa e não justificava a adoção da medida.
O horário de verão consiste em, nos meses do verão — quando faz mais calor e os dias têm luz natural por mais tempo — adiantar o relógio em uma hora. Assim, quando as pessoas chegam em casa após o trabalho e começam a ligar aparelhos, não precisam ligar também as lâmpadas elétricas, o que diminui um pouco a demanda. O acionamento da iluminação urbana também passa para mais tarde, aliviando a carga.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema (ONS) vão apresentar nos próximos dias um estudo sobre o horário de verão nas atuais circunstâncias.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama Janja sobrevoaram o Parque Nacional de Brasília na tarde deste domingo (15). A região sofre com um incêndio que já destruiu 1,2 mil hectares, de acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio):
“Neste domingo, juntamente com a Janja, sobrevoei o Parque Nacional afetado por um incêndio de grandes proporções, como tantos que têm ocorrido por todo o país. O governo federal está atuando junto com o Corpo de Bombeiros do DF para ajudar no combate às chamas”, escreveu o mandatário em publicação no BlueSky.
O presidente também afirmou que a Polícia Federal tem 52 inquéritos abertos contra os responsáveis por incêndios criminosos, e que vai conversar com a ministra Marina Silva (Meio Ambiente) sobre o assunto na segunda-feira (16).
“O Ministério da Saúde tem dado orientações para nos protegermos da fumaça, e amanhã irei me reunir com a ministra Marina Silva, e o núcleo de governo para discutirmos mais ações para lidarmos com essa emergência climática”, afirmou Lula.