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O Coronel Ivanildo anunciou nesta quarta-feira (3) que não será candidato à Prefeitura de Vitória da Conquista nas Eleições de 2024. Atualmente à frente do Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO), ele havia divulgado anteriormente a informação de que disputaria ao cargo de prefeito, mas recuou.

A decisão foi tomada devido à impossibilidade de cumprir o prazo de desincompatibilização exigido pela Legislação Eleitoral. Para concorrer, ele teria que deixar o cargo até a próxima sexta-feira (5), quando se encerra a janela partidária, seis meses antes das eleições marcadas para 6 de outubro.

Leia a nota divulgada por ele nesta quarta-feira:

*AGRADECIMENTO OFICIAL*

Quero expressar minha profunda gratidão a toda a sociedade de Vitória da Conquista e região por terem acreditado em mim ao longo desses 40 anos de trabalho íntegro e dedicado ao bem-estar e à segurança de todos. Agradeço pelos 5,62% das intenções de voto à prefeitura municipal mesmo não tendo lançado candidatura.

É com um misto de emoções que levo comigo a lembrança calorosa deste apoio e de toda confiança depositada em minha jornada profissional. Em especial, agradeço ao convite de Gilzete Moreira, presidente do AVANTE em nossa cidade, e aos amigos Juracy Junior, Marcio Higino, Rodrigo Moreira, Professor Cori e Ronaldo Caletto, presidente do AVANTE na Bahia.

Embora não esteja seguindo adiante como candidato a prefeito, continuarei comprometido com os valores que defendi durante esta jornada na honrosa Polícia Militar da Bahia e continuarei trabalhando para o progresso, _servindo, protegendo e cuidando_ de nossa comunidade.

Forte abraço!!!

_Ivanildo da Silva – Cel PM_

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Nesta terça-feira, 02, o Republicanos apresentou a chapa de pré-candidatos a vereador para as eleições municipais de 2024, em Vitória da Conquista. O evento de lançamento aconteceu no Plenário Carmen Lucia, na Câmara de Vereadores, e contou com a presença da Prefeita Sheila Lemos.

O evento também foi uma confirmação do apoio do partido à reeleição da gestora, que tem entre os nomes ventilados para vice o do presidente do Republicanos, Dr. Aloísio Alan. O partido vem com grande força para o pleito e em busca de eleger ao menos três vereadores dos vinte e três que o legislativo conquistense terá em 2025.

Entre as ‘estrelas’ da legenda estão o vereador Dinho dos Campinhos, os ex-vereadores Gilmar Ferraz e Pastor Sidney Oliveira.

O pastor Sidney Ferraz, que ocupa a presidência de honra do Republicanos, destacou a força do partido em busca de vagas na Câmara de Vereadores. “Trabalhamos para fechar a chapa de vereadores e ter representatividade na Câmara Municipal”, disse.

Apesar de vários pré-candidatos já estarem filiados ao partido, Pastor Sidney manteve as portas abertas para outros postulantes.

“Até essa semana, no dia 06, sabemos que alguns vão trocar de partido. Alguns saem, outros chegam, e a gente está praticamente fechado à chapa. A gente sabe que até dia 06 podemos receber algum candidato que queira marchar com o Republicanos nessa eleição”, disse.

Com informações do Blog do Sena

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No dia 5 de abril, acontecerá na Câmara Municipal de Vitória da Conquista uma Sessão Especial em comemoração ao Dia Municipal da Cultura. A sessão tem por objetivo reconhecer instituições e personalidades que ajudam a difundir a cultura local.

O Dia Municipal da Cultura foi estabelecido pela Lei nº 1367/2006 e é comemorado anualmente em 14 de março. A data foi escolhida por ser o aniversário de nascimento do cineasta conquistense Glauber Rocha, uma das maiores referências culturais de Vitória da Conquista.

Este ano, as homenagens serão para Yalorixá Naza de Oyá e para o Sarau de Jeremias Macário. As indicações são feitas pelo Conselho Municipal de Cultura. A sessão é aberta a toda a população e será transmitida pelas redes sociais da Câmara e pela Rádio Câmara 90.3 FM.

SERVIÇO – SESSÃO ESPECIAL

Data: 5 de abril

Horário: 9h

Local: Câmara Municipal – Plenário Carmen Lúcia

Rua Coronel Gugé, 150, Centro

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A primeira pesquisa de intenções de voto para prefeito de Vitória da Conquista foi divulgada nesta segunda-feira (01), pela empresa Séculos Análise e Pesquisa. O levantamento foi encomendado pelo site Bahia Notícias e chegou a sofrer dois pedidos de impugnação na Justiça Eleitoral.O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-03140/2024.

Segundo a pesquisa, no levantamento estimulado, a prefeita Sheila Lemos (UB) aparece com 36,27% das intenções de voto, seguida por Lúcia Rocha (MDB) com com 24,01% e por Waldenor Pereira com 20,69%. Na sequência aparecem Coronel Ivanildo com 5,62%; outros 8,56% dos conquistenses não votariam em nenhum candidato e 4,85% não opinaram.

Na pesquisa espontânea, quando o nome dos candidatos não são ditos, Sheila aparece em primeiro lugar, mas com uma porcentagem menor das intenções de voto. A atual prefeita aparece com 25,80% das intenções de voto. Em sequência, a vereadora Lúcia Rocha (MDB) desponta com 14,30% e o deputado estadual, Waldenor Pereira (PT), com 12,01% das respostas. Coronel Ivanildo aparece em 1,79% das respostas e Waldemar com 0,77%; Zé Raimundo com 0,26%, Marcos Adriano e Gulherme com 0,13%, cada um. 13,54% do eleitorado não votariam em nenhum e 31,29% não opinaram.

Com informações do Blog do Sena

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Nenhuma mulher preside as Câmaras Municipais das capitais estaduais do Brasil. Entre essas cidades, a Câmara mais feminina é a de Florianópolis, que tem 6 mulheres entre os 23 vereadores, resultando em 26% de representação feminina.

Em alguns desses municípios, as vereadoras estão sozinhas nas Câmaras. É o caso de Campo Grande (MS), capital com o Legislativo mais masculino. Do total de 29 vereadores, há apenas uma mulher.

Os efeitos dessa disparidade são variados. Para Luiza Ribeiro (PT-MS), alguns transparecem já na convivência. “Quando termina a sessão eles vão todos juntos para a sala de reunião da presidência [da Câmara] e eu me vejo indo sozinha para o meu gabinete.”

A vereadora Karla Coser (PT-ES), única mulher na Câmara de Vitória, afirma vivenciar uma exclusão semelhante. “A relação entre os homens é muito mais fraternal do que comigo no dia a dia. Eles se entendem numa lógica masculina de irmandade, eles se reconhecem como iguais. Preciso me esforçar muito mais para que projetos muito semelhantes sejam aprovados.”

Campo Grande e Vitória são duas das três capitais do país onde só há uma vereadora nas Câmaras. João Pessoa é a terceira, onde atua Eliza Virginia (PP-PB), que se diz antifeminista e de direita.

“O campo político talvez não atraia muito as mulheres. A política requer muito de você, do seu tempo. Finais de semana, feriados. Você tem que ter uma estrutura muito grande ao seu redor”, diz Virginia.

Segundo Hannah Aflalo, doutora em ciência política pela USP (Universidade de São Paulo) e co-diretora executiva de A Tenda das Candidatas, ONG que capacita lideranças feministas, o sistema eleitoral é desigual e questões como as trazidas pela vereadora do PP aparecem. “Existem barreiras sociais, duplas e triplas, divisões sexuais e raciais do trabalho, estereótipos de gênero e até o financiamento.”

Existem tentativas de mitigar essas desigualdades, como as cotas para financiamento de campanha, que reservam 30% do Fundo Eleitoral para candidatas mulheres. Mas, para a vereadora Luiza Ribeiro, não basta reservar verba às candidatas. Ela avalia ser necessário destinar cadeiras para mulheres, como ocorre em lugares como a Argentina, que aloca metade das vagas do Congresso.

Era de se esperar, segundo Aflalo, que as eleições municipais dessem mais espaço às candidatas do que as estaduais ou federais, uma vez que são necessários menos votos para eleger uma pessoa.

O fato de a política municipal ser mais próxima dos eleitores também criou a expectativa de sucesso das candidatas. “Tem uma frase que diz que ninguém mora no estado ou no país, mas, sim, no município. As lideranças são muito comunitárias, e o capital político das mulheres está muito mais ligado ao município na maioria das vezes”, diz.

Ribeiro observa isso na prática. “A sociedade não nos elege, mas atribui a nós, mulheres, responsabilidade por questões identificadas como demandas femininas, como buscar vagas nas escolas das crianças.”

Na prática, porém, nepotismo, tradições familiares e até retaliações entram no caminho das candidaturas femininas. Aflalo diz que acompanhou candidatas que sofreram ameaças no interior dos estados.

A cientista política afirma que a presença de mulheres na política tem um papel duplo. Serve para que elas, a partir dos seus pontos de vista, pautem políticas públicas mais eficientes para necessidades femininas. Mas, também, para servirem de exemplo para mais mulheres se enxergarem como potenciais ocupantes daquele espaço.

“A gente não fala da representatividade só pela representatividade, é de fato pela compreensão das necessidades das nossas vidas, de ter sala de amamentação, de discutir ginecologista no posto de saúde”, diz Coser.

A questão da representação das mulheres nas Câmaras ganhou força neste mês, quando uma única vaga foi oferecida a vereadoras na Comissão da Mulher da Câmara de São Paulo, formada apenas por homens —André Santos (Republicanos), Aurélio Nomura (PSDB), Hélio Rodrigues (PT), George Hato (MDB), Major Palumbo (PP), Manoel Del Rio (PT) e Rodolfo Despachante (PP).

“A Câmara de São Paulo tem uma média [de mulheres] até acima da Câmara dos Deputados”, observa Aflalo. “Não falta mulher, mas a comissão só tem homens. Eu vi aquela foto só com homens e vi deboche.”

Em Vitória, Karla Coser lidera a comissão dedicada às questões de gênero, plataforma central de sua campanha, em 2020, mas vê limitações nisso. “É estranho que a única comissão que eu tenha sido oportunizada a presidir seja a Comissão das Mulheres”, diz. “É como se não estivéssemos aptas a debater e presidir outras comissões. Queremos debater finanças, ambiente. Ficamos restritas a esse tema.”

Os colegas da comissão são todos homens, mas a vereadora os considera parceiros, principalmente por serem em sua maioria de esquerda, como ela, ou de centro. Para Karla, ser mulher não basta, mas há diálogos possíveis mesmo com colegas de direita.

Virginia, mesmo identificada como antifeminista e de direita, diz querer mais mulheres na política. Em 15 de dezembro de 2023, ela se tornou alvo de um inquérito do Ministério Público por parabenizar um guarda civil que agrediu uma mulher trans.

“A democracia, para ser completa, tem que ter uma representação justa e proporcional à população: mulheres, negros. Independente do espectro político”, diz Aflalo, cientista política. “Isso não é suficiente para garantir que os direitos das mulheres vão ser contemplados, mas aumenta a probabilidade de que sejam.”

 

Folha de S. Paulo

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A Justiça do Distrito Federal recebeu uma denúncia apresentada pelo Ministério Público e tornou réus Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e outras cinco pessoas acusadas de praticar os crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

 

A decisão da 5ª Vara Criminal é de segunda-feira (25). A partir da intimação dos réus, eles terão 10 dias para apresentar sua defesa por escrito. A Justiça considerou que estão presentes na denúncia “os requisitos necessários para dar início à persecução penal em juízo”.

A ação penal decorre de uma investigação da Polícia Civil do DF, que indiciou Jair Renan em fevereiro deste ano, como revelou o g1 à época.

No âmbito dessa investigação, ele chegou a ser alvo de uma operação de busca e apreensão, em agosto do ano passado.

A denúncia do Ministério Público acusa o filho do ex-presidente e outros réus, incluindo o seu ex-instrutor de tiros Maciel Alves de Carvalho, de forjar uma declaração de faturamento de uma empresa de Jair Renan, a RB Eventos e Mídia, com o objetivo de dar lastro a empréstimos bancários que chegaram a R$ 291 mil, entre 2022 e 2023.

O valor não foi pago e o banco cobrou Jair Renan judicialmente. Em fevereiro deste ano, a Justiça determinou que ele pagasse ao banco a dívida, que estava em R$ 360 mil.

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Moradores da zona rural e da zona urbana de Vitória da Conquista estão demonstrando grande gosto pela oportunidade de falar dos problemas que os afligem, ao participarem das plenárias do Programa de Governo Participativo (PGP) da pré – candidatura de Waldenor Pereira para prefeito, pela “Frente Partidária União e Reconstrução por Conquista”. Nas três primeiras das 30 plenárias previstas da programação, ele vem constatando cada vez maior participação do público para expressar as suas insatisfações e opiniões sobre o que julgam prioritário para a sua comunidade.
Foi assim no bairro da Patagônia como também nos distritos de Batuque e Cercadinho, esta ultima realizada no domingo, 24, com grande participação dos moradores. As deficiências no serviço municipal de saúde, com postos padecendo da falta de material e até de medicamento simples, como a dipirona para dor de cabeça, são queixas comuns, seguidas de problemas na educação e no transporte escolar, ruas e estradas esburacadas e falta de urbanização.
No balanço do pré-candidato Waldenor Pereira, a sua dinâmica de PGP tem se tornado cada vez mais atraente aos conquistenses, que querem participar da construção de um programa de governo para a cidade. Isto, depois de um lançamento estrondoso do PGP, que reuniu mais de 1 mil militantes cadastrados, no dia 2 de março passado, um evento que  contou com a participação do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e o secretário nacional do PT, Henrique Fontana.
Depois do evento de lançamento  em que o pré-candidato, as autoridades e as lideranças se pronunciaram, o PGP vem realizando as plenárias para ouvir a população. Haverá uma pausa nesta Semana Santa, mas retomará na semana que vem com esses encontros feitos de forma alternada na área urbana da cidade e na zona rural, informa o prefeiturável.
Em seus pronunciamentos nas plenárias, Waldenor sempre convida os presentes a se pronunciarem e afirma que está muito satisfeito com a reposta do público. “Nós queremos ouvir vocês, porque todas as vezes que a gente decide, antecipadamente, o que fazer, com planejamento e de forma compartilhada, a gente acerta mais e erra menos. Segundo o presidente Lula, governo bom é  o  governo que melhora a vida do povo, através de gestão democrática”. Blog do Paulo Nunes.
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Equipamentos de saúde adquiridos com recursos de emendas do deputado Zé Raimundo são entregues em Salvador ao lado do governador Jerônimo

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Novos equipamentos de saúde adquiridos com recursos de emenda parlamentar do deputado Zé Raimundo (PT) foram entregues pelo governador Jerônimo Rodrigues e pela secretária de saúde Roberta Santana, em ato realizado na manhã desta segunda-feira (25), no Parque de Exposições de Salvador. Desta vez foram beneficiados com kits com aparelhos de saúde os municípios de Malhada, Mortugaba, Piripá, Palmas de Monte Alto e Ribeirão do Largo. Boa Nova foi contemplada com uma ambulância, entregue à Prefeitura a pedido do Dr. Antônio Andrade, presidente do PT municipal.

O deputado computa que já são mais de R$ 3 milhões de recursos de suas emendas para apoiar a assistência à saúde em diversos municípios em que ele atua em parceria com o deputado federal Waldenor Pereira (PT), localidades estas distribuídas nas regiões Sudoeste, Serra Geral, Médio São Francisco, Chapada Diamantina e Vale do Paramirim.

“Tenho muito orgulho em contribuir para melhorar a vida da nossa gente, nas nossas regiões. Isso é mais saúde e mais qualidade vida para as pessoas”, comemorou Zé Raimundo, que entregou, junto com o governador e a secretária, os equipamentos aos prefeitos Dr. Gimmy, de Malhada, Heráclito Matos, de Mortugaba, Flávio Rocha, de Piripá e Adonias Almeida, de Boa Nova. Palmas de Monte Alto foi representado pela secretária de Assistência Social, Adenúzia Araújo. Matéria: Blog do Sena

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O ex-ministro Geddel Vieira Lima alfinetou o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, nesta terça-feira (26), após uma entrevistaconcedida pelo deputado federal Elmar Nascimento.

Mesmo com o atual vice-presidente do União Brasil articulando o lançamento de um nome próprio para a disputa pela presidência em 2026, Elmar avaliou o apoio da legenda a uma possível reeleição do presidente Lula no pleito nacional.

“Creio que demanda um posicionamento do maior líder do União Brasil, o ex-prefeito ACM Neto, que segundo dizem está articulando fortemente uma candidatura própria do União em oposição a reeleição do presidente Lula. Qual posição prevalece? Como espectador da cena gostaria de saber Que a imprensa indague.”, escreveu em uma rede social.

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A Polícia Federal (PF) está investigando o ex-ministro da Casa Civil, general Walter Braga Netto, por supostamente tentar recrutar militares das Forças Especiais do Exército para um possível golpe de Estado a favor do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a PF, a organização criminosa que planejou o golpe de Estado era composta por seis núcleos, com Braga Netto atuando em duas frentes responsáveis por incitar e influenciar militares a aderirem ao plano.

Uma reunião chave para a investigação ocorreu no apartamento do então ministro da Casa Civil, em Brasília, em 12 de novembro de 2022. Os participantes discutiram o financiamento de hotel, alimentação e material para manifestantes bolsonaristas, incluindo militares. A PF está investigando quem participou do encontro, tanto presencialmente quanto por videoconferência.

Mensagens obtidas pela PF durante a investigação mostram que o tenente-coronel Mauro Cid, à época ajudante de ordens de Bolsonaro, ajudou a organizar protestos no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF) em 15 de novembro de 2022, data da Proclamação da República, e prometeu suporte das Forças Armadas para garantir a segurança dos manifestantes. Cid ofereceu R$ 100 mil para cobrir gastos com hospedagem e alimentação de manifestantes, além de materiais, e orientou que pessoas fossem trazidas do Rio de Janeiro.

A PF identificou um segundo encontro, também em Brasília, que teria sido marcado com o objetivo específico de recrutar militares simpáticos ao plano golpista. A reunião aconteceu em 28 de novembro de 2022, em um salão de festas na Asa Norte, e teria sido articulada por Mauro Cid e o coronel Bernardo Romão Correa Neto. A PF suspeita que a reunião serviu para o grupo redigir uma carta para pressionar o então comandante do Exército, Marco Antônio Freire Gomes, a aderir ao golpe de Estado após a vitória de Lula na eleição.

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