O PP o Republicanos e o PL fizeram um anúncio conjunto neste sábado (28) no qual declararam apoio a Rogério Marinho (PL-RN) para presidente do Senado.
O Congresso Nacional retoma os trabalhos na próxima semana e, no dia 1º de fevereiro, serão eleitos os novos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado.
Ministro do Desenvolvimento Regional no governo Jair Bolsonaro, Rogério Marinho disputará a presidência do Senado com Rodrigo Pacheco (PSD-MG) – atual presidente – e Eduardo Girão (Podemos-CE).
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) participou, na noite desta quinta-feira (26), da reunião do Fórum Nacional de Governadores, que preparou as pautas que serão apresentadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta sexta (27), durante reunião no Palácio do Planalto. Jerônimo ressaltou que a ausência do diálogo nos últimos quatro anos dificultou a solução das questões federativas e fiscais.
“É uma agenda de retomada do diálogo entre União e os Estados e nós vamos apresentar os projetos estratégicos para nossa região Nordeste. Trataremos também das situações econômica e fiscal, pedindo ao Lula que a gente possa garantir um equilíbrio entre os nossos programas de governo, nossas ações e nossas receitas”, afirmou o governador.
O Fórum Nacional de Governadores apontou as perdas de arrecadação e a busca pela recomposição das receitas como uma das prioridades. Também será levada ao presidente da República a necessidade de apoio em obras estruturantes que cada estado e região considera essencial.
Antes, durante o dia, Jerônimo havia se reunido com os ministros da Educação, Camilo Santana (PT); da Saúde, Nísia Trindade; e da Casa Civil, Rui Costa (PT).
Nas reuniões, o governador discutiu temas como a necessidade de ampliar a oferta de ensino superior federal em regiões não contempladas, o reajuste dos valores repassados para alimentação escolar, a universalização de internet nas escolas, as questões indígenas, o apoio efetivo da Polícia Federal na investigação de crimes ocorridos no extremo sul da Bahia e a abertura de hospitais no interior do estado.
A disputa pela vaga de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) deve ficar cada vez mais acirrada. O deputado estadual Fabrício Falcão (PCdoB) comentou ao Bahia Notícias que irá manter a candidatura “até o final” e pretende que a “Casa tenha maturidade”.
Recentemente, Fabrício ressaltou que a vaga tem que ser ocupada por um deputado estadual, visto que a Casa não teve representante indicado nas últimas cinco vagas abertas. “Desde 2014, já foram abertas cinco vagas para conselheiro do TCM e nenhum deputado estadual conseguiu assumir o posto”, lembrou Fabrício.
Um dos nomes também cotados para o posto é da esposa do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), Aline Peixoto. Apesar do partido compor a base do PT no estado, Falcão ressaltou a manutenção da candidatura e indicou que o nome de Aline só é “escutado na rua” e não no interior da AL-BA.
“Quero que ele possa indicar meu nome, facilitado pela mesa diretora que estarei votado na chapa integral. E também pelos meus pares, que são 13 deputadas e deputados. Dessas três formas, colocar meu nome e ver se, mais uma vez, os colegas entendem que tem que colocar outro nome que não seja um deputado”, indicou.
Falcão reforçou que tem a “amizade dos 63 parlamentes”. “Muito carinho e respeito por todos os deputados estaduais, mas espero que meu nome seja aceito para apreciação e votação dos demais colegas”, indicou.
DISPUTA PELO TCE
A disputa pelo Tribunal ainda inclui alguns outros nomes. Um dos que mais tem se articulado é o deputado federal Marcelo Nilo. O parlamentar tem se articulado com alguns deputados e sinalizado o desejo de disputar. O ato seria coordenado e baseado na viabilidade da votação dele.
“É uma possibilidade. Irei analisar. Mas só irei entrar na disputa com condições de competir. Terei que analisar mais para a frente. Fui presidente da Assembleia, tive oito mandatos [de deputado]. Tenho todos os pré-requisitos”, comentou Nilo.
Após o incêndio que atingiu a parte superior do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador, no início da tarde desta quarta-feira (25), o governador Jerônimo Rodrigues determinou trabalho conjunto de diferentes órgãos estaduais e garantiu a recuperação do TCA com “máxima brevidade”.
“Sigo acompanhando de perto a atuação das forças estaduais, principalmente do Corpo de Bombeiros. O TCA é um patrimônio cultural do nosso estado e determinei que o Corpo de Bombeiros, secretarias de Cultura, Turismo e Casa Civil do Estado, junto com a direção do equipamento, trabalhem de forma conjunta e ágil para avaliar os danos causados pelo incêndio e para recuperar com máxima brevidade as estruturas danificadas. Da forma mais rápida e segura, o teatro será reaberto para seguir fortalecendo a nossa agenda cultural”, afirmou Jerônimo.
O governo Lula (PT) quer responder de forma “mais contundente” a informações mentirosas sobre ações governamentais, para que os disseminadores de desinformação e as plataformas de internet sejam responsabilizados.
Segundo o ministro-chefe da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência), Paulo Pimenta, fake news acusando o governo de ter cometido “fatos delituosos inverídicos” serão encaminhadas para a AGU (Advocacia-Geral da União) e para o Ministério da Justiça, para que as pessoas que produziram a desinformação sejam identificadas e respondam por isso.
“Não vamos silenciar diante da propagação industrial de mentiras que dizem respeito a ações governamentais”, disse Pimenta à reportagem, explicando a abordagem de curto prazo para o governo combater fake news que incitam a atos de violência como os de 8 de janeiro.
O ministro afirmou que o Ministério da Justiça está trabalhando no que chama de “Pacote da Democracia” para combater a desinformação que alimenta movimentos golpistas, como anunciado pelo ministro Flávio Dino.
Ele também disse que está em discussão o aumento da responsabilização das plataformas por disseminação de racismo, homofobia, discurso de ódio, além de afrontas à democracia, e que o Marco Civil da Internet precisa ser atualizado.
A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista inaugurou, na manhã desta quinta-feira (19), o Centro Integrado de Direitos Humanos (CIDH), localizado na avenida Otávio Santos, 744, bairro Recreio, reunindo quatro coordenações do governo.
“As políticas públicas serão efetivamente implementadas, no intuito de formar uma cidade cidadã e inclusiva, onde os direitos humanos de todos serão respeitados. É um governo de pessoas trabalhando para pessoas”, afirmou a prefeita Sheila Lemos.
O vereador Marcus Vinicius de Morais Oliveira, do Podemos, troca a Bancada de Situação pela Bancada da Oposição na Câmara Municipal de Vitória da Conquista e permanece no comando da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final.
Marcus Vinícius comentou sobre o assunto: “Na verdade, eu sempre fui um vereador independente. Nós só temos em Conquista uma Bancada de Situação e uma Bancada de Oposição. Sempre estive ao lado da Bancada de Situação, a Bancada do Governo Sheila e nesses dois anos fui presidente da CCJ, Comissão que analisa todos os Projetos de Lei tanto do Executivo, ou seja, da Prefeitura, quanto dos vereadores.
Conseguimos zerar por dois anos consecutivos todos os projetos”. Ainda conforme o edil, a quebra de um acordo coma Nova Mesa Diretora do Parlamento Conquistense o forçou o novo posicionamento. “Após a eleição [que elegeu a nova Mesa Diretora sob a presidência de Hermínio Oliveira Neto] um grupo resolveu mudar o que tinha sido acordado e palavra é muito importante, honradez é muito importante. E esse grupo ainda teve o apoio da nossa prefeita que eu sempre fui da base”, complementa. Apesar de estar do outro lado manterá uma atuação responsável. “O que for melhor para a população nós faremos”, prometeu. A prefeita Ana Sheila Lemos Andrade, do União Brasil, ainda não se manifestou. *Blog do Anderson
Parte da “herança maldita” do ex-governo Bolsonaro, que jamais reajustou a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), a defasagem dos valores, agravada pela inflação dos últimos quatro anos, obrigará quem ganha menos de 1,5 salário mínimo (R$ 1.953) a pagar o tributo em 2023. O descompasso nunca foi tão grande quanto agora.
“Nos últimos 4 anos (2018-2022), a defasagem acumulada no período foi de 26,25%, a maior já registrada durante um ciclo de governo”, aponta um estudo da Diretoria de Estudos Técnicos do Sindicato dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional). O relatório atualizado foi divulgado na última semana.
Apesar de Bolsonaro ter prometido – e não cumprido – reajustar a tabela ainda em 2018, e repetido a promessa em 2022, ele fugiu para os Estados Unidos deixando a “bomba” armada para 2023. Neste ano, todos os contribuintes com renda tributável superior a R$ 1.903,98 pagarão Imposto de Renda.
O contribuinte está pagando mais Imposto de Renda a cada ano devido à defasagem”, afirma um trecho do relatório do Sindifisco. “A não correção da Tabela do IRPF, ou sua correção parcial em relação à inflação, aumenta a carga tributária e penaliza de maneira mais acentuada o contribuinte de menor renda, notadamente a classe média assalariada”, aponta o texto.
Desde o último reajuste, concedido pela então presidenta Dilma Rousseff em 2015, a tabela acumula defasagem média de 51%. Retroagindo a 1996, a diferença média sobe para 148,10%. Os auditores calcularam os valores com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulado de 1996 a dezembro de 2022.
A entidade estima que a correção da tabela pelo índice integral da inflação desde 1996 elevaria a faixa de isenção para todos os contribuintes com renda tributável mensal inferior a R$ 4.683,95. Essa diferença de R$ 2.779,97, afirmam os auditores, penaliza principalmente contribuintes de renda mais baixa. Convertida em salários-mínimos, a faixa de isenção, que já foi igual a 9 pisos salariais, atualmente está em 1,57.
O valor proposto pelos auditores do Sindifisco estaria nos limites do anunciado pelo então candidato Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha eleitoral de 2022. Lula prometeu ampliar a faixa de isenção do IR para R$ 5 mil mensais, e a medida já se encontra em estudo no Ministério da Fazenda.
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) se reuniu, na tarde deste sábado (14) em seu gabinete no Centro Administrativo da Bahia (CAB), com representantes da Educação e Desenvolvimento Rural para alinhar as estratégias que vão garantir, para o ano de 2023, o cumprimento da Lei Federal n° 11.947, que prevê que no mínimo 30% do valor repassado a estados, municípios e Distrito Federal pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) deve ser utilizado na compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e seus empreendedores.
“A cada ano, a gente vai melhorando e incluindo na alimentação escolar do estado da Bahia produtos da agricultura familiar. Então, além da gente oferecer uma boa alimentação, a gente gera renda no bolso da agricultura familiar. Nos reunimos hoje com essa intuição: duas secretarias que são responsáveis, uma pela compra e a outra por estimular que cooperativas e associações possam oferecer preço justo, com qualidade e cuidando do meio ambiente. Fizemos uma reunião preparatória para que, nesses próximos dias, a gente anuncie os valores e os produtos por escola na rede estadual”, explicou o governador.
Capacitação dos gestores escolares, itens do cardápio, logística entre fornecedores e colégios, ajustes nos processos de compras e editais, entre outros aspectos foram discutidos com o objetivo de elaborar um plano de monitoramento da execução do programa de alimentação escolar.
Participaram da reunião a secretária da Educação (SEC), Adélia Pinheiro, a procuradora geral do Estado, Bárbara Camardelli, o chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Adriano Costa, o diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Jeandro Ribeiro, entre outros gestores.
“A integração da SEC com a SDR, que apoia a agricultura familiar e toda a sua qualificação e estruturação, é imprescindível para que o objetivo seja alcançado, que é ter o alimento de qualidade vindo da agricultura familiar também na alimentação escolar e, por outro lado, contribuir para que esse recurso financeiro investido parte pelo governo federal e parte pelo governo estadual chegue à economia gerada e existente a partir da agricultura familiar”, complementou a titular da Educação.
O ex-ministro da Justiça Anderson Torres chegou ao Brasil na manhã deste sábado (14), após viagem aos Estados Unidos, e foi preso pela Polícia Federal. As informações foram divulgadas pela CNN Brasil.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou um mandado de prisão contra Torres. Ele será investigado devido aos ataques às sedes do Congresso, do STF e ao Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro, quando éramos secretário de Segurança do Distrito Federal. cargo ao qual foi exonerado no mesmo dia.
Torres também era responsável pela segurança da Esplanada dos Ministérios. Ele é acusado de ser conivente e omisso na situação, não preparando um esquema capaz de proteger os Poderes contra os ataques, mesmo com a informação de que eles poderiam ocorrer.