O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) se posicionou contra a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre a renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Diante da deliberação, que começa a valer em junho deste ano, os motoristas só poderão renovar a CNH após a realização de um curso teórico e de uma prova, além do exame medico, que já é obrigatório.
Nesta segunda-feira (19), o parlamentar baiano dará entrada num decreto legislativo para revogar a medida. Aleluia argumentou que a resolução foi criada sem nenhuma base técnica e que exigir o curso só vai aumentar o custo da renovação do documento. “Alguém sempre aparece com exigências de trânsito que atendem a interesses não republicanos para dilapidar o bolso do trabalhador brasileiro. Estamos vigilantes”, completou o deputado.
O deputado foi o autor da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) que acabou com a vistoria veicular periódica criada pelo Governo da Bahia, através do Detran/BA.
Fonte: Metro 1
Na sessão desta sexta-feira (16), da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), o vereador Coriolano Moraes (PT) voltou a falar sobre a situação do transporte coletivo no município.
Ele aponta que a liberação, sem regularização, das vans vem afetando as empresas de ônibus.
Cori comentou sobre a nota oficial da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Vitória da Conquista (ATUV) que denuncia que o sistema de transporte está caminhando para a falência. Para o vereador, o sistema “já faliu”. “Metade do sistema já está falida porque a Viação Vitória não cumpre nada do contrato. E a outra metade caminha para a falência porque o governo municipal não tem responsabilidade”, disse.
O edil critica a liberação das vans sem a regulamentação. “Ele transformou as vans em um processo político eleitoreiro, ao invés de transformar em um processo de política de transporte público com objetivo de melhorar o serviço”, disparou. Ele denuncia que há vans circulando sem nenhum controle, e por vez, sem condições de circulação. “E de quem é a responsabilidade? É da prefeitura e do seu gestor. Se o sistema falir, nós daremos nomes”, afirmou.
Cori afirma também que não irá se calar, nem se curvar até que as providências sejam tomadas.
Nas últimas semanas, a defesa de Antonio Palocci pediu à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, a inclusão na pauta de julgamento do habeas corpus do ex-ministro, preso na Lava Jato desde setembro de 2016. Como o recurso não foi pautado — a lista de processos a serem julgados pelo plenário em março e abril não incluiu Palocci –, a defesa do ex-ministro apelou nesta quinta-feira (15) ao relator, ministro Edson Fachin.
Ainda segundo a coluna Expresso, da revista época, os advogados exploraram o fato de que Cármen Lúcia, em relação ao habeas corpus preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse à imprensa que o julgamento não depende dela para ir a plenário, transferindo a responsabilidade ao relator. “Ora, se o habeas corpus preventivo [em favor de Lula] independe de inclusão em pauta, parece óbvio que o caso do paciente [Palocci] possui urgência muito maior, na medida em que a prisão processual perdura por quase dezoito meses”, afirmou a defesa de Palocci.
O corpo de Marielle Franco foi sepultado no fim da tarde desta quinta-feira (15), sob aplausos, protestos e homenagens de parentes, amigos e líderes políticos, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, zona portuária do Rio de Janeiro. Previsto inicialmente para as 16h, o enterro só foi realizado por volta das 18h.
Já o corpo do motorista Anderson Gomes, que dirigia o carro onde estava Marielle, foi sepultado no Cemitério de Inhaúma, zona norte do Rio, no final da tarde. A cerimônia também atraiu um grande número de amigos e parentes. Ele deixou a mulher e um filho de 2 anos. Anderson Gome trabalhava como motorista para o aplicativo Uber e prestava serviços eventuais para a vereadora.
Na cerimônia religiosa que antecedeu o sepultamento da vereadora, o celebrante manifestou indignação. “É matança de pobre, é matança de negro, matança de quem luta”, disse o padre.
Repetidas vezes, o nome de Marielle era gritado por um, e todos respondiam: “presente”. Como o velório tinha sido à tarde, na Câmara Municipal, a cerimônia no cemitério foi rápida, e a imprensa não teve acesso à parte final.
Marielle foi assassinada com quatro tiros na cabeça, quando ia para casa no bairro da Tijuca, zona norte do Rio, retornando de um evento ligado ao movimento negro, na Lapa. A parlamentar estava no banco de trás do carro, quando o veículo dos criminosos emparelhou com o dela. Eles atiraram nove vezes. Anderson Gomes, que trabalhava como motorista para o aplicativo Uber e prestava serviços eventuais para Marielle, também morreu no ataque. Uma assessora que estava no carro sobreviveu ao ataque.
A vereadora era moradora do Complexo da Maré e defensora dos direitos humanos, autora de frequentes denúncias de violações de direitos de negros, moradores de favela, mulheres e pessoas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros).
Fonte: Agência Brasil
Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), nesta quarta-feira, 14, o vereador Danillo Kiribamba (PCdoB) criticou a iniciativa da Cooperativa Mista Agropecuária de Vitória da Conquista (Coopmac) pela decisão de estabelecer o valor de R$ 6,00 para o ingresso no Parque de Exposições, durante a 52ª Exposição Agropecuária de Vitória da Conquista.
Kiribamba pediu ao presidente da Coopmac que reveja a decisão. “Reveja essas cobranças. Está elitizando a exposição”, disse ele. “A gente fala tanto em crise, em colocar as pessoas na Exposição e cobra R$ 6,00?”, questionou ele apontando que Barreiras, Itapetinga e Feira de Santana tiveram exposições sem cobrança de ingressos.
Apesar da crítica, o vereador desejou sucesso ao evento. “Que seja um sucesso, mas que olhe para as classes menos favorecidas”, disse ele.
Confira o pronunciamento do vereador:
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apostou na manhã de hoje, em entrevista à Mário Kertész, que a condenação a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do triplex do Guarujá, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região não vai ser executada.
“Alguém vai ter que provar. Se provarem crime, não precisam nem vir atrás, eu vou e me apresento. Se eu tiver cometido crime, mereço ser preso. Se não, alguém vai ter que pedir desculpas. Eu não vou ser preso”, apostou.
O petista responsabilizou ainda a força-tarefa da Operação Lava Jato pelo derrame cerebral que levou a ex-primeira-dama Marisa Letícia à morte.
“Eles sabem que são responsáveis pelo AVC da Dona Marisa. E olhe que sou tranquilo para tratar esse assunto. Esse país não pode ter um país com MP forte, PF forte, para ser vítima de infâmia. A pobre da Dona Marisa é acusada de lavagem de dinheiro, o único dinheiro que ela lavava era o meu na bermuda. Todo dobradinho”, afirmou.
A vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), foi assassinada na noite de ontem em uma região central da cidade. Segundo a Folha, ela e o motorista foram vítimas dos desparos e morreram. Uma assessora ficou ferida apenas por estilhaços.
Testemunhas ouviram cerca de dez tiros no momento do crime. Ela voltava do evento “Jovens Negras Movendo as Estruturas”, uma roda de conversa na Lapa (centro), quando foi interceptada pelos criminosos.
A vereadora era aliada do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que ficou em segundo lugar na eleição para prefeito do Rio.
Freixo e correligionários compareceram ao local do crime. O deputado disse que todas as características indicam ter se tratado de uma execução e que vai cobrar providências.
Segundo ele, nem o partido e nem a família de Marielle sabiam de ameaças contra ela. “Cabe à polícia investigar. Há caminhos para se investigar esse crime”, afirmou.
No dia 10, ela publicou um texto em suas redes sociais denunciando abusos do 41º batalhão da PM contra moradores da favela de Acari. “Nessa semana dois jovens foram mortos e jogados em um valão. Hoje a polícia andou pelas ruas ameaçando os moradores. Acontece desde sempre e com a intervenção ficou ainda pior”, dizia um trecho.
O prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) informa a decisão sobre a candidatura ao governo estado para seus aliados na próxima semana. O anuncio oficial acontece até o dia 7 de abril, provavelmente, no próprio dia 7. O compromisso foi firmado durante a reunião com a bancada de deputados estaduais na noite da última terça-feira (13).
Dos 21 parlamentares, 20 participaram do encontro com o líder político. Os deputados demonstrando preocupação com a possiblidade de Neto não disputar a chefia do Palácio de Ondina foram, como esperado, expressar o apoio.
Na conversa, o prefeito não entrou em muitos detalhes – seria difícil manter o sigilo diante de tantos presentes -, contudo, deixou claro que ainda avalia o cenário em dois segmentos: pesquisas e alianças com três partidos.
No que se refere às pesquisas, Neto revelou que o cenário é favorável. Os itens que causaram preocupação ao mandatário do campo político foram relativizados pelos aliados sob o argumento de que outras questões no levantamento apontam para outra direção.
“A população de Salvador quer que Neto continue como prefeito, mas sabe que ele pode fazer muito sendo governador, portanto, temos convicção de que há margem para convencimento dos soteropolitanos. Mais que isso, a saída dele para o governo não é algo visto como ‘traição’ ou descumprimento de compromisso”, afirma um dos presentes que pediu para não ter o nome publicado.
Mais uma pesquisa encomendada chegará às mãos do prefeito neste final de semana. O levantamento somado às tratativas com três partidos – o segundo segmento – selará o rumo de Neto nesta corrida eleitoral
A situação do MDB, PR e PP é o que vem consorciado com as pesquisas. Na reunião com os deputados, Neto não entrou em detalhes. O que disse é que está conversando com as três legendas e que não necessariamente se faz necessária a presença de todas para definir a candidatura.
O problema é que atualmente, o mais provável é que tenha apenas o PR nas suas fileiras. O PR chegará com uma fatura nada promissora. Tem pouco menos da metade do tempo de televisão do MDB, cinco deputados federais – no cenário ideal com Ronaldo Carletto e Roberto Britto -, mais um ou dois estaduais (Robinho e Luiz Augusto, sendo o primeiro certo em caso e o segundo duvidoso).
O MDB depende da situação do deputado federal Lúcio Vieira Lima. Ainda que seja cassado pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, a influência e peso sobre a legenda na Bahia continuarão presentes de modo que Neto terá que lidar com os prós (tempo de tv e fundo eleitoral) e contras (malas com mais de R$ 51 milhões).
O PP depende de uma costura nacional que tem poucas chances de prosperar, embora em política não se possa descartar nenhuma hipótese minimamente possível. Ciro Nogueira, presidente nacional da sigla, tem simpatia pela candidatura de Rodrigo Maia (DEM) à presidência.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (13) projeto que flexibiliza os horários de transmissão da Voz do Brasil nas rádios.
O texto segue para sanção presidencial. Pelo texto aprovado, o programa poderá ser transmitido entre as 19h e as 22h em rádios comerciais, e até as 23h em rádios legislativas.
Hoje o programa estatal de transmissão obrigatória, que tem duração de uma hora, vai ao ar às 19h.
A flexibilização é um pleito antigo das empresas de comunicação, que querem a possibilidade de exibir o programa em horários alternativos.
O projeto mantém a veiculação compulsória do programa às 19h nas rádios educativas.
O texto foi alvo de longa discussão no plenário e de obstrução por parte de partidos da oposição e da base, contrários à flexibilização.
A Voz do Brasil está no ar desde a década de 1930 e transmite informativo oficial dos três poderes. Já houve tentativa de acabar com a obrigatoriedade, mas há muita resistência no meio político.
Fonte: Bocão News
Em evento do BTG Pactual, o apresentador Luciano Huck ouviu apelos por uma candidatura à Presidência da República.
O almoço, que reuniu 40 pessoas, teve apelos para que o global concorresse. O argumento, segundo a Folha, é o de que há um vácuo na política e que ele pode ser uma “tremenda” liderança.
Um dos convidados perguntou o que era necessário fazer para que o apresentador mudasse de ideia — ele já disse três vezes, em artigos publicados na Folha, que não pretende concorrer. E reafirmou isso à plateia.